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Editorial
Os primeiros sinais da política externa do governo petista
As viagens de Lula à Argentina e aos Estados Unidos tiveram como tema principal o Mercosul e Alca. Na Argentina, Lula expôs a intenção de reconstruir esse bloco econômico. Chegou ao ponto de defender uma integração estruturada sob um parlamento regido pelo voto popular. Mas o próprio Lula reconheceu ser apenas um sonho. Nos Estados Unidos, referendou o compromisso de o Brasil participar das negociações em torno da Alca.
O fundamental está no objetivo de responder às pressões do imperialismo norte-americano. As metas da Alca, já elaboradas, terão de ter continuidade. Lula, anteriormente, a qualificou, tal como estava sendo negociada, como uma anexação aos Estados Unidos. Agora já não fala nos mesmos termos. No seu encontro com Bush, acha que a Alca “pode representar uma verdadeira abertura do mercado dos Estados Unidos e do Canadá”. Se ainda considerasse uma anexação, teria de se colocar pela interrupção dos passos já dados e dos que estão previstos. Isso porque expressam as imposições norte-americanas, que de fato conduzem à anexação.
Tudo indica que o PT seguirá a diplomacia deixada por FHC, que aspirava colocar o Brasil na liderança de um Mercosul ampliado e que, assim, reunisse um pouco de força para barganhar as perdas latino-americanas frente ao gigante imperialista.
O palavreado de que se deve respeitar as diferenças e negociar de igual para igual não tem efeito prático. Ou o Brasil se submete, junto com todas as semicolônias da América Latina, ou rompe com o imperialismo. Os primeiros sinais da política externa mostram que a primeira hipótese é a que seguirá o governo PT.
Para se opor a estratégia da Alca como anexação dos países latino-americanos é necessária uma autêntica política da classe operária. Não há qualquer chance de enfrentar a opressão imperialista e os grandes problemas nacionais e sociais do capitalismo decadente com a política de negociação propositiva, como anunciou Lula no encontro com Bush.
Erson Martins, Diretor da Apropuc.
Crise
Situação econômica da universidade leva Reitoria a se reunir com chefias
Duas reuniões agitaram o câmpus Monte Alegre na semana passada. Nelas, a Reitoria apresentou às chefias acadêmicas e administrativas as dimensões da situação financeira da PUC.
O professor Ronca repetiu aos chefes as mesmas razões expostas à APROPUC e à AFAPUC em reuniões anteriores: a universidade vem passando por uma séria dificuldade de equilíbrio entre receita e despesa, motivada fundamentalmente por uma inadimplência exagerada, corte de verbas da Capes, CNPq e SUS e crescimento da folha de pagamento.
Para a Reitoria, a situação demanda ações em todas as áreas, principalmente na folha de pagamento. Porém, foram definidos alguns compromissos, como manter o programa de bolsas da universidade e não efetuar cortes lineares nas folhas de professores e funcionários.
As soluções deverão vir do controle de custos e gastos administrativos, da racionalização das horas docentes, onde são verificadas inúmeras distorções, e da ampliação de receitas e parcerias externas.
Tamanho da crise
Embora o professor Ronca tenha dito que a crise não é tão grave como as que ocorreram em 1992 e 1998, quando salários e encargos sofriam constantes atrasos, alguns professores, como a diretora do Centro de Educação Madalena Peixoto, demonstraram suas preocupações com uma falta de explicitação do montante a ser economizado para que se recupere o equilíbrio.
Por outro lado, alguns chefes mostravam seu desconhecimento sobre como e onde poderiam proceder enxugamentos. A vice-reitora acadêmica, professora Raquel Raichelis Degenszajn, afirmou que “ainda não temos metas definidas, pois estamos em processo de discussão com os diretores das unidades”.
13.º Salário
O reitor afirmou também que o pagamento da segunda parcela do 13.º salário, previsto para o dia 20, ainda não estava garantido até a semana passada. Ele depende de alguns fatores, como a entrada de recursos provenientes do pagamento de mensalidades atrasadas e a concessão de um empréstimo por parte do Bradesco. Os alunos inadimplentes que não procurarem a universidade não poderão fazer matrícula para o primeiro semestre de 2003.
No início desta semana, a Reitoria deve informar a comunidade sobre o pagamento do 13.º salário.
Conselhos
Cepe aprova criação de mais dois cursos de especialização
O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe) aprovou a criação de mais dois cursos de especialização, em reunião na quarta-feira, 11/12. O curso A Clínica com o Bebê: A Saúde Física e Psíquica na Primeira Infância havia sido proposto por um Grupo de Trabalho da Faculdade de Fonoaudiologia, enquanto o de especialização em História da Ciência foi sugerido pelo próprio programa de pós-graduação na área. Outras duas propostas de cursos seqüenciais na área de Fonoaudiologia foram reencaminhadas às unidades, para nova discussão.
Extensão e Pesquisa
A Comissão de Extensão do conselho apresentou uma avaliação preliminar do 1.º Fórum Interno de Extensão Universitária, em novembro passado. O presidente da comissão, professor Élvio Rodrigues Martins, afirmou que o evento teve “pleno êxito em seus objetivos”. Outros conselheiros, porém, consideraram que poderia ter havido maior participação de professores e funcionários nas discussões. No próximo ano, a Comissão de Extensão levará as discussões do 1.º FIEU ao Cepe, com o objetivo elaborar um conceito institucional de extensão na PUC.
Acatando uma proposta da Comissão, o Cepe decidiu que o próximo projeto de atividade de extensão deverá ser discutido por todos os conselheiros. A Comissão de Extensão, que até agora votava os projetos, deve continuar elaborando pareceres, mas as deliberações, se houver sucesso nas primeiras tentativas, podem acabar ficando definitivamente a cargo de todo o conselho.
A Comissão de Pesquisa apresentou um esboço do que será o novo sistema de cadastro de projetos de pesquisa. O sistema deve começar a ser implantado já em 2003, e dará conta de catalogar todas as informações referentes ao andamento dos projetos.
Prevenção de acidentes
Cipa agradece o apoio recebido em 2002
A direção da Cipa elaborou na semana passada um comunicado agradecendo o apoio que recebeu ao longo do ano. Eis a íntegra do texto:
“Ao final da gestão 2002 da Cipa, a presidência e a vice-presidência desejam agradecer pela preciosa colaboração de todos os seus membros titulares e suplentes; ao SESMT, em especial ao ilustre profissional responsável pelo Serviço Médico da PUC-SP, doutor Valtécio Alencar de Souza; à gerente de RH, senhora Angela Maria Renna; à funcionária Célia Wittmann Alves, brilhante profissional da DRH que teve fundamental atuação na organização dos eventos da Cipa; à redação da ACI e do PUCviva; ao gerente da DSAS, senhor Reinaldo Fondello e equipe; ao desenhista técnico da DSAS, senhor José Antonio Aguiar, ao senhor Djalma C. Gonçalves, das oficinas, aos bombeiros, a todos os brigadistas, ao senhor Roberto Coelho Barreiro Filho e à equipe da Comissão Eleitoral da Cipa 2003, à secretária da Cipa, senhora Valéria Maia, e, finalmente, à Reitoria, que deu integral apoio às ações e decisões da Cipa neste ano”.
Subscrevem a nota Geraldo Houck Filho, presidente e Mauricio Ilídio Silva Santos, vice-presidente.
A posse da nova equipe da Cipa acontecerá no dia 16/12, às 15h, na sala P-65.
Estudantes
Aumento das mensalidades supera a inflação
O valor das mensalidades, teve reajuste médio de 12%, segundo o Conselho dos Centros Acadêmicos. A vice-reitora administrativa, professora Cristina Helena Pinto de Melo, afirma que esse foi, na verdade, o índice máximo aplicado aos cursos de graduação, sendo 9,5% o índice mínimo. Na pós-graduação, o acréscimo foi de 13%. De qualquer forma, o aumento foi diferenciado por curso, e a média dos reajustes supera a inflação, que deve fechar o ano em torno dos 10%.
Os índices não foram negociados com os estudantes. No final de outubro, eles chegaram a solicitar uma reunião para a negociação. A Reitoria aceitou, mas indicou uma sala considerada pequena demais pelos alunos, que não comparaceram na data marcada. Depois disso, não houve mais proposta de negociação.
Representantes dos estudantes protocolaram, na semana passada, um ofício pedindo à Reitoria uma planilha de custos que justifique os reajustes. Os alunos pedem também uma tabela discriminando os índices aplicados para cada curso. No quadro de avisos da Reitoria, foram publicados em 11/12 os valores das mensalidades do próximo ano, mas não os índices.
A professora Cristina atribuiu os reajustes ao aumento nas despesas da PUC. Porém, a vice-reitora afima que, se a única referência da Reitoria para o cálculo das mensalidades fosse a planilha de custos da universidade, os aumentos seriam muito maiores.
Professores e funcionários terão novo seguro de vida
A partir de 1.º de janeiro de 2003, funcionários e professores da PUC terão seguro de vida da Bradesco Vida e Previdência, que substitui a cobertura da Unibanco Seguros.
Segundo a DRH, a alteração deve-se ao fato de a taxa cobrada pelo Bradesco (1,248%) ser menor do que a praticada pelo Unibanco (1,4%). Esse percentual é descontado na folha de pagamento dos segurados.
Ainda de acordo com a DRH, a nova seguradora garante a mesma cobertura de que já dispõem professores e funcionários. Essa cobertura corresponde a 24 vezes o salário do segurado, com valor máximo de R$ 219.236, 40. Para empregados com mais de 64 anos, o montante máximo é de R$ 87.694, 56.
A indenização é paga à família em caso de morte ou invalidez do segurado. Se a morte for acidental, a indenização é dobrada. Parte da cobertura se estende aos cônjuges: no caso de falecimento, o segurado recebe 50% da indenização disponível.
Segurança
Discussão sobre implantação de catracas começa em fevereiro
Os representantes da APROPUC, da AFAPUC e de centros acadêmicos, juntos no Comitê Contra a Opressão Política e Social, reuniram-se na terça-feira, 10/12, com o coordenador de segurança professor Christiano Jorge Santos e com a assessora da Vice-Reitoria Comunitária Cristina Brites.
Para as entidades, o objetivo principal da reunião era ouvir do coordenador de segurança detalhes sobre as medidas adotadas e os possíveis desdobramentos que ocorrerão no próximo ano. O professor Christiano apresentou uma série de ocorrências policiais que, nos últimos meses, aconteceram no câmpus Monte Alegre e seus arredores. Esses fatos, que vão desde furtos e atentados ao pudor a molestamento de pessoas no restaurante e agressões, serviram para demonstrar que nossa segurança é problemática, tanto em termos de estrutura como em função do seu aparato, disse Christiano.
Alguns adolescentes que freqüentavam o câmpus foram encaminhados para o projeto Refazendo Vínculos, da Faculdade de Serviço Social. Outros foram encaminhados para o SOS Criança, solucionando em parte o problema.
A concertina, cerca de arame farpado que circunda o câmpus, apesar de seu aspecto semelhante ao de aparatos de campo de concentração, como lembrou o próprio professor Christiano, foi eficaz no sentido de minimizar a presença de estranhos, que pulavam os muros. Foi detectada uma quadrilha especializada em roubos de livros que utilizava-se desse caminho para sua fuga.
Catracas
A questão que monopolizou o debate, porém, foi a introdução de catracas no câmpus. Apesar de reconhecer a medida como polêmica, o professor Christiano afirmou que, em sua opinião pessoal, as catracas são a única saída possível para resolução do problemas se segurança da PUC, servindo como controlador de presença no câmpus.
Os estudantes levantaram uma série de dúvidas quanto à eficácia das catracas e manifestaram seu temor de que a utilização desse instrumento possa conduzir a outros tipos de controle, como o que acontece em alguns estabelecimentos de ensino, onde alunos em atraso com as mensalidades são denunciados. Para muitos dos presentes na reunião, existe a possibilidade concreta de as catracas desfigurarem toda uma história de universidade aberta e democrática da PUC, que não pode ser ferida unicamente por critérios de segurança.
Quanto à eficácia do sistema, o professor Christiano entende que as catracas não vão acabar totalmente com nossos problemas de segurança, mas permitirão um controle do acesso, e jamais um controle de inadimplência.
Porém, os assessores da Vracom reafirmaram o compromisso da Reitoria de que essas decisões terão de passar por uma ampla discussão com a comunidade, que só terá início em fevereiro de 2003, reservando-se as férias somente para medidas de caráter rotineiro.
Outra preocupação da Reitoria prende-se à circulação de bens patrimoniais que acontece hoje no câmpus. Novas formas de vigilância também serão discutidas para que a evasão desses bens não ocorra com a freqüência atual.
Militarização
O professor Erson Martins, diretor da APROPUC, também demonstrou sua preocupação com uma possível militarização dos serviços de segurança, em que simplesmente se associe segurança à manutenção da propriedade privada. O professor Christiano assegurou que qualquer mudança que acontecer na universidade terá que respeitar o compromisso com a democracia e liberdade que sempre caracterizou a PUC, não devendo-se confundir segurança com militarização do câmpus.
Fala Comunidade
Reitoria preocupada com afirmações da APROPUC
A Reitoria foi surpreendida com a afirmação de que “... a discussão acadêmica que vem sendo feita com diferentes setores da PUC não deve mascarar medidas de outra natureza”, publicada no PUCviva do último dia 2 de dezembro. A Vice-Reitora Acadêmica, professora Raquel Raichelis Degenszajn, esclarece que as reuniões que vêm sendo feitas com as chefias acadêmicas da graduação e do pós, desde o início de novembro, dentro da mais absoluta transparência, têm como objetivo planejar o ano acadêmico de 2003. “A Reitoria está realizando um levantamento completo da situação de cada curso e de cada faculdade, gerando subsídios para aprimorar e racionalizar a gestão acadêmica. Estamos procurando corrigir distorções existentes nos contratos de trabalho e na distribuição de turmas, além de rediscutir os critérios de atribuição das horas acadêmico-administrativas, entre outras providências”, afirma. “A Reitoria considera ainda inadmissíveis as comparações com a administração de Vicente Bezinelli. A atual gestão tem como política a manutenção do equilíbrio econômico-financeiro da Instituição e o compromisso com o pagamento em dia dos salários e benefícios dos funcionários, além dos tributos legais”, conclui a Vice-Reitora.
A Reitoria
Tuquinha: um apelo
O Centro de Artes Cênicas (CAC) – Escola de Atores do Tuca acabou de realizar seus espetáculos e o exercício cênico anual de avaliação de seus alunos (curso de teatro para adolescentes, curso livre de formação de atores, 1.º e 2.º anos da escola). Foram quatro trabalhos, apresentados no período de novembro a dezembro de 2002, para um público de convidados e membros da classe teatral paulistana.
Impressiona a qualidade das montagens produzidas.
Alunos que pisaram no palco pela primeira vez demonstraram segurança, preparo e entendimento da obra artística produzida. Outros, com a experiência de um espetáculo apresentado no ano anterior, atuaram de maneira a não deixar dúvidas sobre os resultados alcançados no processo de aprendizagem. Eventuais dificuldades e uma ou outra falha foram superadas pela vontade de atuar, e corrigidas por colegas e pelos diretores dos espetáculos.
A dramaturgia escolhida envolveu textos críticos da arte, da cultura e da sociedade. Adaptações e escolhas estéticas privilegiaram temas como a mídia, a família, a sociedade brasileira, o “festejo religioso como catalizador de revelações humanas”.
Mantendo a tradição de 16 anos de ousadia estética e seriedade no tratamento dos temas, prevalecendo a preocupação de aliar a formação artística a uma postura ética adotada pelo futuro profissional de teatro, os professores e a coordenação do Escola de Atores do Tuca estão de parabéns pelos resultados obtidos.
O testemunho de alegres e satisfeitos alunos, funcionários e professores da PUC-SP, alunos ou pais e mães de alunas e alunos do CAC pode ser invocado para atestar o que aqui foi dito. Não os nomeio aqui, por respeito à privacidade e ao direito de “curtirem” essa alegria no âmbito doméstico.
Mas, publicamente, expresso minha felicidade por ter compartilhado diretamente, ao longo dos últimos dois anos e meio, essa rica experiência de aprendizado, ensino, pesquisa e formação teatral, com os alunos, professores, companheiros e companheiras da Equipe Tuca.
É neste sentido que apelo à consciência ética, estética e política das autoridades universitárias, dos dirigentes de entidades, e aos alunos, funcionários e professores da comunidade da PUC-SP. Apelo para que se discutam e sejam efetivamente implementadas modificações no projeto de reforma do Tuca, de maneira a preservar e melhorar as condições atuais de trabalho do CAC.
Especificamente, apelo para que se preserve e aperfeiçoe o Tuquinha como espaço de ensino, pesquisa e formação teatral, encontrando-se saídas arquitetônicas dignas do trabalho acima analisado.
Confio, como sempre confiei, na sensibilidade e na inteligência dos que fazemos o cotidiano da PUC-SP.
Eduardo Viveiros é funcionário do Tuca e mestre em Ciências Sociais pela PUC-SP
Rola na Rampa
Lula pode receber redações do vestibular da PUC
Na redação da prova dissertativa do vestibular da PUC-SP, realizada dia 8/12, os candidatos tiveram que elaborar uma carta ao presidente eleito do Brasil, Luís Inácio Lula da Silva, falando sobre trabalho infantil. Na sessão do Cepe de 11/12, a conselheira Ana Zilocchi contou que a prova foi bastante elogiada por candidatos e cursinhos, e cogitou enviar a Lula, depois de sua posse, as melhores redações escritas. A idéia foi bem recebida pelos demais membros do Conselho, mas nada foi definido oficialmente
Funcionários fazem a festa na sexta-feira
A tradicional festa de fim-de-ano dos funcionários acontece nesta sexta-feira, 20/12. Na quadra do câmpus Monte Alegre, além dos variados grupos musicais que vão animar a comemoração, haverá churrasco e cerveja à vontade para os associados e seus familiares, durante todo o dia, a partir das 12h. A criançada não vai ficar de fora, e receberá brinquedos para se divertir no Pátio da Cruz. Cada participante deverá trazer na entrada 1 quilo de alimento não perecível. Em Sorocaba, a festa acontece na quadra do CA de Medicina. Lá, os funcionários têm um motivo a mais para comemorar: acaba de ser concluída a reforma na sede da AFAPUC, que proporcionará um novo espaço de descanso.
Respeito e hombridade na final da Copa Paulo Freire
O time do Colégio São Domingos venceu o Cachorro Louco, equipe de alunos da Comunicação, na final da série Prata da 4.ª Copa Paulo Freire de Futsal, e sagrou-se campeão do torneio. No tempo normal, a partida terminou em 6x6. O São Domingos liqüidou o jogo marcando o gol de ouro, na prorrogação. Segundo o professor Davi Francisco, do Departamento de Educação Física, “a partida final sintetizou o objetivo da competição: confraternização, união e amizade através da prática do esporte”. Ele contou que, antes do início do jogo, as duas equipes, juntas, ajudaram a secar o piso da quadra. Depois do término da final, os dois times posaram, ainda juntos, para algumas fotos.
Torneio Papai Noel de Futsal acontece nesta quarta
O sorteio para a formação das equipes que vão disputar o 4.º Torneio Papai Noel de Futsal acontece nesta segunda-feira, 16/12, às 18h, na sala do Liap (subsolo do Prédio Novo, em frente ao Banespa). As partidas da competição acontecem na quarta-feira, 18/12, às 18h, na quadra do câmpus Monte Alegre. Informações: 3673-0691.
Missa celebra o Natal na Capela da PUC
Uma missa de Natal promovida pela Reitoria e pela Pastoral Universitária acontece na sexta-feira, 20/12, às 11h, na Capela da PUC.
Professor precisa de doação de sangue
O professor aposentado da USP Edgard Carone – dono de um louvável histórico de militância intelectual e produção teórica no Brasil – está hospitalizado há cerca de dois meses, e precisa de doações de sangue. A senha de Carone no banco de sangue do Hospital das Clínicas é 5125271 G.
Mostra de Tati continua no Auditório Banespa
A mostra de filmes do cineasta francês Jacques Tati continua nesta terça-feira, 17/12, no Auditório Banespa, com a exibição de Play ti- me – Tempo de diversão, às 12h, e dos curtas-metragens Sparring por um dia, Escola de carteiros e Curso noturno, às 17h.
Plantão AFAPUC
A AFAPUC divulgou o calendário de plantões
da diretoria na semana de 16 a 19/12:
Segunda-feira e quarta-feira das 12 às 14h
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