JORNAL PUCVIVA n° 433 - 17/03/2003

 
   

Editorial

O momento é de mobilização e de luta

Quem imagina que a vitória eleitoral de Lula e do PT, no Brasil, seja suficiente para equacionar os principais problemas nacionais, em especial os dos trabalhadores e das camadas populares, está redondamente enganado.
Quem imagina que a eleição de um governo comprometido com as lutas do povo seja suficiente para conter a exploração praticada pelos capitais estrangeiros, a sangria dos recursos nacionais e o avanço nefasto do imperialismo, também está muito enganado.
Tanto na frente externa – nas questões que dizem respeito à soberania e aos interesses do povo brasileiro – quanto na frente interna – nas questões que dizem respeito à democratização das riquezas e à melhoria das condições de vida para todos –, é preciso participação permanente e ativa do povo organizado, principalmente das classes trabalhadoras.
Neste momento é preciso sair às ruas e protestar contra a guerra que o governo dos Estados Unidos pretende fazer. É preciso mobilizar as consciências e as pessoas para impedir que o governo brasileiro se submeta à implantação da Alca. É preciso exigir do governo a defesa intransigente da nossa independência econômica, política, tecnológica e cultural.
Neste momento é preciso impedir que as empresas e os sindicatos patronais imponham novos arrochos salariais aos trabalhadores. É preciso lutar pela reposição do poder aquisitivo dos salários e, mais ainda, lutar por geração de empregos, políticas de distribuição da renda, pela democratização dos direitos dos trabalhadores no interior das fábricas, das empresas e das instituições.
Neste momento é preciso lutar para que o Estado cumpra seu papel na educação, que invista no ensino público e gratuito para todos os níveis; é preciso melhorar a qualidade das escolas públicas e estatizar as escolas privadas, especialmente aquelas que assaltam a sociedade e desviam recursos da educação – do ensino, da pesquisa e da extensão – para os bolsos particulares.
A nossa mobilização e a nossa luta são fundamentais para fortalecer, no atual governo, as posições que realmente contribuam para mudar o Brasil, para concretizar as reformas que interessam às camadas populares e para construir uma sociedade mais justa e igualitária.
Sem mobilização e luta, continuaremos no “modelito” construído pelo neoliberalismo e que tanto bem faz aos que vivem da especulação financeira e da exploração do trabalho.

Hamilton Octavio de Souza, Diretor da Apropuc.


Indicativo de GREVE

Professores e funcionários analisam nova proposta da Reitoria e deliberam sobre futuro de seu movimento

A universidade viveu uma semana de intensa mobilização. Em poucas oportunidades, nos últimos tempos, discutiu-se tanto o modelo acadêmico e comunitário da PUC. Foram três assembléias e duas rodadas de negociação, onde os trabalhadores da PUC apontaram as contradições no discurso dos dirigentes da universidade.

Depois de muita protelação, a Reitoria apresentou, no dia 7/3, uma proposta que previa aumento de 4% sobre fevereiro de 2003 ou reajuste de 2,8% sobre fevereiro de 2003 mais a variação do ICV-Dieese em março de 2004. A assembléia conjunta de terça-feira, 11/3, avaliou essa proposta como insuficiente, pois ficava muito distante dos 16,42% do ICV mais 2% de produtividade, e decidiu rejeitá-la integralmente.
Na negociação agendada para quarta-feira, 12/3, a Reitoria não apresentou nova proposta pois, segundo o professor Eduardo Pestana Moreira, vice-reitor administrativo, cabia às associações eleger uma linha de proposta para que as negociações prosseguissem. Nesta negociação, os vice-reitores foram profundamente questionados sobre o sentido das suas propostas. Vários participantes da comissão de negociação questionavam, em sendo aceita a segunda proposta, como a Reitoria construiria um superávit capaz de cobrir quase 40% de reajuste em março de 2004. A resposta dos vice-reitores indicava para a elaboração de medidas, que ainda seriam discutidas com a comunidade, capazes de viabilizar este reajuste.
A indefinição dos vice-reitores fez com que a assembléia conjunta de professores e funcionários exigisse a presença do reitor nas negociações e decidisse pelo indicativo de greve a ser analisado nesta segunda-feira, às 14h, numa assembléia conjunta.
Na noite de quinta-feira, 13/3, foi realizada uma nova negociação que, sem a presença do Reitor, transformou-se apenas na comunicação de uma contraproposta apresentada pela Reitoria (veja matéria nesta edição).

Participação dos professores
As assembléias conjuntas vêm mostrando uma crescente participação dos professores da universidade. A APROPUC realizou uma assembléia informativa na quarta-feira, 12/3, logo após a assembléia conjunta, onde os docentes ficaram inteirados das decisões do movimento. A associação pretende continuar com esta prática, para que os professores possam integrar-se efetivamente na mobilização. A agenda da campanha salarial está sendo informada diariamente pelo site www.apropucsp.org.br.


Campanha Salarial II

Por trás do arrocho salarial

Não são poucos os professores e funcionários que têm questionado o sentido mais profundo da atual proposta da Reitoria, que implica um grave arrocho salarial para os trabalhadores da PUC. Quem tem acompanhado as negociações salariais notou que a argumentação das propostas apresentadas tem relação com medidas pretendidas pela Reitoria, que nos são desconhecidas e nem sabe-se a que modelo estão relacionadas.
Priscilla Cornalbas, presidente da APROPUC, tem levantado nas negociações que a campanha salarial que ora empreendemos não é meramente econômica. “Fica claro que a opção pelas altas mensalidades já se esgotou e que só resta à Reitoria o esmagamento do poder aquisitivo do trabalhador, a ‘racionalização', o investimento no patrimônio como necessidade de resposta ao mercado. Esta é uma lógica que aponta fundamentalmente para a mercantilização do ensino”.
Para a professora, a redução da folha de pagamento para 65% do valor da receita (possibilidade que se concretizaria se adotado o índice de 4% de reajuste) não é mera casualidade, mas reflete a realidade de inúmeras instituições de ensino, que têm na mercantilização da educação sua razão de ser.
Para Eduardo Viveiros, funcionário do pós-graduação, as propostas financeiras da Reitoria caminham junto com as medidas que vêm sendo implantadas em vários níveis na universidade. “Estamos vivenciando uma mudança de paradigma. O programa de gestão aprovado nas eleições pela comunidade vai sendo modificado de acordo com a vontade de um grupo. Perde-se a referência institucional da universidade, e as instâncias de discussão tradicionais, como os órgãos colegiados, as associações e as assembléias, são relegados a um segundo plano, em favor de um discurso neoliberalizante que vai na linha da ‘racionalização', do enxugamento e do arrocho de salários”.
Também neste sentido, a presidente da AFAPUC, Marta Bispo, conclui: “nunca na história da universidade houve uma negociação que não tivesse como horizonte o compromisso político com as associações. A forma como a atual negociação vem sendo conduzida demonstra que o modelo de gerenciamento da universidade privilegia unicamente os interesses de seus gestores, esquecendo-se daqueles que realmente constroem esta PUC”.
A professora Madalena Peixoto, diretora do Centro de Educação, também mostrou-se preocupada com os atuais rumos que a negociação vêm tomando. Para ela, “trata-se de uma negociação distinta daquelas que já enfrentamos, pois, historicamente, a Reitoria reconheceu as perdas salariais dos trabalhadores e acenou com uma recomposição salarial”. A professora ressalta as medidas que já vêm sendo tomadas no âmbito acadêmico, como cortes de horas docentes sem que sejam ouvidos os professores, redução de horas relativas a chefias e revistas acadêmicas, mostram uma mudança no modelo de gestão da universidade.
As diretorias das associações de professores e funcionários têm colocado nas suas assembléias a necessidade de vincular a luta por melhorias salariais às bandeiras pelo ensino público e gratuito.


Campanha salarial III

Reitoria apresenta nova proposta

Na noite de quinta-feira, 13/3, sem a presença do reitor Antonio Carlos Ronca, exigida pela assembléia de professores e funcionários, os vice-reitores da PUC apresentaram uma nova proposta para o reajuste salarial das duas categorias.
Momentos antes, o reitor teve uma reunião com as diretorias da APROPUC e da AFAPUC, onde informou que não iria participar da apresentação da nova proposta, mas comprometeu-se a comparecer a uma reunião aberta, segunda-feira, 17/3, para responder às perguntas de professores e funcionários.
Na apresentação da nova proposta a vice-reitora Branca Jurema Ponce destacou que a Reitoria mantém seu compromisso com a autonomia universitária, a recuperação e o crescimento institucional e a valorização do trabalho, procurando manter, ainda que parceladamente, o princípio de recomposição salarial.
A proposta prevê aplicação de 4% sobre os salários de fevereiro/2003; 3,4% em setembro/2003 e 7,4% a partir de janeiro de 2004, totalizando 14,8%, o que representaria a média do ICV-Dieese e do IPC-FIPE no período de março/2002 a fevereiro/2003.

A nova proposta da Reitoria...
Sobre os salários de fevereiro:
* 4% a partir de março/2003;
* 3,4% a partir de setembro/2003;
* 7,4% a partir de janeiro/2004, totalizando 14,8%, média do ICV-Dieese e do IPC-FIPE entre março/2002 e fevereiro/2003
... e as perdas dos trabalhadores *

105,43%
perda acumulada entre março/2003 e fevereiro/2004, ou seja 1,0543 salário no ano
1,4%
perda do índice acumulado em relação ao ICV

R$ 4.074,94
Perda anual de um auxiliar de ensino TI
R$ 2.876,68
Perda anual de um analista acadêmico-administrativo
* Comparação entre a nova proposta e a variação do ICV-Dieese de 16,42%

Os vice-reitores esclareceram que tanto a primeira parcela do reajuste como a segunda incidiriam sobre o salário de fevereiro/2003, o que, segundo a comissão de negociação, é uma prática incorreta de reajuste, já que sempre que se dividem valores as parcelas incidem sobre o último salário reajustado. Dessa maneira, os valores resultantes ficariam em patamares inferiores aos apresentados na proposta da Reitoria.
Seguindo deliberação da assembléia, a comissão de negociação retirou-se da sala sem negociar, devendo discutir a proposta com o conjunto dos professores e funcionários na assembléia de segunda-feira, 17/3, onde o reitor também deverá comparecer.


Fala Comunidade

Olê, olê, olê, olá... la Paix, la Paix

Jorge Claudio Ribeiro
Dia 15 de fevereiro realizou-se em Paris a primeira “manif contro la guerre”. Fiz uma óbvia pausa no pós-doutorado. Nossa turma da Maison du Brésil foi em bloco. Descemos na estação Denfert Rochereau e, ao emergir daquele buraco de marmota, fomos impactados pela visão de outros 300 mil companheiros. Abrindo a passeata, com destino à Place de la Bastille, ia o pessoal da CGT, seguido dos sindicatos de professores e depois pela patuléia.
O Pedrão, um baiano rastafari pesquisador de Biologia, levou seu tambor marroquino e batucava para agregar o pessoal. Agitávamos a bandeira brasileira e abrimos uma faixa com os dizeres “Essayez un Bush à Bush” (trocadilho para “experimente um boca-a-boca”, versão franco-tupiniquim de “faça amor, não faça guerra”). No intervalo entre os refrões quilométricos, intelectualizadíssimos e sem rima dos franceses (de múltiplas cores e sotaques), a brasileirada entrava com vários corinhos: “Desolé!” (a palavra que eles mais usam*); “1, 2, 3, 4, cinco mil, queremos que o Bush vá pra...” e outros mais, impublicáveis. Imagine, nós cantando isso no Boulevard Saint Michel... “Indignación sí, pero sin perder el buen humor, jamás”.
Estávamos nessa internacional festa dos foliões quando aconteceu algo inacreditável. Do nada, atraídos pelo nosso batuque, entraram na roda uns franceses manejando seus instrumentos de bateria; deviam ter levado segunda-época nos ensaios de escola de samba, mas a animação foi crescendo, com aqueles branquelos. Alguns quarteirões abaixo, mais do nada ainda e para ajudar o Pedrão a dar uma lógica àquilo, chegam dois caras afinadíssimos com seus tamborins, junto com o Fernando, um psicanalista carioca, que comandou tudo com seu surdo. E voilà le miracle: uma legítima escola de samba invadiu o bulevar.
Cantamos marchinhas antigas (“essa música é da década de 50?”, me perguntou uma bolsista da Capes; “sei lá, eu ainda não tinha nascido”, menti); lavamos a alma com A taça do mundo é nossa, que entremeávamos com gritos de “Penta, penta!”; arriscamos um Alá, la ô (“Alá, meu bom Alá!”). Todo mundo requebrando. Só faltava chegar algum tresloucado árabe, ou judeu, cada qual com seu motivo, e dar uma facada em alguém.
Já estávamos perto da Praça da Bastilha quando a Emilie, uma brasileira gracinha, doutoranda em cinema (“meu tema é o Walter Salles”), propôs elevarmos o nível e cantarmos “La paix... la paix!”. O milagre estava completo: “La Paix... la Paix!”, pracatum pracatum, “La Paix... la Paix!”, bumbum paticumbum prugurundum, “La Paix... la Paix!”. Pronto, refrão com conteúdo, todo mundo em redor cantando. Uma leve adaptação rítmico-melódica e eis a brasileirada conduzindo as massas, invadindo a Bastilha e agora cantando: “Olê, olê, olê, olá, la Paix... la Paix!”. Foi emocionantíssimo. O Bush deve ter se coçado todo!
* Você sabe como o francês fala “dane-se”? É “desolé”. E “sai da frente”? É “pardon”. E “putamerda”? É buff (uma bufadinha). Voilà, donc.

Jorge Cláudio Ribeiro é professor do Departamento de Teologia e Ciências da Religião.

Plano Real

Rosana Pereira dos Santos

Necessito apreciar seus pensamentos, fantasias...
Imaginando suas idéias soltas e incoerentes
Às quais o espírito se entrega:
Para conhecê-la,
Para ter ligeiras ligações pessoais
Fazendo-a sair de onde está
Despertando-a para mim.
Não importam as conseqüências
Ou resultados que vou obter
Mas conhecer faz parte da minha essência
Por não conhecer minha própria alma
Necessito continuar a existência
Mesmo tendo que retirar a sua.

Rosana Pereira dos Santos
Funcionária/estudante/aprendiz


Não à guerra

Aluno de Economia relata visita ao Iraque

O estudante do 5.º ano de Economia Luciano Wexell Severo, de 23 anos, integrou o Comitê Brasileiro Contra a Agressão ao Iraque, que visitou o país entre os dias 18 e 22/2. De volta ao Brasil, Luciano relatou sua visita ao PUCviva.

O Comitê Brasileiro viajou ao Iraque para repudiar as intenções de guerra dos EUA e da Inglaterra, e prestar solidariedade ao povo daquele país. Faziam parte da delegação membros de diversos partidos políticos e representantes de entidades sindicais e eclesiásticas. Luciano representou a União Nacional dos Estudantes (UNE), mesmo sem fazer parte da direção da instituição.
Segundo o estudante, as marcas deixadas pela Guerra do Golfo, em 1991, ainda são percebidas no povo e na paisagem do país. “Bagdá, ainda hoje, é um canteiro de obras. O Iraque recebeu mais bombas em 1991 do que os EUA e a Inglaterra lançaram durante toda a 2.ª Guerra Mundial”. Ele conta que, até o início da guerra, as condições de vida do povo iraquiano eram relativamente boas. Mas os bombardeios devastaram a infra-estrutura do país, destruindo escolas, hospitais, creches, asilos, maternidades, mesquitas e cemitérios. O bloqueio econômico piora a situação, e dificulta a reconstrução dessa estrutura.
A delegação brasileira encontrou-se com uma série de autoridades iraquianas, inclusive com o vice-presidente Tarik Aziz, responsável por toda a articulação das relações exteriores do país. Luciano também encontrou-se com líderes estudantis e com o Ministro da Juventude do Iraque.
O estudante participou de visitas a hospitais e escolas. Ao chegarem a uma escola primária em Bagdá, no primeiro dia da viagem, as crianças deixaram suas salas de aula e recepcionaram o Comitê Brasileiro gritando, com vitalidade, “no war, just peace” (sem guerra, só paz), enquanto erguiam fotos do presidente Saddam Hussein.

Massacre
Uma das experiências mais chocantes para o estudante foi a visita ao abrigo antiaéreo Amyiriah, num bairro residencial próximo ao centro de Bagdá. O local foi destruído por dois mísseis na Guerra do Golfo, o que provocou a morte de 408 pessoas, num bombardeio durante a madrugada. O abrigo não foi reconstruído, e as marcas pretas dos corpos queimados ainda permanecem nas paredes e no chão. Segundo Luciano, um documento divulgado por uma agência de energia nuclear inglesa prova que havia material radioativo nos mísseis que atingiram o Iraque em 1991, o que se reflete hoje no nascimento de crianças deformadas e em diversos problemas de saúde que afetam a população local.
Difundir o que foi visto no Iraque, para tentar evitar que mais uma vez um povo seja massacrado por petróleo, é o objetivo de Luciano em sua volta ao Brasil. “A mobilização mundial antes da guerra coloca os norte-americanos numa posição de isolamento total. Se os EUA e a Inglaterra atacarem, vão atacar contra o planeta inteiro. O povo iraquiano tem consciência da importância da mobilização, nessa batalha da humanidade contra a estupidez, da humanidade contra a desumanidade”.


Rola na Rampa

Comissão eleitoral da AFAPUC
Na assembléia de 11/3, foi aprovada pelos funcionários presentes a formação de uma comissão eleitoral, que elaborará as normas para a próxima eleição da entidade. A comissão foi composta por Eduardo Viveiros (Pós-graduação), Adriana Paes Landim (Recursos Humanos), Luiz Brigatti (FEA), Douglas Silva Miotto (Contabilidade), Edna Ribeiro Viana (Controladoria) e Celso Amorim Morcelli (Siga).

Estudantes apóiam mobilização de professores e funcionários
O Conselho de Centros Acadêmicos, CCA, aprovou a formação de um Comitê para acompanhar a mobilização de professores e funcionários em sua atual campanha salarial. Os estudantes entendem que a luta dos trabalhadores da PUC por melhores salários é comum às suas reivindicações por melhores condições de ensino e convivência universitária e mensalidades justas. Os alunos realizarão assembléias nesta semana para aprofundar a discussão.

Isolados de RI protestam
A turma do 1.º ano matutino de Relações Internacionais protestou contra a Reitoria realizando uma aula no Pátio da Cruz, na segunda-feira, 1/3. Com a redistribuição dos alunos nas salas, no início deste ano letivo, todo o curso de RI foi separado: o 2.º, o 3.º e o 4.º anos já não ficam no mesmo andar do Prédio Velho, enquanto o 1.º ano foi transferido para o 5.º andar do Prédio Novo. Segundo a gestão do CARI, a Reitoria havia prometido uma solução para até 10/3, e o protesto ocorreu justamente porque nenhuma alternativa foi apresentada pela direção da universidade até então.

Renato Braz na PUC
O projeto Acordes no Pátio, que mensalmente traz cantores e compositores da música brasileira para apresentações no Pátio da Cruz, apresentará nesta semana o cantor Renato Braz, vencedor do Prêmio Visa de Música. O show acontece dia 19/3, quarta-feira, às 18h15, e tem promoção da Vice-Reitoria Comunitária.

Erramos
Na matéria sobre campanha salarial publicada no PUCviva n.º 431, de 6/3 deste ano, a vice-reitora acadêmica Raquel Raichelis Degenszajn é citada como vice-reitora administrativa.

Adiada mostra sobre anos 80
O início da mostra composta por 11 filmes produzidos nos anos 80 foi adiado para a próxima terça-feira, 25/3, quando serão exibidos Pixote – A lei do mais fraco, de Hector Babenco, às 12h, e Cidade oculta, às 17h.

Pós-graduação promove atividades
Duas atividades compõem o calendário desta semana no Pós-Graduação. Na terça-feira, 18/3, às 17h30, será realizado o seminário Rendimento Familiar, Rendimento Domiciliar e Valor do Aluguel do Domicílio – Brasil, 2001, com o professor Samuel Kilsztajn. O encontro, promovido pelo Laboratório de Economia Social (LES), do pós em Economia Política, acontece na sala 4E-20, no 4.º andar do Prédio Novo. Na quarta-feira, 19/3, às 14h, acontece a Aula Inaugural do pós em Ciências da Religião, na sala 134 – 1.º andar do Prédio Novo.

 

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