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Editorial
O que significa a invasão militar do Afeganistão?
Logo que o governo norte-americano anunciou a guerra contra o Afeganistão, os comentários mais freqüentes dos especialistas em estratégia militar eram de que seria muito difícil uma rápida vitória e uma invasão sem muitas mortes de soldados norte-americanos. A derrota da Rússia, depois de 10 anos de guerra, (79/89) era o parâmetro.
Agora, outros analistas tomam lugar nos meios de comunicação para mostrar o alívio diante da fácil destruição das linhas de defesa da milícia taleban e a preservação da vida dos marines. Mas verificamos: 1) A derrota da Rússia foi possível porque os EUA armaram a resistência e dispenderam bilhões em apoio à guerrilha. 2) O Paquistão serviu inteiramente à resistência, da qual participaram os talebans.
Ao contrário disso, na sua guerra, os EUA sufocaram qualquer possibilidade de apoio ostensivo, isolaram geográfica, política e militarmente a milícia primitiva. Talvez, na história das guerras, não se encontre outro exemplo de confinamento de um povo. Há ainda o fato de os EUA serem a maior potência militar, que monopoliza o arsenal mais sofisticado. E pôde praticar o genocídio do alto do céu com apoio da maioria dos governos, ONU, Igrejas etc., amparado que estava na cruzada antiterrorista.
A Aliança do Norte serviu-lhes de instrumento, de forma que não precisaram lutar em terra como invasor estrangeiro.
A chacina que a Aliança e os EUA acabam de praticar contra milicianos estrangeiros (600 mortos), por serem considerados membros da Al Qaeda, já rendidos e confinados em um forte, indica bem o que o imperialismo chama de defesa dos direitos humanos. Ora usam tal hipocrisia para intervir em conflitos internos de outro país (Iugoslávia) com a justificativa de justiceiros contra a “limpeza étnica”, ora praticam o genocídio como defesa da humanidade. Mas a verdadeira razão está nos interesses econômicos e no domínio imperialista.
A invasão ao Afeganistão e a vitória contra a milícia do Taleban significa fortalecimento da estratégia imperialista de domínio das nações oprimidas. Não é por acaso que Bush acaba de dar um novo ultimato ao Iraque, ameaçando-o com o exemplo do Afeganistão. O Pentágono está encorajado a lançar ataques a outros países.
Os trabalhadores do mundo inteiro estão chamados a se unir contra a guerra imperialista e organizar um movimento próprio contra a prepotência militar das potências.
Erson Martins, Diretor da Apropuc.
Campanha Salarial
Reitoria adia negociação
A Reitoria adiou a negociação salarial que deveria acontecer na sexta-feira, 30/11. O motivo alegado foi o pouco tempo para estudar as propostas aprovadas pela APROPUC em assembléia na quarta-feira, 28/11. A AFAPUC, porém, já havia encaminhado suas propostas no início da semana. Segundo as vice-reitoras, nova rodada deverá ocorrer no início desta semana.
Os professores, como os funcionários, estão reivindicando que a recomposição salarial em março de 2002 seja feita pelo índice ICV- Dieese e mais 5% de produtividade. Além disso, reivindica-se uma antecipação salarial para janeiro de 2002.
Os professores aprovaram quatro novas cláusulas sociais (veja quadro nesta página) que incluem a extinção da hora-aula, a gratuidade no estacionamento, tíquete refeição e bolsa no Colégio São Domingos. Novas assembléias deverão ocorrer ainda nesta semana.
Fim da hora-aula
Uma das cláusulas fundamentais para o professor é o fim da hora-aula em 2002. As negociações entre APROPUC e Reitoria estão adiantadas e espera-se que ainda em dezembro seja fechado um acordo mínimo, por escrito, que servirá como orientação para as chefias departamentais elaborarem os novos contratos de trabalho para 2002.
Já ficou acordada a transição das situações em que o professor lecione mais de quatro horas: nesses casos, o professor migrará para o regime de tempo, de acordo com as normas da deliberação 65/78. Ainda restam ser definidos os casos de professores com menos de quatro horas-aula, que não atingiriam ainda o TP-10, e alguns poucos casos isolados de professores cuja quantidade de aulas situa-se em patamares intermediários da deliberação 65/78. A idéia é que, até o final de dezembro, duas ou três reuniões dêem conta da maioria dos casos.
Outra negociação que está adiantada é a que diz respeito às licenças de professores. Nos próximos encontros entre Reitoria e APROPUC, um texto final deverá ser discutido para normatizar as diversas situações enfrentadas pelos docentes.
As reivindicações dos professores
Cláusulas econômicas
a) Antecipação salarial em janeiro/2002;
b) Recomposição em março/2002 pelo ICV-Dieese, mais 5% de produtividade;
Cláusulas sociais
a) Extinção da hora-aula em 2002;
b) Gratuidade no estacionamento para todos os professores;
c) 50% no tíquete, independentemente do restaurante utilizado;
d) Subsídio de 25% sobre as mensalidades do Colégio São Domingos.
Atraso nas negociações
A Associação dos Funcionários da PUC-SP vem tentando, sem sucesso, manter diálogo a respeito das negociações salariais junto à Reitoria. Por vezes, a Reitoria vem dificultando as negociações por não entender a pauta de reivindicações proposta.
Desta vez, a justificativa se fez sob o argumento de que não havia tempo hábil para estudar a pauta enviada pelos funcionários da universidade e de que a APROPUC encaminhou as reivindicações tardiamente, o que faz parecer que as associações encontram-se em cam- pos opostos, o que não é verdade.
É lamentável que mais uma vez as negociações sejam tomadas com tal descaso, inviabilizando os rumos da Campanha Salarial. A Diretoria da Associação alerta que é preciso um limite para tal situação.
A Diretoria da AFAPUC
Consun
Mérito acadêmico é o que define existência de cursos
O déficit orçamentário da PUC, de cerca de R$ 7,2 milhões anuais, foi mais uma vez lembrado ao serem debatidas as reformulações curriculares dos cursos de graduação de Relações Internacionais (RI) e de História, na sessão do Consun realizada na quarta-feira, 28/11. A discussão veio à baila porque o curso de História é um dos cursos deficitários da universidade. Nem por isso é menos importante que o de RI, por exemplo. Foi ressaltado o papel do investimento acadêmico da universidade, razão pela qual cursos que estão entre os melhores do país têm existência garantida na instituição.
A situação financeira da PUC é um assunto que provoca tensão na comunidade – para pagar o 13.º dos funcionários e professores, foi preciso um empréstimo bancário. Tal situação deverá ser debatida nas próximas sessões do Consun, em 2002, quando o novo plano de gestão do mandato da atual Reitoria, iniciado em novembro de 2000, for colocado em pauta. O plano de gestão foi apresentado à universidade em 29/8.
Regimento interno
No próximo dia 12/12, às 14h30, em sessão extraordinária do Consun, continua a discussão do regimento sobre Regime Didático e do Corpo Docente. A conclusão do novo texto do Regimento Geral da Universidade não acontece porque não tem havido espaço nas reuniões ordinárias do conselho.
Questões muito importantes para a carreira dos professores da PUC continuam pendentes e necessitam de definição regimental. E existem implicações financeiras significativas decorrentes da aplicação do regimento sobre a carreira docente. Outro assunto quente é a definição ou não de um quadro de vagas fixo para incorporar as promoções, tanto para titular como para associado.
Dissertação de mestrado
O Nordeste na música de Luiz Gonzaga
Dentre todas as manifestações culturais, a música pode funcionar como nenhuma outra quando se procura retratar o cotidiano e denunciar as angústias de um povo. Nesse sentido, a música de Luiz Gonzaga ilustrou com fidelidade a situação do povo nordestino, desde o início de sua carreira, na década de 40, até próximo de sua morte, em 1989.
É do aspecto social do trabalho desse artista que o secretário acadêmico do Departamento de Teologia e Ciências da Religião, José Farias dos Santos, trata em sua dissertação de mestrado, defendida no dia 22/11.
A idéia para a dissertação surgiu a partir da monografia final de Farias para o curso de Ciências Sociais, que concluiu em 1997, na própria PUC. Ele ingressou no mestrado, também em Ciências Sociais, em 1998.
Segundo Farias, seu texto poderia ser dividido em dois recortes: o primeiro consiste em alguns apontamentos sobre a formação da música brasileira, desde o período pré-colonial até a década de 30, quando havia uma intensa busca por uma identidade nacional, estimulada pelo governo autoritário de Getúlio Vargas.
“Um dos caracteres básicos da nacionalidade é valorizar o que diferencia seu país de outras nações”, diz Farias. Assim, houve uma grande valorização da música popular, o que caracterizava uma situação favorável para o aparecimento de Luiz Gonzaga no cenário musical, em 1946.
“A partir daí, a música desse artista foi a principal referência para o Sudeste conhecer a vida no Nordeste”, conta. Segundo ele, o sucesso absoluto do músico durou até 1955, quando, com o governo JK, a mudança da linha política – aberta aos interesses internacionais – trouxe novos fatores culturais que desencadearam uma segunda fase na carreira de Luiz Gonzaga, que Farias chama de “ostracismo urbano”.
Nesse período, o sucesso do cantor e compositor se concentrou entre a população rural, já que, no cenário urbano, o rock'n'roll e a bossa nova fizeram a música popular ser vista como sinônimo de atraso.
A terceira fase da carreira de Luiz Gonzaga, ainda segundo Farias, começa em 1967, quando o artista volta a ficar em evidência, amparado pelo surgimento do tropicalistas, que apontavam o seu baião como referência e influência.
Viagem a Pernambuco
Como parte da pesquisa para a dissertação, Farias visitou as cidades de Recife e Caruaru, em janeiro deste ano. Ele conheceu alguns museus na capital pernambucana, mas foi em Caruaru que se deu a parte mais importante da viagem, com as visitas ao Alto do Moura e ao Museu Luiz Gonzaga.
No Alto do Moura, cada morador produz esculturas e as expõe em frente a suas casas. Além de figuras características da região, “a única personagem nominal esculpida, além de Lampião e Maria Bonita, era Luiz Gonzaga”, diz Farias, o que prova que o artista é, até hoje, muito valorizado como autêntico representante daquelas terras.
A banca foi composta pelo professor Miguel Chaia (orientador), além dos professores Marcos Ferreira Santos (USP), e Josildeth Gomes Consorte, do pós em Ciências Sociais. O trabalho de Farias recebeu nota 10, e ele pretende lançá-lo como livro no segundo semestre de 2002.
Fala Comunidade
Dia, Semana, Mês, Ano da Consciência Negra: o macaco está certo!
Lourenço Cardoso
Amiga preta! Amiga branca!
Amigo preto! Amigo branco!
Felicitações!
Não quero mais tumulto.
Espero com paciência minha coleira.
Bobeira, polemizar...
A máxima é reformar!
Entrei no Olimpo furioso.
como dizem os rappers:
“Cachorro louco!”
INSTITUCIONALIZEI.
Passei pela criança de olhos vazados
Não liguei!
Encontrei jesus me curei.
Agora como todos:
digo: amém.
Se há racistas?
Não sei.
Aprendi.
Apreendi...
me curvei....
andei... andei...
fui longe
voltei.
Tinha nojo d'outros.
Tenho nojo de mim.
Quem for racista apresente-se!
Saia de cima do muro,
pois pode cair e
você se ferir.
Quem for racista apresente-se!
Não seja tímido!
Vamos resolver o litígio...
no futebol.
Eu levarei o Pelé e o Ronaldinho.
E vocês o canhão.
Racista!
Irmão!
Apresente-se!
É lícita
a livre expressão.
Quando procurei orientação.
Conjunta/Ação.
Encontrei... “Vencidos”.
“Vendidos”
Disseram: - extermínio é antigo,
“não”/ preto, LAS CASAS.
“- Morrer é bom!”
Por isto te matam.
“- Viver também é bom!”
Por isto te estupram!
A preta, o preto!
Ou devo dizer com respeito
NEGRA. NEGRO.
São...
Estão...
fragmentados
e pretendem se curar.
A “curra”
a cura
é branca
O embranquecimento é preto!
Inteligência branca se esquece...
EMBRANQUECER
não deixa de ser...
ESCURECER.
A negra, o negro,
“De Nível”.
Não tomam parte.
São covardes!
Mantêm bens...
que não têm.
Evitam conflitos,
lutam em equívocos.
Abandonam o deus invisível.
Submete-se ao amigo
Não pretendem decepcionar.
A amiga o amigo, bonito, que quando o apóia diz: O MACACO ESTÁ CERTO!
FGTS
Professores podem preencher formulário na APROPUC
Os professores que desejarem se cadastrar para receber o extrato do Fundo de Garantia, referente aos expurgos que serão devolvidos à sua conta vinculada, poderão preencher o formulário na sede da APROPUC, na sala P-70 do câmpus Monte Alegre.
Existem duas modalidades de preenchimento: o professor poderá simplesmente se cadastrar para receber os valores devidos, ou assinar o formulário e aderir ao acordo. A adesão do trabalhador significa que ele não poderá mais reclamar caso os valores (que serão divulgados até abril de 2002), estejam errados. Por isso, embora a decisão seja individual, recomenda-se que ele simplesmente se cadastre, sem assinar o formulário, para que, mais tarde, possa reclamar em caso de erro.
O preenchimento dos formulários na APROPUC foi possível graças a um acordo com o Sinpro, que enviará os formulários à Caixa Econômica Federal, assim que eles forem preenchidos.
O acordo firmado entre governo e algumas centrais sindicais e patronais (a CUT e a CNI retiraram-se no final do processo), prevê a devolução escalonada das perdas ocorridas no Plano Verão (dezembro/88) e no Plano Collor II (abril/90).
CLT
FHC tenta liquidar com direitos trabalhistas
Mais uma vez, o governo FHC não conseguiu aprovar na Câmara o projeto que “flexibiliza” a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Apesar das poucas chances de aprovação da matéria em plenário, pois, às vésperas de um período eleitoral, vários deputados da base governista preferem não se comprometer, FHC insiste em colocar a emenda em votação. Até uma suspeita de fraude no painel eletrônico, na quarta-feira, 27/11, animou os trabalhos de mais uma tumultuada sessão de votação. Mas, esta semana, a câmara volta a discutir o projeto, que está tramitando em regime de urgência urgentíssima.
A insistência de FHC, embora pareça obtusa tem sua lógica: a flexibilização da CLT é uma das prerrogativas do FMI para que o Brasil se enquadre dentro de suas metas para os próximos anos. Trata-se de uma medida que já vem sendo ensaiada desde o primeiro mandato de FHC, com o apoio de parte do empresariado.
A medida provisória encaminhada pelo ministro Francisco Dornelles, se aprovada, permitirá que acordos que violentem a CLT sejam celebrados entre patrões e empregados, desde que não contrariem a Constituição. Direitos previstos na Constituição como férias, 13.º salário, adicional noturno, hora extra, entre outros, poderão ser negociados. O trabalhador não perderá ao direito ao 13.º, mas poderá vê-lo dividido em mais vezes. O trabalhador terá férias, mas ninguém garante que elas serão de 30 dias.
Luiz Antonio Barbagli, presidente do Sindicato dos Professores de São Paulo (Sinpro), analisando os efeitos da medida para o conjunto dos professores, destaca que “para esses profissionais, a proposta de mudança da CLT é duplamente ameaçadora: não só porque flexibiliza as garantias da própria lei, retirando dela aquilo que é a sua principal função, isto é, permitir um patamar básico de normas protetoras do trabalhador, mas também porque pode abrir caminho para a existência de direitos diferenciados entre as próprias escolas, o que significaria – para uma categoria que desenvolve atividades em mais de um estabelecimento – uma tal fragmentação de possibilidades que nos colocaríamos na condição de reféns dos empregadores”.
A “flexibilização” da CLT, juntamente com a nova lei de greve para os setores públicos, mostram a intenção de FHC de colocar os trabalhadores dentro da camisa-de-força neoliberal. Embora o presidente sociólogo insista em criticar (no exterior) os modelos neoliberais aqui dentro reza por outra cartilha. Coisas de um pesquisador que não deu certo como professor, e virou presidente. E um dos piores que o País já teve.
Rola Na Rampa
PUC faz empréstimo para pagar 13.º salário
Segundo informação do reitor, professor Antônio Carlos Ronca, o 13.º salário será pago graças a um empréstimo bancário. Isso possibilitou o depósito da primeira parcela para profesores e funcionários, dia 30/11.
Funcionários renovam Cipa
A Cipa elegeu na semana passada seus novos representantes para os quatro câmpus da PUC. Na Monte Alegre, foram eleitos Maurício Ilídio da Silva Santos, Valéria Maia e Jairo Antonio de Souza Cravo como titulares, e Fábio Gomes de Paiva, Leonor Pereira e Valdevino de Jesus Wolf como suplentes. Na Marquês, Roberto Aparecido de Freitas foi eleito como titular, tendo Alice Caris como suplente. Os nomes dos representantes da Derdic e de Sorocaba serão divulgados na próxima semana.
Contraponto continua a todo vapor
A última edição do ano do Contraponto, jornal-laboratório do curso de Jornalismo, foi publicada na semana passada. Para a próxima edição, de fevereiro de 2002, alunos e professores do departamento planejam uma ampla cobertura do Fórum Social Mundial, que será realizado em janeiro e fevereiro do próximo ano, em Porto Alegre. O Contraponto é publicado mensalmente, e distribuído em universidades e órgãos de comunicação de todo o País.
Trabalhos de Iniciação Científica recebem prêmios
A cerimônia de premiação dos melhores trabalhos do 10.º Encontro de Iniciação Científica será realizada segunda-feira, 10/12, às 19h, no Tucarena. Ao contrário do que ocorria nos anos anteriores, quando eram premiados apenas os três melhores trabalhos de toda a universidade, neste ano serão premiados os melhores trabalhos de cada uma das 16 áreas de pesquisa. Para desenvolver um trabalho de iniciação científica, o aluno interessado deve definir a área de pesquisa e procurar um professor para orientá-lo.
Sérgio Dias se apresenta no Tuca
O ex-guitarrista dos Mutantes, Sérgio Dias, apresenta o show de lançamento de seu CD Estação da Luz, sexta-feira e sába-do, 7 e 8/12, às 21h, no Tuca. O ingresso custa R$ 15. Alunos, professores e funcionários da PUC têm 50% de desconto.
Vestibular mantém procura
Os números divulgados revelam um pequeno aumento na procura dos cursos oferecidos pela PUC. Este ano, foram 28.626 inscritos, contra 27.184 do vestibular anterior. Por outro lado, rebatendo as críticas de alguns funcioná- rios, que reprovaram o sistema de escolha dos fiscais e coordenadores para a aplicação das provas, a Coordenadoria de Vestibulares esclareceu ao PUCviva que os critérios para a escolha são discutidos com a comunidade e submetidos à aprovação dos Conselhos. Os coordenadores de câmpus são escolhidos pela direção do Vestibular e os fiscais são selecionados na razão de 45% de membros da comunidade puquiana, 45% de pessoal da escola que sediará a prova, e 10% da confiança pessoal do coordenador.
PUC sedia seminário sobre deficiência
O Seminário Municipal sobre Políticas Públicas Integradas de Atenção à Pessoa com Deficiência, realizado pela Prefeitura de São Paulo, acontece nos dias 3, 4 e 5/12, na PUC. As palestras e mesas-redondas do Seminário serão abertas a alunos, professores e funcionários. A abertura do evento, às 9h de segunda-feira, terá a presença da prefeita Marta Suplicy, do presidente da Câmara Municipal José Eduardo Cardozo e de todos os secretários da administração da cidade. Em seguida, haverá apresentação de dança de alunos da Derdic. Locais: dias 3 e 4/12 no Tuca. Dia 5/12 em salas do andar térreo do Prédio Velho.
Doe alimentos na Pastoral
O Serviço de Pastoral Universitária está arrecadando alimentos não-perecíveis, que serão doados a famílias carentes. A arrecadação faz parte da Campanha Natal Sem Fome. As doações podem ser feitas das 9 às 19h, na sala 09 - subsolo do Prédio Novo, ao lado da agência de viagens. Informações: 3670-8557.
Plantão AFAPUC
A AFAPUC divulgou que os plantões da diretoria para atendimento dos funcionários nesta semana serão realizados segunda-feira, 3/12, quarta-feira, 5/12, e quinta-feira, 6/12.
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