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Editorial
Ação para mudar
Parece velho clichê, mas não é. A deterioração da qualidade de vida no Brasil está exigindo mais do que identificação dos problemas, análises e teorias – está exigindo ação concreta já, de tal forma que provoque efeitos imediatos na correlação de forças e no jogo político.
O governo FHC não tem projeto nem respaldo político e popular para enfrentar a atual crise do capitalismo, que colocou o centro do império em estagnação e os países dependentes em recessão. É preciso retomar a soberania nacional e adotar políticas de independência nas relações internacionais.
As greves prolongadas do Poder Judiciário, das universidades federais e da Previdência demonstram o profundo desinteresse do tucanato em prestar serviços públicos para a população mais necessitada de tais serviços. Ao contrário, a arrogância do governo é inaceitável no atual quadro de desemprego e de desagregação social.
Vários setores econômicos estão em queda livre – com redução da produção, férias coletivas, demissão em massa – numa época do ano em que normalmente deveriam estar funcionando a todo vapor. Mais uma vez, quem está pagando pela crise é o trabalhador, o assalariado, o pobre, milhões de brasileiros que são levados a viver no limite da sobrevivência humana.
Não basta mais diagnosticar e reconhecer o fracasso do modelo neoliberal globalizante – é preciso lutar pela construção de um novo rumo para o País, é preciso restabelecer a auto-estima do povo brasileiro e adotar imediatamente políticas que revertam a desigualdade e a exclusão, que retomem o desenvolvimento social interrompido desde o golpe militar de 1964.
Os setores conservadores mais uma vez articulam o pacto das elites para assegurar a sucessão em 2002. A mídia oligárquica já está inclusive usando seu poder de manipulação e distorção para tentar confundir a opinião pública e barrar o evidente avanço dos setores populares.
É hora de apoiar as lutas concretas de todas as forças que se coloquem frontalmente contra o FMI, o Banco Mundial e o imperialismo financeiro e cultural que tem aprisionado o País. É hora de repudiar o malabarismo retórico do presidente camaleônico e reafirmar a dignidade da Nação.
Agora, mais do que nunca, é hora de ação. Ação para transformar o que está aí.
Hamilton Octavio de Souza, Diretor da Apropuc.
Negociação salarial
Professores e funcionários descontentes com encaminhamentos da Reitoria
Na assembléia conjunta de professores e funcionários, realizada na segunda-feira, 5/11, ficou patente o descontentamento dos trabalhadores da PUC com o andamento que a Reitoria vem dando ao processo de discussão da campanha salarial.
A maioria das intervenções não poupou críticas ao desempenho dos dirigentes da universidade, que têm demonstrado pouca agilidade no trato das reivindicações de professores e funcionários.
Ao final das discussões, a assembléia aprovou por unanimidade a proposta que prevê a abertura do processo de campanha salarial, tendo como base três princípios.
Em primeiro lugar, que os salários de professores e funcionários tenham uma antecipação salarial, a partir de janeiro de 2002, com índice a ser discutido.
Além disso, professores e funcionários manifestaram-se preocupados com o novo golpe que o neoliberalismo articula contra os trabalhadores, tentando flexibilizar a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Para os trabalhadores da universidade, torna-se fundamental garantir os direitos trabalhistas consagrados pela CLT.
Finalmente, com relação à pendência sobre a aplicação do Imposto de Renda nos vales, a assembléia reivindica que se modifique a data de pagamento dos trabalhadores para evitar a dupla incidência do imposto.
Mais críticas
Mas o descontentamento da assembléia não ficou restrito à campanha salarial. Outras pendências foram lembradas, como por exemplo a discussão da redução da jornada de trabalho dos funcionários, aprovada na última negociação salarial e até agora emperrada pela falta de definições da Reitoria (veja matéria nesta edição).
Foi lembrada também a morosidade com que vem sendo tratada a questão do desconto do IR, que até agora vem penalizando professores e funcionários, obrigando-os a uma dupla taxação na fonte.
Pelo lado dos professores, ressaltou-se também a morosidade na normatização de cláusulas já acordadas na última negociação. É o caso do fim da hora-aula que, em princípio, já foi aprovada pela Reitoria, mas ainda carece de um texto normativo.
A assembléia decidiu enviar a sua pauta de reivindicações para a Reitoria, aguardando uma nova data para as negociações. Até o fechamento desta edição, não havia ainda uma manifestação da Reitoria.
As reivindicações de professores e funcionários
Abertura da campanha salarial de 2002 já com a garan- tia de: * antecipação salarial em janeiro de 2002; * garantia dos direitos obtidos com a CLT e outras normatizações; * mudança da data de pagamento de salários para fins de dedução do IR.
Manifestação
Entidades organizam ato contra a guerra
O Fórum Estadual de Lutas, que congrega várias entidades e partidos de oposição ao governo, como PT, PC do B, PSB, Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra, Central Única dos Trabalhadores, Comisão dos Direitos Humanos e Central dos Movimentos Populares, está promovendo o Ato e Vigília Pela Paz Contra a Guerra.
Nesta quarta-feira, 14/11, às 15h, tem início uma concentração na Praça Oswaldo Cruz, que terminará numa caminhada pela Avenida Paulista. Após a caminhada, os participantes se concentrarão em frente ao MASP para uma vigília que durará até o dia seguinte.
O objetivo do ato é protestar contra a agressão ao Afeganistão, pedindo o fim do massacre que o governo norte-americano vem empreendendo contra aquele país.
A APROPUC e a AFAPUC se solidarizam com a manifestação e conclamam a comunidade a participar do ato.
Moção de protesto
A assembléia de professores e funcionários da PUC, reunida na segunda-feira, 5/11, aprovou, por aclamação, uma moção pelo fim do genocídio norte-americano contra o Afeganistão, pela suspensão imediata dos bombardeios, fim da guerra, e em defesa dos povos oprimidos em sua luta contra a opressão imperialista.
A nova diretoria da APROPUC
Presidente: Priscilla Cornalbas
Vice-presidente: Luiz Carlos de Campos
1ª Secretária: Graciela Deri de Codina
2º Secretário: Erson Martins de Oliveira
1ª Tesoureira: Marisa Santanna Penna
2ª Tesoureira: Neusa Maria Oliveira Barbosa Bastos
Suplentes: Leda Maria Rodrigues - Hamilton Octavio de Souza - Vera Lúcia Vieira - Sandra Gagliardi Sanchez - Flavio Secolin - Ronaldo Ferreira Negrão - Nicola Centrone
Eleição
APROPUC tem nova diretoria
Foi eleita na semana passada a nova diretoria da Associação dos Professores da PUC (APROPUC). A chapa vencedora, única concorrente ao pleito, é encabeçada por Priscilla Cornalbas da Faculdade de Educação, tendo como vice-presidente o professor da Matemática Luiz Carlos de Campos.
O resultado final demonstrou uma participação expressiva dos professores: dos 759 docentes em condições de votar, 287 compareceram às urnas nos quatro câmpus da universidade, representando 38% do colégio eleitoral. A chapa APROPUC Sempre Combativa obteve 268 votos, o que representou 93,38% do total de votantes. Foram registrados apenas 13 votos em branco e 6 nulos. Também foi significativo o número de professores que se associou à APROPUC durante a votação.
A nova direção substituirá a professora Madalena Peixoto, atual diretora do Centro de Educação, e que comandou a entidade nos últimos 12 anos.
Para a professora Priscilla Cornalbas, a nova diretoria da APROPUC deverá dar continuidade a uma série de discussões iniciadas com a Reitoria neste ano. O encaminhamento do fim do regime de hora-aula e a licença dos professores serão priorizados na pauta de discussão da entidade. Priscilla lembrou ainda o momento de campanha salarial vivido pelos professores e funcionários.
A entidade deve prosseguir com o debate em relação à política neoliberal do governo Fernando Henrique Cardoso, que tem atingido especialmente a educação, com conseqüências extremamente danosas. Internacionalmente, a associação continuará manifestando o seu apoio às lutas contra todas as formas de opressão imperialista, principalmente contra o genocídio que vem sendo imposto hoje ao povo afegão, por meio dos bombardeios norte-americanos.
Funcionários
Discussão sobre redução de jornada emperra na burocracia puquiana
Festejada como uma das principais conquistas do último Acordo Interno, o estudo para a redução da jornada de trabalho dos funcionários vem sofrendo sucessivos atrasos, causados principalmente pelo descaso com que a Reitoria vem encaminhando a questão.
A idéia inicial era a criação de uma comissão paritária, formada por funcionários e representantes da Reitoria, para estudar a viabilidade da redução de jornada nos vários setores da universidade.
A comissão elaborou um plano piloto, que seria aplicado em alguns setores da PUC. Porém, a aplicação não teve andamento porque a comissão não havia sido nomeada oficialmente pela Reitoria, o que impedia o livre trânsito de seus integrantes nos diversos setores da universidade, e também porque o representante da Reitoria retirou-se da comissão.
A participação do novo representante da Reitoria sofreu uma série de críticas por parte da comissão, pois os trabalhos até então elaborados começaram a ser questionados, e o novo representante foi considerado como impertinente pelos demais membros da comissão.
Novamente, a comissão ficou sem o representante da administração da universidade e praticamente paralisada. Assim, os funcionários presentes à assembléia resolveram estabelecer um prazo para que a Reitoria se manifestasse quanto às suas reivindicações e, se até esta segunda-feira, 12/11, não houvesse nenhuma manifestação por parte da universidade, os funcionários iriam continuar os trabalhos independentemente da presença ou não de membros da Reitoria.
Ciente da reivindicação, o professor Antônio Carlos Ronca, reitor da PUC, prometeu uma solução para o impasse.
Mensalidades
Paralisação nacional acontece nesta terça
Está programada para esta terça-feira, 13/11, uma paralisação nacional pela redução das mensalidades nas universidades particulares. Promovido pela União Nacional dos Estudantes (UNE), o ato deve contar com a adesão dos alunos da PUC, com apoio de professores e funcionários.
Além da suspensão das aulas nas universidades, haverá também uma manifestação na Avenida Paulista, a partir das 15h30.
Na quarta-feira passada, 7/11, representantes dos estudantes se reuniram com a APROPUC e a AFAPUC, que manifestaram seu apoio ao movimento. Até a noite da sexta-feira, 9/11, as entidades lançariam um documento formalizando a posição.
Com o ato, os representantes dos estudantes dizem esperar uma grande mobilização, engrossando o movimento pela redução e pressionando a Reitoria.
Fórum de discussão
Outro ponto discutido no encontro das duas entidades com os estudantes foi a criação, em 2002, de um fórum de discussão com a participação dos três segmentos da universidade – alunos, professores e funcionários.
Nos encontros, seriam abordadas questões como a mercantilização do ensino e a transformação da PUC numa universidade melhor para todos. A união dos três segmentos tornaria mais provável a realização das necessidades da comunidade universitária.
Os estudantes e a Reitoria já realizaram neste ano duas reuniões abertas para negociação dos valores das mensalidades em 2002. Os alunos querem que os valores sejam iguais aos de 1999, sem diferenciação entre cursos e anos. A Reitoria sugere um aumento abaixo da inflação de 2001.
Mês da Consciência Negra
Samba anima discussões da semana
O sambista Nenê da Vila Matilde, presidente-fundador da escola de samba homônima, vem à PUC nesta semana para participar de uma das atividades do Mês da Consciência Negra.
Na terça-feira, às 19h30, Nenê e o radialista e pesquisador Moisés da Rocha discutem o tema O Samba: Cultura Negra na Cidade de São Paulo. O encontro acontece no Auditório Banespa, assim como todas as outras atividades.
O filme Jubiabá será exibido na segunda-feira, 12/11, às 15h. Mais tarde, às 19h30, acontece a palestra Construção do Imaginário Ocidental Sobre a África - África na Literatura Infanto-juvenil, com Leila Leite Hernandes e Heloísa Pires Lima, da USP.
A exibição de Zona Norte acontece na terça-feira, às 14h30. Na quarta-feira, 14/11, é a vez de Pedro Mico, às 14h, e Anjos da noite, às 16h30. Na sexta-feira, 17/11, às 8h30, os palestrantes Mateus Martins e Elaine Nunes de Andrade tratam do tema Movimentos Sociais Hoje.
Vamos continuar trazendo a programação do Mês da Consciência Negra nas próximas semanas.
Agenda
Cinemam PUC
Duas sessões do Festival do Minuto acontecem na segunda-feira, 12/11, às 12h e às 18h, no Auditório Banespa. No mesmo local, duas séries de curtas-metragens brasileiros serão exibidas na terça-feira, 13/11, às 12h e às 17h, como parte da mostra Panorama da Arte Brasileira. Informações: 3670-8267.
Educação e trabalho
O livro Educação e trabalho - as receitas inglesas na era da instabilidade, de Leonardo Trevisan, tem seu lançamento acompanhado por um debate com os professores Ladislau Dowbor e Antonio Prado, com mediação da professora Monica Landi. Segunda-feira, 12/11, às 18h30, no auditório 239 - 2.º andar do Prédio Novo.
Mídia
O lançamento do livro Mídia: teoria e política, de Venício A. de Lima, acontece segunda-feira, 12/11, às 19h, no Museu da Cultura - subsolo do Prédio Velho. Haverá uma palestra do autor, com comentários da professora Vera Chaia do jornalista Eugênio Bucci. Informações:
3670-8559 ou 3670-8517.
Diploma de Jornalismo
O Departamento de Jornalismo organiza nesta terça-feira, 13/11, dois debates sobre a revogação da obrigatoriedade do diploma de Jornalismo para profissionais da área. As discussões acontecem às 8h30 e às 19h30, na sala 42CA, na Comfil. Haverá participação de professores, alunos e representantes do Sindicato dos Jornalistas.
Iyabás
A exposição Iyabás - As Grandes Mães Afro-brasileiras foi inaugurada em 8/11 e fica até 14/12 no Museu da Cultura, subsolo do Prédio Velho. A mostra traz vestimentas, adereços, fotografias e textos sobre orixás.
Voz em SP
O GT Voz da Faculdade de Fonoaudiologia promove mais uma Discussão de Casos Clínicos da Voz na Cidade de São Paulo, na segunda-feira, 12/11, às 19h30. Local: anfiteatro da Cogeae - Rua João Ramalho, 182.
Universidade e maturidade
A festa de comemoração dos dez anos do projeto Universidade Aberta à Maturidade acontece na terça-feira, 13/11, às 19h, no Tuca. Haverá apresentações de grupos de coral, dança, violão e canto lírico.
Almoço acadêmico
O pós em Educação (Currículo) promove um almoço acadêmico com o tema Cenários Turbulentos, Mudanças Velozes: Um Simulacro de Globalização, com participação do professor Mario Sérgio Cortella. Quarta-feira, 14/11, às 12h, no Tucarena, com entrada franca. Informações: 3670-8514.
Pirulito
Na campanha Plut Plat Zum, realizada pela Consultoria PUC Júnior, quem doar material escolar ganha pirulitos psicodélicos. As doações podem ser feitas na sala 100 - 1.º andar do Prédio Novo, até quarta-feira, 14/11. Informações: 3670-8186 ou 3670-8565.
Gravuras
A exposição Transparências - Gravuras e Monotipias de Ivone C. Dias Gomes fica até segunda-feira, 19/11, no Espaço Cultural da Biblioteca Central - térreo do Prédio Novo.
Rola Na Rampa
Inscrições para a bolsa-alimentação
As inscrições para os interessados em utilizar a bolsa-alimentação no primeiro semestre de 2002 ficam abertas até quarta-feira, 14/11, no CVC - sala SE-05, subsolo do Prédio Novo. Os candidatos devem comprovar carência financeira, além de passar por entrevista. Alunos que utilizam a bolsa hoje poderão solicitá-la novamente, mas ficarão sujeitos a lista de espera. Informações sobre a documentação necessária para a inscrição: 3670-8293.
Semana da Saúde: objetivos atingidos
A Semana da Saúde do Trabalhador terminou na sexta-feira, 9/11. Mais de 700 pessoas passaram pelo exame oftalmológico de refração. O questionário sobre a saúde auditiva, que detectava o nível de ruído no ambiente de trabalho dos examinados, foi respondido por cerca de 150 pessoas. Até o fechamento desta edição, não estava disponível o balanço dos outros serviços, como o exame de diabetes e o cadastro de doadores de sangue. A AFAPUC e a APROPUC consideraram atingidos os objetivos da realização do evento. A intenção agora é colocar a Semana no calendário anual da universidade, ampliando o número de serviços prestados e os benefícios trazidos aos trabalhadores da PUC.
CAs renovam gestões
Os centros acadêmicos de Direito e Comunicação realizaram na semana passada eleições para a renovação de suas gestões. No CA 22 de Agosto, de Direito, a chapa Fórum 22 foi a vencedora, com 771 votos no 2.º turno, contra 560 da Erga Omnes. No CA Benevides Paixão, de Comunicação, venceu a chapa Desce a Lona, com 249 votos, contra 47 da Juvenal. As chapas vencedoras tomarão posse dia 30/11, provavelmente com uma festa conjunta.
Fórum de Convivência
O Fórum de Convivência da segunda-feira, 5/11, discutiu mais uma vez as festas no Pátio da Cruz. Os vizinhos continuavam insatisfeitos com o barulho causado pelos estudantes. Um deles comunicou que a próxima festa seria realizada na Prainha, para tentar minimizar o incômodo causado aos vizinhos. Outro ponto discutido foi o impedimento da defesa de tese do capitão Francisco Rohrer, no dia 26/10. O próximo Fórum de Convivência, aberto a todos os interessados, acontece dia 19/11, segunda-feira, na sala P-65 - 1.º andar do Prédio Velho.
Capitão Rohrer: abaixo-assinado
Está circulando na Internet um abaixo-assinado trazendo um texto que condena a violência policial comandada pelo capitão da PM Francisco Rohrer em 20/4, assim como a atitude do pós em Psicologia Social de não publicar a data da defesa da dissertação de mestrado do capitão. Segundo o texto, a justificativa para a violência usada por manifestantes para impedir a defesa no dia 26/10 é o fato de a coordenação do pós não ter cumprido sua parte em um acordo firmado em maio com os estudantes, em que prometia não dar tratamento diferenciado a Rohrer. O abaixo-assinado termina com o compromisso de não impedir a defesa da dissertação, desde que sua data seja publicada com no mínimo uma semana de antecedência e que haja garantia de acesso sem coerção.
Vacinação contra rubéola
O Centro de Saúde da Lapa realizará na PUC uma vacinação contra a rubéola para mulheres não-grávidas com idade entre 15 e 29 anos. A vacinação será gratuita e acontecerá na sala da Pastoral, sub-solo do Prédio Novo, na terça-feira, 13/11, das 13 às 22h e quarta-feira, 14/11, das 8 às 12h.
Plantão AFAPUC
A AFAPUC divulgou que os plantões da diretoria para atendimento dos funcionários serão realizados segunda
e terça-feira, 5 e 6/11.
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