JORNAL PUCVIVA n° 418 - 04/11/2002

 
   

Editorial

Terror no Teatro de Moscou
Com o processo de restauração capitalista, a União Soviética se desintegrou, reconstituindo inúmeros Estados. A Revolução Russa trouxe a necessidade de eliminar toda e qualquer forma de opressão nacional. Essa tarefa constituiu em poderosa força motriz para a formação da União das Repúblicas Soviéticas. Entretanto, o regime de Stalin, que se impôs a partir de 1924, não só foi incapaz de concretizar esse objetivo como se assentou num desenvolvimento econômico e social que agudizou essa forma de opressão.
A bancarrota da União Soviética a partir de meados da década de 80 expressou as tendências pró-capitalistas internas e externas. O separatismo daí decorrente se deu sob a base das forças favoráveis à restauração burguesa. A reconstituição do capitalismo, ao contrário, portanto, de colocar a solução da opressão da Rússia sobre as demais nacionalidades, agravou-a ainda mais. A guerra da Rússia contra o separatismo tchetcheno é a prova disso. Os interesses petrolíferos estão por detrás de milhares de mortes.
O recente acontecimento da ocupação do Teatro de Moscou por guerrilheiros tchetchenos, o aprisionamento de centenas de reféns e o ataque do governo Putin, matando 118 reféns e 50 tchetchenos, são conseqüências da guerra de opressão nacional. O capitalismo, por definição, não admite o direito de separação e autodeterminação dos povos.
Os trabalhadores e a juventude de todo o mundo devem condenar o genocídio do Teatro de Moscou e reconhecer que a mortandade é obra dos interesses capitalistas. Não por acaso, o governo Bush, que pretende invadir o Iraque, aplaudiu o assassinato. Acompanharam-no Tony Blair e Ariel Sharon, os mais ferrenhos defensores da guerra imperialista contra o Iraque e do massacre dos palestinos.
A utilização de arma química na invasão do teatro pelas forças militares de Putin encarrega-se de mostrar o cinismo dos opressores, que alegam a necessidade da guerra contra o Iraque para desarmá-lo do arsenal químico.
Putin se coloca do lado dos Estados Unidos na defesa da investigação sobre o armamento do Iraque. Putin descarrega gases letais contra os guerrilheiros tchetchenos, que lutam pela autodeterminação de seu povo.
Os trabalhadores deverão responder a esse genocídio com a defesa do socialismo. Seguimos a conclusão de Marx e Engels: “Acabemos com a exploração do homem pelo homem e aboliremos a exploração de uma nação por outra nação. No dia em que acabar o antagonismo de classes no interior da nação, acaba igualmente a hostilidade entre as nações”.

Erson Martins, Diretor da Apropuc.


Uma semana para colocar a saúde em dia

A AFAPUC, junto com a Divisão de Recursos Humanos, a Vice Reitoria Comunitária e o Serviço Médico, está promovendo a 2.ª Semana de Saúde na universidade. O evento começa nesta segunda-feira e vai até sexta, 8/11, com a apresentação de palestras, oficinas e exposições abordando o tema da saúde do trabalhador.
Durante a Semana, acontecem exames de prevenção do colesterol, acuidade visual e doação de sangue. A parte cultural estará por conta do Grupo de Capoeira da AFAPUC e da banda Farufyno. A atividade conta com o apoio da APROPUC, APG, Divisão de Serviços Administrativos e Laboratório Pfizer. Abaixo, publicamos a programação completa do evento.

Programação da Semana da Saúde

4/11 5/11 6/11 7/11 8/11
Monte Alegre Trabalho, motricidade e saúde
Oficina com o prof. Carol Kolyniak ( Depto. Ed. Física – PUC-SP)
10h – sala 129 Prevenção do câncer de mama
Palestra com a equipe do Hospital do Câncer
12h – auditório 134-C A saúde dos olhos
Palestra com o professor Efraim Bocallandro
15h – auditório 134-C Depressão – encontro de qualidade de vida e estresse
Professora Marilise A. Bassani
17h – auditório 134-C
Exame de prevenção do colesterol
Laboratório Pfizer
Das 9 às 22h – sala da Pastoral Acuidade Visual e Pressão Ocular
Equipe do CCMB – Sorocaba
Das 9 às 18h – sala 315 Grupo de Capoeira da AFAPUC
12h – Prainha Saúde nas relações do Trabalho
Sociodrama com Márcia Quirão Rogério e Maria Aparecida da Silva
14h – sala 110
AIDS/HPV – esclarecendo dúvidas
Oficina de divulgação de cartuns sobre AIDS/ DST com a equipe Casa da AIDS
9h – sala 335 Relações interpessoais no trabalho
Palestra com a professora Maria Lucia Gutierrez
14h – sala 222 O uso melhor de si mesmo
Oficina de Comunicação, voz e relaxamento com a Equipe de Fono da Derdic
16h – sala 222
Campanha de Doação de Sangue
Equipe do Hospital Bandeirantes
Das 8 às 22h – sala da Pastoral Conversando com a memória
Palestra/oficina com o doutor Michel Politz
13h – sala 107 Oficina de Nutrição
Professora Ana Célia –
SPA – Sorocaba
15h – sala 107
Campanha de Doação de Sangue
Equipe do Hospital Bandeirantes
Das 8 às 22h – sala da Pastoral Cuidar de Mim para cuidar do Outro
Oficina de Arteterapia com Maria Lucia Watanabe
9h – Sala 310 Grupo de Capoeira da AFAPUC
12h – Prainha A saúde orçamentária – Como prevenir doenças cuidando do orçamento
Professor Pompeu – FEA-PUC
14h – auditório 239 Banda Farufyno
18h – Prainha (a confirmar)
Marquês Relações interpessoais no trabalho
Professora Maria Lucia Gutierrez
8h30 – auditório
A saúde dos olhos
Professor Nestor Efraim R. Bocallandro
9h – auditório
Exame de prevenção de colesterol
Das 9 às 20h – sala de reunião
Trabalho, motricidade e saúde
Professor Carol Kolyniak
9h – auditório
Alimentação saudável
Oficina com a professora Carmen Sílvia – Sorocaba
9h – auditório
Derdic Palestra HPV
Equipe Hospital do Câncer
14h – sala 254
Exame de prevenção do colesterol
Das 8 às 17h – sala 238
Alimentação saudável
Oficina com a professora Carmen Sílvia – Sorocaba
13h30 – sala 256

 


Memória

Professores lembram os 40 anos da Psicologia da PUC

Sete professores da Faculdade de Psicologia se reuniram na segunda-feira passada, 28/10, no auditório 239, para lembrar os 40 anos do curso na PUC-SP, criado depois da regulamentação da profissão de psicólogo, em 1962.
Estavam presentes Silvia Lane, Odette de Godoy Pinheiro, Nestor Efraim Rojas Boccalandro, Maria do Carmo Guedes, Antonio Ciampa, Joel Gosling e Maria da Graça Gonçalves, atual diretora da Faculdade.
Muito mais do que datas, no encontro foram revisitadas com carinho memórias relacionadas a pioneiros da Psicologia puquiana, como Aniela Ginsberg, Ana Maria Poppovic e Enzo Azzi, falecidos na década de 80.
Além disso, todos os professores presentes ressaltaram a “marca” da Psicologia da PUC, algo não muito fácil de ser definido, mas que torna o curso conhecido dentro e fora da universidade pelo seu caráter único, diferenciando alunos e professores daqui dos de outros cursos brasileiros.
“O maior valor da PUC é a autonomia para desenvolver novas idéias”, afirmou a professora Odette Pinheiro. “Em todos os anos em que trabalhei aqui, a PUC nunca perdeu seu caminho em prol da inovação e da busca da liberdade”, contou o professor Efraim, que está na universidade desde 1959. Para a professora Maria do Carmo Guedes, na PUC desde 1966, a marca puquiana está na “constante revisão das estruturas e na diversidade de opções”.


Mobilização

Ato-debate repudia guerra dos EUA contra o Iraque
Professores da PUC e representantes de diversos partidos e organizações sociais condenaram a guerra contra o Iraque planejada pelos EUA, num ato-debate realizado na quarta-feira, 30/10, no Tucarena. O evento foi organizado pelo Comitê Antiimperialista da PUC, formado pela APROPUC, pela AFAPUC e por representantes dos centros acadêmicos.
Eram 12 os componentes da mesa do ato. Cinco deles vinham da comunidade puquiana: os professores Lúcio Flávio Rodrigues, Bia Abramanides, Jason T. Borba, Erson Martins de Oliveira e Priscilla Cornalbas – presidente da APROPUC e moderadora do encontro –, além de Eduardo Viveiros, representante da AFAPUC. Ao final dos pronunciamentos, Eduardo leu o manifesto do Comitê contra a guerra, que foi aprovado por aclamação pelos presentes.
Também compareceram Claudionor Brandão, do Sindicato dos Trabalhadores da USP; Rodrigo de Carvalho, do PCdoB; Rui Costa Pimenta, do PCO; Valdemiro Silva, do PCML; Marcelo Buzetto, do MST; Paulino Orso, do Espaço Marx; Valério Arcary, do PSTU; e Muhammed Nassif Murad, da Associação Muçulmana de São Paulo.
As falas dos componentes da mesa procuraram repudiar não só os novos planos de guerra dos EUA, mas o caráter imperialista da política norte-americana, acentuado desde a posse do presidente George W. Bush. Esse caráter destrutivo, de acordo com o que foi dito, reflete-se não apenas em guerras como a perpetrada contra o Afeganistão, ou no apoio ao massacre de palestinos por Israel, mas também na recusa em assinar protocolos internacionais pela preservação do meio ambiente e nos embargos econômicos, que condenam nações como Cuba e Iraque ao isolamento.
A justificativa do combate ao terrorismo, usada pelo governo norte-americano, também foi condenada pelos presentes. “Não podemos esquecer dos 150 mil afegãos mortos pelo Taleban, dos 200 mil iraquianos mortos por Sadam Hussein [ambos armados pelos EUA], dos 100 mil japoneses em Hiroshima e Nagasaki e dos 2 milhões de vietnamitas assassinados pelos norte-americanos. Uma nação como essa não tem qualquer moral para falar de terrorismo”, disse Claudionor Brandão, do Sintusp.

O antiimperialismo em frases

“O Iraque está sendo alvo da cobiça de uma nação em franca decadência”
Eduardo Viveiros, da AFAPUC
“A guerra não é inevitável. A guerra é o fracasso da política e da razão”
Rodrigo de Carvalho, do PCdoB
“Se a coligação imperialista triunfar no Oriente Médio, terá seu caminho facilitado na América Latina”
Rui Costa Pimenta, do PCO
“Não haverá luta conseqüente contra o imperialismo se, internamente, não erguermos a bandeira do socialismo”
Erson Martins de Oliveira, diretor da APROPUC e membro do Comitê Antiimperialista da PUC
“É fundamental lembrar quem, de fato, é a maior nação terrorista do mundo”
Claudionor Brandão, do Sintusp
“Se opor ao imperialismo não implica ter uma posição antiamericanista. Uma coisa são as posições neofascistas de Bush e seus amigos. Outra coisa é o povo norte-americano, em meio ao qual deve inclusive crescer a resistência”
Lucio Flavio Rodrigues, do Departamento de Política da PUC-SP


Conselhos

Consun discute inserção da PUC no governo Lula
A sessão do Conselho Universitário de 30/10 iniciou a discussão sobre o papel da universidade no futuro governo Lula. O reitor, Antonio Carlos Ronca, qualificou o momento que o Brasil vive como algo que poderá mudar a sua história, e colocou aos conselheiros a questão de como a PUC poderá participar das mudanças que certamente ocorrerão na sociedade brasileira.
Num primeiro momento, ficou acertado o envio de uma carta de congratulações ao novo presidente, manifestando também o desejo de a universidade colocar-se à disposição do novo governo, uma vez que a PUC tem se destacado por uma postura crítica frente às questões educacionais e de política em geral. Nas próximas semanas, a Reitoria enviará pedidos aos Centros Universitários solicitando contribuições que possam ser encaminhadas à nova administração federal.
Comissão Sindicante
O reitor informou aos conselheiros que a Comissão Sindicante que investiga possíveis irregularidades no câmpus Marquês de Paranaguá foi recomposta, sendo agora presidida pela professora Marcia Pelegrini, tendo como auxiliares o professor Pedro Wilson Bugaribe (ambos da Faculdade de Direito) e a professora Dieli Vesaro Palma, diretora da Comfil.
O conselheiro Anselmo Antonio da Silva manifestou sua preocupação pelo fato de que, tendo expirado o prazo de 30 dias e mais 15 de prorrogação, o veredicto da comissão possa ser contestado em função do não-cumprimento do prazo regimental.
O reitor também mostrou-se preocupado, mas assegurou que foram tomadas todas as precauções jurídicas necessárias e que a intenção da Reitoria é terminar a fase investigatória o mais breve possível.
Também na sessão de informes, os conselheiros foram notificados de que a proposta da Prefeitura de Barueri - construção de um câmpus da PUC no município - está em andamento, mas sofrendo alguns atrasos em função das eleições. Foi formada uma comissão composta por professores e funcionários, que se deslocou na semana passada até Barueri. A pedido de Anselmo Antonio da Silva, foi incluído nesta comissão o funcionário do expediente da Vracom Renê dos Santos Vieira.
Regimento
A elaboração do novo regimento da universidade ocupou boa parte da reunião. A regulamentação dos cursos seqüenciais gerou uma certa polêmica: a maioria dos conselheiros não concordou com o fato de esses cursos atribuírem diploma, o que poderia configurar uma substituição de cursos de graduação. Assim, deverá ser redigido um novo texto para esse capítulo, onde ficará explícito que a universidade só ministrará cursos seqüenciais com caráter de complementação, não fornecendo ao aluno diploma e sim certificado. As discussões sobre o regimento continuam extraordinariamente no dia 4/12.
Outra decisão do conselho foi a manifestação positiva com relação à tramitação do programa PEC - Formação Universitária Municípios, que, a exemplo do PEC Estadual, será ministrado pela PUC-SP, em conjunto com a USP e a Unesp.


Salário

Pagamento dos não-cadastrados será feito na Tesouraria
A Divisão de Recursos Humanos (DRH) informou que os funcionários e professores que não estiverem cadastrados no Bradesco receberão este mês através de cheque administrativo da PUC, na Tesouraria.
Esta situação, diferentemente do que foi por nós anunciado na semana passada, é transitória, valendo somente para este mês. A DRH deverá estudar novo procedimento para os próximos meses.
Dos funcionários e professores que deveriam se cadastrar, dez manifestaram-se contra a abertura de conta no banco.
No pagamento anterior, o Bradesco arcou excepcionalmente com os cheques administrativos para os funcionários e professores.
A AFAPUC reiterou seu posicionamento de que aqueles funcionários que estiverem descontentes com o Bradesco deverão comunicar seu desligamento à DRH e à associação.


Palestra

Pensador inglês lança livro no Tuca
O intelectual inglês Perry Anderson apresentou uma palestra no lançamento de seu livro Afinidades seletivas, na segunda-feira, 28/10, no Tuca. Professor da Universidade da Califórnia e autor de diversos estudos, Anderson é também editor da New Left Review, criada em 1960 e considerada uma das mais importantes publicações de esquerda do mundo.

O livro lançado na semana passada é uma coletânea de ensaios do pensador, selecionados pelo sociólogo Emir Sader e publicados pela Boitempo Editorial.
Na palestra, Anderson procurou discutir a relação entre idéias e ações nos acontecimentos mais significativos dos processos de mudança histórica. Passando por guerras, revoluções e a Reforma Protestante, o professor também falou sobre o momento atual, afirmando que nele “não há sistema de idéias, com alcance planetário, capaz de fazer frente ao neoliberalismo”, sendo essa a causa de seu avanço sem precedentes.
O evento foi promovido pelo pós em Ciências Sociais da PUC-SP, junto com a Boitempo Editorial, a Folha de S. Paulo e o Laboratório de Políticas Públicas (LPP) da UERJ.


Rola Na Rampa

3.º sarau da APROPUC homenageia Drummond
O 3.º Sarau Poético-Literário da APROPUC acontece no dia 29/11, às 19h, no Espaço do Professor. Além da comemoração do fim de ano, o evento vai homenagear o poeta Carlos Drummond de Andrade, cujo centenário de nascimento foi celebrado na quinta-feira passada, 31/10. Como já é tradicional, um conjunto musical vai animar o sarau, e os professores estão convidados a apresentar sua produção artístico-literária.

Revista PUCviva
A 17.ª edição da Revista PUCviva já está sendo enviada às residências dos professores associados à APROPUC. O novo número tem como tema principal os blocos econômicos, com enfoque na América Latina. O histórico das tentativas de anexação desse continente pelos EUA e a reorganização do imperialismo norte-americano também são abordados. Além disso, há textos sobre a educação no Nafta, o Plebiscito sobre a Alca e seus números, a crise no Oriente Médio, Canudos e os 25 anos da invasão da PUC.

Milhares vão às ruas contra a Alca
Cerca de 4 mil pessoas participaram de uma manifestação contra a Alca na Avenida Paulista, na quinta-feira, 31/10. No dia seguinte, manifestantes protestaram em um passeio com bicicletas, patinetes, skates e patins, pela manhã. No final da tarde, uma festa de rua fechou os protestos, na Praça da República. Manifestações semelhantes foram realizadas em toda a América Latina, já que durante a semana passada representantes dos 34 países que participam das negociações da Alca (toda a América, excetuando-se Cuba) se reuniram em Quito, no Equador.

Debate aborda relação entre Direito e Internet
Os alunos de Comunicação em Multimeios, junto com a coordenação do curso e a Comfil, organizam o debate Internet e o Direito: O Papel do Ordenamento Jurídico numa Sociedade Informatizada, nesta quarta-feira, 6/11, às 14h, no auditório 239. Com mediação do professor Gabriel Priolli, o evento terá a presença dos advogados Marcos Diegues (Idec), Cláudia Brandão (Ecad), Renato Ópice Blum (Ópice Blum Advogados), Hortência Custódio, (setor jurídico do Estadão), Elidie T. Bifano (Price Waterhouse-Coopers), dos promotores de Justiça Rodrigo Canelas Dias e Roberto Senise Lisboa, do juiz Edson Aparecido e da delegada Ivalda Oliveira. Informações: 3670-8217.

Dezenas de inscritos no Festival do Minuto
Até o fechamento desta edição, a Videoteca registrava 77 inscrições para o 1.º Festival do Minuto PUC. Todos os trabalhos serão exibidos na universidade. Porém, a data ainda não foi definida: os 40 lugares do Auditório Banespa, reservado para as exibições, não devem comportar o público, dado o alto número de inscritos; assim, um novo local terá de ser agendado. Os dois melhores trabalhos serão escolhidos por um júri para integrar a versão mundial do Festival, também ainda sem definição de data. O público que estiver presente às exibições na PUC elegerá as obras que receberão menção honrosa.

Sobre a crise na Marquês
A Reitoria solicita ao PUCviva para esclarecer que, “ao contrário do que diz a matéria ‘Crise da Matemática chega à imprensa' (PUCviva n.º 417), o ex-presidente do Centro Acadêmico de Ciências Exatas, Juliano Correa, não informou a Reitoria em maio de 2001 sobre a não-inclusão de alunos do curso de licenciatura em Matemática no Exame Nacional de Cursos, o Provão. A denúncia só foi feita em outubro de 2001, mais precisamente no dia 24 de outubro de 2001”. Ouvido pelo PUCviva, Juliano Correa, ex-presidente do Cacex, informou que no mês de maio de 2001 notificou a diretora do Centro, professora Tânia Maria Mendonça Campos, sobre a situação dos alunos não incluídos no Provão, informando posteriormente, em outubro, a Reitoria.

Inscrições abertas para a eleição da Cipa
Os interessados em integrar a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) na gestão 2003 podem inscrever-se até 18/11 para participar das eleições. As fichas de inscrição estarão disponíveis na DRH (Monte Alegre e Cogeae João Ramalho), na secretaria da Direção (Marquês de Paranaguá e Cogeae Caio Prado) e na secretaria geral da Derdic. Informações: 3670-8196.

Plantão AFAPUC
A AFAPUC divulgou o calendário de plantões da
diretoria na semana de 4 a 8/11
Segunda-feira, quarta-feira e sexta-feira das 12 às 14h


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