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Manifestações, Cartas, Apoios Internos


Aos participantes do X Seminário Regional de Formação Profissional do Movimento Estudantil em Serviço Social-ENESSO


A realização do X Seminário Regional de Formação Profissional é parte constitutiva da trajetória histórica de organização e lutas do movimento estudantil em Serviço Social por meio da ENESSO, de suas representações em âmbito nacional, regional, local e dos centros acadêmicos. Saudar a luta de resistência que têm travado juntamente com as entidades da categoria de formação e exercício profissional-ABEPSS e conjunto CFESS/CRESS e com o movimento nacional de luta pelo ensino público, laico. gratuito, presencial, de qualidade é da maior relevância. O capital responde à sua própria crise na esfera do Estado com contrareformas que destróem direitos sociais e trabalhistas conquistados historicamente; com a educação não é diferente,  a partir da implantação do neoliberalismo no Brasil, no final dos anos 80, e com sua consolidação e continuidade nos dias atuais. Longe de ampliar a democratização com acesso e permanência no ensino o que se vê é a massificação com a precarização na universidade pública com o Reuni, a ausência de planos de carreiras, aligeiramento de cursos e no aumento avassalador do ensino à distância ao invés do ensino presencial. Nas escolas privadas os professores tem seus salários deteriorados, recebem por hora-aula e lutam por implantar um projeto profissional de qualidade apesar das adversidades em um ensino cada vez mais privatista e mercantil dos "tubarões" da Educação.  Os estudantes se deparam a cada dia com aumento de mensalidades, ausência da pesquisa e da extensão em seus cursos, redução de bolsas de estudo e uma débil assistência estudantil. A luta portanto dos estudantes e professores nas escolas públicas e privadas deve ser uma só pelo ensino público,laico, de qualidade, referenciado, universal, bem como por melhores condições de ensino e de trabalho. Recentemente os professores das universidades federais estiveram em greve por 120 dias e o governo federal não acenou com nenhuma resposta de possibilidade real de negociação. No estado de São Paulo muitos cursos entraram em movimento como os professores da UNICASTELO e foram demitidos por lutarem por melhores condições de Ensino e de Trabalho. Nós da PUCSP estamos a um mês em greve geral de estudantes e professores com apoio dos funcionários mediante a quebra da democracia universitária. O cardeal, pela primeira vez em 32 anos,  nos impôs a 3º e última colocada para ser reitora passando por cima da decisão soberana da comunidade que elegeu outro candidato. A PUCSP foi a primeira universidade do país a conquistar eleições diretas para reitoria,bem como contrato por tempo com ensino, pesquisa e extensão. A greve geral tem sido uma rica experiência na cultura da greve, com debates, Atos, passeatas, aulas-públicas, expressões artísticas, políticas e culturais o que avança o nosso nível de consciência na luta. Nesse momento gostaríamos  de convidar a tod@s aqui presentes  para um grande ATO em defesa da democracia no dia 12/12 às 19 horas na quadra da Rua Monte Alegre na PUCSP. No Brasil todo, em todas essas lutas pela educação temos tido a presença e combatividade dos cursos de Serviço Social, com seus estudantes, professores e funcionários, tanto na universidade pública como nas privadas e nos colocamos contra todas essas medidas de destruição do ensino. No último ENPESS, por unanimidade, nos posicionamos contra o mestrado profissionalizante, em defesa do mestrado acadêmico, mais uma grande luta a ser travada.  Nosso compromisso com os trabalhadores e como trabalhadores nos dão a ferrramenta para a luta imediata e histórica na direção de um projeto de emancipação humana.
Salve tod@s que aqui estão presentes, um ótimo encontro é o que deseja a APROPUC-Associação dos Professores da PUCSP na certeza de excelentes debates e contribuições na luta pela igualdade.

Professora Beatriz Abramides-
Professora do Curso de Serviço Social da PUCSP-Graduação e Pós
Pela Diretoria da Apropuc-SP

Carta à PUC-SP

 

De onde [aquele que vos domina] tirou tantos olhos com os quais vos espia, se não os colocais a serviço dele? Como tem tantas mãos para golpear-vos, se não as toma de vós? Os pés com que espezinha vossas cidades, de onde lhe vêm senão por vós? Como ousaria atacar-vos se não estivesse conivente convosco? Que poderia fazer-vos se não fôsseis receptadores do ladrão que vos pilha, cúmplices do assassinato que vos mata, e traidores de vós mesmos? (...) Decidi não mais servir e sereis livres; não pretendo que o empurreis ou sacudais, somente não mais o sustentai, e o vereis como um grande colosso, de quem subtrai-se a base, desmanchar-se com seu próprio peso e rebentar-se.

 

Etienne de La boetie

 

 

 

Nós, estudantes e pesquisadores do Programa de Estudos Pós-graduados em Ciências Sociais da PUC-SP, nos reunimos no dia 26 de novembro para nos posicionarmos diante da decisão da Fundação São Paulo divulgada no último dia 13 de novembro.

 

O exercício da democracia nesta Universidade não se restringiu, até este momento, a um marco institucional estatutário. No período da ditadura militar, a PUC-SP foi um espaço de experimentações variadas que estabeleceram uma maneira própria de discutir e decidir questões na comunidade universitária.

 

Reiteramos por meio desta carta nosso apoio à greve geral de professores, estudantes e funcionários, e nos dispomos ao enfrentamento e ao embate que possibilite fagulhas de liberdade.

 

O caráter autoritário da interferência da Fundação São Paulo na nomeação da última colocada – Anna Cintra –, nas eleições de 2012, para a reitoria da PUC-SP, expressa um processo já em voga nos últimos anos manifestados por aumentos abusivos de mensalidades; corte de bolsas; maximização de horas de trabalho e demissão de professores; terceirização de serviços; securitização da universidade...

 

Abster-se de enfrentar este processo é dar as costas àquilo que toca a nossa vida na Universidade e fora dela. Diante deste imbróglio, as inquietações não podem ser pacificadas e limitadas ao clímax deste acontecimento.

 

Reforçamos o conteúdo da carta redigida pela Faculdade de Ciências Sociais e, portanto, esperamos que caso Anna Cintra torne-se reitora – o que aniquilaria práticas democráticas exercidas ao longo da história desta universidade – nenhum de nossos professores e orientadores venham assumir qualquer cargo de participação e gestão desta reitoria.

 

 

 

Estudantes e Pesquisadores do

 

Programa de Estudos Pós-graduados em Ciências Sociais

MOÇÃO DE APOIO À GREVE NA PUC-SP*

 

Nossa Universidade enfrenta um momento de crise, o que compromete a vida acadêmica de todos os alunos, professores e funcionários. Crise esta que já estava anunciada desde 2005 com a reforma estatutária da Universidade e o redesenho das grades dos cursos. Mas o seu ponto detonador foi a nomeação da candidata menos votada para a reitoria desta Universidade no dia 13 de novembro deste ano.

A decisão do Grão-Chanceler da PUC-SP, Dom Odilo Pedro Scherer, foi arbitrária e desrespeitosa, em grande medida, pois o estatuto da Universidade permite que as coisas assim se sucedam. Nós escolhemos nosso representante, ele escolheu o seu. O estatuto não o obriga a concordar conosco e aceitar nossa escolha, assim como nada nos obriga a fazer o mesmo (acatar sua escolha). Por esse motivo resistiremos: porque ele é um e nós somos muitos. Pois, que a sua vontade seja sobreposta à nossa, estrangula o histórico de democracia da nossa Universidade, fato pelo qual temos o maior dos apreços, e isso nós não permitiremos.

Não desejamos a candidata Anna Maria Marques Cintra como reitora, pois ela representa todos os interesses da Fundação São Paulo e a conseqüente degenerescência da qualidade da produção acadêmica e da vida universitária, haja visto as reformas mercantilizadoras do conhecimento que nos foram infligidas por meio do CONSAD desde sua criação pela Fundação, dentre as quais podemos citar algumas, como a demissão de aproximadamente mil funcionários, a terceirização de serviços fundamentais ao bom funcionamento da instituição, a maximização da carga horária dos professores, o aumento injustificado das mensalidades e o fechamento de turmas, inclusive concluintes. Reformas estas que gradativamente pisoteiam a soberania universitária em nome do lucro, e que desembocarão, se não freadas, na total precarização dos nossos cursos e no alinhamento destes com as diretrizes governamentais massificadoras e superficialistas.

Não desejamos a indicada do cardeal, a menos votada Anna Cintra, também porque, apesar de entre nós haver aqueles que votaram na referida, defendemos a democracia (e diga-se também a liberdade de escolha, mais especificamente) e sabemos que isto implica em, por vezes, admitir resultados com os quais não concordamos, como colocou em suas sábia palavras o professor Sakamoto em seu blog esta semana. O que exigimos do Grão-Chanceler é exatamente esta mesma consciência: a do preterimento de benefícios individuais ou de determinados setores em detrimento do bem coletivo e da democracia, como seu antecessor, Dom Evaristo Arns defendia.

Não permitiremos que a professora Anna Cintra seja empossada, pois ela assumiu um compromisso conosco, estudantes, de não aceitar o cargo caso não fosse a mais votada, ainda que indicada pelo presidente da Fundação São Paulo, o cardeal já citado. Exigimos que ela cumpra o compromisso que firmou com os estudantes, assim como todos os reitores eleitos antes de si o fizeram.

Portanto, quando dizemos não à indicação da candidata menos votada, dizemos não também ao estatuto que permitiu tal perversidade. Dizemos não ao CONSAD e suas imposições. E mais que isso, dizemos sim à liberdade de cátedra, dizemos sim à democracia universitária. Dizemos sim ao ensino para todos, laico, gratuito, livre e de qualidade.

Finalmente, gostaríamos de lembrar que a democracia na PUC-SP não nos foi dada, simplesmente. Foi antes conquistada a duras penas. O nosso modelo de eleição é pioneiro, e nele o cardeal apenas homologa o sufrágio da comunidade por meio de eleições diretas. Essa tradição é resultado de lutas históricas importantes para a construção da identidade da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e também para a sua boa conceituação no decorrer da história brasileira. E neste dia 13 de novembro isto tudo foi desconsiderado pelo Cardeal Emérito da Arqui-Diocese da Sé Dom Odilo Scherer. Não deixaremos que estas conquistas desapareçam da realidade para figurar apenas nas páginas dos livros, como o cardeal agora deseja.

Justamente porque defendemos a ética, justamente por defendermos a democracia genuína e por valorizarmos o sangue, o suor e as conquistas daqueles que aqui lutaram antes de nós e por nós, é que gritaremos incansavelmente pelo futuro de nossa Universidade e pelo direito dos que por ela passarão: Anna Cintra, não a reconhecemos como nossa reitora. Dom Odilo, repudiamos a sua indicação e não nos submeteremos à sua arbitrariedade. Apoiamos a greve geral por tempo indeterminado ou até que o candidato eleito seja empossado. Sustentamos a suspensão do calendário acadêmico e administrativo pelo mesmo período. Concordamos e participaremos do cadeiraço e dos escrachos ao Arcebispo de São Paulo.  Não seremos a geração que carregou a vergonha de romper com o processo democrático do qual nossa Universidade é vanguardista. Portanto, não retrocederemos de nossa posição e lutaremos pela democracia até as últimas conseqüências.

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*Moção lançada pela turma MA8 do curso de história, de cuja ata de reunião será juntamente levada pelo aluno representante do curso de história para a Assembléia Geral.

Segue a Carta feitas das assembleias da Marquês.

 

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO

CENTRO ACADÊMICO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA – CAMPUS MARQUÊS

 

Foram realizadas Assembléias Gerais em nosso campus nos dias 14 de Novembro, das 18h30 às 19h45 e também no dia 21 de Novembro, das 9h50 às 12h40, no qual foi deliberado pela maioria voto a favor da greve.

Também deliberamos da formação da comissão de greve, que será formada por 1 alu no de cada curso que deverá, escutar as demandas dos alunos do mesmo curso, ir às Assembléias, convocar Assembléias, participar da organização central, entre outros, assim, deixando ao Centro Acadêmico a função de divulgação eventos, bem como liberação das atas das Assembléias.

Na primeira reunião, tivemos em torno de 140 alunos presentes e na segunda em torno de 100, o que representa aproximadamente 25% dos alunos matriculados em nossos cursos e quase destes 190 assinaram esta carta (até agora 21/11 às 23h00) o que deve se ampliar nos próximos dias.

Tendo como o modelo de greve por paralisação geral (cremos não haver outro tipo), daremos o prazo de sexta-feira, dia 23 de Novembro, as 19h, para alteração da atual nomeação à reitoria, o que não cancelará a greve, mas trará alterações nas requisições abaixo.

Enquanto deste prazo, concluiremos a montagem da Comissão de Greve e daremos início às conversas com a Diretoria de Campus, de Departamentos, da Faculdade, entre outras, inclusive com os próprios professores, através de reuniões a serem marcadas.

Assim, com apoio dos outros cursos, colocamos como as reivindicações:

- Suspensão imediata do calendário Acadêmico;

- Nomeação de Dirceu de Mello como reitor;

- Discussão sobre a paridade de votos entre faculdades, dando mais importância às menores, pois nem toda democracia é suficientemente representativa, mudando o peso não só dos cursos do nosso campus, mas também dos que sofrem da possibilidade de fechamento em outros;

- Divulgação por parte da reitoria, em seu orçamento, de plano de investimentos em tecnologia para o campus marquês;

- Divulgação e convite constante aos alunos para as reuniões departamentais e de Conselho;

- Compromisso do novo reitor com os campi esquecidos;

- Reconhecimento do potencial das áreas de tecnologia;

- Projetos acadêmicos que dêem formação ampla, discutida com o aluno;

- Maior parceria da PUC com empresas que queiram investir em nossos cursos e realizar projetos de desenvolvimento de novos produtos, serviços ou parcerias com fins puramente acadêmicos.

É certo que no mundo de hoje, o mundo da Informação, Tecnologia e Engenharia, nosso campus tem que ter a atenção merecida, aumentado seu potencial e visto suas diferenças quanto às outras disciplinas, não como melhores, mas simplesmente como diferentes, embora aqui necessitemos muito mais do que de lousa, giz e saliva, o investimento tem retorno certo quando projetos de peso são desenvolvidos em parceria, quando a PUC tiver condições tecnológicas, de laboratório e outras para isso.

 

Centro Acadêmico de Ciências Exatas e Tecnologia

São Paulo, 21 de Novembro de 2012






Queridos Professores,

 

Como sabemos a PUC é uma universidade Católica, e neste caso, conciliar a crença cristã com o pensamento e o conhecimento é também dever da Igreja, mas quando se pressupõe que a Igreja está a ser rendida às tendências do mercado e a priorizar o lucro, o ganho fácil, não se importando com a qualidade do ensino, dos cursos que oferece, das condições de trabalho que dispõe aos seus docentes, muitos doutores e pesquisadores, isto é preocupante. É contribuir enormemente com a precarização da educação.

 

Dizer que estamos a fazer  uma greve ilícita porque consta no estatuto da instituição que o grão-chanceler escolhe um nome da lista tríplice de candidatos, é no mínimo, querer desvirtualizar uma realidade que está ao alcance de todos. O que supostamente ali se pretende é a comercialização de diplomas (para saldar dívidas).

 

Compreendo que como parte integrante da casa muitos de vocês sejam levados a silenciar.

Mas da minha parte farei ecoar as vossas dores, os vossos receios e preocupações.

Ainda somos uma das melhores universidades do país, e que conta com uma equipe de profissionais por quem vale a pena lutar, vocês!

 

 

Um abraço consciente,

Nara Pontes, estudante de Letras PUC. 


Moção de repúdio ao autoritarismo do Grão-Chanceler da PUC-SP e de apoio ao movimento grevista da universidade

           

Repudiamos a atitude do Grão-Chanceler D. Odilo Scherer pela nomeação arbitrária da candidata menos votada nas últimas eleições ao cargo de reitor da PUC-SP. Ao nomear reitora da universidade a professora Anna Cintra, D. Odilo Scherer contraria a decisão soberana das urnas manifestada pela comuidade acadêmica, desrespeita a histórica tradição democrática da PUC-SP, que inspira e inspirou docentes e universitários de todo país, e viola abertamente a autonomia universitária.

Portanto, repudiamos a autoritária nomeação da professora Anna Cintra para reitora da PUC-SP e reivindicamos o legitimo movimento grevista que hoje sai em defesa do projeto de educação historicamente construído na PUC-SP.

 

Pela soberabnia e autonomia universitárias!

 

 

Prof. Augusto Monteiro Ozorio

Depto de Geografia

Matrícula 305254

Nota aos professores (as), alunos (as) e funcionários (as) do PEPG e do Curso de Serviço Social da PUC-SP

 

Os acontecimentos recentes que levaram à quebra da tradição democrática da PUC-SP nos deixam perplexos, pois esta foi construída por muitos de nós através da luta e da mobilização política que fizeram da PUC-SP referência nacional de um projeto educacional radicalmente democrático e qualificado do ponto de vista acadêmico e científico. Soubemos ousar em tempos difíceis, e no contexto da ditadura militar a PUC-SP implantou um projeto universitário absolutamente inovador, que buscou ultrapassar os limites da política educacional e cultural imposta pela ditadura,  propiciando a consolidação de avanços democráticos que se constituíram em um marco, não apenas na sua história, mas na trajetória de democratização da universidade brasileira. A PUC-SP desmentiu, por meio de sua prática social, a visão ideologizada de incompatibilidade entre excelência da produção acadêmica e militância nas lutas sociais e democráticas. Eu, e muitos professores que estão até hoje na Universidade, à época recém-formados, fomos incorporados neste contexto que derrubou o instituto da cátedra, criou o Ciclo Básico e instituiu a politica de formação de equipes das disciplinas, em um trabalho de criação coletiva que deixou marcas profundas em todos nós que tivemos o privilégio de participar desse projeto. De lá até aqui muitas coisas aconteceram, como sabemos esse projeto universitário foi sendo desconstruído num processo que, embora tenha suas particularidades institucionais, não pode ser descolado da dinâmica sociopolítica que se desenvolvia (e se desenvolve) na universidade e na sociedade brasileiras.  Nesse momento, que exige de nós um posicionamento firme, quero expressar minha convicção de que temos que fazer o que sempre fizemos: não abrir mão de nossa história, de nossos compromissos democráticos, do nosso direito legítimo de decidir os rumos da nossa universidade. Não estão em questão pessoas ou grupos, mas a defesa do processo eleitoral convocado pela Fundação São Paulo e legitimado nas urnas por expressiva participação da comunidade universitária da PUC-SP. Penso que nesse momento é mais do que oportuno lembrar o poema, sempre atribuído a Mayakowski ou a Brecht, mas que descobri ser de um poeta brasileiro, Eduardo Alves da Costa, da grande geração de poetas paulistanos dos anos de 1960: “Na primeira noite eles se aproximam / roubam uma flor / do nosso jardim./ E não dizemos nada./ Na segunda noite, já não se escondem: /pisam as flores, / matam nosso cão, / e não dizemos nada./ Até que um dia / o mais frágil deles / entra sozinho em nossa casa, / rouba-nos a luz, e, / conhecendo o nosso medo / arranca-nos a voz da garganta./ E já não dizemos nada”. 

 

Todo apoio à luta pela autonomia universitária da PUC-SP!

 

Raquel Raichelis Degenszajn, professora e coordenadora do Programa de Estudos Pós-Graduados em Serviço Social da PUC-SP.

Nós, assistentes sociais e estudantes de serviço social participantes do I Encontro Estadual de Serviço Social e Organização Sindical realizado na FMU – Campus Liberdade, em 23 de novembro de 2012, organizado pelo CRESS-SP, vimos por meio desta manifestar nosso repúdio à ação antidemocrática do Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, da Pontifica Universidade Católica de São Paulo – PUC-SP, quanto a nomeação da professora Ana Maria Cintra para o cargo de reitora. A referida professora foi no processo eleitoral a terceira colocada pelos votos de professores, alunos e funcionários da PUC-SP e esta atitude, além de retroceder no processo democrático construído historicamente pela comunidade acadêmica, também corrobora ao que vem sendo posto pelo ideário neoliberal no que se refere ao processo e precarização do ensino superior no país. Que seja respeitada a soberania das urnas e a democracia universitária!

 


MOÇÃO DE APOIO À GREVE NA PUC-SP




O SinPsi vem, por meio de nota, se posicionar a favor da greve de docentes, alunos e funcionários da PUC-SP, devido a divergências no processo eleitoral para reitor da universidade. O sindicato concorda com os manifestantes, que pedem o fim do método para a escolha dos reitores da instituição, com base em duvidosos princípios democráticos. Além disso, o SinPsi reconhece que tais manifestações caminhem no sentido de promover a retomada do caráter social da PUC, que fez dessa universidade um espaço acadêmico de destaque ao longo de décadas. O sindicato apoia todos que compreendem que a luta política – pacífica e organizada –  é necessária no meio acadêmico e em todos os setores de nossa sociedade.

 



Moção de repúdio ao autoritarismo do Grão-Chanceler da PUC-SP e de apoio ao

movimento grevista da universidade

 

Repudiamos a atitude do Grão-Chanceler D. Odilo Scherer pela nomeação arbitrária da

candidata menos votada nas últimas eleições ao cargo de reitor da PUC-SP. Ao nomear

reitora da universidade a professora Anna Cintra, D. Odilo Scherer contraria a decisão

soberana das urnas manifestada pela comuidade acadêmica, desrespeita a histórica

tradição democrática da PUC-SP, que inspira e inspirou docentes e universitários de todo

país, e viola abertamente a autonomia universitária.

Portanto, repudiamos a autoritária nomeação da professora Anna Cintra para reitora

da PUC-SP e reivindicamos o legitimo movimento grevista que hoje sai em defesa do

projeto de educação historicamente construído na PUC-SP.

 

Pela soberabnia e autonomia universitárias!

 

Apoio.

 

Adelaide Fernandes Pires Malainho

 

Campinas, 26 de novembro de 2012.

 



 

O SINPRO Campinas e Região, através de sua diretoria e em nome do conjunto de seus filiados vêm expressar a incondicional solidariedade à comunidade acadêmica da PUC-São Paulo, liderada pela APROPUC.

 

Conhecedores da força e da coragem das instituições democráticas internas da PUC, confiamos que a vitória virá.

 

DIRETORIA

 

Les envío la solidaridad y apoyo en la lucha por la defensa del proceso electoral.    La pucsp es una conocida y prestigiosa institucion educativa que no puede permitir un avasallamiento a profesores, estudiantes y funcionarios que se expresaron en  los resultados de la eleccion. Espero que esta huelga ponga de pie a la comunidad que apuesta a los procesos de democratizacion.  Saludos. Dra. Andrea Oliva

Enviado desde mi BlackBerry® de Claro Argentina

 

 

"Nota de Apoio à greve na PUC-SP

 

O Fórum do Campo Lacaniano de São Paulo, enquanto comunidade de psicanalistas implicados com o avanço democrático das instituições de formação, manifesta, por meio da sua Comissão de Gestão, o apoio à causa que mobilizou a greve geral da PUC de São Paulo. É possível ver nesta mobilização a coragem que falta à grande parte dos corpos discentes e docentes de nossos dias de tentar barrar a crescente despolitização que podemos encontrar nas universidades brasileiras nas últimas décadas.

Queremos crer que haja aí a semente de um movimento mais amplo no qual a PUC de São Paulo, mais uma vez, sai na frente.

Comissão de Gestão do FCL-SP"

 

favor colocar nos meios de divulgação esse apoio.

Att,

Marina Carrilho

 

 

MOÇÃO DE APOIO À GREVE DE ALUNOS, PROFESSORES E TÉCNICOS DA

PUC-SP

 

A comunidade acadêmica da Escola de Serviço Social da UNIRIO, reunida em  assembleia geral no dia 22 de novembro de 2012, vem manifestar seu apoio a alunos, professores e técnicos da PUC/SP que entraram em greve em função do desrespeito

 

ao resultado da eleição democrática para o cargo de reitor: a candidata menos votada,

 

Anna Cintra, assumiu o cargo, indicada pelo cardeal dom Odilo Scherer, contrariando a

 

vontade da comunidade universitária da PUC-SP.

 

Entendemos que a democracia é um princípio fundamental para a dinâmica da vida

 

social e que todo ato que a contrarie deve ser fortemente combatido. A universidade

 

brasileira, como espaço de formação cidadã, deve zelar pela democracia, defender e

 

promover a ampliação da participação dos sujeitos nos espaços coletivos.

 

Neste sentido, manifestamos nosso apoio a toda comunidade da PUC/SP e o desejo que

 

o reitor reeleito democraticamente, Dirceu de Mello, seja empossado imediatamente,

 

respeitando assim a vontade desta comunidade.

 

Rio de Janeiro, 27 de novembro de 2012.

 

Comunidade Acadêmica do Curso de Serviço Social da UNIRIO

 

 

Moção de repúdio ao autoritarismo do Grão-Chanceler da PUC-SP e de apoio ao movimento grevista da universidade

 

            Repudiamos a atitude do Grão-Chanceler D. Odilo Scherer pela nomeação arbitrária da candidata menos votada nas últimas eleições ao cargo de reitor da PUC-SP. Ao nomear reitora da universidade a professora Anna Cintra, D. Odilo Scherer contraria a decisão soberana das urnas manifestada pela comunidade acadêmica, desrespeita a histórica tradição democrática da PUC-SP, que inspira e inspirou docentes e universitários de todo país, e viola abertamente a autonomia universitária.

Portanto, repudiamos a autoritária nomeação da professora Anna Cintra para reitora da PUC-SP e reivindicamos o legitimo movimento grevista que hoje sai em defesa do projeto de educação historicamente construído na PUC-SP. 

Pela soberania e autonomia universitárias!

 

 

Ex aluna da PUC-SP 

Alcina Maria de Castro Martins 

 

Coordenadora do mestrado em Serviço Social 

Instituto Superior Miguel Torga

 

 

 

MOCÃO DE APOIO AO MOVIMENTO DOS DOCENTES E DISCENTES DA PUC-SP

 

O Grupo de Estudos e Pesquisas “Teoria Social de Marx e Serviço Social”,

vinculado ao Departamento de Serviço Social da Universidade Estadual Paulista

(UNESP), Faculdade de Ciências Humanas e Sociais (Franca-SP), apoia o legítimo e

importante movimento iniciado pelos docentes e discentes da Pontifícia

Universidade Católica de São Paulo (PUC) e reitera a conquista histórica dessa

comunidade universitária em escolher, democraticamente, o Reitor da Universidade

e ter esse nome mantido por suas instâncias superiores. O não respeito a esse

processo representa sério retrocesso no campo dos direitos democráticos e

políticos dessa importante universidade brasileira, bem como fere profundamente

o espírito laico que sempre esteve presente na história da PUC, particularmente

nos duros tempos de repressão no Brasil.

 

Franca, 20 de novembro de 2012.

 

Grupo de Estudos Teoria Social de Marx e Serviço Social




 

Diante dos riscos que correm, no presente, as conquistas democráticas na Pontifícia Universidade Católica, em São Paulo, tão arduamente construídas no largo processo de sua existência, as organizações abaixo listadas vêm se manifestar a favor da justa greve de caráter geral dos professores, funcionários e estudantes pela retomada de seus direitos. 

Entendemos que a medida de ignorar os resultados da legítima eleição para reitor, tomada por D. Odilo Scherer,  é imprópria, por impor como reitor uma candidata que não foi eleita coletivamente, e desacata os trabalhadores e estudantes bem como a comunidade envolvida, pois fere brutalmente os direitos adquiridos e significa, sobretudo, abuso de poder.

Entendemos que esta greve também é a expressão crescente de uma resistência à destruição de uma estrutura universitária sadia; destruição essa ora transparente, ora sub-reptícia, por parte dos que incorporam este centro de ensino encarando-o somente enquanto como meio de fazer dinheiro e como alicerce de uma política suja expressada por demissões e repressão.

 

Todo apoio à greve.

Repudiamos medidas golpistas !
Que se emposse o reitor eleito pela maioria !

 

Assinam

COMITÊ PRÓ-HAITI

REDE AUTÔNOMA DE PROTEÇÃO AOS AMEAÇADOS DE MORTE

COMITÊ INTERNACIONAL DE SOLIDARIEDADE À LUTA DOS GUARANI-KAIOWÁS

Moção de repúdio ao autoritarismo do Grão-Chanceler da PUC-SP e de apoio ao movimento grevista da universidade

 

Nós do Coletivo Trabalhador@s em Luta (Oposição Sindical ao Sindicato

dos Trabalhadores Municipais de Campinas) repudiamos a atitude do Grão-Chanceler D. Odilo Scherer pela nomeação arbitrária da candidata menos votada nas últimas eleições ao cargo de reitor da PUC-SP. Ao nomear reitora da universidade a professora Anna Cintra, D. Odilo Scherer contraria a decisão soberana das urnas manifestada pela comunidade acadêmica, desrespeita a histórica tradição democrática da PUC-SP, que inspira e inspirou docentes e universitários de todo país, e viola abertamente a autonomia universitária.

Portanto, repudiamos a autoritária nomeação da professora Anna Cintra para reitora da PUC-SP e reivindicamos o legítimo movimento grevista que hoje sai em defesa do projeto de educação historicamente construído na PUC-SP.

 

Pela soberania e autonomia universitárias!

 

Campinas, 20 de novembro de 2012.

 

COLETIVO TRABALHADOR@S EM LUTA

 

Moção de repúdio ao autoritarismo do Grão-Chanceler da PUC-SP e de apoio ao movimento grevista da universidade

                                                         

Repudiamos a atitude do Grão-Chanceler D. Odilo Scherer pela nomeação arbitrária da candidata menos votada nas últimas eleições ao cargo de reitor da PUC-SP. Ao nomear reitora da universidade a professora Anna Cintra, D. Odilo Scherer contraria a decisão soberana das urnas manifestada pela comuidade acadêmica, desrespeita a histórica tradição democrática da PUC-SP, que inspira e inspirou docentes e universitários de todo país, e viola abertamente a autonomia universitária.

Portanto, repudiamos a autoritária nomeação da professora Anna Cintra para reitora da PUC-SP e reivindicamos o legitimo movimento grevista que hoje sai em defesa do projeto de educação historicamente construído na PUC-SP.

 

Pela soberabnia e autonomia universitárias!

 

Grupo de Estudos, Pesquisa e Debates em Serviço Social e Movimento Social – GSERMS/UFMA (Coordenação Professoras Josefa Batista Lopes e Marina Maciel Abreu)

Milton Hatoum

Gostaria de registrar meu apoio à comunidade universitária da PUC-SP, cuja decisão no processo eleitoral para a escolha do reitor deve ser soberana. O rompimento dessa longa tradição contraria a vocação democrática de uma das mais relevantes universidades brasileiras.
Um abraço,
 
Milton Hatoum
A DEMOGRACIA EMPRESARIAL DA PUC.
Rapper Pirata

A universidade PUC gosta de publicizar que forma as mentes que  conduzem  o rumo do país e a  politica brasileira; Tanto que seus professores ou ex-alunos sempre estão na mídia emitindo a opinião sobre diversos assuntos da nossa realidade, eles  são os defensores da democracia.

A PUC ganha essa referencia  de democracia porque na época da ditadura ela protegeu as pessoas que lutaram para acabar com o estado administrado pelo exercito brasileiro, com aval dos interesses nortes americanos.
Essa ação trouxe a marca da universidade PUC o valor da DEMOCRACIA, tanto que hoje ela vende para a sociedade em seu marketing, para conquistar alunos-clientes; também para manter a idéia de filantropia para ter algumas mordomias fiscais. 
A universidade deveria dar acesso para as pessoas pobres terem o seu ensino de referencia, em razão de ter esse dinheiro publico em seus cofres, mas não, ela somente negativa-os em cartórios que não conseguem pagar as dividas adquiridas a cada ano em seus bancos catedráticos, tem a ação de diminuição do número de bolsa de estudos;  Alem de investir em cursos que atrai mais alunos clientes, desvalorizando outros, principalmente os que representam o olhar politico dos movimentos sociais, e não de classe média alta que pensa como elite.
Justamente nesse ponto que vermos que o passado de luta, foi algo do passado, agora a modernidade é ser Ditadora, porque o poder corrompe e não gosta da mudança e da perda de privilégios. Assim ignora-se o desejo das suas urnas empresarias, porque não representou a chapa dos seus chapinhas.  

Moção de repúdio dos professores do Curso de Serviço Social da Universidade de Uberaba - Uberaba MG


Moção de repúdio ao autoritarismo do Grão-Chanceler da PUC-SP e de apoio ao movimento grevista da universidade

Repudiamos a atitude do Grão-Chanceler D. Odilo Scherer pela nomeação arbitrária da candidata menos votada nas últimas eleições ao cargo de reitor da PUC-SP. Ao nomear reitora da universidade a professora Anna Cintra, D. Odilo Scherer contraria a decisão soberana das urnas manifestada pela comunidade acadêmica, desrespeita a histórica tradição democrática da PUC-SP, que inspira e inspirou docentes e universitários de todo país, e viola abertamente a autonomia universitária.
Portanto, repudiamos a autoritária nomeação da professora Anna Cintra para reitora da PUC-SP e reivindicamos o legitimo movimento grevista que hoje sai em defesa do projeto de educação historicamente construído na PUC-SP.

Pela soberania e autonomia universitárias!
Professores do Curso de Serviço Social da Universidade de Uberaba
Uberaba/MG


James Petras


Caro lucio

SOLIDARIZI-ME COM LA LUTA DE PROFESORES, ESTUDIANTES Y FUNCIONARIOS DE PUC-SP

JAMES PETRAS

BARTLE PROFESOR OF SOCIOLOGY(EMERITUS) NEW YORK

ADJUNTO PROFESOR DE ST MARYS UNIVERSITY(CANADA)

Nota de apoio de Gilson Dantas, editor da revista Contra a Corrente, doutor em sociologia pela Universidade de Brasília ao Movimento PELA DEMOCRACIA NA PUC-SP

"Companheiros estudantes e professores da PUC
O mínimo que se espera de uma instituição com o perfil e a composição da PUC é o da promoção dos valores da cidadania, dentre os quais se destaca, com toda certeza, o da formação democrática. Nã

o vejo nada de democrático na nomeação vertical do novo reitor da PUC (na figura da Anna Cintra), nomeação que contraria o mais elementar princípio democrático não apenas da sociedade mas também as regras da própria instituição. Nâo se pode nomear um reitor com tais métodos autocráticos. Conclamo aos estudantes e aos professores progressistas e democráticos a se levantarem como um só corpo e repudiarem pela raiz não apenas a nomeação do novo reitor com tais métodos como também a se mobilizarem para discutirem, a partir da sala de aula e com a mais ampla democracia de base, como democratizar a PUC, como instituir novas regras que permitam eleição direta e paritária para reitor e um vínculo dos cursos e do currículo da PUC com as demandas sociais da população mais carente de São Paulo.

Gilson Dantas, editor da revista Contra a Corrente, doutor em sociologia pela Universidade de Brasília e autor de A estatística da miséria e a miséria da estatística"

Docentes do Curso de Serviço Social da Faculdade de Mauá


São Paulo, 19 de novembro de 2012.

À: Associação de Professores da PUC-SP (APROPUC) e a Comunidade Academica
da PUC-SP

Moção de repúdio ao autoritarismo do Grão-Chanceler da PUC-SP e de apoio ao movimento grevista da universidade
Nós, docentes do Curso de Serviço Social da Faculdade de Mauá, repudiamos a atitude do Grão-Chanceler, D. Odilo Scherer, pela nomeação arbitrária da candidata menos votada nas últimas eleições ao cargo de reitor da PUC- SP. Ao nomear reitora da universidade a professora Anna Cintra, D. Odilo Scherer contraria a decisão soberana das urnas manifestada pela comunidade acadêmica, desrespeita a histórica tradição democrática da PUC-SP, que inspira e inspirou docentes e universitários de todo país e viola abertamente a autonomia universitária.

Portanto, repudiamos a autoritária nomeação da professora Anna Cintra para reitora da PUC-SP e reivindicamos o legítimo movimento grevista que hoje sai em defesa do projeto de educação historicamente construído na PUC-SP.


Pela soberania e autonomia universitárias!

Docentes do Curso de Serviço Social da Faculdade de Mauá

MARLISE VINAGRE


Moção de repúdio ao autoritarismo do Grão-Chanceler da PUC-SP e de apoio ao movimento grevista da universidade

                                                         

Repudiamos a atitude do Grão-Chanceler D. Odilo Scherer pela nomeação arbitrária da candidata menos votada nas últimas eleições ao cargo de reitor da PUC-SP. Ao nomear reitora da universidade a professora Anna Cintra, D. Odilo Scherer contraria a decisão soberana das urnas manifestada pela comuidade acadêmica, desrespeita a histórica tradição democrática da PUC-SP, que inspira e inspirou docentes e universitários de todo país, e viola abertamente a autonomia universitária.

Portanto, repudiamos a autoritária nomeação da professora Anna Cintra para reitora da PUC-SP e reivindicamos o legitimo movimento grevista que hoje sai em defesa do projeto de educação historicamente construído na PUC-SP.

 

Pela soberabnia e autonomia universitárias!

 
MARLISE VINAGRE

Andrea Almeida Torres


Não deixemos que a PUC, que contribuiu e contribui para a democracia, seja tomada pelas forças retrógradas  e anti-democráticas ! Respeito pela história da PUC, já !

ANDREA ALMEIDA TORRES / ex-aluna de Serviço Social, graduação e pós-graduação. 
 
Profª Drª - Curso Serviço Social
Universidade Federal de São Paulo - Campus Baixada Santista 
Departamento Saúde, Educação e Sociedade
Av: Ana Costa, 95 - Vila Mathias - 
CEP 11060-001 
Santos - São Paulo
Tel: (13) 3232 2569
 

ABEPSS


PRONUNCIAMENTO DA ABEPSS frente à violação da democracia na PUC/SP

A ABEPSS Nacional e a Regional SUL II da ABEPSS manifestam o seu repúdiodiante da atitude de D. Odilo Scherer, grão chanceler da PUCSP, que de forma não democrática, resolveu nomear ao cargo de Reitor a candidata menos votada, a professora Anna Cintra. Essa atitude fere os princípios democráticos conquistados historicamente pela comunidade acadêmica da PUC/SP.

É importante lembrar que na Assembleia Nacional Constituinte houve luta dos movimentos sociais, das universidades e do povo organizado, para instituir um Estado Democrático de Direito, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade a justiça, e a organização, como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, com essas bases foi promulgada a CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL -1988.

A autonomia universitária é um direito conquistado na PUC/SP e tal violação expõe os rumos da pesquisa, do ensino e da formação, por isso, manifestamos o nosso total apoio a APROPUC e AFAPUC, na posse do reitor eleito democraticamente, o Prof. Dirceu de Mello.

Atenciosamente,
Claudia Monica dos Santos
Presidente da ABEPSS

Francisca Pini
Vice-Presidente da Regional Sul II

Universidad Nacional del Comahue


Desde la Patagonia Argentina, provincia de Neuquén adherimos y apoyamos la Lucha de los docentes y estudiantes de la PUCSP por la Soberanía y Autonomía de la Universidad. 
Repudiamos el autoritarismo de Gran Canciller de la PUC-SP y en apoyo a la huelga en la Universidad para repudiar la actitud de Gran Canciller d. Odilo Scherer por la arbitraria designación de la candidata menos votada en las últimas elecciones para el cargo de Rector de la PUC-SP, nombrando como rector de la Universidad, a la  profesora Anna Cintra, DOM Odilo Scherer contradice la decisión soberana de las urnas expresadas por la comunidad académica haciendo caso omiso de la histórica tradición democrática de la PUC-SP, inspirador, inspiró a los maestros y estudiantes de todo el país y violar abiertamente la autonomía universitaria.
Por lo tanto, rechazamos la nominación autoritaria de la profesora Anna Cintra a Rector de la PUC-SP y demanda huelga legítima que hoy sale en defensa de la educación históricamente construida en PUC-SP.
Por la autonomía soberana en la Universidad! 



Lic. Margot Berrocal
Docente de Seminario de Servicio Social con Residencia Institucional-Cátedra II
Facultad de Derecho y Ciencias Sociales
Universidad Nacional del Comahue
Neuquén-Argentina

Joao pedro stedile
do MST e d avia campesina brasil


A PUC de sao paulo sempre foi uma referencia na luta democratica contra a ditadura militar. Foi um simbolo pela referencia politico-religiosa de Dom Paulo Arns para todos movimentos sociais e militantes em todo Brasil.
É uma referencia pelo ensino plural e democratico em seus cursos.
Estranhamos que essa historia nao seja respeitada agora pelos que querem impor seu poder sobre a PUC.
Por isso como movimentos sociais, apoiamos as iniciativas da comunidade academica, estudantes, professores, trabalhadores da PUC, para que a democracia e a vontade da maioria sigam sendo respeitados."

saudaçoes
Joao pedro stedile
do MST e d avia campesina brasil

MOÇÃO DE REPÚDIO AO AUTORITARISMO DO GRÃO CHANCELER DA PUC/SP, D. ODILO SCHERER


O Colegiado do Curso de Serviço Social da Universidade Federal Fluminense, Polo de Rio das Ostras, reunido em 14 de novembro de 2012, aprovou, por unanimidade, moção de repúdio à atitude autoritária do Grão Chanceler da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, D. Odilo Scherer, pela nomeação arbitrária da candidata menos votada nas últimas eleições ao cargo de Reitor da PUC/SP.
Ao nomear Reitora da PUC/SP a Professora Anna Cintra, D. Odilo Scherer, contraria a decisão soberana das urnas manifestada pela comunidade acadêmica da PUC/SP, desrespeita a histórica tradição democrática dessa Instituição de Ensino, que inspira e inspirou docentes e universitários de todo o país e viola abertamente a autonomia universitária.
Nosso colegiado apoia a luta da comunidade acadêmica da PUC/SP em defesa dos princípios democráticos dessa Instituição; apoia sua decisão de não reconhecer a Professora Anna Cintra como Reitora e, mais uma vez, repudia veementemente o autoritarismo e a arbitrariedade que comprometem a imagem da Fundação São Paulo, contrariam o caráter comunitário dessa Universidade, violam direitos e os princípios e diretrizes do Projeto Institucional de Educação da PUC/SP.


Rio das Ostras, 14 de novembro de 2012.
Colegiado do Curso de Serviço Social da Universidade Federal Fluminense.

Moção UNIFESP - Serviço Social


Nós, docentes do curso de Serviço Social da Universidade Federal de São Paulo,vimos manifestar nossa  perplexidade frente à nomeação  da Profa. Dra. Ana Cintra, terceira colocada, como reitora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, desconsiderando a consulta/eleição efetuada pela Comunidade Universitária.

A PUC-SP sempre foi exemplo de espaço democrático e de liberdade de expressão e de produção. Foi a primeira universidade a efetuar consultas/eleições desde os anos 70 do século passado - nos anos duros da ditadura militar - onde a vontade da comunidade expressa nas urnas sempre foi garantida e legitimada pelo então D. Paulo Evaristo Arns em vários pleitos eleitorais.

Estranhamos a atitude do grão Chanceler Odilo Scherer e, em nome da autonomia universitária e  da garantia da democracia, solicitamos que seja respeitada e garantida a escolha da Comunidade Universitária.

 

Sandra de Faria - PUC Goiás

Querida Bia e tod@s professores, funcionarios e estudantes da PUCSP

 

Recebam o meu total apoio e solidariedade a luta pela resistencia e defesa de uma Universidade que conquistou liberdade academica, autonomia institucional e reconhecimento acadêmico científico no contexto da Educação Superior brasileiira e internacional.

 

abraç@s.

 

Profª. Drª. Sandra de Faria

Egressa do PPG em Serviço Social da PUC SP

Prefessora do Curso de Serviço Social da PUC Goiás

 

 

Caio Toledo - Unicamp

Todo o apoio a mais esta luta democrática da comunidade acadêmica da PUC-SP!

caio toledo
unicamp