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Editorial
A direita golpista continua a mesma
A tentativa de golpe contra o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, deixa várias lições para os povos da América Latina.
Lição 1: As elites conservadoras (da Venezuela, do Brasil ou de qualquer outro país, tanto faz) defendem a democracia liberal-burguesa apenas no discurso, apenas nos limites de manutenção de seus privilégios; quando a democracia começa a ser estendida aos setores populares, essas elites conservadoras voltam a recorrer aos militares para golpear as instituições e as leis que elas juram defender.
Lição 2: O governo e as corporações multinacionais dos Estados Unidos continuam articulando e tramando contra os governos democráticos da América Latina (tal como atuaram nas décadas de 60 e 70), principalmente quando esses governos tentam se afirmar como independentes e na defesa da soberania de seus países.
Lição 3: A imprensa e os meios de comunicação, concentrados nas mãos das elites conservadoras, não apenas distorcem os fatos, como também ajudam na construção do golpe; as TVs particulares da Venezuela participaram ativamente da trama que tirou Hugo Chávez do governo por um período de 48 horas, ao mobilizarem para a manifestação dos “contras”, forçarem entrevistas com militares vacilantes, forjarem a notícia de que os franco-atiradores recebiam ordens do Palácio Miraflores, divulgarem a mentira da renúncia e outras manipulações sórdidas que criaram o universo golpista – pelo menos nos setores de classe média.
Lição 4: Não só a imprensa venezuelana é golpista como também a grande imprensa brasileira (TVs, emissoras de rádio, principais jornais e revistas semanais) é golpista, na medida em que nenhum veículo brasileiro protestou contra a violência praticada a um presidente legítima e legalmente eleito; o golpismo da imprensa brasileira, que existiu em 1964, na campanha das diretas, no Proconsult em 1982, na eleição do Collor, está latente contra a candidatura Lula e certamente vai estar atuando se o candidato do PT chegar a Presidência.
Lição 5: É um tremendo equívoco das forças de esquerda (do Brasil e de toda América Latina) imaginar que é possível fazer qualquer avanço transformador – do modelo econômico e do sistema político – dentro dos limites da democracia liberal-burguesa, sem uma forte organização popular; é equívoco imaginar que é possível conseguir o aval das elites latinoamericanas e do governo norte-americano para mudanças que favoreçam as populações marginalizadas e excluídas; é equívoco imaginar que a imprensa comercial-burguesa venha a apoiar projetos de aprofundamento da democracia e da defesa dos interesses populares.
Não aprender essas lições é ignorar que os golpistas estão vivos e atuantes.
Hamilton Octavio de Souza, Diretor da Apropuc.
Oriente Médio
Associações e CAs lançam manifesto
A APROPUC, a AFAPUC e representantes de centros acadêmicos – entidades que compõem o Comitê de Mobilização da PUC-SP – finalizaram na quarta-feira, 17/4, um mani-festo pela autodetermina- ção do povo palestino, pela retirada imediata das tropas do exército de Israel dos territórios árabes, contra a intervenção internacional e pelo fim do genocídio (leia o texto nesta edição).
Algumas cópias do manifesto vão circular dentro e fora da universidade até a próxima reunião do Comitê, na quarta-feira, 24/4, às 18h, na APROPUC – sala P-70, 1.º andar do Prédio Velho. O objetivo é colher o maior número possível de assinaturas de entidades, de dentro e fora da PUC. Depois da reunião – aberta a todos os interessados – serão impressas milhares de cópias do texto para ser distribuídas até a terça-feira, 30/4, nova data dos atos-debate sobre o assunto, também organizados pelo Comitê. O adiamento foi feito para que houvesse mais tempo para a divulgação do manifesto e das próprias atividades.
Atos fora da PUC
Vários atos em defesa das mesmas bandeiras erguidas na PUC estão sendo realizados a partir do agravamento da crise no Oriente Médio.
Um deles aconteceu no salão nobre da OAB, na Praça da Sé, na quinta-feira, 18/4. Estavam presentes, entre outros, Mussa Odeh, embaixador da Palestina no Brasil, o rabino Henry Sobel e o jornalista José Arbex Júnior, editor da revista Caros Amigos e professor da PUC, que voltou recentemente de uma visita à Palestina, integrando uma comitiva do Fórum Social Mundial.
Na sexta-feira, 19/4, o MST promoveu a Marcha pela Terra no Brasil e na Palestina, que foi da Igreja da Consolação até o vão livre do Masp, na Avenida Paulista, para depois seguir até o Consulado dos EUA, na rua Padre João Manuel.
Defesa da autodeterminação do povo palestino
A APROPUC defende a saída imediata e integral do exército israelense do território palestino. O Estado sionista, mais uma vez, usa de seu extraordinário poder bélico, patrocinado pelos EUA, para esmagar a luta dos palestinos por sua autodeterminação. A defesa da constituição de um Estado palestino, soberano e democrático, é parte da luta contra a opressão imperialista. A APROPUC se coloca plenamente pela autodeterminação dos povos oprimidos.
MST
Mobilização nacional critica modelo econômico
No dia 17/4, uma mobilização nacional de trabalhadores sem-terra aconteceu em 23 Estados brasileiros, reunindo aproximadamente 40 mil pessoas. Os trabalhadores rurais tinham como principal reivindicação a reforma agrária e uma crítica aberta ao excludente modelo econômico do governo FHC.
No ano passado essas manifestações também aconteceram no mês de abril e, depois delas, o governo acenou ao MST com a possibilidade de assentamento de 65 mil das 70 mil famílias acampadas em todo o País. Porém, essa promessa ficou muito longe de ser realizada, tornando-se realidade para apenas 18 mil famílias.
As mobilizações deste mês têm por objetivo protestar contra esta situação e também contra o tratamento que vem sendo dado ao MST pelos representantes do governo FHC.
Mobilização foi mundial
As manifestações do Dia Nacional da Luta Camponesa ocorreram em vários países do mundo, pois trata-se de uma data comemorada mundialmente a partir de 1996, quando aconteceu o massacre de Eldorado dos Carajás. Na Holanda, aconteceram várias ações sob o lema “A resistência é fértil”. Algo similar foi feito por camponeses em diferentes pontos da França e por jovens da Bélgica. Na Áustria, grupos de camponeses e consumidores se colocaram em frente ao Parlamento. Em Roma, o grupo de apoio ao MST também realizará atividades exigindo a Reforma Agrária no Brasil.
Madri foi a sede dos protestos liderados pela Plataforma Rural. Em Oviedo, serão realizados encontros camponeses até 20 de abril. Em Barcelona, será realizada uma marcha em frente as embaixadas dos países da América Latina.
Na Ásia também foram feitas mobilizações de massas. Na Índia, sob a responsabilidade da KRRS, na Malásia, a Pan Ásia Pacific preparou ações. No Paquistão, os movimentos de direitos populares realizaram mobilizações de camponeses sem terra de todo o país contra a repressão por parte dos militares.
Desde 15/4 está acontecendo em Quito, Equador, o Fórum Andino contra a Alca, organizado pela Coordenadora Latino-Americana de Organizações Camponesas (Cloc-Andina ).
A Palestina pertence aos palestinos – defesa de sua autodeterminação
Milhões têm se manifestado no mundo todo contra a ocupação militar do território palestino por Israel. Exige-se a retirada imediata dos tanques, fim das destruições materiais e do genocídio.
A ofensiva militar de Israel não é um acontecimento isolado. É parte da ocupação do Afeganistão pelos Estados Unidos, do plano de guerra contra o Iraque, do Plano Colômbia e mais recentemente do fracassado golpe militar na Venezuela. Por trás desses acontecimentos estão a extraordinária crise mundial do capitalismo, e a investida do imperialismo contra os povos oprimidos, tendo à frente os EUA.
É importante entender a guerra do governo de Ariel Sharon no encadeamento de grandes acontecimentos históricos. Confirma-se, mais uma vez, que a imposição à força do Estado de Israel na Palestina constituiu um instrumento de opressão nacional. E que sua criação foi obra do intervencionismo imperialista, impulsionado nas duas guerras mundiais, tendo à frente a Inglaterra. Depois da divisão arbitrária da Palestina em 1947 pela ONU, sob o comando das potências, e instituição do Estado de Israel em 1948, os Estados Unidos, que emergiram, definitivamente, da 2.ª Guerra como poder mundial hegemônico, passaram a ser o esteio econômico e militar do sionismo (nacionalismo judaico racista, que se expressa em posição fascista contra os palestinos; não se deve confundir com semitismo, o anti-semitismo contra os judeus é nazista).
A fundação de um Estado judeu impingido de fora para dentro na Palestina só poderia se dar sob brutal opressão nacional aos seus habitantes sem recursos para a resistência armada. O sionismo é parte do colonialismo imperialista no Oriente Médio. Como tal, qualquer tentativa de resistência dos palestinos e dos árabes à implantação de um enclave armado com uma poderosa máquina de guerra sofreria banho de sangue.
A promessa de 1947 de que, com a divisão do território, se resolveria o choque sangrento, criando-se de um lado o Estado de Israel e de outro o Estado Palestino, mostrou ser apenas um álibi das potências e dos magnatas judeus internacionais. O Estado de Israel foi erigido com as alavancas dos banqueiros e da indústria bélica, enquanto que aos palestinos só restava arcar com o colonialismo ou lutar pela expulsão dos colonizadores.
Logo se verificou a impossibilidade de os palestinos terem sua nação moldada e edificada pelas forças externas do imperialismo. Justamente o contrário ocorreria. O Estado israelense era e é a negação de um Estado palestino, soberano, livre e democrático.
As duas guerras israelense-árabes que se seguiram a 1948 mostraram que a burguesia israelense teve de expandir seu território com total apoio dos Estados Unidos. Particularmente, a guerra de junho de 1967 (Guerra dos Seis Dias) permitiu que Israel ocupasse o Sinai, as Colinas de Golan, a Faixa de Gaza, a Cisjordânia e a parte oriental de Jerusalém. Devolveu apenas o Sinai ao Egito, sob a condição de reconhecimento do Estado israelense. Com abertura de novas colônias, em terra palestina, o governo indicou a necessidade do expansionismo.
Evidentemente, a tentativa de acordos patrocinados pelos Estados Unidos fracassaria, pois aos palestinos estava reservada uma caricatura de Estado, que se manteria sob o controle das armas de Israel. Aos sionistas, mesmo com a condição de um Estado palestino desarmado, não interessa restringir suas fronteiras ao território originalmente arrancado dos palestinos.
A situação permanente de opressão sobre as massas palestinas, o colonialismo sionista-imperialista e a impossibilidade dos palestinos exercerem sua autodeterminação criaram uma situação de guerra permanente. Os levantes (Intifada) populares, tendo à frente a juventude palestina, e a resistência dos grupos armados nacionalistas muçulmanos, que praticam atentados terroristas, protagonizados por militantes que imolam suas vidas, levaram Israel a defender seus interesses colonialistas com o genocídio.
Os palestinos vêm dia a dia se confrontando com o terror de Estado dos sionistas. Neste momento, são alvo de tanques de guerra, que derrubam suas casas, bombardeiam hospitais, caçam um a um dos integrantes da resistência palestina e provocam uma chacina. Mais uma vez, o imperialismo norte-americano e inglês tomam a frente com a bandeira de paz. Uma paz que significa derrota histórica dos esmagados pelos tanques.
Os trabalhadores e a juventude estudantil do mundo todo estão chamados a ter uma posição crítica e de combate ao colonialismo imperialista. Os trabalhadores israelenses estão chamados a combater juntamente com os explorados palestinos a invasão militar israelense e o genocídio. Dizemos que a nação palestina, com seu Estado democrático, independente e soberano, emergirá da derrota do imperialismo e do colonialismo sionista. Trata-se de conquistar o direito à autodeterminação de um povo oprimido.
Entendemos que essa tarefa histórica dos palestinos não virá do patrocínio dos Estados Unidos, ou de quaisquer outras potências, responsáveis pela criação artificial do Estado de Israel. Mas virá da união dos povos oprimidos do Oriente Médio contra a opressão colonialista, tendo à frente da resistência antiimperialista a classe operária e os camponeses pobres.
Nós nos manifestamos a favor desse curso da história contra os genocidas dos povos oprimidos e contra todos exploradores que fazem das armas o principal guardião do capital contra o trabalho, das potências opressoras contra as nações oprimidas. Defendemos a retirada imediata e sem condições do exército israelense do território palestino; apuração do esmagamento genocida autorizado pelo governo Sharon; nenhuma intervenção externa do imperialismo e autodeterminação do povo palestino.
Comitê de Mobilização da PUC-SP
Apropuc, Afapuc, Centros Acadêmicos
de Ciências Sociais, Jornalismo, Pedagogia
Fala Comunidade
Semana da Economia
Em debate, a responsabilidade social do economista
De 8 a 12/4, realizou-se a 1.a Semana da Economia na FEA-PUC, reunindo expressivos nomes do pensamento brasileiro contemporâneo. Os pontos de partida da Semana foram o questionamento do processo de formação do economista e a preocupação com os rumos atuais da ciência econômica: o debate restringido e a hegemonia do pensamento neoliberal e das correntes dele derivadas. Em suma, o domínio do que se convencionou chamar de pensamento único.
Acompanhando um movimento que, crescentemente, toma espaço nos cursos de Economia dos grandes centros mundiais – de que é exemplo o manifesto pós-autista da École Normale Supérieure, de Paris – um grupo de alunos, ligados ao CA Leão XIII, junto com as professoras Rosa Maria Berriel e Maria Aparecida Rago, do Departamento de Economia, organizou o evento de modo a privilegiar as grandes questões econômico-sociais e políticas, nem sempre contempladas nas salas de aulas.
Desde o início, era projeto da Semana estimular o debate pluralista e multidisciplinar; implementar a crítica da “ciência econômica afastada dos homens e de suas necessidades reais”, da economia a quem falta “a carne vi-va do social e do histórico” e, sobretudo, colocar em pauta a pergunta: qual deve ser a responsabilidade social do economista?
O fórum de debates deveria servir, também, para recolocar em discussão o papel da Universidade que, para além de simplesmente formar mão-de-obra para o mercado, deve se voltar à discussão, ao exercício do pensamento crítico, à produção do conhecimento científico e à formação de sujeitos intelectuais, socialmente comprometidos com a transformação generosa da realidade.
Preocupações relevantes nesta quadra histórica, em que o sistema contemporâneo, marcado pela mundialização financeirizada e pelo caráter predatório e parasitário assumido pelo capital, no caso específico do Brasil se traduz na convivência entre setores capitalistas avançados e uma população de mais de 32 milhões de pessoas vivendo abaixo da linha de miséria.
O sucesso de público que acompanhou a Semana, lotando o auditório do Tuca nas duas sessões diárias destes quatro dias, sinalizou o acerto das temáticas escolhidas, capazes de sensibilizar e atrair não só os alunos da Economia como também os de outras faculdades.
Comissão Organizadora da 1.a Semana da Economia.
Evento
Professores e funcionários lançam nova antologia
A Editora Olho d'Àgua lança, em 1.º/5, na Bienal Internacional do Livro, às 15h, a antologia de contos, crônicas e poesias Caleidoscópio 2002.
A publicação reúne textos de vários professores e funcionários da PUC-SP. São eles Alípio Casali, Débora Alves Maciel, Eduardo Viveiros, Elisa Ulhoa Cintra, Fernando Segolin, Flavio Di Giorgi, Franklin Goldgrub, Iêda Pacheco Russo, John O'kuinghttons Rodríguez, Luiza Fátima Baierl, Maria Beatriz Abramides, Marilia Pardini, Marly Cavalcanti, Miguel Perosa, Paola Patassini, Tuto de Paula Souza e Valdir Mengardo. A compilação é organizada pelo professor Jorge Claudio Ribeiro.
O livro reúne textos de autores novos, em sua maioria, e busca apresentar aos leitores a produção literária de professores universitários, alunos e profissionais de diversas áreas que ainda não tiveram uma chance no circuito comercial das livrarias. Caleidoscópio 2002 é a segunda antologia publicada pela Olho d'Água. A primeira foi editada em 2000, reunindo textos de professores e alunos.
A Bienal do Livro acontece este ano no Centro de Exposições Imigrantes, ao lado da Rodovia dos Imigrantes, e o estande da Olho d'Água localiza-se na rua Q, número 309. No dia 25/5, às 18h, acontece um lançamento informal do livro, na própria editora: Rua Homem de Melo, 1.036 - próximo à PUC.
Sobretaxa
Estacionamento quer cobrar “hora extra” de mensalistas
Apesar das negativas dos encarregados pelo estacionamento da Estapar, no câmpus Monte Alegre, alguns funcionários ouvidos pelo PUCviva confirmaram que foram procurados pela direção do estacionamento para ser informados de que seria cobrada uma sobretaxa para cada hora que excedesse seu horário de trabalho.
Segundo esses funcionários, a justificativa apresentada pelo estacionamento é a de que procurava-se coibir o “aluguel” de vagas do estacionamento para outros proprietários de veículos, que não trabalham na universidade.
Para a AFAPUC, porém, tal prática é abusiva, pois além de não estar contemplada no contrato entre a Estapar e a universidade, não leva em conta que boa parte dos funcionários estudam na PUC além de seus horários de trabalho.
Apesar de procurada pela nossa reportagem, até o fechamento desta edição, não conseguimos ouvir a vice-reitora administrativa. Procurada pela AFAPUC, a professora Cristina Helena Pinto de Melo prometeu solução para o caso, que vem se arrastando há algumas semanas.
Rola Na Rampa
Reitoria atrasa cláusulas sociais
As negociações salariais foram concluídas em março, porém a Reitoria não havia enviado às associações até a última sexta-feira, 19/4, o texto final para aprovação das cláusulas sociais. Apesar dos insistentes pedidos da AFAPUC, a divulgação do texto vem sofrendo constantes adiamentos. Vale lembrar que as negociações envolvendo as cláusulas sociais e os índices de reajuste tiveram início em outubro de 2001.
Mais gols no Campeonato da AFAPUC
A terceira rodada do Campeonato AFAPUC 2002 aconteceu no sábado, 13/4. Em três jogos, houve 41 gols: o Sagaz ganhou do Unidos do Joca por 9x4, o Vagabundos goleou o time do Tuca por 13x2 e o time da Derdic bateu o do Xerox do Cae por 11x2. O Branca Pura perdeu do Humild's por W.O.. Os 11 jogos realizados até agora somam um total de 136 gols – cerca de 12 por partida.
Novo espetáculo no Tuca em maio
O espetáculo O Falcão e o Imperador, com Letícia Spiller e Jac Fagundes, estréia em maio no Tuca. As duas atrizes também são responsáveis, juntamente com Daniela Visco – executora da trilha sonora – pela direção, pesquisa musical e adaptação do texto, baseado em um poema do escritor grego Nikos Kazantzákis.
Ambulantes se reúnem com administrador
Os vendedores ambulantes do câmpus Monte Alegre reuniram-se na última semana com o administrador regional da Lapa, Adauto Durigan. O administrador adiantou que, a partir de maio, irá aplicar com rigor o decreto-lei da prefeita Marta Suplicy, regulamentando a atuação dos ambulantes na cidade. Os ambulantes que não tiverem cadastro serão impedidos de trabalhar, e mesmo aqueles poucos que já estão cadastrados terão que se submeter a um mapeamento dos pontos de venda da cidade. Assim, as calçadas da PUC poderão ser ocupadas por outros ambulantes, diferentes daqueles que lá estão hoje.
CAs podem ter telefones de volta
Representantes de centros acadêmicos se reuniram com a Vice-Reitoria Comunitária (Vracom) na terça-feira, 16/4, para discutir a volta do direito de efetuar ligações externas a partir dos telefones dos CAs. A proposta dos estudantes foi de que o direito fosse restabelecido até o final do mês, com o comprometimento de um uso mais racional e a instalação de um dispositivo que limite as ligações feitas para celulares. A Vracom se comprometeu a analisar a proposta junto a outros setores da Reitoria, e levar uma resposta à próxima reunião, que acontece nesta terça-feira, 23/4.
Prédio Velho evacuado em três minutos e meio
A primeira simulação do Plano de Abandono da PUC aconteceu na sexta-feira, 12/4, às 15h, no Prédio Velho. Segundo o relatório do Sesmt, que avaliou a simulação, havia cerca de 800 pessoas no prédio quando soou o primeiro alarme, tendo a sala da DRH como foco de risco imaginário. A brigada de incêndio se reuniu na quadra dois minutos após a convocação. O terceiro alarme indicava a necessidade de evacuação do prédio, o que aconteceu em três minutos e meio. As pessoas se concentraram na quadra e em frente ao Tuca. Uma nova simulação deve ser realizada dentro de três meses, desta vez no Prédio Novo, sem aviso prévio. Os prédios da Comfil ainda não estão nos planos dos organizadores das simulações.
DRH com expediente ininterrupto
A partir da segunda- feira, 15/4, o horário de atendimento da Divisão de Recursos Humanos (DRH) passou a ser ininterrupto, de segunda a sexta-feira, das 9 às 18h. Antes, o setor fechava para o almoço, das 12 às 13h30. Além disso, foram criados endereços de e-mail para contato. São eles: cadastro administrativo – rh_cadadm, folha de pagamento – rh_folha pagto, recrutamento e seleção – rh_curriculos, treinamento – rh_treinamento, departamento de benefícios – rh_beneficios, cadastro acadêmico – rh_acadêmico e cargos e salários – rh_sacs, todos terminados em @pucsp.br. O setor também lembra que os vales devem ser requisitados até o dia 14 de cada mês.
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