JORNAL PUCVIVA n° 354 - 04/06/2001

 
   

Editorial

Confluem elementos de uma crise mais ampla

Nas últimas semanas confluíram acontecimentos que indicam um agravamento da crise política e social no País. São eles: desfecho da violação do painel eletrônico do Senado, pacote governamental denominado apagão e cerco militar aos PMs de Tocantins que ocuparam o quartel. Ainda faz parte desse quadro os escândalos de corrupção nas extintas Sudene e Sudam.
Tais acontecimentos só aparentemente estão desligados. Na realidade, são manifestações distintas do mesmo fenômeno, que tem no fundo a crise estrutural do capitalismo e a política econômica pró-imperialista, antinacional e antipopular do governo FHC.
Mundialmente, a economia entre num curso recessivo, acirra a guerra comercial e o capital parasitário reflete profundos desequilíbrios. O Brasil constitui um elo débil do capitalismo mundial e recebe o impacto dos choques externos. Em meio a essa situação, esgota-se a política econômica de FHC e sobressaem os resultados catastróficos.
As divisões internas no poder do Estado fizeram explodir um dos maiores escândalos da história, uma vez que todos os partidos oficialistas se viram imersos na corrupção, fraudes, etc. A decomposição econômica se converte em apodrecimento político do conjunto de representação burguesa. É a própria classe dominante que se mostra historicamente esgotada e politicamente apodrecida.
A saída triunfante de ACM e a manutenção do quadro político/administrativo mostram o quanto as instituições da burguesia estão arcaicas e contrapostas às necessidades econômicas e sociais do País. A crise energética não é para menos. Está vinculada ao gigantesco endividamento com os banqueiros internacionais, que sangram os recursos do Brasil semicolonial. Mais uma vez, o governo descarrega os efeitos sobre a população trabalhadora. A extraordinária greve dos PMs que ousaram exercer a greve e a ocupação do quartel, com suas mulheres e filhos, empunhando armas, indicam que nem mesmo o aparato repressivo do Estado está imune à crise social. Mas o que ressalta nessa situação é o fato de o exército se dispor a sufocar com sangue a rebeldia dos policiais, que, segundo a ordem burguesa, devem passar fome e não se rebelarem.
As condições objetivas exigem organizar o movimento unitário dos trabalhadores, com seu programa e método próprios de luta. É necessário tomar as iniciativas políticas a partir das necessidades da classe operária, dos camponeses pobres e da classe média arruinada. Contra o apagão! Contra a segunda fraude de FHC e do congresso com a renúncia! Em defesa do direito de greve dos PMs e contra a invasão do quartel pelo exército.

Erson Martins, diretor da Apropuc.


Eleições gerais

Resultados mostram renovação das chefias acadêmicas

Apurados os votos das eleições, os resultados mostraram uma considerável renovação das chefias acadêmicas e das representações docentes e discentes. Os órgãos colegiados deverão ter uma relativa mudança em seu perfil, onde uma tendência à maior participação dos conselheiros pode ser vislumbrada.
Apesar das várias disputas acontecidas nos três câmpus da universidade, um levantamento da Comissão Eleitoral mostrou que ainda é grande o número de pleitos com chapas únicas.
O resultado mais polêmico, sem dúvida, foi o da Faculdade de Direito, onde o professor Dirceu de Mello venceu a professora Elizabeth Carrazza com uma grande margem de diferença entre os alunos. Apurados todos os votos da Faculdade, porém, os simpatizantes da chapa da professora Elizabeth também cantaram vitória pois, segundo eles, a grande maioria das chefias eleitas daquela unidade foi preenchida com professores simpáticos à chapa 1. Essa nova composição deverá ainda se refletir no Conselho Departamental do Direito, onde o equilíbrio deverá ser a tônica das decisões.

Sorocaba
O câmpus de Sorocaba teve a sua apuração terminada depois do fechamento de nossa última edição. No Centro de Ciências Médicas e Biológicas, a professora Cibelle Isaac Rodrigues venceu o professor Antonio Carlos Guerra. Na Faculdade de Ciências Biológicas, o professor Walter Barrella levou a melhor sobre Marcela Pelegrini Peçanha e na Faculdade de Ciências Médicas, a professora Maria Helena Senger obteve mais votos do que seu oponente Gladston Oliveira Machado.
A Comissão Eleitoral não registrou nenhum pedido de impugnação dos resultados até o prazo regularmente estabelecido para tais recursos. Os candidatos tomam posse na primeira semana de agosto.


Consun

Sessões extraordinárias serão realizadas para discutir o Regimento Geral da PUC

A sessão do Conselho Universitário (Consun) realizada dia 30/5, quarta-feira, iniciou a discussão do novo texto do Regimento Geral da universidade. Para a continuidade dos debates, foram marcadas sessões extraordinárias para os dias 6 e 20/6. Segundo o conselho, o novo texto do Regimento Geral tem de ser concluído neste primeiro semestre, como foi programado anteriormente.
Os capítulos em destaque são aqueles que já foram debatidos em 2000 pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe). O texto foi enviado ao Consun para que fosse homologado e este criou três comissões para analisar e apresentar a proposta do Cepe. São estas as comissões: do Regime Didático, do Regime Escolar e Diploma, e do Corpo Docente.
Foram notados alguns pontos que devem ser tratados com bastante cuidado pelos conselheiros. Por exemplo, o regimento se refere à instâncias como Cecom e setores como pós-graduação que não estão regulamentados pelos atuais estatutos da PUC. Como o regimento deve tratar e conciliar de imediato tais defasagens? Outra questão: quem ou quais instâncias podem propor a criação de novos cursos?
Outro ponto de difícil tratamento é com a relação à carreira docente. A promoção automática, já em prática, deve ter sua correspondência salarial aplicada. A Vice-Reitoria Administrativa vem encontrando dificuldades para ter um quadro geral da universidade para que possa projetar financeiramente o impacto que será provocado pelas promoções automáticas. Faltam informações fundamentais como o número de professores com títulos, quantos estão concursados, quantos vão concorrer e quando. Até agora, somente o Serviço Social, Teologia e Derdic informaram à Reitoria a respeito. A DRH enviará nova solicitação de informação para todas unidades.


Assembléia
Professores discutem 79% ganhos na Justiça

Reunidos em assembléia, os professores da PUC discutiram na quarta-feira, 30/5, a ação que o Sindicato dos Professores (Sinpro) moveu contra a PUC em 1993. O pleito refere-se aos 79% de inflação expurgados da composição salarial dos trabalhadores da PUC no dissídio de 1993.
A Justiça do Trabalho deu ganho de causa aos professores, obrigando a universidade a pagar uma diferença de 135%, retroativa a 1992, nos salários então vigentes. A sentença do juiz faz referência somente aos professores da PUC filiados ao Sinpro à época da ação, não sendo possível nenhuma inclusão pois a ação foi julgada em 1994.
Ainda não foram definidos os valores que cada um desses professores terá de receber, mas a Reitoria só irá definir alguma forma de pagamento quando estes valores estiverem em seu poder.
A diretoria da APROPUC, apesar de não ter responsabilidade sobre o processo, espera que a Reitoria se posicione sobre o pagamento, apresentando alguma proposta. Se tal movimento acontecer, a APROPUC estará pronta para negociar, pois a associação é contra saídas de caráter individual e espera que coletivamente se chegue a um acordo.
Entretanto, a Reitoria, mais uma vez, arrasta sua decisão até o último momento, quando, então, já poderá ser tarde para qualquer tipo de acordo.


Encontro Nacional
Docentes debatem papel do ensino privado

A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino Particular (Contee) realizou no último fim de semana o seu 6.0 Encontro Nacional dos Professores de Ensino Superior Privado.
O encontro, que aconteceu em Louveira, teve como tema central O Papel da Universidade e a Crise do Ensino Superior Privado. Participaram aproximadamente 100 instituições de ensino de todo o país, 26 associações de docentes e 25 sindicatos de professores.
A APROPUC marcou presença com Madalena Peixoto apresentado uma das teses de abertura do evento. O PUCviva publicará nas próximas edições um relato sobre as principais deliberações do encontro.

Católicas
A APROPUC também esteve presente, nos dias 19 e 20/5, no Encontro Nacional das Associações de Professores das Escolas Católicas, realizado em Curitiba, cujas discussões foram levadas para o plenário do 6.0 Encontro Nacional da Contee.


Salário
Surpresas no holerite

Professores e funcionários poderão ter algumas surpresas no pagamento do mês de maio, parte delas desagradáveis.
Vamos primeiro às boas.
Este mês, a PUC paga a primeira parcela do abono aprovado no acordo de março. São R$ 100,00 líquidos, que não estarão sujeitos a taxação do IR.
Por outro lado, os funcionários têm este mês o desconto de 5% referente à contribuição assistencial. O desconto só será aplicado para aqueles que não se manifestaram pedindo sua suspensão.
O seguro de vida terá um aumento em sua taxa de aplicação. Ele passa de 0,93% para 1,40%. A alegação da Unibanco Seguradora é que o índice de sinistralidade da PUC foi muito alto nos últimos meses. O DRH está estudando outras propostas de diferentes seguradoras, pois a Unibanco permanece pouco flexível a negociações.
A Sul América Saúde também deverá aumentar um pouco seus valores em função de acertos relativos aos agregados. Os novos valores não serão descontados este mês, mas aparecerão retroativamente no mês de julho. O plano básico passa de R$95,43 para R$98,00; o Especial de R$ 136,08 para R$ 148,37 e o Executivo de R$ 271,42 para R$ 293,52.
O DRH também informa que todo pagamento de antecipação (adiantamento, antecipação por serviços eventuais junto a Cogeae, vestibulares e outros) será acumulado com os recebimentos ocorridos no mês corrente para fins de retenção do IR.


Fala Comunidade

Meu aluno queima... etapas

(Estou em estado de choque. Sinto-me oscilando entre o nirvana e o choro e ranger de dentes.)
Ao longo dos últimos quatro anos, venho fazendo uma pesquisa junto com uma equipe de professores sobre a “alma”, a espiritualidade do universitário, especificamente desta PUC-SP. Após aplicar um questionário a nossos alunos e alunas e tabular os dados, a verdade vem chegando. Como num papel fotográfico que, mergulhado naquelas químicas todas, vai revelando uma imagem até então invisível, surge-nos um perfil insuspeitado das vivências mais transcendentes dos jovens. Ficamos iluminados pela beleza de seu espírito assim como, com freqüência, com o esplendor de seu corpo (afinal, na minha idade -percebo-o com clareza – qualquer pessoa entre 18 e 25 anos é esplendorosa).
Então vejamos. As frases (de um total de 68) mais apontadas por 1.032 estudantes foram, em ordem crescente:
“Lutar pelo que acredito é um de meus rituais; existe uma energia que envolve toda a nossa vida; a fé é mais importante que as crenças e religiões; vejo Deus na natureza; às vezes converso em profundidade com outra pessoa e isso me traz energia; amor é uma forma de fé; sinto muita alegria em reuniões em que todos estão alerta para a realidade; a música me conduz a uma dimensão superior; a verdade está acima das religiões; minha espiritualidade faz parte do meu amadurecimento pessoal”.
Dentre as frases menos apontadas, estiveram:
“Para mim, a vida é sem sentido; exerço minha espiritualidade exclusivamente com o grupo da minha igreja; tenho medo de Deus; consumir preenche a minha vida”.
Ainda estamos nos primeiros passos de uma longa caminhada de interpretação, checagem, interdisciplinaridade e divulgação. Como educadores, ficamos felizes ao ver que tantos alunos conferem um significado religioso à sua luta, que têm uma intensa adesão à verdade e que, nesta época de apagões, encontram energia ao sair de si para perceber significado na existência. Some-se a isso uma imagem sublime de Deus. Quase um salmo.
Então, caramba, por que o estado de choque? Por que o choro e ranger de dentes?
É que, com inquietante freqüência, encontro alunos que, ingressando precoce e despreparadamente no mercado de trabalho, se queixam de uma incipiente decepção com a profissão escolhida. Decepção de quem ainda nem está formado? Decepção de quem luta pelo que acredita, vê Deus como uma energia e vislumbra sentido na vida? Onde se teria partido o elo da esperança? Onde os perdemos?
Sei lá. Não tenho respostas numa bola de cristal, mesmo porque não ganho a vida como cartomante (nem como pesquisador, infelizmente). Mas tenho cá minhas suspeitas. A sombra é sinal de que, lá atrás, há luz. Arrisquemos, pois.
Suspeito que isso tudo tem a ver com a elitização do ensino e, claro, com a da nossa universidade. “A PUC tá cara!” era um grito de guerra do movimento estudantil das décadas passadas e que continua atual. Já se sabe que aqui há uma crescente concentração de filhos de classe média para cima. No entanto, mesmo a classe média está cada vez mais espremida, o que obriga muitos de nossos alunos (você, cara) a começar a trabalhar cada vez mais cedo para ajudar a pagar o curso e suas juvenis movimentações. Paradoxal conseqüência: trabalha-se para fazer uma faculdade... malfeita. É a mesma pérfida lógica do trabalho infantil, que dá uma pequena vantagem inicial e perpetua uma escravidão.
Suspeito também que isso tudo tem a ver com a maneira como o trabalho é executado. Em sua maioria, são tarefas secundárias, com escasso treinamento, sem sentido globalizante. A “profissão” é encarada como uma forma, obviamente digna, de ganhar dinheiro mas sem perspectivas de intervenção social nem de uma atuação cidadã na qual se materializariam os sonhos que levaram o jovem a buscar aquela carreira.
Suspeito, enfim, que isso tudo se articula com nossa alienação de professores. “Já tenho a vida ganha, mal, mas em todo caso ganha. E daí que meu aluno queima etapas? O que tenho a ver com o que aconte- ce fora dos câmpus se dentro deles pouco atuo?”
Nada a ver, certo? Nossa profissão é dar aulas que, se forem bem preparadas, já é muito. Tudo a ver, evidentemente: de onde você pensa que vêm, senão do desencanto, os atrasos e ausências de seus alunos, o brochante desinteresse deles, a não-leitura dos livros que você mandou ler, a falta de tesão para aprofundar os assuntos? Temos tudo a ver: onde enfiamos o tantas proclamado objetivo desta universidade – comunitária, diferenciada e o escambau – de formar profissionais atuantes, críticos e solidários?
(Caio em mim. Por que perder tempo, nesse estado de choque? Tenho minha carreira acadêmica pra tocar, contas pra pagar, viagens pra descolar, sapos pra pagar à burocracia. As questões acima, afinal, nem são curriculares e os alunos já são grandes. Queimam etapas? Que se virem).
Entrou por uma porta, saiu pela outra. Se você quiser, que conte outra.
P.S.: O título acima faz menção a outro texto meu: “Minha aluna queima fumo”. O espírito em ambos é parecido.

Jorge Claudio Ribeiro é professor
do Departamento de Teologia e Ciências da Religião.


Violência

Paramilitares invadem casa da líder das Mães da Praça de Maio

Na sexta-feira, 25/6, um grupo paramilitar invadiu a casa de Hebe Bonafini, líder das Mães da Praça de Maio, na Argentina, golpeando selvagemente sua filha, Alejandra. O grupo era integrado por três jovens armados que, ao melhor estilo dos grupos do serviço de inteligêcia, torturaram a jovem queimando seu corpo com cigarros. Os agressores não roubaram nada e saíram proferindo ameaças contra as Mães da Praça de Maio.
Hebe participava, naquele momento, de uma conferência sobre a participação das mulheres na Comuna de Paris, aqui no Tucarena, em comemoração aos 130 anos da Comuna.
Segundo setores da oposição argentina, este atentado faz parte de uma nova escalada repressiva que o governo presidido por Fernando De La Rúa, juntamente com seus serviços militares e paramilitares, contra setores combativos da oposição argentina, dentre os quais as Mães da Praça de Maio.


Rola Na Rampa

Livro reune produção de professores

A Editora Olho d'Água está elaborando a edição do livro Caleidoscópio 2001, que reunirá crônicas, contos e poesias de professores da PUC. A publicação do livro será feita em esquema de cooperativa, sendo que para cada página de 1.900 caracteres, serão cobrados R$ 40, tendo como contrapartida quatro exemplares do livro.Os textos poderão ser entregues na sede da Apropuc ou na livraria Olho d'Água (R.Dr. Homem de Melo, 1036) ou em caleidoscopio@olho dagua.com.br (deixar endereço eletrônico, tel. e endereço para contato). O lançamento está previsto para no final de outubro.
O lançamento do livro dos alunos da PUC, Vitral 2001 acontece no dia 23/6 a partir das 18h, reunindo 35 autores selecionados, também na livraria Olho d'Água.

Exame Médico

Durante o mês de junho alguns funcionários serão convocados para os exames periódicos, que visam a prevenção e o tratamento de doenças ocupacionais. Entre os dias 4 e 9/6, todos os funcionários dos setores de Limpeza e Conservação, Nepe, NTC, PABX, Pastoral Universitária e Portaria, que tenham mais de 45 anos, deverão comparecer ao ambulatório, das 8h às 23h, para a avaliação. Informações: 3670-8007.

Direito e Humanismo

O professor Lafayette Pozzoli da Faculdade de Direito lançou recentemento o livro Maritain e o Direito, pela Edições Loyola. Resultado de sua tese de doutorado a obra discute a relação entre a pessoa humana e sua dignidade, o bem comum, os direitos do homem com o Direito brasileiro. O prefácio é de Luiz Antônio Rizzatto Nunes e a orelha do professor Carlos Aurélio Mota de Souza, componente da banca examinadora que avaliou sua tese.

Iniciação Científica

O Comitê Local do Pibic e o Lael organizaram a oficina Redação de Projetos e de Relatórios de Iniciação Científica, dirigida aos alunos de iniciação científica da PUC. O evento acontece dia 5/6, às 12h, com a professora Leila Bárbara, ou às 17h, com o professor Orlando Vian Jr., ambos na sala P-76, Prédio Velho. Informações: 3670-8050.

Bolsa Alimentação

O CVC abre, de 28/5 a 20/6, inscrições para alunos interessados em utilizar Bolsa Alimentação no 2º semestre de 2001. Para requerer a bolsa é necessário apresentar a comprovação de carência financeira, encaminhar alguns documentos pessoais ao CVC, além do agendamento de uma entrevista. As entrevistas acontecem entre 25/6 e 6/7. Informações: 3670-8293.

Documentários

O Departamento de Jornalismo e a Videoteca, dando continuidade à programação do Núcleo de Documentários, promovem dia 4/6, às 19h, no Auditório Banespa, a exibição do vídeo Uma cor no retrato preto e branco, da jornalista Neide Duarte. Haverá debate com Adriana Mariano e com a autora. Informações: 3670-8267.

Capitão Rohrer

A defesa de dissertação de mestrado, pelo pós em Psicologia Social, do capitão da PM Francisco Rohrer, terá nova data. A tese, sobre Polícia Comunitária, deveria ter sido defendida dia 21/5, mas foi adiada devido às manifestações de estudantes, da PUC e de fora dela. Um acordo entre os manifestantes e o programa deverá garantir o direito de apresentação do mestrando. Os alunos se comprometeram a ficar em silêncio durante a defesa, mas já estão organizando uma manifestação pacífica, com fotos e performances, depois da defesa, do lado de fora da sala. O programa se comprometeu a divulgar a nova data com antecedência.

AFAPUC: agenda de plantões

A AFAPUC divulgou o calendário de plantões de
diretores para a semana de 4 a 8/6, para atendimento
dos funcionários:
aSegunda-feira: Das 12h às 14h
aTerça-feira: Das 10h às 11h e das 15h às 16h.
aQuarta-feira: Das 14h às 15h
aQuinta-feira: Das das 11h às 13h
aSexta-feira: Das 12h às 14h.


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