JORNAL PUCVIVA n° 374 - 05/11/2001

 
   

Editorial

Um mês de guerra

Com o passar dos dias, os promotores da guerra esperam que os bombardeios sobre o Afeganistão deixem de causar comoção e revolta na parcela mais atenta e politizada da população mundial. Espera-se que o dia-a-dia e o controle da imprensa tornem a dramaticidade da guerra algo distante.
A impunidade com que a potência norte-americana tem devastado o que restava de ruínas do Afeganistão deve continuar impertubável. As manifestações iniciais em várias partes do mundo contra os ataques foram simplesmente desprezadas pelos senhores de guerra. Entretanto, não tem sido possível acobertar o resultado de um mês de ataque maciço.
Toneladas e toneladas de bombas não poderiam atingir apenas o que se denomina “alvos militares”. A guerra é contra a população que, debaixo de chuva de mísseis, noite e dia, não tem como se defender. Fica evidente que não há guerra que não seja contra um povo como um todo.
A burguesia procura esconder, sob o véu da democracia, da liberdade e dos direitos humanos, que numa guerra não há “vítimas inocentes”. O objetivo de guerra dos Estados Unidos, para destruir a defesa dos Talebans, implica liqüidar parte da população. Foi o que aconteceu na guerra contra o Iraque, em que milhares de mulheres, crianças e velhos foram abatidos. É o que o secretário de Defesa norte-americano denomina de “efeitos colaterais”.
O conselho do Papa, que expressa o lamento de inúmeros governos que apóiam os Estados Unidos, de que é necessário se evitar mortes de “inocentes”, é o véu de hipocrisia de quem colabora com a guerra. Os santos e castos, bem como os estrategistas de guerra, apregoam uma guerra céptica. Mas a realidade dos mísseis se impõe inexoravelmente desconhecendo a ideologia humanista do belicismo burguês.
As massas miseráveis, que já padeciam da fome, estão sendo esmagadas pelo terror dos bombardeios diuturnos. Em contrapartida, os trabalhadores e a juventude que estão próximos à guerra, como no Paquistão, mostram-se enérgicos contra o imperialismo. As primeiras dificuldades de os militares norte-americanos controlarem o Afeganistão expressam a resistência de um povo temperado nas lutas contra a dominação estrangeira.
De nossa parte, não afastamos um segundo nossos olhos da guerra. Continuamos a defender o povo oprimido contra o imperialismo opressor.

Erson Martins, Diretor da Apropuc.


APROPUC

Eleição acontece nesta semana

Nos dias 6, 7 e 8/10, de terça a quinta-feira, acontece a eleição para a renovação da diretoria da APROPUC. Somente uma chapa foi inscrita, a APROPUC Sempre Combativa, que é presidida pela professora Priscilla Cornalbas, da Faculdade de Educação, e tem como vice-presidente o professor Luiz Carlos de Campos, do CCET. A votação acontece em todos os câmpus da PUC (veja a localização das urnas no quadro ao lado), e a apuração será feita logo após o término da votação, na quinta-feira. O professor deverá apresentar, no momento do voto, sua carteira de associado ou carteira de identidade.
A chapa APROPUC Sempre Combativa tem como principais pontos programáticos a defesa da independência política e organizativa da APROPUC, enquanto entidade sindical; a defesa da vida dos trabalhadores contra a exploração capitalista; assegurar o direito de expressão de todos os professores e a soberania das assembléias.
Internamente, a chapa defende o ensino público, laico e gratuito, contra a mercantilização do ensino; defesa da autonomia universitária, entendida como controle real da universidade pelos três setores que a compõem; é contra a ingerência do Estado, da Igreja, e de outros organismos identificados com interesses alheios ao ensino científico e crítico; luta contra o desemprego; lutar pelo aprofundamento da democratização da PUC; luta contra a violência exercida pelo Estado contra os trabalhadores.
Internacionalmente, a visão dos professores que compõem a chapa é de união e solidariedade internacional dos trabalhadores; apoio à resistência dos povos oprimidos, defendendo a sua autodeterminação e contra o intervencionismo imperialista.

Quem é quem na chapa APROPUC Sempre Combativa

Presidente: Priscilla Cornalbas
Vice-presidente: Luiz Carlos de Campos
1ª Secretária: Graciela Deri de Codina
2º Secretário: Erson Martins de Oliveira
1ª Tesoureira: Marisa Santanna Penna
2ª Tesoureira: Neusa Maria Oliveira Barbosa Bastos
Suplentes: Leda Maria Rodrigues - Hamilton Octavio de Souza - Vera Lúcia Vieira - Sandra Gagliardi Sanchez - Flavio Secolin - Ronaldo Ferreira Negrão - Nicola Centrone

LOCAIS DE VOTAÇÃO

Câmpus Horários Local
Monte Alegre 9 às 18h
18 às 21h
9 às 21h
9 às 21h
Sala P-70 sede APROPUC
Biblioteca
Comfil
1.º andar Prédio Novo
Marquês de Paranaguá 9 às 21h Secretaria
Sorocaba 9 às 21h Secretaria
Derdic 9 às 18h Secretaria

Consun

Balanço da PUC traz números inquietantes

O Conselho Universitário (Consun), em sessão de 31/10, entre outros assuntos, debateu o Balanço da PUC, publicado recentemente. O equilíbrio financeiro da universidade continua sob controle e sob tensão permanente.
Os números revelam que houve aumento do déficit nos exercícios de 1999 (de R$ 7,9 milhões) e de 2000 (para 9,4 milhões). As receitas não conseguem cobrir as despesas, incluídas aqui o pagamento das dívidas com processos judi-ciais. Recentemente, a PUC perdeu, em última instância, um processo movido por duzentos professores que pleiteavam uma correção salarial desde 1992. Se for aplicada a isonomia, e esse direito for estendido para todos os professores, a PUC não terá como pagar. Essa tensão latente levou diretor do Centro de Ciências Jurídicas, Econômicas e Atuariais, professor Adhemar De Caroli, a alertar que é preciso se antecipar em algumas questões, porque na PUC, segundo ele, as crises são cíclicas, e cada vez que uma crise vem à tona, vem mais forte.
A boa notícia vem do caráter filantrópico da universidade, que no mesmo período aumentou o seu atendimento em número de pessoas e em descontos junto ao INSS.

Mestrado profissionalizante
Finalmente, foi aprovado o regimento do mestrado profissionalizante da PUC. Depois de um intenso e tenso debate entre os conselheiros, questionados duramente pelas representações estudantis presentes na sessão, o Consun deu por encerrado o processo de aprovação dessa nova modalidade de curso pós-graduado. Os argumentos dos estudantes repousaram em questões como a aplicação da política educacional neoliberal do governo pela PUC, a violação do artigo 207 da Constituição Federal, a quebra da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, caro princípio da instituição, entre outros.
Os estudantes não tiveram sucesso em sua empreitada, visto que o que estava em questão naquele momento não era o mestrado profissionalizante, já aprovado anteriormente, e sim o seu regimento. Amparados nesse fato, os conselheiros aprovaram o regimento, com algumas alterações, e dentro do espírito de se realizar uma experiência que será avaliada após um ano de existência do primeiro curso.


Fórum Mundial de Educação

Encontro de Educação elabora a Carta de Porto Alegre

Os delegados presentes no encerramento do Fórum Mundial de Educação (FME), no Ginásio Gigantinho, em Porto Alegre, aprovaram por unanimidade o documento final do encontro, a Carta de Porto Alegre pela Educação Pública para Todos, dia 27/10.
A Carta de Porto Alegre lembra que “é necessário repudiar a mercantilização da educação”. E indica a possibilidade de ampliação de alternativas “solidárias, populares e democráticas, entre elas, às relativas à escola pública, gratuita e de qualidade, em todos os níveis de educação”, como “direito social inalienável, garantida e financiada pelo Estado [...] na perspectiva de uma sociedade solidária, radicalmente democrática, igualitária e justa”.
Além disso, afirma que “o pe-ríodo em que vivemos, precisa ser entendido como de ruptura,” e que “alternativas às propostas neoliberais vêm sendo construídas pela existência de governos populares e democráticos”. Em outra parte, a Carta de Porto Alegre afirma que “um projeto em oposição ao modelo de globalização neoliberal exige a incorporação de crescentes forças a esta luta e o combate a todos os fundamentalismos”. Finaliza indicando para o 2.º Fórum Social Mundial, a ser realizado em janeiro de 2002, como um de seus eixos prioritários as discussões acumuladas nesse e em outros fóruns de educação já realizados.
A Carta de Porto Alegre está aberta para sugestões e inclusão de redação propostas pelas organizações dos trabalhadores que participaram do Fórum, até o final de novembro. Após essa data, receberá a redação final e será encaminhada ao Fórum Social Mundial de janeiro de 2002. Quem sabe, então, sejam incorporadas em sua análise de conjuntura, explicitamente, questões como o terrorismo das grandes potências, principalmente dos Estados Unidos, a impagável dívida externa e o socialismo.

Manifestação
As 17 mil pessoas presentes no evento realizaram uma passeata e manifestação, a Caminhada da Educação Contra o Neoliberalismo e pela Paz , realizada na sexta-feira, 26, que começou no Gigantinho e foi até o centro da cidade. A caminhada reuniu desde trabalhadores locais até palestinos, incluindo partidos políticos, CUT, camponeses, estudantes, e os trabalhadores da educação, que compunha a maioria dos manifestantes.
O encontro de educação foi promovido pela Prefeitura de Porto Alegre, governo do Estado do Rio Grande do Sul, entidades e organizações não-governamentais de vários países.
Temas debatidos: Educação como Direito, Educação, Tecnologia e Trabalho, Educação e Culturas, e Educação e Transformação e Utopias. Às tardes, foram realizados 12 debates temáticos, e mais de 500 relatos de experiências.


Mês da Consciência Negra

Evento prossegue nesta semana

Tem seqüência nesta semana o Mês da Consciência Negra, organizado pela AFAPUC, APROPUC, Faculdade de Ciências Sociais e pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo.
Na quarta-feira, 7/11, acontece a palestra Políticas de Ações Afirmativas – Sistema de Cotas, no Auditório Banespa, às 19h30. Estarão debatendo a socióloga e professora da FAAP Gevanilda Santos, presidente da ONG Soweto, e um representante do Núcleo Negro da USP.
Na quinta-feira, 8/11, às 18h, também na Biblioteca Central, haverá uma performance musical com o trombonista Áureo Sérgio.
Encerrando a semana, também no dia 8/11 acontece às 19h30, no Auditório Banespa, a palestra O Negro na Mídia: sua Inserção na TV e Redes de Comunicação, e considerações sobre o tema discutido na África do Sul. Com a presença de Regina Santos, presidente da Sociedade de Cultura Dombali e do cineasta Noel de Carvalho.
A mostra de filmes brasileiros prossegue nesta segunda, 5/11, com dois filmes: O Catedrático do Samba, de Noel de Carvalho, às 12h30, e Rio 40 Graus, às 17h30. Na quarta-feira, 7/11, às 16h30, será exibido Chico Rei, de Walter Lima Jr. Todos os filmes serão exibidos no Auditório Banespa.


Lançamento

Professor de Economia lança livro

O professor do Departamento de Economia Alcides Ribeiro Soares acaba de lançar o livro Um século de economia açucareira. A publicação é um relançamento de uma pesquisa realizada pelo professor entre 1967 e 1973.
Alcides diz que o livro é “apenas uma contribuição para quem quiser se aprofundar no assunto, ter uma referência. O objetivo dessa pesquisa é fornecer subsídios para uma melhor compreensão desse processo histórico”. Por isso, o professor decidiu não fazer um lançamento formal da publicação, que não tem sentido comercial.
O livro descreve o processo da formação e desenvolvimento da agroindústria do açúcar desde seu início, em 1877, quando foi instalado no Brasil o primeiro engenho central com a tecnologia da Revolução Industrial, até 1970, época em que o professor desenvolveu a pesquisa.
Um dos fundadores da APROPUC, Alcides sempre esteve presente nas discussões da entidade, “desde a primeira assembléia”, diz. “Sou um tanto suspeito para falar da APROPUC, mas falo com convicção: ela deu uma enorme contribuição para que a PUC fosse uma universidade muito respeitada hoje”, afirma.
Alcides leciona na PUC há 26 anos. “O ambiente de trabalho, na minha opinião, é excelente. Sinto prazer em entrar na sala de aula, em conversar com meus colegas, enfim, tenho prazer em sair de casa para vir dar aula na PUC”, conta. Para o professor, a necessidade de melhoras na universidade, como nas instalações físicas ou nas verbas para pesquisa, é evidente. “Mas a relação entre as pessoas é muito boa, e eu considero isso um aspecto central”.
Em 2002, Alcides pretende relançar uma outra pesquisa, Formação histórica e papel do setor estatal na economia brasileira, não sem antes elaborar uma atualização, levando em conta principalmente o que aconteceu com o setor estatal nos anos 90 – a onda neoliberal, a destruição do setor estatal brasileiro e a inserção do Brasil, de forma subordinada, no processo de globalização. “É isso que me preocupa: ver o Brasil transformado em colônia do capital financeiro transnacional. O País não tem que fugir da globalização, mas há outras maneiras de se inserir nesse processo”, afirma.
Os interessados em adquirir o livro do professor Alcides podem entrar em contato com a editora pelo endereço eletrônico neocliper@uol.com.br.


Funcionários Públicos

Os movimentos grevistas esbarram na inflexibilidade neoliberal

Trabalhadores das universidades federais, previdenciários e judiciários de São Paulo estão há 60 dias em greve. Tal durabilidade, sem que o governo tenha feito qualquer concessão aceitável, evidencia a inflexibilidade da política econômica voltada a pagar os banqueiros internacionais e a sustentar o parasitismo financeiro.
Todos esses movimentos abarcam cerca de 80% dos trabalhadores nesses setores. O que indica a necessidade suprema da mobilização coletiva para quebrar a ofensiva governamental contra a vida da maioria.
A resposta dos neoliberais tem sido a repressão, a suspensão do pagamento dos salários e as ameaças de restrição ainda maior ao direito de greve. A campanha que se iniciou nos meios de comunicação, para culpar os grevistas quanto às conseqüências da longa paralisação, é um chamado à população para apoiar as medidas repressivas do governo.
Os reais destruidores da escola pública, do sistema previdenciário e de todos os serviços públicos procuram esconder sua face culpando os “baderneiros”. Mas o problema não se circunscreve a esses três setores. Em to-da a sociedade, pioram as condições de existência dos assalariados, o que inclui o avanço do ensino mercantiliza-do e a impossibilidade da maioria de estudar.
As demissões nas fábricas e os acordos que sequer repõem a inflação atingem o conjunto da classe operária. Trata-se dos trabalhadores superarem a divisão de seus movimentos e darem coesão política à luta contra a opressão neoliberal.


Qualidade de vida

Semana da Saúde começa nesta segunda

A Semana da Saúde do Trabalhador da PUC tem início nesta segunda-feira, 5/11. Durante a Semana, organizada pela AFAPUC, APROPUC, DRH, Serviço Médico e pela Reitoria, serão realizados exames, doação de sangue, oficinas, aulas e mesas-redondas. Uma Oficina de Voz pretende ampliar os conhecimentos e a percepção no que se refere à percepção de voz. Os interessados deverão se inscrever com antecedência na sala P-69. Oficinas de audição procurarão avaliar o nível de ruído da universidade e seus impactos sobre a comunidade.
Os exames de refração serão realizados somente no câmpus Monte Alegre, pois os equipamentos não poderão ser transportados.
A seguir, divulgamos a programação que acontece nos câmpus Monte Alegre, Marquês de Paranaguá e Derdic.

Programação da Semana de Saúde

SEGUNDA / Monte Alegre
8 às 22h
Cadastro de doadores de sangue - Ambulatório Médico
9h
Aula: Retinopatia e suas complicações - Sala P-69
11 às 13h
Saúde auditiva: questionário e orientação - Sala P-71
10h30
Oficina de voz - Sala P-69
10h às 22h
Oftalmologia – Exame de refração - Sala S-8
19h
Aula: Retinopatia e suas complicações - Sala P-69r

TERÇA / Monte Alegre
8 às 22h
Detecção de diabetes - Sala da Pastoral
8h30 e 13h
Oficina de voz - Sala P-69
10 às 22h
Oftalmologia – exame de refração - Sala S-8
14h
Saúde auditiva: questionário e orientação - Sala S-10
20h
Aula: Cirurgia refrativa - Sala 315

QUARTA / Marquês
8 às 22h
Detecção de Diabetes - Saguão
13h
Oficina de voz - Sala 7

Monte Alegre
10 às 22h
Oftalmologia – exame de refração - Sala S-8
12 às 17h
Saúde auditiva: questionário e orientação - Sala P-71
12h
Oficina de voz - Sala P-68
14h30 e 16h30
Oficinas de audição - Salas P-69 e P-71
14h
Mesa-redonda: diabetes mellitus - Sala 134-C

QUINTA / Derdic
8 às 17h
Detecção de diabetes - Sala 7A
10h30
Oficina de voz - Sala 254

Monte Alegre
8 às 22h
Cadastro de doadores de sangue - Ambulatório Médico
9h e 14h30
Saúde auditiva: questionário e orientação - Sala P-69
10 às 22h
Oftalmologia – exame de refração - Sala S-8

SEXTA / Monte Alegre
8 às 22h
Detecção de diabetes - Sala da Pastoral e Ambulatório Médico
10h
Saúde auditiva: questionário e orientação - Sala P-69
10 às 20h
Oftalmologia – exame de refração - Sala S-8
12h
Show da banda Faro Fino - Pátio da Cruz
19h
Aula: doenças oftalmológicas - Sala P-69


Capitão Rohrer

Consun repudia violência e defende democracia

O Conselho Universitário (Consun), em reunião no dia 31/10, condenou os atos de violência praticados por estudantes contra a presença do capitão PM Francisco Rohrer na universidade para defender a sua dissertação de mestrado. O capitão é pós-graduando em Psicologia Social, e participou da repressão na Avenida Paulista, em abril, contra os manifestantes que protestavam contra a criação da Alca.
Os conselheiros debateram o episódio e repudiaram quaisquer atos de violência na universidade, apesar da legitimidade das manifestações estudantis. Segundo eles, não há impedimentos ético ou de mérito acadêmico na dissertação do capitão. A PUC, portanto, deve garantir os direitos do pós-graduando. A Reitoria deve emitir um comunicado em que garante o direito de o aluno defender seu trabalho publicamente, condena tanto a repressão de abril como a do dia 26/10, e reafirma que não vai permitir a presença da polícia no câmpus para garantir a ordem ou reprimir manifestações quaisquer.
Rohrer, em seu trabalho, pesquisa e analisa a atuação da polícia comunitária, e como ela muda a personalidade do policial, reduzindo a violência.
O Centro Acadêmico de Ciências Sociais divulgou nota informando que os estudantes assistirão à defesa do capitão, prometendo ficar em silêncio durante a apresentação.
Para os estudantes, a manifestação do dia 26/10 expressou a condenação da violência policial representada pelo capitão da PM.


Rola Na Rampa

Mensalidades: poucos avanços
Na quarta-feira, 31/10, estudantes e Reitoria reuniram-se novamente no Tucarena para discutir os valores das mensalidades para 2002. A negociação foi um pouco mais dinâmica que a primeira, ocorrida em 17/10, mas trouxe poucos avanços. Os estudantes propuseram novamente que as mensalidades do ano que vem sejam iguais às de 1999. A Reitoria alegou que tal redução seria inviável, e colocou que o que se poderia fazer será aumentar os valores, de maneira diferenciada entre cursos e anos, abaixo da inflação. A comissão de alunos interlocutores se comprometeu a estudar a proposta junto ao coletivo dos estudantes, e trazer uma posição em um novo encontro, ainda sem data definida.

Semana de Geografia começa nesta segunda
Começa nesta segun-da-feira, 5/11, a 11.ª Semana de Geografia na PUC. O evento traz uma série de palestras, que tratam desde a formação do profissional geógrafo até as abordagens geográficas da natureza, passando pela relação das outras ciências com a Geografia. Os palestrantes são professores, doutorandos e mestrandos da PUC, da USP, da Unicamp e da UFF. A abertura acontece na segunda-feira, às 20h, na sala P-65, 1.º andar do Prédio Velho. Informações: 3670-8337 ou 3670-8111.

Professores debatem metrópoles
O Colóquio Hexápolis II, com o tema Desigualdades e Rupturas Sociais em Metrópoles Contemporâneas: São Paulo, Paris, Abidjan, Nova York, Antananarivo e Varsóvia, acontece dias 7 e 8/11, no auditório 333. As mesas-redondas e debates contam com professores da PUC, da USP, da Unicamp e da Unifesp, além de pesquisadores da França, dos EUA, da Costa do Marfim, da Polônia e da Argentina. A entrada é franca e serão oferecidos certificados de participação. Informações: 3670-8222, 3670-8520, 3670-8512 ou 3871-4429.

Alunas de Jornalismo lançam livros
As alunas Ana Beatriz Schauff e Mariana Ianelli, respectivamente do 2.º e do 4.º ano de Jornalismo, lançam livros de sua autoria nesta terça-feira. Herança, de Ana Beatriz, será lançado às 18h30, na Livraria da Vila – Rua Fradique Coutinho, 915. Já o lançamento de Duas Chagas, de Mariana, acontece às 18h, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional – Avenida Paulista, 2073.

Aluno de Multimeios recebe prêmio internacional
O aluno Renato Klieger Gennari, do curso de Comunicação em Multimeios, recebeu o Prêmio Latino-Americano Philips de Arte para Jovens Talentos. Renato foi o 1.º colocado na categoria Arte Digital, com seu trabalho Duas Realidades. Concorriam participantes de 11 países.

Exposição de gravuras
A exposição Transparências - Gravuras e Monotipias de Ivone C. Dias Gomes será inaugurada segunda-feira, 5/11, às 20h, com a apresentação do grupo vocal Canto Porque Gosto. Local: Espaço Cultural da Biblioteca, térreo do Prédio Novo.

Plantão AFAPUC
A AFAPUC divulgou o calendário de plantões da semana de 5 a 9/11, para atendimento dos funcionários:
Segunda-feira: das 12 às 14h.
Quinta-feira: das 11 às 12h e das 13 às 14h.
Sexta-feira: das 11 às 13h.


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