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JORNAL PUCVIVA N° 684- 08/12/08 - JORNAL SEMANAL DA APROPUC E DA AFAPUC - VERSÃO EM PDF CLIQUE AQUI |
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movimentos sociais Durantes os dias 4 a 6/12 aconteceu, na Faculdade de Direito da USP, no
Largo São Francisco, a primeira edição do "Tribunal Popular: O Estado
Brasileiro no Banco dos Réus". A iniciativa vem dos movimentos sociais de
todo o país, com a intenção de denunciar uma justiça arbitrária, que
condena os pobres e absolve os ricos. A violência continua Na sexta-feira, 5/12, foi iniciada a sessão que trata dos casos de
violência policial no estado de São Paulo. As acusações tiveram como base
o período de maio de 2006, quando após ataques do grupo PCC, a polícia do
estado retaliou os ataques com muita violência, executando a população
pobre, atingindo muitas pessoas sem envolvimento com o crime. A última
sessão aconteceu às 14h com destaque para a repressão contra os movimentos
sociais e contra a criminalização da luta sindical. O destaque dessa
sessão foi a tentativa de acabar com o MST, um dos movimentos sociais mais
massivos do mundo.
Sala da Faculdade de Direito recebe o Tribunal Popular (Foto: Otávio Nagoya)
Estudantes da Unisantos ocupam sede da mantenedora Em luta contra o aumento das mensalidades, estudantes da Universidade Católica de Santos (Unisantos) ocuparam a sede da mantenedora da instituição, Sociedade Visconde de São Leopoldo, na quinta-feira, 27/11. A alta não tem aprovação do Conselho Universitário. A comunidade entende que essa foi a gota d'água de uma série de ações, como demissão de professores e funcionários, cortes de verbas didático-pedagógicas, reestruturação administrativa e enxugamento de custos, resultado de intervenção direta da mantenedora na vida universitária. Até o fechamento desta edição, os manifestantes não haviam recebido nenhuma resposta da universidade e estão pedindo ajuda às pessoas que se solidarizam à causa.
Acampamento do MTST desalojado em Embu
No dia 2/12, a Polícia Militar expulsou cerca de 150 famílias
que ocupavam pacificamente um território pertencente a Rosa Tereza Basilli,
latifundiária da região de Embu das Artes. Para piorar a situação, houve
um problema com o local para onde as famílias iriam depois da desocupação.
Centenas de pessoas tiveram que se abrigar em uma praça. Seus pertences
estão guardados em um galpão. O MTST pede solidariedade, pois a situação
está muito difícil.
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