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Editorial
A eleições e os trabalhadores
Estas eleições empolgaram pelas disputas. A maioria dos votantes é de pobres e miseráveis. A burguesia e a classe média abastada constituem a minoria. Mas, econômica e politicamente, quem determina os resultados eleitorais é essa minoria. As massas oprimidas sofrem tremenda pressão e são arrastadas por detrás dos partidos que manterão a ordem capitalista.
Os poderosos partidos contam com milhões para espalhar por todos os lares a propaganda de dias melhores. Essa chega até a mesa e ao travesseiro da família mais miserável. Provoca-se uma tempestade de ilusão de que o crescimento econômico voltará, o emprego florescerá, os salários crescerão, a violência dará lugar a paz, a saúde e a educação passarão a ser de todos, os diferentes ficarão iguais e os iguais poderão ser diferentes.
Em todas as eleições, os partidos da burguesia se tornam críticos uns dos outros, denunciam-se, separam-se os aliados, aliam-se os separados e comparecem perante a classe operária, camponeses pobres e classe média arruinada como solução dos problemas.
A particularidade dessa eleição está no fato de que o PT/PL tem tudo para vencê-la.
Serra, Garotinho e Ciro nasceram e se despertaram no berço da classe dominante. Lula, no da classe operária. Projetou-se como líder das greves do ABC. Saltou para a construção do PT. E, desse patamar, conquistou 30% dos trabalhadores em três eleições presidenciais. Nesta, prometeu a si mesmo a vitória, custe o que custar. Abandonou definitivamente seu berço. Parte da burguesia o saudou como líder autêntico. É capaz de entusiasmar as massas trabalhadoras cansadas do governo FHC. Seu destaque alimentou a tempestade de ilusões.
Enfim, o resultado das eleições presidenciais está dado pela disputa dos quatro candidatos que expressam variantes da política capitalista. Qualquer um que for eleito defenderá os interesses do poder econômico nacional e internacional contra a vida da maioria.
Por meio de eleições, os trabalhadores jamais exercerão qualquer influência sobre o Estado em favor da população. É preciso que se diga isso com clareza, porque só assim poderemos lutar pela conquista da independência política e ideológica do domínio burguês.
Erson Martins, Diretor da Apropuc.
Homenagem
Comunidade rememora os 25 anos da invasão da PUC
Na noite de 22 de setembro de 1977, a PUC-SP foi invadida por tropas da polícia militar. Na ocasião, centenas de jovens realizavam um ato público para comemorar o 3.º Encontro Nacional dos Estudantes, que teve como objetivo a reconstrução da União Nacional dos Estudantes (UNE).
“Atos públicos estão proibidos”, bradou o coronel Erasmo Dias. E foi com esta justificativa que o então secretário da Segurança Pública do Estado deu a ordem para que seus “gorilas” – na classificação do funcionário do Tuca Eduardo Viveiros – invadissem o câmpus a bombas e pontapés, deixando dezenas de feridos, centenas de presos e um imenso rastro de destruição material, mas não conseguindo evitar que aquela noite se tornasse um marco nacional da resistência à brutal repressão da ditadura militar.
Foi para celebrar esse marco que, 25 anos depois, diversos representantes de dentro e fora da comunidade puquiana se reuniram no Tuca na noite da segunda-feira passada, 23/9.
A mesa do ato teve a presença de dom Paulo Evaristo Arns, o grande homenageado da noite; do reitor Antonio Carlos Ronca; da professora Ivone Dias Avelino, do pós em História; Priscilla Cornalbas, presidente da APROPUC; Eduardo Viveiros, representante da AFAPUC; do deputado Renato Simões (PT), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa; Geraldo Villar, da UNE; Terezinha Zerbini, líder de movimentos pela anistia política na ditadura militar; Michael Muhallem, representante dos alunos da graduação, e Paulo César Pedrini, representante dos alunos da pós-graduação. O anfitrião foi o professor Mario Sergio Cortella.
Depois das falas dos componentes da mesa, dom Paulo foi homenageado com a Comenda Dom Élder Câmara, ofertada pela Sociedade Cearense de Cidadania.
Todos os membros da mesa se referiram ao ocorrido em 22 de setembro de 1977 como um exemplo de luta a ser seguido. “O movimento estudantil da época deu provas de que é possível lutar, por maiores que sejam as adversidades”, afirmou Geraldo Villar, da UNE. Terezinha Zerbini chamou a atenção para a atualidade da luta pela paz e contra a repressão, materializada no combate ao Erasmo Dias do século 21: George W. Bush.
Estudantes da graduação aproveitaram a ocasião e a presença do reitor para se manifestar pela redução no valor das mensalidades, afixando faixas de protesto nas paredes do teatro. O representante dos alunos na mesa tentou traçar um paralelo entre a opressão sofrida pelos estudantes no governo militar e os movimentos pela redução de mensalidades.
Dom Paulo contou que, na noite da invasão, se encontrava em Roma, quando foi avisado às pressas sobre o que estava acontecendo. Pegou o primeiro avião de volta a São Paulo, onde a imprensa lhe esperava no aeroporto. Questionado sobre o que achava da invasão, o grão-chanceler respondeu, com todas as letras: “em toda universidade que se preza, só se entra por vestibular ou por concurso”.
Invasão da PUC
APROPUC destaca luta contra a opressão
Abaixo, transcrevemos o discurso da professora Priscilla Cornalbas na cerimônia que relembrou os 25 anos de invasão da universidade.
A importância deste ato está em não apenas relembrarmos os ataques à autonomia universitária que a PUC sofreu da repressão durante o regime militar, mas, principalmente, destacar a presença dos professores, funcionários e estudantes nas lutas sociais do povo brasileiro e na resistência permanente por esta autonomia na luta por salários, melhores condições de trabalho, pelo ensino público e de qualidade.
Os professores da PUC, através da APROPUC, entidade que se forjou naquele momento histórico (1976) como expressão das lutas sociais pelas liberdades políticas, e presente desde então, participaram e têm participado da defesa intransigente dos direitos de expressão e manifestação dos trabalhadores.
Hoje, essa presença se faz cada vez mais necessária, considerando a atual conjuntura econômica, política e social que oprime os trabalhadores com o desemprego, o desmonte das políticas públicas de saúde e educação e a manipulação ideológica das informações.
A violência que antes era cometida pela polícia da ditadura militar, está nas favelas, nos bairros da periferia, sob a máscara do tráfico de drogas, do abandono de milhares de crianças que, pela fome, vão às ruas em busca da sobrevivência.
A violência vem sob a forma das políticas neoliberais impostas pelo FMI, sob a forma do mercado, sob a forma da violência econômica.
Hoje, quando os trabalhadores sem terra defendem o seu direito à vida, exigindo um chão para plantar, são tratados com a mesma violência da polícia da ditadura militar.
Quando os trabalhadores se organizam para defender a soberania do seu país, através de um plebiscito nacional sobre a Alca, vêem cerceado seu direito à manifestação pela grande imprensa, que não publica e silencia, exercendo uma censura ideológica tão forte quanto a que se viveu nos anos 70.
A liberdade e a livre manifestação devem ser conquistadas pela maioria oprimida do povo brasileiro, através da sua livre organização na luta pelos seus direitos.
A ditadura pisoteou a autonomia universitária, mas antes de pisotear a universidade pisoteou o movimento operário, prendendo, assassinando lideranças sindicais, fechando os sindicatos, perseguindo as lideranças campesinas.
Hoje, quando se chega à democracia, será que fatos como esses não existem?
A chacina de Eldorado de Carajás não foi um fato tão violento quanto os sofridos pelos trabalhadores durante o regime militar?
O que foi a invasão do Carandiru (que fuzilou 111 presos) em pleno período eleitoral?
E a invasão da CSN, sob o governo Sarney, que matou 3 operários?
Hoje, o maior número de assassinatos está entre os jovens pobres da periferia, de 15 a 22 anos, e se dá pelas costas.
E a pobreza absoluta, com 50 milhões que vivem com menos de um dólar por dia?
E o salário mínimo, de R$200, não é uma violência?
Não se trata aqui de um problema do regime político, mas um problema do sistema econômico.
Sob a ditadura, pisava-se sobre os direitos dos trabalhadores, o que sob a democracia também ocorre.
Não é simplesmente um problema do regime político. Aqui, trata-se de um problema do sistema capitalista, que oprime e joga milhões de seres humanos na miséria absoluta.
Existe hoje um fato no mundo: os EUA decidiram uma guerra contra o Iraque. Mais do que pisotear uma universidade é pisotear um povo, e hoje os EUA estão prestes a pisotear toda uma nação através da guerra contra o Iraque.
O ato de hoje deve terminar com um pronunciamento contra a guerra no Iraque.
Lutar pela autonomia universitária, lutar pelas liberdades políticas, pela soberania das nações oprimidas, é hoje nos manifestarmos contra a guerra.
É um dever de todos aqui presentes condenar a guerra contra o Iraque.
AFAPUC ressalta importância da mobilização
Em sua fala, o funcionário do Tuca Eduardo Viveiros, que representou a associação dos funcionários na mesa do evento, lembrou os presentes sobre a importância da mobilização e da organização popular contra as diversas formas de opressão.
Eduardo falou sobre a trajetória de luta da AFAPUC e de sua consolidação na representação dos trabalhadores administrativos da universidade. Destacando a presença da associação nos órgãos colegiados, ressaltou que a experiência dos funcionários serve também para demonstrar aos estudantes que é “apenas com organização que conseguirão seus objetivos”.
Eleições 2002
Pesquisa eleitoral: a margem de erro e o perigo do voto útil
Rachel Balsalobre
Com certeza, ainda queima como brasa na memória de todos a lembrança do golpe de mestre aplicado sobre o PT pelo “consórcio” PSDB/Globo/Ibope, nas eleições para o Governo do Estado em 1998. Como o caso é considerado clássico e o golpe ali executado, exemplar, vale a pena, até por uma questão de profilaxia, reavivar sua memória, em momentos eleitorais tão decisivos, como os de agora.
Estávamos às vésperas do primeiro turno. O ranking era eletrizante: Paulo Maluf isolado em primeiro lugar, com vaga garantida no segundo turno. Mário Covas e Marta Suplicy embolados em segundo lugar, disputando palmo a palmo uma vaga no segundo turno, e Francisco Rossi atrás, mas não muito, em terceiro lugar. Os eleitores tinham um quadro propício à prática correta do princípio da eleição em dois turnos, que é justamente permitir o sufrágio no candidato original do eleitor, aquele em quem se quer realmente votar, e não aquele em quem se vota para impedir que outro ganhe - o chamado (e freqüentemente famigerado) voto útil.
Pois bem: Jornal Nacional do sábado, na noite que antecedia o domingo do primeiro turno, com o Estado de São Paulo inteiro de olhos vidrados no programa que iria anunciar, conforme chamadas feitas durante todo o dia, a última pesquisa do Ibope de intenção de votos. A bomba: Rossi teria subido e encontrava-se agora tecnicamente empatado com Marta e Covas. Passou despercebi- do – e certamente a edição do telejornal fez questão de não esclarecer – o fato de Rossi, apesar da discreta subida registrada, ter permanecido, no entanto, no limite inferior da margem de erro, que era de 3 pontos percentuais. Resumindo: considerando que Marta estava no limite superior da margem de erro (o que depois foi plenamente confirmado pela análise dos resultados das urnas) e que Rossi estava no limite inferior, a diferença percentual entre eles era de nada menos que 6% !
Ou seja, Marta estava eleita no primeiro turno! Ganharia por uma pequena margem de votos de Covas, mas a vaga no segundo turno seria dela. Porém, como todos sabem, o que se viu foi o pesadelo que aconteceu: assim que os simpáticos apresentadores globais deram seu “boa noite”, depois de terem perpetrado uma sutil e sórdida manipulação em cima da margem de erro e espalhado o pânico com a possibilidade iminente de se ter Rossi e Maluf no segundo turno, viu-se uma desabalada revoada de votos de Marta para Covas que, segundo indução do próprio JN, era quem teria condições de impedir que Rossi fosse ao segundo turno. Todos nós conhecemos pessoas que até as 21h do sábado eram voto fechado em Marta e que foram dormir com o voto fechado em Covas, para derrubar Rossi. Abertas as urnas, tudo foi devidamente confirmado: a quantidade de votos a mais que Covas teve (comparando-se com a intenção de voto) foi a exata quantidade de votos que migrou de Marta para o tucano, levando-o ao segundo turno.
Quem fez voto útil ficou com cara de tacho, e tinha que ficar mesmo: não se faz voto útil em eleições de dois turnos!
Saltemos agora para as eleições presidenciais do momento. Imaginemos o seguinte cenário: Lula onde está, isolado em primeiro lugar. Garotinho subindo e se aproximando de Serra, no segundo lugar. E se alguém sugerir – porque sempre tem gente para este tipo de sugestão – que uma parcela de eleitores de Lula faça voto útil em Garotinho, para matar Serra no ninho e Lula disputar a reta final com um candidato contra o qual a vitória seria certa? E, nessa hipótese, se os votos que migrassem de Lula para Garotinho fossem exatamente os votos que dariam a vitória a Lula já no primeiro turno?
Lógico que isso tudo é improvável, e que se quer apenas fazer raciocínios e imaginar cenários com o fito de levar o leitor a um só ponto: as pesquisas de intenção de voto são absolutamente indispensáveis, fazem parte do ambiente informacional das democracias, estão consolidadas em nossa cultura eleitoral – e não só na nossa – e alcançaram, no Brasil, nos últimos anos – felizmente – um invejável nível técnico, recursos operacionais da mais alta sofisticação e profissionais e institutos de pesquisa absolutamente competentes e sérios, o que quer dizer que se conquistou uma confiabilidade inédita, quando se trata de pesquisas de intenção de voto. O problema da confiabilidade não está no instrumento nem nos resultados obtidos pelo correto emprego do instrumento. Está na utilização e nas formas de apresentação desses resultados.
Quem é do ramo e tem a cabeça cheia de más intenções, sabe que poderá induzir, mentir e enganar falando apenas verdades – ou meias-verdades – ao apresentar aspectos de uma pesquisa eleitoral fora de seus contextos, fora de sua completude e sem dar informações de natureza metodológica sobre a pesquisa, como jogar com empates técnicos dentro de margens de erro nebulosas, como foi o triste caso da eleição ganha que o PT perdeu, em 1998.
Portanto, este é o recado: quando você ouvir falar em empate técnico, fique atento. E, sobretudo, não cometa a temeridade de fazer voto útil motivado por oscilações de pouca amplitude percentual. Viva a democracia.
Rachel Balsalobre é jornalista e professora do Departamento de Jornalismo da PUC-SP. Foi analista de pesquisa do Instituto Gallup de Opinião.
Alca
Entidades avaliam resultados do plebiscito
A APROPUC, a AFAPUC e os centros acadêmicos avaliaram em reunião sua participação no Plebiscito Nacional sobre a Alca, que apurou, em todo o país, mais de 10 milhões de votos, sendo 3.664 na PUC-SP.
Para as entidades, foi importante a manifestação da universidade no movimento contra a Alca, numa campanha que teve por base um manifesto redigido pelo Comitê Organizador e distribuído massivamente. O manifesto foi lido e aprovado por aclamação no debate promovido pela APROPUC que discutiu a crise da América Latina, tornando a campanha contra a assinatura do acordo mais politizada.
Embora as entidades avaliem que o envolvimento poderia ter sido maior, a atividade foi considerada produtiva, pois ficou preservado o vínculo da universidade com os grandes problemas nacionais e internacionais – vínculo este que deve ser defendido por todas as correntes políticas que reivindicam ser dos trabalhadores, e se colocam contra a opressão de classes e nações.
A guerra contra o Iraque
Depois da avaliação, o Comitê discutiu o recrudescimento da crise do capitalismo mundial, que desemboca nos preparativos de uma invasão do Iraque. A guerra contra o Afeganistão comprovou a necessidade de os EUA ampliarem seu controle geopolítico do mundo. A guerra contra o Iraque faz parte dessa estratégia e, por isso mesmo, o Comitê se posiciona contra a guerra imperialista, em defesa do Iraque e pela autodeterminação dos povos. Nesse sentido, foi convocada uma nova reunião para a próxima terça-feira, às 18h, na sede da APROPUC, para organizar a campanha contra a guerra
Rola Na Rampa
AFAPUC recebe reclamações diárias sobre o Bradesco
Os funcionários têm passado por diversas dificuldades na abertura das contas no Bradesco. Muitos deles têm manifestado sua insatisfação à AFAPUC, que se reúne novamente com a Reitoria nesta terça-feira, 1.º/10, para pedir providências principalmente sobre a cobrança indevida de diversas taxas. De acordo com a presidente da associação, Marta Bispo, o objetivo é evitar que o próximo pagamento seja vítima dessas taxas.
Cinema: ciclo de adaptações literárias
Três longas-metragens com roteiro adaptado da literatura brasileira serão exibidos no Auditório Banespa nesta semana, integrando o circuito Cinema BR em Movimento. O xangô de Baker Street, de Miguel Faria Jr., inicia o ciclo, na segunda-feira, 30/9, às 12h30. Na quarta-feira, 2/10, é a vez de Sonhos tropicais, de André Sturm. A exibição de Um copo de cólera, de Aluízio Abranches, fecha o ciclo, na sexta-feira, 4/10, às 12h.
Consun encerra discussão sobre notório saber
Na sessão ordinária do Conselho Universitário (Consun), realizada na quarta-feira, 25/9, os conselheiros concluíram a discussão sobre o item notório saber no novo regimento da PUC-SP. A discussão mais polêmica foi a que abordou o artigo que dispõe sobre o reconhecimento do título de notório saber. A redação final desse item passou a ser a seguinte: “para o reconhecimento do notório saber, é necessário parecer favorável do programa de doutorado, da Comissão Geral de Pós-Graduação, de 2/3 do Conselho Departamental da faculdade correspondente e a aprovação do Conselho Universitário”. Uma nova reunião para discussão do regimento foi marcada para quarta-feira, 16/10, em dois períodos.
Eleições ao vivo com o Jornalismo da PUC
Os alunos do professor Elias Novelino, do 3.º ano de Jornalismo, vão transmitir ao vivo para os alto-falantes instalados na Comfil uma cobertura da apuração dos votos das eleições do domingo. As transmissões acontecem no dia 7/10, no corredor da Cardoso.
Encontro de Jovens do Campo e da Cidade
O Encontro Estadual de Jovens do Campo e da Cidade (EEJCC) acontece no início de novembro, no Ginásio Esportivo do Ibirapuera. O evento, que debaterá a realidade brasileira, reunirá organizações e representantes de grupos de jovens de diversas regiões da grande São Paulo. A AFAPUC é responsável pela formação do núcleo que representará a PUC-SP no Encontro.
Atraso na cesta básica dos funcionários
A entrega da cesta básica, recebida em casa pela maioria dos funcionários, sofreu uma atraso na semana passada, devido a um problema como caminhão de entrega da Alcamp. Apesar disso, de acordo com a empresa, todas as cestas puderam ser entregues até o sábado, 28/9.
A APROPUC continua no Prédio Velho
No dia 18/10, uma festa marcará a pré-inauguração do Espaço do Professor, localizado na Rua Bartira, 407, que será aberto oficialmente no próximo ano, depois de uma reforma para melhor adequá-lo às necessidades dos professores. A secretaria da APROPUC, porém, continuará funcionando na sala P-70 do Prédio Velho, no câmpus Monte Alegre, uma vez que a entidade não pretende sair da universidade.
Plantão AFAPUC
A AFAPUC divulgou o calendário de plantões da
diretoria na semana de 30/9 a 4/10:
Segunda-feira, Quarta-feira e Sexta-feira das 12 às 14h
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