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Editorial
A festa e o fel
Desta vez, temos acontecimentos espinhosos a tratar. O PT selou aliança com o PL e, no dia seguinte, a Promotoria denunciou um foco de corrupção na Prefeitura de Santo André.
A definição do empresário e senador do PL José Alencar para ser o vice de Lula foi motivo de júbilo do comando petista. Concretizava o objetivo de ter fisicamente no núcleo de governo um representante do grande capital nacional. Não se pode chegar ao poder do Estado tendo contra o partido o conjunto da burguesia. E, se chegar, não pode governar. Essa premissa tem sido defendida por Lula, que diz não querer perder de forma alguma mais uma eleição. O pragmatismo da direção do PT, na realidade, confirma definitivamente uma orientação de classe desse partido que se pretendeu dos trabalhadores.
Uma parcela petista ficou horrorizada com a confluência de águas peelista e quercista nos mananciais de Lula, repletos de esperanças da classe operária e camponeses pobres. Mas tiveram de engolir o descontentamento. A lei da contradição não permite a nenhum partido expressar ao mesmo tempo o trabalho e o capital, o extremo da miséria generalizada e o da riqueza concentrada.
Não é preciso estender a observação crítica para o fato de o PL ser o instrumento político do obscurantismo evangélico. Trata-se de uma conseqüência.
A festa do tão esperado acordo não pôde ser bem degustada. O PSDB, FHC/Serra, aguardava com a taça de fel. Os corruptos dos corruptos sabem como manejar o poder. Tudo estava preparado para mostrar que o PT não é o imaculado das CPIs da corrupção.
Por mais que partido tenha evitado explorar eleitoralmente a corrupção do PFL, PSDB e PMDB, não pôde se livrar do fogo do adversário eleitoral. A chama do Rio Grande do Sul não pôde ser alentada, então explodiu o caso Asefe de Brasília, mas era muito pequeno para o tamanho da disputa eleitoral, então enegreceu o céu de Santo André.
Temos dito que a corrupção é inerente ao Estado burguês. O PT se propôs a governar esse Estado contrariando o seu funcionamento quadrilheiro. Todos os grandes partidos (PMDB,PSDB,PFL etc) já mostraram que encarnam corpo e alma dos interesses oligárquicos e parasitários.
Aqueles que confiam no PT aguardam uma resposta sobre o caso de Santo André. De nossa parte, dizemos que os trabalhadores devem confiar em suas próprias forças transformadoras. O que significa construir sua política de classe.
Erson Martins, Diretor da Apropuc
Conselhos
Eleições de representantes acontecem nesta semana
Nos dias 4 e 5/7, quinta e sexta-feira, os funcionários administrativos renovarão os seus representantes no Conselho Universitário (Consun), no Conselho Comunitário (Cecom) e no Conselho de Administração e Finanças (CAF). As eleições acontecem em todos os câmpus, estando aptos a votar todos os funcionários com mais de um ano de casa e com contrato por tempo indeterminado.
Apenas uma chapa se inscreveu para cada conselho, e a Comissão Eleitoral indeferiu as candidaturas a suplência de Guilherme Gagliardi, do Xerox, e Gisela Regina Paes de Arruda, da Derdic, por não cumprirem os requisitos exigidos. Em seus lugares entraram Marcelo Mota, do CCE, e Maria Neide Furlan, da Derdic.
Nesta página, publicamos locais e horários das eleições, bem como a composição das chapas. Datas e locais da votação
Monte Alegre
Dia 4/7, das 9 às 22h
Dia 5/7, das 9 às 20h
Urna no saguão da Biblioteca
Marquês de Paranaguá
Somente no dia 5/7, das 9 às 18h
Urna no teatro
Sorocaba
Dias 4 e 5/7, das 9 às 20h
Urnas no Saguão da Faculdade e no Pátio Interno
do Hospital Santa Lucinda (Cantina)
Derdic
Dias 4 e 5/7, das 9 às 17h
Urna na Secretaria Geral
Quem são os candidatos
Conselho Universitário
Titulares
Anselmo Antonio da Silva (Direito) Mykel Chagas Botelho Araújo (Direi-to) José Farias dos Santos (Teologia) Maria Helena G.S. Borges (Pós-Graduação) Felipe Toledo Magane (Vracom) Vanderlei Lopes Pereira (Sorocaba)
Suplentes
Fábio Mariano (Ciências Sociais) Renê dos Santos Vieira (Vracom) Solange Aparecida Ferreira (MarquêS) Edson Fernando dos Santos (DRH) Elvis Vasconcelos Moreira (Pós-Graduação) Luiz Roberto Leite (Sorocaba)
Conselho Comunitário
Titulares
Andréa G. Mariano Souza (Ciências Sociais) João C. S. Pires (CPD) Maria Aparecida Souza (Biblioteca) Elisângela R.B. Oliveira (Laboratório Rádio e Vídeo) Emerson Scaringi (Cedic) Mary Paiva (IEE)
Suplentes
Gisele Alba Natali (Direito) Valdelino de Jesus Wolf (Protocolo) Mar- celo Mota (CCE) Pedro Henrique Lopes (Informática) Gisele Maria Neide Furlan (Derdic) Rodrigo Ru-bira (Fono)
Conselho de Administração e Finanças
Titulares
Marta Bispo Cruz (Fono) Costabile Matarazzo Neto (Estágio) Luiz Claudio Amaral (Setal) Maurício Melo (Cedic) Edmilson Brandão (Gerencia Financeira) Mônica Montes Aranha (Pós-Graduação)
Suplentes
Humberto Tamarindo Santos (Direito) Francisco Cristóvão (Biblioteca) Patrícia S. G. Cuter (Comfil) Rodney Franco (Psicologia) Emerson Aguiar Freitas (Cogeae) Marta de los Santos Rojas (Pós-Graduação)
Evento
Ato-debate lança campanhas em defesa dos palestinos
O ato-debate de lançamento do livro Tragédia e esperança na Palestina, do professor do Departamento de Jornalismo José Arbex Júnior, aconteceu na noite da terça-feira, 25/6, no Tuca.
Na mesa do evento, somaram-se a Arbex o teólogo Paulo Suess, do Conselho Indigenista Missionário, Gershon Knispel, do Movimento Israelense pela Liberdade de Criação, Ali El-Khatib, da ONG Jerusalém, e João Pedro Stedile, coordenador nacional do MST, com mediação do professor Hamilton Octavio de Souza, da APROPUC.
O livro foi escrito a partir do que foi vivenciado pelo autor em visita às cidades de Belém, Jerusalém, Ramallah e Jenin, sob ocupação do exército israelense, em abril.
Foram lançadas campanhas de solidariedade e pela criação de um Estado palestino. O ato-debate contou com a presença do rabino Henry Sobel e do deputado Jamil Murad, além de representantes de diversos movimentos sociais. Houve também apresentações de dança típica palestina.
Cada componente da mesa apresentou uma visão sobre o conflito na Palestina.
O artista plástico Gershon Knispel traçou um panorama do contexto histórico à época da criação do Estado de Israel. Ali el-Khatib questionou a construção pelo governo israelense de um muro de 115 quilômetros entre Israel e a Cisjordânia.
O coordenador nacional do MST, João Pedro Stedile, anunciou que os sem-terra brasileiros doam anualmente centenas de bolas de futebol às crianças da região e que, nos próximos dias, enviará cinco toneladas de sementes de hortaliças aos palestinos. Se o povo brasileiro fizer só isso, já estaremos ajudando a construir um sociedade mais igualitária neste mundo, disse.
José Arbex Júnior pediu um minuto de silêncio em homenagem às vítimas israelenses e palestinas dos conflitos na região. O autor se emocionou ao falar das crianças de Jenin, que, apesar de todo o terror, mantiveram sua espontaneidade e sua capacidade de demonstrar carinho a um estrangeiro desconhecido.
É a elas que Arbex dedica a obra.
Fala Comunidade
Estudantes não aceitam proibição das festas
O Conselho dos Centros Acadêmicos (CCA) divulgou na semana passada um comunicado repudiando a proibição das festas no câmpus Monte Alegre. Algumas delas foram realizadas no Pátio da Cruz neste ano, até que a Reitoria, depois de reuniões com chefias acadêmico-administrativas, decidiu reafirmar uma resolução de 1996, proibindo terminantemente esses eventos. Depois disso, os alunos apresentaram um projeto em que reformulavam o perfil das festas. A Reitoria, tendo consultado novamente as chefias, reiterou a proibição, provocando a indignação dos estudantes. A seguir, o texto do CCA.
À Reitoria e à comunidade puquiana:
Nós, do corpo discente da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, através deste documento expressamos nossa indignação e repúdio frente à Reitoria, representada pela sua assessoria, em virtude dos últimos fatos ocorridos no câmpus Monte Alegre, descritos abaixo.
Após o Conselho dos Centros Acadêmicos ter participado de diversas reuniões e negociações com as professoras Cristina Brites e Beatriz Di Giorgio, assessoras do reitor Antonio Carlos Ronca, para discutirmos, entre outros assuntos, a questão das festas no câmpus, especificamente no Pátio da Cruz; criamos um projeto no qual listávamos propostas para o melhoramento das festas. Propúnhamos a criação de comissões de segurança, saúde, limpeza, entre outras. Tínhamos nos comprometido a só ligar o som após o término das aulas e a fechar os portões para não haver superlotação.
Esclarecemos que tal projeto de festa foi resultado de discussões, pesquisas e estudos, e que as festas realizadas no câmpus têm caráter de integração dos alunos e faz parte do processo de vivência e formação acadêmica.
Durante as duas semanas em que a Reitoria supostamente avaliava nosso projeto, foi acordado que cessaríamos as festas, pois nós acreditávamos que ela responderia seriamente a nossa proposta.
Porém, antes disso, o curso de Geografia havia marcado uma festa para o dia 7/6/02, porque necessitava de arrecadação de dinheiro para o custeio de transporte (ônibus), que seria utilizado para os alunos participarem de um Congresso realizado fora da cidade de São Paulo. Essa festa foi cancelada em comprometimento do corpo discente e dos centros acadêmicos com o acordo feito com a assessoria da Reitoria.
No dia 14/6/02, sexta-feira, em reunião (Fórum de Discussões) na sala P-74 do Prédio Velho, obtivemos a resposta da Reitoria, que, em uma atitude intransigente, opressora e autoritária, negou o projeto exaustivamente discutido e recusou veementemente a realização de festas, alegando insuficiência técnico-estrutural do projeto.
Entretanto, contradizendo suas propostas de negociações, fóruns de discussões e interação da comunidade puquiana, a Reitoria não apresentou nenhuma contraproposta; simplesmente proibiu as festas sem mais acordos, o que se agrava pelo fato de ter repassado a responsabilidade de avaliação do projeto às chefias departamentais.
Ainda necessitando de dinheiro para a realização da atividade acadêmica dos alunos de Geografia, o corpo dos alunos, apoiado pelo conjunto dos centros acadêmicos, propôs e realizou uma festa-ato após a pseudo-negociação com as professoras Beatriz e Cristina. Todavia, a realização da festa foi conturbada, pois, cumprindo ordens, os responsáveis pela segurança proibiram a entrada do material da festa, utilizando inclusive de violência física contra alguns alunos.
A expressão máxima do posicionamento repressor da atual Reitoria, já mostrado em outros eventos, como as negociações de mensalidade e o corte arbitrário dos telefones dos centros acadêmicos, aconteceu quando o professor Hélio Deliberador, do Departamento de Psicologia, propôs um boletim de ocorrência na 23.ª Delegacia, contra um aluno que, agredido primeiro, se defendeu. Colocando-nos dentro do histórico democrático desta universidade, somos contra a intervenção da polícia nos acontecimentos dentro do câmpus. A Reitoria se mostra intolerante e incapacitada quando recorre a órgãos externos para lidar com os alunos.
Esse fato, repudiado pelos alunos da PUC-SP, demonstra quais as reais intenções da gestão Ronca, que, no conjunto de sua administração, não possui coerência e coesão.
Com efeito, nós, do corpo discente, colocamos as seguintes proposições:
1 Não aceitamos qualquer atitude repressora da Reitoria, como a realizada pelo professor Hélio Deliberador.
2 Nós nos negamos a participar de fóruns nos moldes como estes têm sido feitos: estrutura precária, em salas de aula e sem nenhuma legitimidade.
3 Queremos convocar, junto com a reitoria, sua assessoria e todos os chefes de departamentos, um amplo Fórum de Discussão com a pauta central festas.
Aguardamos resposta.
Conselho dos Centros Acadêmicos
Consun
Redução de vagas da Matemática gera polêmica
O parecer sobre a nova distribuição do número de vagas no Vestibular 2003 não foi aprovado na reunião do Conselho Universitário de 28/6. Os conselheiros, em sua maioria, estranharam a redução, proposta pelos cursos de Tecnologia e Mídias Digitais e Ciências da Computação, que, de 150 vagas, passariam para 120.
As alegações do Centro de Ciências Exatas e Tecnologias (CCET) prendem-se ao fato de as inscrições de ambos os cursos serem preenchidas somente nas vagas remanescentes (o que daria um perfil heterogêneo ao curso), e também em virtude de uma insuficiência do número de equipamentos à disposição dos alunos.
A maioria dos conselheiros, porém, mostrou estranheza em relação a esta argumentação, alegando que, se o curso não está tendo procura suficiente, isso deveria ser solucionado por meio de um maior trabalho de divulgação. Quanto à inadequação dos softwares utilizados, criticou-se a política de investimentos nos cursos.
A dúvida maior foi levantada contra uma possível falta de planejamento, uma vez que o curso de Mídias Digitais é muito recente e já está se revendo o seu funcionamento. Por esses motivos, o conselheiro Anselmo Antonio da Silva pediu vistas do processo que será votado na próxima reunião do Consun.
Representação no Cepe
A discussão da alteração do artigo do regimento interno referente à participação de representantes no Cepe não foi discutido no Consun. Por maioria, os conselheiros deliberaram ser inopurtuna tal discussão naquele momento, pois ela deveria abranger toda a representação da universidade nos conselhos superiores. A bancada dos funcionários argumentou que, caso o assunto fosse submetido à apreciação, gostaria de rediscutir a participação deles no Cepe. Os alunos também reivindicam uma maior paridade na sua participação nos conselhos.
O Consun volta a se reunir somente no dia 28/8.
Restaurante Laudo da Semab não aponta irregularidades
O laudo da Secretaria Municipal de Abastecimento sobre as amostras de alimentos recolhidas no Restaurante Universitário em 24/5 deve chegar à Reitoria e à Comissão de Alimentação nos próximos dias.
Segundo a doutora Evanise Araújo, responsável pela análise, o laudo aponta que as amostras coletadas encontravam-se dentro dos parâmetros legais exigidos pela Secretaria.
Evanise declarou ainda ao PUCviva que a análise é pontual, ou seja, refere-se exclusivamente àquela mostra coletada no dia 24/5. Assim, a Semab não deixará de fiscalizar o restaurante, inclusive porque, anteriormente, os donos do estabelecimento já foram intimados sobre práticas inadequadas de acondicionamento e problemas estruturais. A Secretaria deverá efetuar novas vistorias para averiguar se suas determinações foram cumpridas.
Suspeita de intoxicação
A fiscalização municipal foi acionada no final do mês de maio, depois que doze pessoas foram atendidas no ambulatório da PUC com suspeita de intoxicação alimentar, no dia 21/5. A Comissão de Alimentação da universidade e os alunos já vinham denunciando uma série de irregularidades no restaurante.
No dia 24/5, duas fiscais da Semab fizeram uma visita ao local, recolhendo amostras de alimento e autuando os proprietários em virtude da conservação do estabelecimento.
A Comissão de Alimentação, que já havia feito duas visitas ao restaurante, organizou então um mural com fotos onde eram denunciadas as condi-ções de higiene e conservação dos alimentos.
Os alunos também se manifestaram, organizando painéis em frente ao restaurante dicutindo a sua situação.
Independentemente dos resultados do laudo, a Comissão de Alimentação continuará sua luta para que as condições de higiene sejam mantidas no restaurante, bem como procurando outras alternativas para a alimentação dos funcionários.
Reuniões com a Reitoria
A AFAPUC continua cobrando, em constantes reuniões com a Reitoria, uma solução para o problema da qualidade de alimentação no câmpus Monte Alegre.
A associação também solicitou ao reitor um posicionamente sobre faltas, saídas antecipadas e atrasos ocorridos durante a greve nos transportes, na semana passada.
Rola Na Rampa
Campanha contra a Alca realiza plenária
No sábado, 29/6, a coordenação estadual da Campanha contra a Alca realizou a Plenária Estadual contra a Alca. O encontro reuniu os representantes dos comitês municipais e regionais do interior e da capital. Esses comitês levaram informações sobre o andamento da organização Campanha contra a Alca e do plebiscito nacional que será realizado entre 2 e 7/9. O encontro foi realizado no Sintaema - Estação Armênia do Metrô.
MST contra a cessão da Base de Alcântara
Um manifesto nacional contra a entrega da Base de Alcântara (MA) ao governo dos Estados Unidos foi lançado pelo MST na segunda-feira, 24/6, no Rio de Janeiro. A base, utilizada para o lançamento de foguetes, foi criada em 1980. Em 2000, o governo brasileiro assinou um acordo com os EUA, em que passa aos norte-americanos o total controle do local. Para nossa sorte, o acordo precisa passar pelo Congresso Nacional para entrar em vigor. Depois de recusado pela Comissão de Relações Exteriores, o projeto foi aprovado pela Comissão de Ciência e Tecnologia e corre o risco de passar na Comissão de Constituição e Justiça, sendo em seguida encaminhado votação no Plenário, onde costuma-se seguir o voto das comissões.
Curso de Formação de Intérpretes na Comfil
Neste semestre, a Comfil oferecerá pela primeira vez o Curso de Formação de intérpretes em Língua Inglesa, com duração de um ou dois anos, dependendo do conhecimento prévio do candidato na área. As aulas acontecem uma vez por semana no 1.º ano e duas vezes por semana no 2.º ano, no período noturno. O processo seletivo consiste em teste de aptidão, análise de currículo e entrevista. As inscrições devem ser feitas de 3 a 5/7, na secretaria da Comfil, para exame em 10/6. Haverá um segundo exame, em 24/7, com inscrições no dia anterior. Informações 3670-8273.
Mostra de filmes de Kubrick continua
Em julho, o Auditório Banespa segue exibindo clássicos do diretor Stanley Kubrick toda terça-feira. No dia 2/7, serão passados Barry Lyndon, às 12h, e O Iluminado, às 17h. Dia 9/7 é a vez de Nascido para matar, às 12h, e De olhos bem fechados, às 17h.
AFAPUC não pára nas férias
Durante o mês de julho a AFAPUC mantém suas atividades para os funcionários. A quadra de futebol society da DW Tennis Sports, localizada na Avenida Ordem e Progresso, 1155, continua disponível para os associados todos os domingos, das 10 às 12h. O projeto Sextas-feiras Musicais continuará reunindo os funcionários toda sexta, na hora do almoço, na Prainha. Além disso, os advogados continuarão normalmente com os seus plantões.
Cogeae oferece dezenas de cursos
A partir deste mês, a Cogeae oferece uma série de cursos de férias ou para todo o segundo semestre, nas áreas de Arquivologia, Artes, Direito, Educação, Línguas Estrangeiras, Língua Portuguesa e Psicologia. As matrículas estão abertas para 46 deles. Na área de Direito, haverá processo seletivo. Informações: 3873-3155 ou direto no prédio da Cogeae - Rua João Ramalho, 182.
Playcenter a preço promocional para funcionários
Os funcionários associados pagam apenas R$ 16,50 por um ingresso para o Playcenter. A promoção pôde ser oferecida graças a um convênio firmado entre a AFAPUC e o parque de diversões. O pagamento pode ser feito à vista ou descontado em folha. Os Passaportes da Alegria estão à venda na sede da associação (sala 02CA corredor da Cardoso).
Plantão AFAPUC
A AFAPUC divulgou o calendário de plantões da diretoria na
semana de 1 a 5/7:
Segunda-feira das 12 às 13h, Terça-feira das 14 às 15h,
Sexta-feira das 13 às 14h
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