JORNAL PUCVIVA n° 417 - 28/10/2002

 
   

Editorial

Fato histórico
A eleição de Lula é um fato histórico da maior importância. É a primeira vez que um operário, fundador de um partido de esquerda, chega ao posto de presidente da República, no Brasil.
Podemos atribuir a proeza às virtudes do PT, que em 22 anos de existência resistiu às adversidades iniciais, conseguiu crescer eleitoralmente, conquistar a simpatia da população e consolidar-se como partido adaptado ao jogo institucional.
É claro que o PT perdeu, em sua trajetória, a radicalidade do confronto e da ruptura com o sistema capitalista, e abandonou o papel conscientizador e organizador das classes oprimidas e exploradas.
Podemos considerar também que o voto destas eleições tem a ver diretamente com o fracasso do modelo neoliberal e do governo Fernando Henrique Cardoso, que promoveram uma nova onda de desigualdade, miséria, desemprego e estagnação econômica.
O voto pela mudança vai exigir do governo Lula ações imediatas de atendimento das necessidades populares, mas, se tentar governar para a maioria, certamente enfrentará resistências entre seus aliados eleitorais e será bastante fustigado pelas elites conservadoras.
O Brasil precisa de mudanças estruturais, precisa desencantar como Nação livre, soberana, independente, e capaz de proporcionar uma vida digna a todos os brasileiros. Isso só será possível com a alteração do jogo do mercado, com o estancamento das sangrias dos recursos nacionais, com a criação de alternativas para as políticas do FMI.
A mídia brasileira, historicamente alinhada aos grupos empresariais e aos setores mais conservadores da América Latina, inclusive com tradição em apoiar as posições golpistas (Brasil, 64; Chile, 73; Venezuela, 2002, etc), certamente bombardeará o governo Lula se ele tentar cumprir o anseio por mudanças, se tentar atender as demandas populares ou se tentar caminhar para um afastamento do modelo imposto pelo governo dos Estados Unidos.
O grande problema do governo Lula é que ele necessitará de forças organizadas para dar sustentação ao que precisa mudar, porque, para o que vai continuar, já existe respaldo demais.

Hamilton Octavio de Souza, Diretor da Apropuc.


Manifestação

PUC realiza ato contra a agressão dos EUA ao Iraque
Nesta quarta-feira, 30/10, às 19h, no Tucarena, a APROPUC, AFAPUC, centros acadêmicos e o Comitê Antiimperialista da PUC realizarão um ato-debate contra a iminente agressão dos EUA ao Iraque.
Para o Comitê Antiimperalista da PUC, a agressão americana a um país econômica e militarmente débil fere o princípio de autodeterminação dos povos.
As entidades lançaram um manifesto (leia a íntegra nesta edição do PUCviva) questionando a atitude do governo americano e conclamando a comunidade a participar das manifestações de protesto.
O ato contará com a presença de Rui Costa Pimenta (PCO), Valério Arcary (PSTU), dos professores da PUC-SP Bia Abramanides, Lucio Flavio de Almeida, Jason T. Borba, da professora Paula Beiguelman da FFLCH (USP), Claudionor Brandão do Sintusp, além de representantes do PT, PCdoB, POR, PCML, MTST, MST, APROPUC, AFAPUC e CAs.


Evento

AFAPUC realiza 2.ª Semana da Saúde
A 2.ª Semana da Saúde começa na próxima segunda-feira, 4/11. Organizado pela AFAPUC, o evento vai consistir em oficinas e palestras sobre cuidados e riscos relacionados à saúde dos trabalhadores da universidade, além de campanhas de conscientização e solidariedade.
Entre os temas abordados estão a prevenção do câncer de mama, a saúde dos olhos, estresse, nutrição, memória e arteterapia. Haverá também exames para monitoramento do nível de colesterol e uma campanha de doação de sangue. O PUCviva trará a programação completa da Semana na próxima edição.


Encontro

Jovens debatem a realidade brasileira neste fim-de-semana
O Encontro Estadual de Jovens do Campo e da Cidade (EEJCC) começa nesta sexta-feira, 1.º/11, e vai até o domingo, na Rua Taquari, 549 - próximo ao metrô Bresser.
O evento deve reunir cerca de 2 mil jovens, entre estudantes e membros de movimentos e organizações sociais, para debater a realidade brasileira e mundial. Por meio de mesas, oficinas e apresentações culturais, o Encontro tem como objetivo estimular a participação da juventude nas lutas sociais e criar núcleos de mobilização política e solidariedade. A AFAPUC e os centros acadêmicos são responsáveis pela formação do núcleo que representará a PUC-SP no evento. Informações: 3663-2392.


Manifesto contra a guerra dos Estados Unidos ao Iraque e pela autodeterminação das nações oprimidas

Os Estados Unidos têm tudo pronto para desfechar a guerra contra o Iraque. Os trabalhadores do mundo inteiro e a juventude devem dizer Não à guerra imperialista e organizar manifestações por toda parte, como já tem ocorrido na Itália, na Inglaterra e mesmo nos EUA.
O ataque da maior potência a um país econômica e militarmente débil fere o princípio da autodeterminação dos povos. Os Estados Unidos têm elevado a doutrina econômica e militar do imperialismo ao ponto mais alto da prepotência e ao exercício mais feroz da opressão aos países semicoloniais. Ou as débeis nações colocam seus governos a serviço de suas diretrizes e se sujeitam a uma espoliação maior do que a já existente, ou poderão sofrer todo tipo de retaliação, inclusive a militar. É o que ocorre com a decisão de invadir o Iraque.
Cerca de 70% da economia mundial estão sob o controle de 7 países. O restante, que são mais de 200, detém minguados 30%. Somente os Estados Unidos abarcam quase 40%. Não por acaso, este gigante do capitalismo aplica 350 bilhões de dólares em “segurança” e armamento. Dominam 49,1% do mercado de armas. Atingiram uma supremacia bélica nunca alcançada na história. Para manter a hegemonia econômica frente às demais frações do imperialismo (Alemanha, Japão, França, Inglaterra etc.) e sustentar a opressão sobre a maioria dos povos, os Estados Unidos coalharam o mundo de base militares.
O Oriente Médio vem se destacando como uma das regiões mais conflituosas. Isso porque é estratégica para os monopólios e para a rota comercial. O controle das bacias petrolíferas passou a ser vital para o imperialismo e, por isso, do esmagamento de qualquer resistência nacionalista. O Iraque é o segundo produtor mundial de petróleo.
Todos sabem que o objetivo da burguesia ianque e seu complexo militar é o de controlar as fontes de petróleo e reforçar o domínio geopolítico. A ocupação do Afeganistão expôs tal estratégia. O pretexto de liqüidar o terrorismo mal disfarçou os reais fundamentos da ofensiva imperialista. Nas primeiras horas do atentado de 11 de setembro, Bush anunciou uma ação militar de grande envergadura contra o que ele denominou “eixo do mal”. O Iraque era o alvo seguinte. O pretexto volta-se para a acusação de que o governo iraquiano se abastece de armas químicas, mísseis de longo alcance e está próximo de ter a bomba atômica. O princípio do imperialismo é que só as potências podem estar armadas. Acresce a esse princípio a doutrina da hegemonia norte-americana, de que nenhum outro país pode alcançar os Estados Unidos em sua capacidade letal. Isso explica o projeto espacial “Guerra nas Estrelas”.
Cautelosamente, a burguesia imperialista européia esboça divergências à ofensiva de Bush, exigindo que Saddam Hussein capitule frente à resolução da ONU de abrir o país incondicionalmente à vistoria e à espionagem dos Estados Unidos. Porém, Bush não tem o menor interesse em apenas pisotear a soberania do Iraque pela tal “inspeção internacional”. Em seu comunicado à ONU, deixou claro que não se trata mais de inspecionar e destruir arsenais, mas sim de derrubar o governo de Saddam, como foi feito no Afeganistão.
Com o apoio de Tony Blair, os Estados Unidos têm tudo pronto para a guerra. Não dão a menor importância à ONU. Justificam dizendo que o Iraque não respeitou as decisões anteriores, quando na realidade ficou evidente que não se tratava de inspeção, mas de espionagem, com o objetivo de os Estados Unidos prepararem a derrubada do governo iraquiano. A meta do governo Bush é de destruir o governo nacionalista de Saddam Hussein para colocar em seu lugar um fantoche das empresas petrolíferas. As mais altas autoridades norte-americanas anunciaram abertamente a intenção de assassinar Saddam. Trata-se do terrorismo de Estado. A prática do terror de Estado pelos Estados Unidos é conhecida de longa data.
Os Estados Unidos necessitam da guerra por serem o carro-chefe do capitalismo em crise. Sua ofensiva bélica nos últimos 20 anos em todo o mundo evidencia a expressão militar da crise estrutural do capitalismo. Nessa última década, os Estados Unidos invadiram o Iraque (1991), comandaram os bombardeios da Otan contra a Iugoslávia (1999), intervieram militarmente na Somália (1992-94) e no Haiti (1995), invadiram o Afeganistão (2001), atuam militarmente por meio do Plano Colômbia, estão por detrás de Israel contra o povo palestino. Além do intervencionismo bélico, os EUA promovem brutais bloqueios econômicos, a exemplo do próprio Iraque, de Cuba, da Coréia do Norte.
O fato de os Estados Unidos não encontrarem uma poderosa resistência da classe operária, dos trabalhadores em geral e da juventude o anima a avançar ainda mais em sua estratégia de dominação. Lembremos que a derrota sofrida no Vietnã (1973) debilitou os Estados Unidos provisoriamente no seu intervencionismo. Trata-se de um exemplo histórico de que só a luta dos povos oprimidos poderá barrar a barbárie imperialista. O esmagamento do Iraque aumenta o domínio sobre os povos do Oriente Médio e alimenta a ofensiva militar mundial dos Estados Unidos.
Os trabalhadores e a juventude do mundo inteiro têm de empunhar a bandeira antiimperialista de combate à opressão nacional, pela autodeterminação dos povos oprimidos e contra a guerra promovida pelas potências. A invasão militar ao Iraque reforçará o princípio imperialista de que não há soberania nacional para os povos oprimidos. Ao contrário, os trabalhadores do mundo todo devem lutar sob a bandeira antiimperialista da defesa dos povos oprimidos e de seu direito a autodeterminação.
Não à guerra dos Estados Unidos contra o Iraque
Fora o imperialismo do Oriente Médio
Pela autodeterminação dos povos oprimidos
Comitê Antiimperalista da PUC


Mobilização

Dois dias para dizer não à Alca
Esta quinta-feira, 31/10, é o dia internacional de combate à implantação da Área de Livre Comércio das Américas (Alca). Em São Paulo, uma grande passeata deve tomar conta da Avenida Paulista, saindo da Praça Oswaldo Cruz, às 14h. Na mesma data, manifestações semelhantes serão realizadas em outros países da América Latina.
Na sexta-feira, 1.º/11, três outras formas de protesto vão dizer não ao acordo, ainda em São Paulo. Durante todo o dia, diversos grupos vão percorrer as ruas da cidade com ações criativas, para alertar a população sobre as conseqüências que a Alca traria. Além disso, às 7h da manhã, manifestantes partem da esquina da Avenida Paulista com a Rua da Consolação e passeiam por São Paulo com bicicletas, patinetes, skates e patins. Mais tarde, às 18h, uma festa de rua na Praça da República fecha a maratona de protestos, junto com a apresentação de um vídeo com depoimentos de representantes de movimentos sociais de todo o continente.
As datas foram escolhidas porque, desde domingo até esta sexta-feira, representantes dos 34 países que participam das negociações da Alca (toda a América, excetuando-se Cuba) estão reunidos em Quito, no Equador. Os ministros da Fazenda, Pedro Malan, e das Relações Exteriores, Celso Lafer, representam o Brasil nessa reunião, que também conta com a presença de 500 grandes empresários.
Plebiscito
Depois da entrega dos resultados do Plebiscito sobre a Alca – 10.062.124 votos contra a sua implantação (98,32%) – à embaixada dos EUA no Brasil, foi realizada uma plenária nacional da campanha em Brasília. Ali, foi aprovado que se exija do próximo governo a realização de um plebiscito oficial sobre o assunto, com as mesmas perguntas daquele que aconteceu em setembro. Para isso, um abaixo-assinado será organizado em breve. Pela Constituição, para que a proposta seja encaminhada ao governo, 1% do eleitorado – pouco mais de 1 milhão de pessoas – deve assiná-lo.


Polêmica

Jornalistas debatem a mídia pós 11 de setembro
Cinco jornalistas reuniram-se no Tuca na quinta-feira passada, 24/10, para debater o reflexo que os atentados de 11 de Setembro tiveram na mídia brasileira e mundial. Estavam presentes Paulo Nogueira, do Estadão; Sérgio Malbergier, da Folha; Gilson Schwartz, do Instituto de Estudos Avançados da USP; Demétrio Magnoli, do jornal Mundo; e Hamilton Octavio de Souza, chefe do Departamento de Jornalismo. O encontro foi mediado por Chiara Luzzatti, da Rádio Eldorado.
A diversidade marcou os debates. Os jornalistas do Estadão e da Folha reclamaram da falta de recursos para manter correspondentes internacionais e da escassez de espaço nos jornais, mas consideraram satisfatória a cobertura que os veículos brasileiros fizeram do atentado e de suas conseqüências.
Já Demétrio Magnoli afirmou que grande parte da mídia passou, depois dos atentados, a reproduzir o discurso da direita neoconservadora do Partido Republicano dos EUA, da “guerra ao terror”. O professor Hamilton Octavio de Souza questionou a visão dos demais membros da mesa, enfatizando que “acontecimentos como o ataque às torres e a tentativa de golpe na Venezuela escancaram a situação da mídia brasileira”: subserviência ao modelo norte-americano neoliberal.
O debate foi promovido pelo Departamento de Jornalismo da PUC, pelo Instituto de Estudos Avançados da USP e pelo jornal Mundo – Geografia e Política Internacional.


Marquês de Paranaguá

Crise da Matemática chega à imprensa
A edição de 19/10/2002 do jornal Folha de S. Paulo publicou matéria sobre a não-inclusão de alunos do curso de licenciatura em Matemática no Exame Nacional de Cursos, o Provão. Segundo o jornal, seis alunos estão processando a PUC por danos morais e materiais, pelo fato de não terem feito o Provão e, conseqüentemente, não terem recebido o diploma depois de formados.
A denúncia já vem circulando pela PUC há algum tempo. Juliano Correa, ex-presidente do Centro Acadêmico de Ciências Exatas, denunciou ao Consun, na sessão de 27/2 deste ano, que desde maio de 2001 vinha informando à Reitoria sobre os problemas com inscrições no Provão, e também com um cursinho que, segundo os alunos, era ministrado paralelamente ao curso de Matemática, com a finalidade de instrumentalizar os alunos daquele câmpus para o Provão.
As denúncias somente resultariam em medidas efetivas em 29/5/2002, quando o reitor, após investigar os procedimentos da professora Tânia Maria Mendonça Campos, determinou a formação de uma comissão de sindicância investigatória para apurar os fatos.
Essa comissão era presidida pelo professor José Canosa Gonçalves Netto, da Faculdade de Direito, contando ainda com os professores Christiano Jorge Santos, também do Direito, e Dieli Vesaro Palma, da Comfil. Depois de algumas investigações, o professor Christiano pediu afastamento em 6/8, pois assumiu cargo de assessoria junto à Reitoria, sendo substituído pelo professor Antonio Carlos da Ponte, da Faculdade de Direito, que também pediu afastamento em 11/9, alegando problemas de trabalho. Em seguida, o professor Canosa, por motivos de saúde, deixou os trabalhos no dia 24/9. Até o fechamento desta edição, a Reitoria estava buscando novos nomes para compor a comissão. Segundo a professora Adriana Ancona de Faria, chefe de gabinete do reitor, esta sindicância, por seu caráter investigativo, não tem prazo para terminar, devendo absorver as conclusões que a comissão anterior já colheu.

Repercussão
A notícia repercutiu em toda universidade, merecendo vários tipos de comentário.
Marta Bispo, presidente da AFAPUC, questionou a fala da professora Tânia Mendonça, que responsabiliza a Secretaria pela não-inscrição dos candidatos. Segundo constatações da AFAPUC, a não-inscrição dos alunos foi explicitada num documento enviado à secretaria da Faculdade pela coordenação do curso de Matemática, não cabendo aos funcionários qualquer responsabilidade pelo ocorrido.
A presidente da APROPUC, Priscilla Cornalbas, espera que a universidade aprofunde as investigações, apurando os fatos e punindo adequadamente as irregularidades apontadas.
Para a professora Dieli Vesaro, diretora da Comfil, e única remanescente da comissão investigatória inicial, os depoimentos colhidos até agora são pouco conclusivos, uma vez que tanto os alunos como os funcionários foram ouvidos parcialmente, necessitando-se de novas audiências.
A questão deverá ser retomada no próximo Consun, que acontece nesta quarta-feira, 30/10.


Sinpro-SP

Chapa 1 tem mais de 10 mil votos
A Chapa 1 – da qual fazem parte cinco professores da PUC – foi eleita com 98% dos votos no pleito que ocorreu de 21 a 23/10 no Sindicato dos Professores de São Paulo (Sinpro-SP).
Dos 18.663 professores com direito a voto, 10.852 votaram. Destes, 10.371 optaram pela Chapa 1, com 258 votos brancos e 223 nulos. A eleição contou com 108 urnas, que percorreram 800 escolas de ensino fundamental, médio e superior. A chapa eleita será empossada em janeiro próximo.


Rola Na Rampa

Descontentes com o Bradesco podem encerrar conta
Funcionários que estiverem descontentes com os serviços prestados e as tarifas cobradas pelo Bradesco podem, legalmente, encerrar suas contas. Quem decidir adotar esse procedimento deve comunicar a Divisão de Recursos Humanos (DRH) e a AFAPUC, por meio de uma carta. De acordo com a legislação vigente, a PUC pode pagar seus funcionários por qualquer banco, mas são eles quem escolhem em que instituição querem manter conta corrente. Assim, no caso de encerramento da conta no Bradesco, o funcionário passa a receber por meio de cheque administrativo, que deve ser fornecido gratuitamente pelo banco.

Laboratório de Rádio ganha novo estúdio
O estúdio 2 de rádio, no prédio da Comfil, foi inaugurado na segunda-feira, 21/10. Com equipamentos de última geração, a nova sala vai possibilitar o uso de novos recursos aos alunos da faculdade, como a composição de jingles, por exemplo. Na foto, da esquerda para a direita, a professora Vera Simonetti, o técnico Ernesto Foschi, a diretora da Comfil Dieli Vesaro Palma e o jornalista convidado Heródoto Barbeiro, na inauguração do estúdio.

Copa PUC de Voleibol de Duplas
As inscrições para a Copa PUC de Voleibol de Duplas podem ser feitas até 8/11, na Academia da PUC. Os jogos da competição – que terá as modalidades masculino, feminino e misto – serão realizados à noite, na quadra do câmpus Monte Alegre, com início no dia 18/11. A taxa de inscrição é de R$ 15. A Academia fica na Rua Monte Alegre, 1.104, em frente ao Colégio São Domingos – 3673-0691.

Últimos dias de inscrições para o Festival do Minuto
Termina nesta quarta-feira, 30/10, o prazo para inscrições no 1.º Festival do Minuto PUC. Alunos, professores e funcionários devem entregar seus trabalhos em vídeo ou CD, junto com a ficha de inscrição preenchida, nas bibliotecas de qualquer dos câmpus Monte Alegre, Derdic, Marquês e Sorocaba. Os melhores trabalhos receberão prêmios em dinheiro e o Troféu Minuto. O Festival tem apoio de Rino Publicidade, Apdata, Intermédica Saúde, Editora Abril e Concessionária Da Vinci. Regulamento e ficha de inscrição na Internet: www.pucsp.br. Informações: 3670-8267.

Novo Boletim da AFAPUC deve sair em breve
A terceira edição do Boletim da AFAPUC deve ser publicada ainda nesta semana. O novo número vai trazer textos sobre as eleições, a segurança dentro da universidade, o Encontro de Jovens do Campo e da Cidade e as negociações sobre o restabelecimento do convênio com o Restaurante Universitário, além de material explicativo sobre a Alca e fotos de atividades como a Dança de Salão e a Capoeira, acompanhadas de opiniões de participantes.

AFAPUC leva bronze no campeonato do Saaesp
As equipes da AFAPUC que disputavam o campeonato promovido pelo Saaesp ficaram com o terceiro e o quarto lugares, nas séries ouro e prata, respectivamente. Na primeira, o time da associação venceu a Belas Artes por 6 x 4. A equipe que disputava a série prata perdeu para o São Luís, nas semifinais, por 6 x 1. As partidas foram disputadas nos dias 19 e 20/10, na Praia Grande.

Plantão AFAPUC
A AFAPUC divulgou o calendário de plantões da
diretoria na semana de 28/10 a 01/11
Segunda-feira, quarta-feira e sexta-feira das 12 às 14h


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