|
Editorial
EUA: maior domínio mundial
Depois da ocupação militar do Afeganistão, o objetivo bélico dos Estados Unidos se volta contra o Iraque. A ofensiva dos tanques de Israel contra os palestinos obscureceu momentaneamente o plano Bush anti-iraquiano. Tudo indica que os estrategistas do Pentágono esperam amenizar a repercussão mundial do fogo israelense para voltar a carga contra o governo nacionalista de Saddam Hussein.
É vantagem para os EUA comparecerem como promotores da “paz”, juntamente com os seus asseclas da ONU, depois do esmagamento na Cisjordânia. A maioria dos governos árabes e da sua feudal burguesia deve continuar arregimentada pelo imperialismo. Manter o Iraque isolado - essa é a condição ideal para as forças norte-americanas ocuparem o país, destruir seu governo e implantar um fantoche.
Dizíamos que a guerra contra o paupérrimo Afeganistão era uma necessidade do imperialismo ianque, independente dos ataques terroristas. Essa conclusão se confirma diante da estratégia de ampliação do domínio da potência na Ásia Central e Oriente Médio. As fontes de matéria prima (petróleo, gás), mercado e geopolítica motivam as guerras do imperialismo contra os países atrasados (semicoloniais). O Plano Colômbia, por enquanto embrionário, é parte das necessidades do grande capital.
Estamos diante de uma gigantesca operação econômica e militar da superpotência.
O megaempresário inglês Martin Sorrel expõe com franqueza: “o mundo não está se tornando globalizado, está tornando americanizado. Em muitas indústrias, os Estados Unidos representam 50% do mercado. Mais importante que isso: mais da metade de qualquer atividade econômica é controlada, ou pelo menos influenciada pelos Estados Unidos” (Veja, 8/5).
Essa hegemonia é o calcanhar de Aquiles da burguesia ianque. Concentra as contradições fundamentais do capitalismo mundial: choque entre as forças produtivas e as relações capitalistas de produção na sua forma monopolista, superprodução, acumulação de capital financeiro parasitário e todo tipo de fraude especulativa. Concentra a contradição entre a produção social e a anarquia do mercado. O gigantismo imperialista dos EUA se converte na espinha dorsal da decadência mundial do capitalismo monopolista. Têm de ocupar novas áreas estratégicas. Estender suas bases militares até os confins. Controlar com mãos de ferro a maioria dos governos. Impor suas condições de domínio inclusive às demais potências (Inglaterra, Alemanha, França, Japão).
O protecionismo vigente, o desconhecimento de tratados militares, o desprezo ao Protocolo de Kyoto, Tribunal Penal Internacional, desmoralização da Opaq - todos organismos das potências - pressão para anexar a América Latina via Alca etc são expressões da crise mundial que se desenvolve e da necessidade dos EUA atuarem por cima das fronteiras nacionais. A guerra comercial capitaneada por essa potência carrega em seu ventre a indústria armamentista e os elementos da guerra bélica. Nada pode limitar o colonialismo imperialista dos EUA, sem enfrentar a retaliação econômica e as pressões militares. Países inteiros estão se quebrando sob o domínio do capital financeiro e a opressão das potências.
Os trabalhadores do mundo inteiro têm pela frente a luta antiimperialista e anticapitalista. O ponto de partida está em reconhecer corretamente o problema e procurar a resposta histórica: a transformação do capitalismo em socialismo.
Erson Martins, Diretor da Apropuc.
Alimentação
Comissão avalia Restaurante Universitário
A Comissão de Alimentação visitou as instalações do Restaurante Universitário nos dias 9 e 14/5, vistoriando a cozinha, locais de armazenamento e banheiros.
Segundo um relatório da Comissão, inúmeras irregularidades foram encontradas, e as normas que regulam o funcionamento do restaurante não são seguidas devidamente, evidenciando um “descaso da administração do estabelecimento para com a comunidade”.
O relatório aponta haver sujeira generalizada na cozinha, além de utensílios e recipientes extremamente sujos e condições precárias de armazenamento.
Funcionários, professores estudantes reclamam constantemente de diversos problemas no restaurante. As principais queixas referem-se à falta de opção no cardápio, ao mau atendimento e à falta de higiene. A lista completa das irregularidades apontadas pela Comissão pode ser vista abaixo.
As constatações da Comissão
Irregularidades apontadas pela Comissão de Alimentação, em visita no dia 9/5: abandejas imundas e quebradas separando sobremesas, em contato direto com alimentos; adescascador de legumes imundo, com crostas antigas; acâmaras frias com temperaturas altas, sem termômetro visível, imundas, com recipientes no chão; ageladeiras imundas por dentro e por fora; apanela com molho pronto na câmara fria, mal-tampada, com pacotes de carnes e frangos crus por cima, com caldo cru escorrendo para dentro da panela; a água mineral estocada em um galpão junto com carvão, material de limpeza, etc.; a sacos de farinha e pão escancarados, no chão; amaterial estragado guardado junto a alimentos dentro da validade; a cestos de lixo sem tampa em meio aos alimentos, na cozinha e nos balcões; a objetos estranhos aos restaurante (rádio, gravador, etc.) nas prateleiras da pizzaria; amáquinas de refrigerantes sujas; aóleo de fritura com aspecto horrível; afumaça por todo o câmpus; a ambiente sem ventilação alguma.
As respostas do restaurante
Abaixo, as respostas elaboradas pelos proprietários do restaurante, Celso Horvat e Clair Naranjo, aos itens apontados pela Comissão de Alimentação: aalgumas bandejas utilizadas internamente podem estar quebradas. Todos os utensílios são lavados em máquina de lavar com detergente especial; ao descascador é lavado várias vezes ao dia; aas câmaras frias funcionam na temperatura adequada, são lavadas várias vezes ao dia e possuem estrados; ahá apenas uma geladeira, que é lavada diariamente, e não possui bom aspecto por ser antiga; aas carnes são colocadas em caixas apropriadas para descongelamento nas câmaras frias. No processo, é comum o escorrimento de líquidos; aos recipientes de água estavam lacrados, e foram colocados junto com o carvão e os produtos de limpeza por excesso momentâneo de estoque; aos sacos de farinha estavam abertos por estarem em uso. Estão sendo providenciados vasilhames para o armazenamento; a alguns sacos de pão estavam no estoque para posterior descarte. Outros estavam na cozinha para preparo de farinha de rosca; aos materiais para devolução junto aos fornecedores têm local de armazenamento próprio; aos funcionários estão sendo orientados a manter os recipientes de lixo fechados e remover os aparelhos estranhos ao restaurante; aos bicos e as calhas das máquinas de refrigerantes são lavados diariamente. Há uma limpeza geral nas máquinas a cada semana; aos óleos das fritadeiras são trocados constantemente; aa vistoria foi feita no horário de pico da produção, em que o ambiente não permanece organizado, o que não significa falta de higiene; aestá sendo providenciada uma solução para o problema da fumaça; acinco exaustores ficam permanentemente ligados. Realmente, há um problema de alta temperatura no ambiente. Os proprietários se colocam à disposição para o esclarecimento de quaisquer dúvidas.
Evento
PUC homenageia alunos africanos
Um evento homenageou a comunidade africana presente na universidade durante toda a semana passada, de 13 a 18/5. Foi a primeira etapa do ano do PUC-SP Intercultural, que ainda terá como temas as Américas, a Europa e a Ásia.
A atividade foi organizada pela Vice-Reitoria Comunitária, pela Assessoria de Relações Internacionais e Institucionais e pelo pós em Educação: Currículo, que conta com nove alunos de Moçambique. Segundo a professora Ana Sales, assessora da Vracom, o evento tem como objetivo “colocar em comum as diferenças e as outras culturas trazidas às PUC por alunos de diversas nacionalidades. Conhecemos mais os alunos que vêm do exterior, e com isso conhecemos seus países”.
A semana teve uma palestra com o professor Carlos Machili, reitor da Universidade Pedagógica de Maputo, em Moçambique, com a participação do cônsul honorário de Cabo Verde, Agnaldo Rocha.
Houve também uma exposição no Espaço Cultural da Biblioteca, que mostrou objetos representativos da cultura de alguns países da África, como tecidos, adereços, esculturas e quadros. Filmes e documentários sobre países daquele continente foram exibidos no Auditório Banespa, e quatro doutorandos moçambicanos defenderam suas teses de doutorado.
Os próprios alunos desfilaram em trajes tradicionais de seus países na Prainha, na noite de quinta-feira. Uma apresentação e uma oficina de dança também fizeram parte do evento.
Existem 44 alunos e um professor africanos na PUC. Será feito um levantamento quanto aos alunos vindos de outros países, para participarem da organização do evento sobre as Américas, em setembro, e sobre Europa e Ásia, em novembro.
Sem-terra
MST não participa do julgamento de Eldorado dos Carajás
O coronel Mário Pantoja, comandante da Polícia Militar durante o confronto de Eldorado do Carajás, em 17/4/1996, que resultou na morte de 19 sem-terra, foi condenado a 228 anos de prisão em regime fechado –12 anos para cada um dos sem-terra mortos. Pantoja deverá recorrer da sentença em liberdade, por não possuir antecedentes criminais e ser réu primário.
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra negou-se a participar do julgamento, pois o juiz designado em substituição à juíza Eva do Amaral assumiu o comando no dia 13/5, mas mesmo assim manteve a data do julgamento para o dia seguinte, 14/5.
Para o MST, o adiamento do julgamento seria recomendável, pois “este é um dos maiores processos da história jurídica brasileira; são 30 volumes, com mais de 10 mil páginas e 150 acusados. Portanto, seria razoável adiá-lo por pelo menos 15 dias, até para que a acusação e sua assistência pudessem estabelecer regras claras com o atual juiz sobre o desenrolar das várias sessões”.
O outro oficial julgado, o capitão Raimundo Almendra Lameira, foi absolvido pelos jurados. A segunda sessão foi marcada para o próximo dia 27/5. Nela serão julgados 17 policiais militares. Na terceira sessão, marcada para 10/6, serão julgados 129 PMs.
José Rainha
O Tribunal de Justiça de São Paulo negou na semana passada o pedido de liminar de habeas corpus a José Rainha. Ele está preso na cadeia pública de Presidente Venceslau desde o dia 25/4.
Na semana passada, Darci Frigo da Comissão Pastoral da Terra (CPT) visitou Rainha.
Frigo recebeu no ano passado o prêmio Robert F. Kennedy, concedido pelo Senado norte-americano a pessoas que se destacam na luta pelos direitos humanos.
Fala Comunidade
Respeito ao passado e amor ao presente
Marcio Anatole de Sousa Romeiro
Em artigo publicado na Folha de São Paulo de 9/4/2002, Fábio Konder Comparato, refletindo sobre a vinda do cardeal Givanni Batista Re ao Brasil, escreve: “os católicos no Brasil têm direito de saber se os seus bispos são realmente servos do povo de Deus ou funcionários do Vaticano. Os católicos do mundo inteiro têm direito de saber se as autoridades eclesiásticas de Roma são efetivamente servas de Cristo, ou vassalas de Washington”.
O contexto das discussões, as do professor Comparato e as minhas, é o da relação entre Religião e Política. De fato, o pluralismo moderno não é um adorno. Igreja e sociedade atuais estão mais complexas. A pluralidade partidária e as múltiplas tendências no interior do partido, como também o fato de que, na Igreja, a unidade de proposta – o seguimento de Jesus de Nazaré – não assegura unidade pastoral, exige reflexão para que tanto o agir político como o pastoral não sejam um obstáculo à emancipação dos pobres.
Ao longo da história do cristianismo, os pobres, de uma forma ou de outra, sempre recorreram à Igreja na busca de respostas às suas demandas. Recentemente, o período em que as respostas fornecidas pela Igreja foram mais lúcidas, certamente aconteceu nos anos posteriores ao Concílio Vaticano II.
É preciso, contudo, perceber que a lucidez das respostas depende da sintonia com tempo. A fundamental opção da Igreja, tomada nos anos 70, de inserir-se no meio popular, continua sendo necessária. Porém, não basta apenas estar presente no meio popular. Tanto para pastores como para políticos, a questão que continua crucial é: como, em todas as circunstâncias, na política e na religião, ser solidário aos pobres?
É neste ponto que o respeito ao passado tenciona com o amor ao presente. As sínteses que levam a opor: ‘servos do povo de Deus' e ‘funcionários do Vaticano'; ‘servas de Cristo' e ‘vassalas de Washington' não ajudam a superar práticas que, querendo defender os pobres, fazem deles objetos, e não sujeitos, do agir político e pastoral.
Penso, também, na atitude de um grupo de agentes de pastoral da Região Brasilândia, que chamou a si o direito transformar uma questão partidária em questão pastoral. Ao se opor a um ato administrativo, este grupo simplifica as relações entre Política e Religião tanto quanto o artigo citado.
O caminho a ser feito para que se evite uma mútua submissão – da Política à Religião ou da Religião à Política – e para que se respeite o passado sem prejudicar o amor ao presente é o da valorização das conseqüências políticas e pastorais criadas pelo conceito teológico ‘povo de Deus'.
No quadro do Seminário da Caridade, que vem sendo promovido pelo cardeal de São Paulo, Dom Cláudio Hummes, foi isso que fez a Jornada Científica de Estudos Sócio-Pastorais, acontecida recentemente na PUC, quando o tema Povo de Deus foi estudado como a melhor chave epistemológica para equacionar a relação Política e Religião, dando-se conta de que sem igreja não há religião e, sem religião, a política torna-se um absoluto capaz de moldar e impor seus próprios ídolos.
Marcio Anatole de Sousa Romeiro é coordenador do Serviço de Pastoral da PUC-SP.
Funcionários
Mensalistas são impedidos de usar estacionamento
Segundo denúncias de alguns funcionários administrativos, os responáveis pelo estacionamento MM, (conveniado à PUC, mas com a utilização das garagens do Colégio Batista), vêm tomando estranhas medidas contra os chamados mensalistas (aqueles que pagam mensalmente pelo direito de estacionar). Funcionários que atrasaram o pagamento do boleto bancário por alguns dias foram impedidos de entrar com seus carros, mesmo prontificando-se a pagar o débito no caixa do estacionamento.
A alegação dos responsáveis pelo estacionamento MM é que o contrato com a PUC estaria vencido e aqueles funcionários estariam, a partir de agora, fora da lista daqueles que têm direito a deixar o carro no estacionamento.
Ouvida pelo PUCviva a vice-reitora administrativa Cristina Helena Pinto de Mello afirmou que existe somente um acordo verbal entre o estacionamento MM e a PUC, e que os problemas envolvendo mensalistas e o estacionamento vêm tornando-se constantes nos últimos meses. A Vice-Reitoria está tentando viabilizar outras alternativas de estacionamento fora da PUC.
Revista
Clínica publica o 12.º volume de seu boletim
A Clínica Psicológica Ana Maria Poppovic, da Faculdade de Psicologia, está lançando o volume 12 do seu Boletim Clínico. Coordenado pelo professor Efraim Rojas Boccalandro, o Boletim já está no seu sexto ano de existência, e destina-se a divulgar as atividades da Clínica Psicológica e trabalhos originais dentro da área de psicologia clínica. A publicação também traz artigos que discutem e divulgam aspectos importantes da comunidade.
Neste número, entre outros artigos, destaca-se a entrevista com Roberto Coelho, da Fundação São Paulo, contando a história do Convento de Santa Tereza, que existiu em nosso conhecido Prédio Velho.
Noely Montes Moraes discute Prazer, Intimidade e Solidão: Algumas Questões da Condição Amorosa Masculina, e Emílio Celso de Oliveira fala sobre memória compartilhada e momento presente.
Os artigos para o Boletim Clínico devem ser enviados para clinpsic@pucsp.br.No Pátio da Cruz, um teimoso coqueirinho muda o seu tropismo e, ao invés de subir em direção ao céu, encaminha-se diretamente para a cruz. Para o professor Efraim, essa mudança pode ser explicada pela concentração de energia que o trabalho espiritual das freiras carmelitas demandou.
Essa e outras histórias do Prédio Velho estão no Boletim Clínico.
Rola Na Rampa
Alunos da USP em greve por mais professores
A greve dos estudantes da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP (FFLCH) começou há cerca de três semanas pelos cursos de Letras e História, ganhando a adesão dos demais nas semanas seguintes. Até o fechamento desta edição, os estudantes de todos os cursos estavam paralisados, com apoio dos professores. Uma comissão negociaria com a Reitoria da universidade na sexta-feira, 19/5, pela contratação de mais professores. Porém, existe divergência: os alunos querem cerca de 300 novos docentes, enquanto os atuais professores reivindicam cerca de 100.
Sarau para lançar Caleidoscópio 2002
Um sarau celebrando o lançamento da antologia Caleidoscópio 2002, da editora Olho d'Água, acontece no sábado, 25/5, às 18h. A publicação é composta por textos de professores de funcioná-rios da PUC, com organização do professor Jorge Claudio Ribeiro, do Departamento de Teologia. O sarau acontece na própria editora – Rua Homem de Melo, 1036, próximo à PUC.
Estudantes põem o Provão à prova
O plebiscito sobre o Exame Nacional dos Cursos, o Provão do MEC, vem sendo realizado nacionalmente há cerca de um mês. A votação na PUC ocorreu na semana passada. O Plebiscito do Provão questiona se o estudante concorda com a política educacional do governo federal e com a obrigatoriedade da prova, e sobre a legitimidade do exame. A apuração regional acontece nesta semana, e a soma nacional dos votos será realizada neste fim-de-semana.
PUC de volta ao Juca
A PUC volta neste ano a participar dos Jogos Universitários de Comunicação e Artes (Juca), competição esportiva que reúne oito faculdades de Comunicação de São Paulo. O Juca 2002 será realizado em Gua-ratinguetá, durante o feriado prolongado de Corpus Christi (30/5 a 2/6). A PUC estava fora dos jogos há oito anos, por uma série de W.O.s no primeiro Juca, devido a uma grande desorganização. A Atlética de Comunicação, fundada em 2000, colocou à venda pacotes com festas, alojamento e hotel, no CA Benevides Paixão – corredor da Cardoso, sala 08CA. Informações: 3670-8352.
Humild's vence o Campeonato da AFAPUC
O Humild's venceu o Vagabundos por 3x2 na final do Campeonato AFAPUC 2002 de Futsal, sagrando-se como o grande campeão da competição. O sagaz derrotou a equipe da Derdic por 8x4, ficando com o terceiro lugar. Na 1.ª Copa Integração, mais 17 partidas foram realizadas na rodada de 11/5. Houve 179 gols, em uma excelente média de cerca de 10 por partida. Porém, o grande destaque vai para o Los Fucking Marvellous, que conseguiu empatar por W.O. com o Frip-Frop.
PUC sedia simpósio nacional sobre religião
A PUC-SP vai sediar o 4.º Simpósio de História das Religiões, encontro organizado pela Associação Brasileira de História das Religiões e que acontece de 22 a 24/5. O evento tem como tema O Estudo das Religiões: Desafios Contemporâneos, e conta com diversas mesas-redondas, conferências e oficinas, com participação de professores de universidades de todo o país e também do exterior. Além disso, haverá, na sexta-feira, 24/5, às 18h, o lançamento da revista Religião & Cultura, publicação semestral com artigos de professores do Departamento de Teologia e Ciências da Religião e de outras universidades. O Simpósio acontece na Rua Caio Prado, 103.
Plantão AFAPUC
A AFAPUC divulgou o calendário de plantões da
diretoria na semana de 20 a 24/5:
Segunda-feira – das 12 às 13h,
Terça-feira – das 14 às 15h
Sexta-feira – das 13 às 14h
|
|