JORNAL PUCVIVA n° 395 - 13/05/2002

 
   

Editorial

Racha na quadrilha
Autor ou inspirador do lema “rouba, mas faz”, o ex-governador Adhemar de Barros certamente seria promovido a anjo, hoje em dia, diante do quadro decadente e degradante criado e implementado pelas elites dominantes do País.
Depois dele, o ideal da apropriação indevida de recursos do tesouro – para adotar o linguajar atualizado pelo tucanato – foi encarnado, seguramente, pelo também ex-governador Paulo Maluf, que tentou superar o velho lema sem considerar a segunda parte “mas faz”.
FHC, ao contrário dos políticos anteriores, tem conseguido colocar-se acima de tais questões (e de todas as outras questões que têm a ver com o povo brasileiro) apesar de acumular, em seu reinado, número suficiente de casos escandalosos para fazer inveja a Adhemar e Maluf.
O mais curioso é que maioria dos casos de corrupção dos últimos anos envolveu diretamente algum figurão do esquema mais íntimo do presidente Fernando Henrique Cardoso, gente que atuava com ele no dia a dia ou que privava de sua amizade.
Vale a pena recordar dos benefícios do Proer para o Banco Nacional, daquele assessor presidencial que fazia lobby de empresa norte-americana no projeto de radares, da compra de votos para o projeto da reeleição, da distribuição de emissoras de rádio e de televisão, do secretário palaciano Eduardo Jorge, do esquema do BNDES na privatização das teles, do esquema dos fundos na da privatização da Vale do Rio Doce, das contas no exterior, do esquema do Chico Lopes no Banco Central, da Fazenda Caixa Dois, etc, etc.
Enfim, o rosário de crimes praticados por auxiliares diretos do presidente FHC é tão grande que não dá para imaginar que ele seja tão ingênuo ao ponto de não saber nada, não perceber nada e não conseguir fazer nada para impedir tais ocorrências.
No entanto, as elites (políticas, econômicas, intelectuais, acadêmicas) e os meios de comunicação criaram um círculo de proteção ao professor FHC, de tal maneira a isentá-lo não apenas da possibilidade de envolvimento direto em tais casos de corrupção, mas também de qualquer responsabilidade pela conivência e omissão.
As últimas denúncias – sobre propinas e favorecimentos no Banco do Brasil, também com gente do esquema FHC-José Serra – indicam que o grupo dominante, aparentemente rachado no processo eleitoral, ainda guarda muita podridão escondida do povo brasileiro, a qual, se depender do governo FHC, jamais será revelada publicamente.

Hamilton Octavio de Souza, Diretor da Apropuc.


Evento

Ruptura e continuidade nas Ciências Sociais
A 11.ª Semana da Faculdade de Ciências Sociais, realizada entre os dias 6 e 10/5, foi organizada pela própria Faculdade, com apoio da Cogeae, do pós em Ciências Sociais e do pós em História. Procurou, através de mesas-redondas, grupos de trabalho e uma série de outras atividades, abordar os principais dilemas da atualidade sob a ótica das rupturas e continuidades.
Essa preocupação é justificada pela professora Silvana Tórtora, organizadora da Semana, pelo fato de estarmos vivendo um momento de ruptura, tanto de paradigmas como de fronteiras geográficas, e de modos de pensar: “as ciências humanas enfrentam o desafio de problematizar essa temática, que vai além do noticiário do jornal. As teorias precisam ser revistas, pois a realidade desafia nosso pensamento”.

Metrópoles
O debate DiverCidade: Desigualdades, Diferenças e Alteridade na Metrópole lotou o auditório 333 na noite da quarta-feira, 8/5. A mesa foi composta pelos professores Arlete Rodrigues (Unicamp), Maura Bicudo Véras, do Departamento de Sociologia, Élvio Martins, do Departamento de Geografia, e pelo vereador Nabil Bonduki (PT).
A mesa discutiu o espaço urbano na nova divisão internacional do trabalho, levando em conta classes sociais. Segundo os palestrantes, a opressão aos indivíduos pelas cidades é evidente: “a cidade não é organizada para o ser, mas para o produzir”, afirmou a professora Arlete. Segundo o professor Élvio, “a cidade é construída por nós, mas não nos pertence”.
A solução viria com o combate à “mutilação do pensamento, a partir de uma educação que permita o conhecimento, e não apenas a catalogação de informações, levada a cabo pela mídia”, concluiu a professora Arlete.

Cultura e identidade
A mesa-redonda Manifestações Culturais e Identidades aconteceu na terça feira, 7/5, na sala P-65. O professor da Universidade Federal de Uberlândia (MG) José Carlos Gomes da Silva falou sobre a afirmação da identidade negra através do jazz, nos anos 30, e do rap, a partir do anos 80. Contou que o contato de um segmento da comunidade negra, no inicio do século, com a cultura negra do Estados Unidos, contribuiu para a formação de uma identidade crítica, como ocorre hoje com o rap.
Leila Blass do Departamento de Sociologia falou sobre os sambas-enredo em São Paulo. Explicou que a primeira “poesia do samba” surgiu em 1956, com a Nenê da Vila Matilde, escola conhecida por tratar de temas relacionados ao negro na sociedade. Leila mostrou trechos de sambas e imagens de desfiles.
A professora Márcia Regina da Costa do Departamento de Antropologia tratou sobre como as bandas de heavy metal, que tocam em algumas igrejas evangélicas, são elemento fundamental para o processo de evangelização. Por fim, a professora Maria Antonieta Antonacci do Departamento de História falou da importância da oralidade nas manifestações religiosas.


APROPUC apresenta balanço patrimonial

Abaixo reproduzimos o balanço patrimonial da Associação dos Professores da PUC-SP, encerrado em 31/12/2001.

A T I V O
Circulante
Disponível
Caixa e Bancos 159.353,41
Valores Mobiliários 569.539,58
Total Disponibilidades 728.892,99

Realizável a Curto Prazo
Outros Créditos 7.880,00
I. Renda Fonte 12.017,80
Total Realizável a Curto Prazo 19.897,80
Total do Circulante 748.790,79

Permanente
Móveis e Utensílios 4.667,36
Equipamentos de Comunicação 291,24
Equipamentos Eletrônicos 2.103,41
Diversos 3.617,63
Total do Permanente 10.679,64
Total do Ativo 759.470,43

P A S S I V O
Circulante
Encargos Trabalhistas 2.236,35
Outros 2.138,93
Total do Passivo Circulante 4.375,28
Patrimonio Social 755.095,15
Total do Passivo 759.470,43

Demonstração dos Resultados em 31 Dezembro de 2001
Receitas
Contribuição de Associados 325.811,47
Receitas Financeiras 106.845,83
Total de Receitas 432.657,30

Despesas
Tributárias (4.182,43)
Administrativas (425.800,62)
Financeiras (6.735,05)
Total das Despesas (436.718,10)
Déficit do Período (4.060,80)

A Diretoria


Pax americana e tragédias da humanidade

A mesa-redonda coordenada pelo professor Antonio Rago Filho analisou as ações desenvolvidas pelo imperialismo para consolidar a sua posição de hegemonia, e os principais movimentos de resistência a essa dominação.
André Martim (USP) traçou um quadro geopolítico das mudanças ocorridas após a Guerra Fria. Para o professor, a idéia de que os conflitos ocorridos após 1989 são prioritariamente culturais é falsa, e faz-nos perder de vista uma outra visão da História, em que é transmitida uma idéia de hegemonia norte-americana que não corresponde à realidade.
O professor João Quartim de Moraes (Unicamp), contestou a noção de terrorismo que hoje é amplamente divulgada pela mídia. Para Quartim, não é possível qualificar determinado ato de terrorista sem levar em consideração a sua motivação política.

“As ações desenvolvidas pelos palestinos são, antes de tudo, atos de resistência de um povo que está sob ocupação estrangeira. Da mesma maneira que os meios de comunicação qualificam como terrorismo os atos de grupos palestinos, os nazistas qualificam a Resistência durante a Segunda Guerra como terrorista”.
Quartim definiu o terrorismo de Estado como a pior forma de agressão: a ação passa a ser chamada de terrorista quando acontece em Nova York, e não em Cabul”.
Armando Boito Jr. (Unicamp) analisou o quadro configurado pela atual situação do modelo neoliberal: “As alianças que vemos hoje no Brasil não representam disputas entre individualidades ou siglas, mas são um claro sintoma de que vivemos uma conjuntura de desgaste do modelo neoliberal.
Boito destacou as diferentes formas com que o neoliberalismo foi implantado nos países centrais e nos periféricos, pois nos países do chamado primeiro mundo, a chamada flexibilização dos direitos e as privatizações aconteceram de uma forma branda, enquanto que nos países periféricos houve uma abertura ampla, submetendo os trabalhadores a condições inaceitáveis de vida.
Finalizando, o professor concluiu que o movimento que ocorre nas esferas de poder é a tentativa de se atrair os setores mais conservadores da oposição, isolando-se os setores mais conseqüentes.


Livros

Professora da PUC recebe Prêmio Jabuti
A professora do pós em Comunicação e Semiótica Lúcia Santaella recebeu o Prêmio Jabuti, na categoria Teoria Literária, com seu livro Matrizes da linguagem e pensamento. Todo ano, cerca de 800 livros são indicados para o Prêmio, que ganha maior reconhecimento a cada edição.
A publicação premiada é a vigésima primeira da professora, e divide a linguagem em 81 categorias: 27 de elementos sonoros, 27 de visuais e 27 de verbais. Porém, ela conta que, quando nos comunicamos, usamos sempre misturas das três, formando linguagens híbridas.
A premiação não surpreendeu tanto a autora. Para ela, não é nada mais do que o “reconhecimento de uma carreira em seu ponto de maturidade”. Lúcia leciona há 35 anos na PUC. Coordenou por 12 anos o pós em Comunicação e Semiótica, onde foi orientadora de 119 teses, depois de dar aulas nos cursos de Letras e Publicidade e ser uma das idealizadoras dos cursos de Jornalismo e Tecnologia e Mídias Digitais. Recentemente, desenvolveu o programa de um novo curso de pós-graduação, Tecnologias da Inteligência e Design Digital, que já foi aprovado pelo Cepe e deve passar pelo Consun ainda neste semestre.
A professora tem em vista mais quatro publicações para os próximos meses. Uma delas já está concluída, e outra está em fase de edição. Os dois outros títulos ainda estão sendo escritos.


Nota do Editor

É preciso defender o povo palestino contra a máquina de guerra do Estado de Israel
O Manifesto “A Palestina pertence aos palestinos – defesa da autodeterminação”, redigido pelo Comitê de Mobilização, contou com manifestações a favor e contra. Não poderia ser diferente: uma guerra concentra todos os grandes problemas econômicos, políticos, sociais e históricos. Publicamos ao lado uma resposta contrária ao Manifesto.
Não vamos contestar neste número do PUCViva. Mas é preciso desde já rechaçar dois aspectos do texto “A satanização de Israel” (o próprio título não faz sentido diante de tal guerra). Os dois aspectos são:
1) O absurdo da acusação de anti-semitismo. Querer tornar a nossa posição de defesa do povo palestino e do direito da autodeterminação de um povo oprimido em anti-semitismo é falsear para acobertar a opressão exercida pelo Estado de Israel sobre os palestinos;
2) O texto “A satanização de Israel” é uma defesa do esmagamento militar de um povo. Esmagamento que tem por finalidade não simplesmente acabar com os atentados terroristas, mas fundamentalmente manter o domínio e a opressão nacional, típicas do imperialismo. Não por acaso, o esteio econômico, político e militar do Estado de Israel são os Estados Unidos, que saqueiam e oprimem a maioria das nações.

Erson Martins de Oliveira.


Fala Comunidade

A satanização de Israel
O artigo “A Palestina pertence aos palestinos - defesa de sua autodeterminação” (PUCViva Nº 392) e a matéria com declarações do professor José Arbex Junior (PUCViva Nº393) incorrem, a meu ver, em omissões e distorções consideráveis.
O artigo não refere a imediata invasão do território israelense que se seguiu à declaração de 1948 pela qual a ONU criou os estados israelense e palestino. O lema dos seis exércitos árabes era “vamos jogar os judeus no mar”. Morreram mais de 6 mil judeus — 1% da população, na época. As precárias armas das milícias judaicas haviam sido fornecidas pelas Tchecoslováquia, país socialista, que apoiava Israel. Uma desproporção numérica considerável separava os adversários — cerca de 10 soldados árabes para cada israelense. A Inglaterra preferiu manter boas relações com os países produtores de petróleo. A sobrevivência de Israel deveu-se unicamente à motivação de seus defensores.
A “burguesia israelense” na época era constituida por camponeses das cooperativas agrícolas denominadas “kibutzim” (kibutz = “coletivo”). Não por acaso a Tchecoslováquia considerava Israel um país socialista. Burguesia muito estranha, em cujas aldeias inexiste a propriedade privada dos meios de produção. (Em 1963, o movimento kibutziano enviou membros para assessorar as Ligas Camponesas de Francisco Julião, precursoras do MST, até que o golpe de 1964 interrompeu o intercâmbio). “Kibutzim” e “moshavim” foram a espinha dorsal do Exército de Defesa de Israel na guerra de 1948 e continuam desempenhando um papel fundamental atualmente. Retratar Israel como nação colonialista é absurdo e contraria todas as evidências. A classe trabalhadora em Israel não é constituída por um proletariado nativo semi-escravizado, mas pelos próprios judeus e árabes israelenses. A recuperação de terras semi-desérticas pelos kibutzim foi feita com trabalho duro e mereceu a qualificação de “milagre”.
A expressão “magnatas judeus internacionais” é um triste resquício da terminologia antisemita e faz lembrar o conhecido mote sobre a “conspiração comunista judaica”, frequentemente utilizado pelas ditaduras de direita para desautorizar os movimentos de esquerda, atrelando-os à imagem estigmatizada do estrangeiro, do diferente.
Nem palestinos nem árabes israelenses são “humilhados, perseguidos, espancados e assassinados 24 horas por dia”, mas a frase de Arbex Jr. poderia aplicar-se sem qualquer ressalva ao tratamento dado à anteriormente numerosa comunidade judaica do Islam, obrigada a emigrar pelas perseguições. Diferentemente, os árabes israelenses gozam dos mesmos direitos políticos que os judeus israelenses, com a única ressalva de não poder servir o exército, facilmente compreensível nas circunstâncias vigentes. Há partidos políticos, prefeitos, deputados e senadores árabes, em Israel. Esse, aliás, é um dos principais motivos para que as ditaduras do Oriente Médio se sintam tão ameaçadas — afinal, os cidadãos de países como Síria, Iraque, Irã, Líbia e outros podem “contagiar-se” e exigir direitos políticos semelhantes.
A acusação de genocídio feita a Israel representa uma inversão completa dos fatos. Os atos terroristas visam matar o maior número possível de civis. Somente em 2002 mais de trezentos israelenses foram assassinados. Arafat declarou na Rádio Oficial Palestina, em 18/12/2001, que estava disposto “a sacrificar 70 mártires para matar um israelense”. O uso de civis como escudo em Jenin insere-se nesse cálculo e tem a finalidade de explorar a imagem de vítima.
Os fatos desmentem a afirmação de Arbex, segundo quem Sharon desejaria punir coletivamente o povo palestino. Essa frase, contudo, pode ser aplicada plenamente às atividades do Hamas, da Jihad, da Al-Aksa, do Tanzim e das Frentes. Efetivamente, os homicidas-suicidas se detonam em bares, entradas de creches, supermercados, pizzarias, cerimonias religiosas, ônibus, ruas movimentadas, etc. Isso está muito mais próximo de uma política de genocídio do que a busca de terroristas.
O argumento de que os atentados suicidas praticados por adolescentes refletem a justiça da causa palestina é verdadeiramente espantoso. Essa prática constitui um desrespeito flagrante aos direitos humanos e é lamentável que a ONU não se lembre de proteger esses jovens, cujo idealismo é maquiavelicamente usado para produzir manchetes numa mídia que, em sua grande maioria, alardeia tudo o que possa macular a imagem de Israel. As numerosas fotos de crianças desfilando com uniformes militares e armas (nem sempre de brinquedo) e os livros escolares que incitam à destruição de Israel ilustram o tipo de procedimento que prepara os futuros suicidas/homicidas. Enfim, um raciocínio simplista quer fazer crer que se os Estados Unidos apoiam Israel, conseqüentemente Israel é o “mal”. A mesma lógica serviria para retrucar que se o Estadão e o Globo apoiam Arafat, este não poderia representar o “bem”. A realidade no Oriente Médio, porém, é muito mais complexa do que sonha a vã filosofia do maniqueísmo. A geopolítica da Guerra Fria favoreceu alianças entre Israel e Estados Unidos, Islam e a então União Soviética, mas quem conclui, a partir desse dado, que o sionismo é de “direita” e o islamismo é de “esquerda” está cometendo um erro crasso. É difícil encontrar uma desigualdade social e uma opressão política tão brutal como a dos países árabes produtores de petróleo que financiam o terrorismo palestino. Tampouco há, entre as nações árabes (já nem sequer o Líbano), um único regime do qual se possa dizer que não constitua uma ditadura de direita, quer dinástica, militar ou teocrática. O regime de Arafat está a anos-luz de poder ser considerado “livre e democrático”. As execuções sumárias e linchamentos de palestinos acusados de colaboração com Israel são suficientemente eloqüentes. Pelo contrário, em Israel o debate político é constante e reflete o desejo de paz. Por isso Barak foi eleito, mas a resposta de Arafat não permitiu outra alternativa senão a busca de segurança que elegeu Sharon. Quando surgirem interlocutores realmente representativos do povo palestino, a imensa maioria do eleitorado israelense saberá como responder. Então teremos dois países efetivamente soberanos e democráticos convivendo lado a lado. Tudo leva a crer que a condição para tanto é uma profunda modificação no panorama político, não só da Palestina mas do mundo árabe em geral.

Franklin W. Goldgrub é professor da Faculdade de Psicologia.


Rola Na Rampa

Fórum permanente entre estudantes e Vracom
A negociação sobre a volta dos telefones dos CAs acabou abrindo um fórum permanente entre a Vice-Reitoria Comunitária e representantes dos centros acadêmicos. Na reunião da terça-feira, 7/5, a Vracom levou aos estudantes os quatro assuntos considerados emergenciais (barulho, drogas, “estranhos” e festas no câmpus), além do repasse de 1% sobre as mensalidades, recebido por alguns CAs, e os estabelecimentos comerciais em seus espaços. Os estudantes receberam o Programa de Atenção Comunitária, que inclui vários projetos para a melhoria da convivência no câmpus. Uma nova reunião acontece na terça-feira, 21/5.

Campeonato da AFAPUC chega ao fim
Os times Vagabundos e Humild's disputaram a final do Campeonato AFAPUC 2002 de Futsal, no sábado 11/5. A partida aconteceu depois do fechamento desta edição e, por esse motivo, não temos o resultado. No sábado (4/5) houve mais uma rodada da 1.ª Copa Integração de Futsal, promovida pelo Departamento de Educação Física e Esportes e pela Vracom. Em 14 jogos, houve 161 gols, média de 11,5 e por partida. Os 34 jogos realizados até agora somam um total de impressionantes 402 gols. Estão inscritos 420 alunos na Copa.

Começam os preparativos para a Festa Junina
A AFAPUC e representantes de centros acadêmicos se reuniram na semana passada para começar a organizar a Festa Junina de 2002. A intenção é realizar o evento no sábado, 15/6, das 12 às 24h, na quadra e na Prainha do câmpus Monte Alegre, com barracas de comida, bebida, brincadeiras e bandas de forró, samba-rock e maracatu. A próxima reunião acontece nesta segunda-feira, 13/5.

MST não aceita perseguição a José Rainha
O MST realizou um ato pela libertação do líder José Rainha na quarta-feira, 8/5, no município de Teodoro Sampaio, a 700 km da capital. Rainha foi preso em 25/4, quando uma arma foi encontrada no carro onde viajava de carona. Ele foi acusado de porte ilegal de arma. Na segunda-feira, 6/5, a Justiça negou o pedido de liberdade provisória feito pelos advogados do MST.

Jairzinho no Tuca nesta segunda
O cantor Jairzinho se apresenta no Tuca nesta segunda-feira, 13/5, às 18h30, com entrada franca. No mesmo horário, na quarta-feira, 8/5, o cantor Lenine lotou o teatro, com a presença de mais de 800 pessoas. Ele respondeu perguntas, contou histórias e apresentou músicas antigas e de seu novo disco. Os dois eventos foram organizados pela aluna de Jornalismo Marina Abramovicz.

Comissão Cultural da APROPUC
A APROPUC convida todos os interessados em participar da Comissão Cultural da associação para uma reunião na próxima terça-feira, 21/5, às 17h, na sala P-70 – 1.º andar do Prédio Velho. A comissão ficará encarregada da organização de eventos culturais envolvendo os professores da universidade.

Estudantes e professores agitam a Comfil
Uma grande assembléia reunirá, no dia 28/5, estudantes e professores do curso de Jornalismo. Eles discutirão sobre falta de conteúdo, atrasos e falta de disciplina nas duas partes. Além disso, uma assembléia de estudantes dos quatro cursos representados pelo CA Benvides Paixão - Jornalismo, Publicidade, Multimeios e Artes do Corpo - na quinta-feira, 9/5, deliberou um plesbicito para a saída do curso de Publicidade do CA.

Plantão AFAPUC
A AFAPUC divulgou o calendário de plantões da
diretoria na semana de 13 a 17/5:
Segunda-feira – das 12 às 13h, Terça-feira – das 14 às 15h Sexta-feira – das 13 às 14h


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