JORNAL PUCVIVA n° 398 - 03/06/2002

 
   

Editorial

Violência marginal e eleições
As épocas eleitorais são de milagres. Um deles está por vir: o fim da violência que atinge a juventude e sitiou a escola. Há o reconhecimento de todos os candidatos de que chegou a hora de enfrentar o problema. A fórmula unânime: combinar prevenção com repressão ao crime. As críticas unânimes: só a prevenção apoiada no cultivo de valores éticos, cívicos, religiosos e humanísticos não serve; e a repressão policial pura e simples não resulta em nada de positivo. Dizem que é preciso reconhecer o que está causando tanta mortandade de jovens, que matam e morrem, que se drogam e vivem de droga etc. Outra unanimidade: o desemprego, o ambiente de miséria e um dia-a-dia promíscuo são as causas da violência.
De reconhecimento em reconhecimento, o milagre vem chegando. Combinar prevenção com repressão e atacar a causa, criando emprego e melhorando a escola.
Onde está, então, a polêmica entre os tantos santos que querem alcançar a altura dos píncaros? Está em como vão trazer de volta os mais altruístas valores de defesa da vida, tendo à frente o primeiro dos Mandamentos; como irão humanizar e moralizar o braço de repressão do Estado (a polícia) e como resolverão o problema do desemprego.
O governador Alckmin adianta-se pela concretude. Reciclagem de professores e alunos pelos princípios da cidadania burguesa, coalhar de câmeras de vídeo as escolas, reforçar a ronda policial, colocar nas zeladorias os agentes de repressão, enfim, militarizar. Mas há uma novidade: transformar a escola em escola para o trabalho. Chega-se ao milagre: uma escola para o trabalho quando não há trabalho, quando cresce o desemprego geral e particularmente entre os jovens.
Para quem sabe que milagre não existe, o caminho está em chegar às causas primeiras da barbárie, que se encontram na base da exploração capitalista do trabalho e no seu esgotamento histórico; em enfrentá-las com as forças motrizes das transformações, que se materializam na luta coletiva dos trabalhadores. Enfrentar a violência que se manifesta em toda a sociedade e que atinge sobremaneira a juventude implica defender: nenhum jovem fora da produção e da escola; jornada de 4 horas e o restante do tempo na escola; emprego compatível com seu desenvolvimento físico e mental; ensino ligado à produção social, científico e politécnico. Com essas bandeiras, podemos rechaçar a militarização capitalista da escola e a hipocrisia dos valores burgueses.

Erson Martins, Diretor da Apropuc.


Funcionários

Cláusulas sociais na reta final
Na terça-feira, 28/5, mais uma assembléia geral dos funcionários administrativos da PUC discutiu os encaminhamentos das cláusulas sociais relativas ao acordo interno firmado em março de 2002.
Ainda restavam algumas cláusulas polêmicas, que dependiam de acordos finais entre a AFAPUC e a Reitoria. A maioria das questões foi aprovada pela assembléia, sendo que três ainda aguardam definição.
Em primeiro lugar, os funcionários não concordaram com a redação dada à cláusula referente à bolsa-mestrado. A AFAPUC deverá redigir um novo texto, que será levado à apreciação da Reitoria. No item referente ao convênio com o Colégio São Domingos, os funcionários concordaram que a Reitoria faça o levantamento das pessoas que pleiteiam bolsas para seus dependentes, No item referente às cestas básicas, os funcionários rejeitaram a forma de encaminhamento dada pela Reitoria à distribuição das cestas.
Quanto ao estacionamento, onde a direção da universidade procura viabilizar novos encaminhamentos, a AFAPUC pede aos funcionários que estejam enfrentando problemas com os estacionamentos conveniados que remetam por escrito suas queixas à associação.
Assim que as cláusulas sociais forem definitivamente acordadas, a AFAPUC enviará um texto com a íntegra do acordo aos funcionários.
Conselhos
Neste mês de junho, vencem os mandatos dos atuais representantes dos funcionários nos conselhos superiores da universidade (Consun, CAF e Cecom), e a assembléia designou cinco funcionários para a composição da Comissão Eleitoral da AFAPUC. São eles: Robespierre Moraes de Assis, Katia Inês de Freitas, José Luiz Marcassa, Carlos Eduardo Bento e José Simas. Nas próximas semanas, a comissão divulgará as datas e normas da eleição.


Semab analisa alimentos do restaurante
Técnicos da Secretaria Municipal de Abastecimento (Semab) estão analisando amostras de alimentos do Restaurante Universitário suspeitos de terem causado intoxicação alimentar em 15 pessoas no dia 21/5.
Segundo a doutora Evanise Araújo, da Semab, a análise do material poderá demorar de 15 a 30 dias. Depois desse período, os técnicos farão uma nova visita à universidade, apresentando o laudo final das análises.
Na segunda-feira passada, 27/5, foi efetuada uma nova visita ao restaurante. Os técnicos constataram que algumas determinações feitas na primeira visita, na sexta-feira, 24/5, já estavam sendo providenciadas.
A Reitoria informou que aguarda o relatório detalhado para se posicionar oficialmente. A AFAPUC também está atenta ao que aconte-ce no Restaurante Universitário e, diante das irregularidades levantadas pela Comissão, resolveu suspender o seu convênio com o Restaurante. Em contato com a vice-reitora administrativa, Cristina Helena Pinto de Mello, a AFAPUC foi informada que o contrato entre os proprietários do restaurante e a universidade vencerá somente em 2004.
O Serviço Médico da PUC comunicou que aqueles funcionários que não vieram trabalhar no dia 22/5 por causa da ingestão de alimentos contaminados no restaurante deverão procurar o ambulatório e se submeter a uma verificação médica para ter sua falta abonada.
Na quarta-feira, 29/5, os estudantes fizeram uma manifestação em frente ao Restaurante, enquanto os proprietários afixavam uma nota explicando que "infelizmente estamos sendo vítimas de uma campanha difamatória com objetivos ignorados".
A Comissão de Alimentação, que não participou das manifestações, aguarda o pronunciamento da Reitoria.


Conselhos

Programa de Educação Continuada aprovado no Consun
O Conselho Universitário aprovou, em sua reunião de 29/5, o relatório do Projeto de Educação Continuada, PEC, que está sendo desenvolvido pela Faculdade de Educação. O Programa constitui-se num projeto especial para capacitar docentes da rede estadual com mais de 15 anos de docência e que ainda não tenham graduação. O curso é uma parceira entre a PUC, USP e Unesp, que, junto com a Secretaria da Educação do Estado proporcionam aulas, em esquema de videoconferências, teleconferências e acompanhamento pessoal para cerca de 7 mil professores. O curso tem praticamente a mesma carga horária do curso de pedagogia da PUC,sendo ministrado em 18 meses. O projeto terá seu encerramento assim que os professores da rede estadual forem atendidos. O parecer do professor Edison Nunes foi aprovado pelos conselheiros.
Recurso
Outro tema polêmico tratado no Consun foi o recurso impetrado pelo professor Jorge Lauro Celidônio, da Faculdade de Direito contestando a sindicância instaurada contra ele em 2001. A grande maioria dos conselheiros acolheu o parecer da relatora Mariangela Belfiore Wanderley, mantendo a resolução da Comissão Sindicante que estabelecia uma advertência ao prontuário do professor.
Sindicância na Marquês
O reitor Antonio Carlos Ronca notificou os conselheiros sobre a instalação de uma Comissão Sindicante para apurar as denúncias dos representantes discentes do curso de Matemática sobre a conduta da diretora do Centro de Ciências Exatas, professora Tania Maria Mendonça Campos.
De acordo com o Regimento da universidade a Comissão terá trinta dias, prorrogáveis por mais quinze, para apurar os fatos. O reitor afirmou que o afastamento ou não da professora durante a apuração dependerá das normas regimentais da universidade.
Também no câmpus da Marquês de Paranaguá foi aprovado, por unanimidade, o pós em Tecnologia de Inteligência e Design Digital, com cursos de mestrado e doutorado.
A reunião ordinária da última quarta-feira não deu conta de todos os itens da pauta. Por isso, foram agendadas mais duas reuniões extraordinárias para os dias 19 e 28 de junho.



Campanha

Alunos de Publicidade realizam Semana do Agasalho
A Semana do Agasalho na PUC começa nesta segunda-feira, 3/6. A campanha é promovida pelos alunos do 4.º ano de Publicidade, com apoio da Vice-Reitoria Comunitária.
Além de arrecadar roupas e agasalhos para famílias carentes, a Semana vai sortear uma série de prêmios para os doadores.
Entre eles, está um fim-de-semana em Campos do Jordão e malas de viagem para quatro pessoas. Serão sorteados também três cursos de informática, 10 malas térmicas com produtos da Perdigão, além de vários outros itens.
No momento da doação, será entregue um cupom numerado para a participação nos sorteios, que acontecem na sexta-feira, 7/6.
Será também vendida uma camiseta com logotipo da Semana, ao preço de custo de R$ 5.
Os postos de arrecadação estarão espalhados por todo o câmpus Monte Alegre. O show de encerramento da Semana fica a cargo do Clube Caiubi de Música, do qual participam alunos e funcionários da PUC.


Sem terra

MST sofre perseguição no Pontal do Paranapanema
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) denunciou em entrevista coletiva as pressões que os trabalhadores rurais estão sofrendo na região do Pontal do Paranapanema. Nada menos que seis prisões, além da ação das outras sete prisões preventivas, foram efetuadas nas últimas semanas pela Justiça local. Todas as lideranças de trabalhadores da região estão sendo procuradas ou já foram presas, inclusive o líder José Rainha, que conseguiu habeas corpus há poucos dias, mas está sendo enquadrado em outros artigos do Código Penal.
Por outro lado, os fazendeiros da região encontram amparo legal para a formação de verdadeiras milícias paralelas que, armadas, perseguem os trabalhadores rurais que lutam por suas terras.
O Pontal do Paranapanema, no Estado de São Paulo, é uma das regiões mais críticas quanto à distribuição de terras no Brasil. Segundo levantamentos do MST, lá existem 1,2 milhão hectares de terras pertencentes ao Estado já destinadas para fins de reforma agrária e que, no entanto, estão hoje ocupadas por fazendeiros que se apoderaram de maneira fraudulenta dessas áreas. São exatamente esses fazendeiros que constituem as milícias armadas para perseguir os trabalhadores rurais sem terra.
Enquanto isso, cerca de 1800 famílias encontram-se acampadas à beira de rodovias da região, aguardando uma decisão do governo.
A perseguição impretada pela Justiça da região tem um destino claro: nenhum líder do MST deve permanecer em liberdade na região do Pontal. O MST conclama a todos aqueles que lutam pela reforma agrária a repudiar mais esta arbitrariedade


Funcionários

Boletim Informativo começa a circular

Nesta semana, será entregue aos diversos setores administrativos o Boletim Informativo da AFAPUC. A publicação do Departamento de Imprensa da associação pretende aprofundar o debate das questões relativas aos funcionários, servindo-lhes de porta-voz, bem como resgatar a história da AFAPUC nestes seus 24 anos.
Neste primeiro número, o destaque vai para a eleição dos representantes dos funcionários nos conselhos superiores da universidade.

Comunicação

Assembléias discutem o curso de Jornalismo
Estudantes e professores do curso de Jornalismo realizaram duas assembléias na terça-feira, 28/5, para discutir e apontar soluções para os problemas do curso. Houve expressiva participação de ambas as partes.

A principal decisão das assembléias realizadas pela manhã e à noite foi aprovar uma série de reuniões para solucionar o problema da falta de comunicação entre os alunos, a coordenação e a chefia do departamento, além de entre professores que lecionam a mesma disciplina ou no mesmo ano.
Os encontros foram pautados por uma série de pontos levantados pelos estudantes. Nas duas semanas anteriores às assembléias, eles debateram os problemas em sala de aula, o que resultou no documento de constatações e reivindicações que se tornou a pauta.
Nem todos os pontos do documento foram discutidos. Por isso duas novas assembléias devem ser realizadas ainda nesta semana.


Fala Comunidade

Os escândalos na Marquês
Juliano Correa e Everton Aparecido Lopes
Novos fatos vão surgindo no câmpus Marquês de Paranaguá. O cursinho preparatório para o Provão, denunciado pelo Cacex na sessão do Consun, em fevereiro de 2002, e dado na Matemática com uma bolsa de R$ 1.000,00 por aluno, era realizado em horário de aula, ou melhor, substituía em um semestre as aulas normais por aulas do cursinho. Somando-se a isso, estas aulas eram dadas pelos próprios professores da Matemática, que também ganhavam dinheiro de uma tal instituição.
Estes assuntos foram amplamente discutidos nos Conselhos Departamental e de Centro. Como tudo era novidade, os conselheiros se sentiram perdidos, de nada sabiam, e se mostraram indignados com as situações. “Como discutir o que nunca passou pelo Conselho Departamental (CD) e pelo Conselho de Centro (CC)? E por que nunca passou?”.
O Cacex ainda caminha com muitas dúvidas sem respostas convincentes, e as divide hoje com a comunidade. Por que o tema cursinho preparatório para o Provão não passou por discussão no CD e CC? Por que só agora os outros departamentos do CCET ficaram sabendo deste cursinho? Temos alguma coisa a esconder? Por que os professores alegam que as matérias do cursinho eram complementares ao curso, se os alunos afirmam que as mesmas lembravam matérias dadas em anos anteriores? Foi alegado pela direção que a bolsa para alunos e professores não se tratava de dinheiro da PUC. Mas usando nossas instalações? Substituindo nossas aulas, com professores da PUC, ganhando pela PUC e pela tal instituição? As aulas perdidas no semestre foram repostas? Se o cursinho é uma brilhante e genial idéia, por que a exclusividade deste cursinho só no curso de Matemática? E, aliás, tudo escondido? Será uma esquema de CAIXA 2?
Outra coisa em pauta na universidade é o fato de a não-inscrição dos alunos de Bacharelado em Matemática no Provão, trazendo uma série de prejuízos aos mesmos, levando-nos a impetrar uma ação judicial contra a PUC-SP pelos danos causados. A direção do CCET (professora Tânia Campos), explica que o ocorrido foi devido a uma má interpretação das leis, por entenderem que o curso está em extinção. O Cacex se expressa com indignação, pois informou por escrito à mesma direção do CCET que tal atitude quebrava uma certa Lei Nacional de Educação. A professora Tânia Campos enviou ao Cacex uma carta reafirmando suas atitudes e dando garantias mentirosas. Este tipo de atitude configura o chamado “dolo”, ou seja, intenção deliberada de praticar o ato. Um novo fato que se acrescenta a toda essa vergonha é o de recentemente surgir um aluno da Licenciatura em Matemática também não inscrito no Provão (um curso NÃO em extinção), configurando uma clara tentativa de exclusão dos menos preparados, para elevar a avaliação da Matemática, uma vez que fazendo o Provão um ano após a conclusão do curso, as notas destes alunos não entram na avaliação da instituição, fato que trouxe surpresa até para a própria Reitoria.
Novas dúvidas... por que a direção escondeu de todos esse aluno da Licenciatura?
O processo está se tornando uma vergonha, estamos há sete meses aguardando uma decisão. A Reitoria estuda uma decisão para não cometer injustiças. Será que a injustiça que se cometeu com os alunos prejudicados foi estudada? Esperamos que os panos quentes estejam frios, pois se a justiça interna não funcionar, a justiça externa fará seu trabalho.
Aguardamos o próximo capítulo. Está tudo parecendo um cenário da Rede Globo, vamos aguardar a mudança de personagens para alterar a história e tudo acabar em pizza. Mas continuamos aguardando uma posição, pedindo o afastamento de todos os envolvidos e com a abertura de um processo de sindicância dentro do câmpus da Marquês. É o mínimo a ser feito!!!
Agora, com a palavra, a Reitoria da PUC-SP...
Os alunos do CCET Juliano Correa e Everton Aparecido Lopes são diretores do Centro Acadêmico de Ciências Exatas (Cacex).



APROPUC

Comissão Cultural apresenta filme e debate
Marcando o retorno das atividades da Comissão Cultural da APROPUC, será exibido na quarta-feira, 12/6, às 18h30 na sala 330 – 3.º andar do Prédio Novo, o filme Nós que aqui estamos por vós esperamos, de Marcelo Marsagão. Logo após a exibição, o professor do Centro de Educação Alex Moreira Carvalho promoverá uma discussão sobre o conteúdo da obra.
O filme trata da história política do século 20, por meio de uma seqüência de imagens que vão desde a Primeira Guerra Mundial até a década de 80. Marcelo Marsagão segue a perspectiva determinada pelo historiador Eric Hobsbawn e a abordagem freudiana para compor seu painel.
A análise desenvolvida pelo professor Alex Moreira de Carvalho pretende aprofundar a relação entre o conhecimento histórico e a prática dos professores de Ciências Humanas no século 20.
O evento servirá para marcar o reinício das atividades da Comissão Cultural da APROPUC, cujo objetivo é congregar os professores da PUC que tenham algum tipo de produção cultural, para que esta produção circule na universidade.
Nesta data, os componentes da Comissão Cultural recolherão sugestões de novos eventos culturais que envolvam a produção artística de professores e também de alunos da PUC.


Rola Na Rampa

Brasil perde João Amazonas
O presidente de honra do Partido Comunista do Brasil, João Amazonas de Souza, faleceu na tarde da segunda-feira, 27/5. O corpo foi velado na Assembléia Legislativa de São Paulo. Amazonas completou 90 anos em janeiro, e estava internado no Hospital Nove de Julho, com insuficiência respiratória, desde o dia 21/5. O líder organizou movimentos de resistência desde a década de 30, e foi presidente nacional do PCdoB de 1962 até 2001, quando foi nomeado presidente de honra.

AFAPUC duas vezes no pódio
O time principal de futebol society da AFAPUC ficou com o 2.º lugar na série ouro do torneio do Sindicato das Escolas de Terceiro Grau. A equipe B foi a terceira colocada na série bronze. Na 2.ª fase da Copa Integração de Futsal, promovida pelo Departamento de Educação Física e pela Vracom, houve 96 gols em nove jogos, com destaque para a goleada do Sociedade Anônima F.C., que ganhou por 20x1 do Unidos Ascendendo.

Expediente alterado por causa da Copa
Por ocasião dos jogos do Brasil na Copa do Mundo, o expediente de dois dias foram alterados: na segunda-feira, 3/6, ele começa às 10h. No próximo sábado, 8/6, o horário de entrada é às 12h.

Eleição no Cacex
A chapa União, apoiada pela atual direção do Centro Acadêmico de Ciências Exatas (Cacex), venceu a eleição para a renovação da gestão do CA. A chapa teve aproximadamente 75% de um total de 590 votos, derrotando a chapa de oposição, que teve cerca de 20%. Os outros 5% foram de votos nulos.

Vracom promove Semana do Meio Ambiente
Começa nesta segunda-feira, 3/6, a Semana do Meio Ambiente, promovida pela Vice-Reitoria Comunitária. Além de duas palestras e de uma exposição no Espaço Cultural da Biblioteca, haverá oficinas de Ikebana, em que é possível aprender a montagem e o significado das plantas usadas na elaboração. O curso é gratuito e será ministrado no Pátio da Cruz pelos professores do Templo Luz do Oriente, de segunda a sexta, às 12h e às 17h. Inscrições podem ser feitas até 5/6 pelos telefones 3670-8267 ou 3670-8443.

Senhas dos telefones entregues aos CAs
A Vice-Reitoria Comunitária entregou aos representantes dos centros acadêmicos, durante as duas últimas semanas, as senhas que possibilitam as ligações locais e para celulares efetuadas a partir dos telefones dos CAs. Essas ligações estavam bloqueadas desde o começo do ano, quando a Reitoria suspendeu o direito dos estudantes alegando uso abusivo. A partir da entrega das senhas, os estudantes assumiram o compromisso de racionalizar o uso, e uma reunião para avalia- ção dos resultados deve acontecer dentro de pelo menos um mês.

István Mészáros discute rumos do capitalismo
A conferência Para Além do Capital, com o professor István Més-záros, da Universidade de Sussex (Inglaterra) será acompanhada pe-lo lançamento do livro de mesmo nome. A mediação fica a cargo dos professores José Paulo Neto (PUC-SP) e Ricardo Antunes (Unicamp). O evento acontece na próxima segunda-feira, 3/6, às 19h, no Tuca. A organização é dos pós em Serviço Social e Ciências Sociais, do Departamento de Economia e da APROPUC.

Plantão AFAPUC
A AFAPUC divulgou o calendário de plantões da
diretoria na semana de 3 a 7/6:
Segunda-feira – das 12 às 13h, Terça-feira – das 14 às 15h Sexta-feira – das 13 às 14h


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