Apresentação
APROPUC-SP
O País vive um momento em que todos os aspectos da vida cotidiana do cidadão estão afetados pela crise econômica, política, moral, social e cultural que se instalou em nosso meio. A insensibilidade atinge a maioria. Poucos são queles que têm a clareza da situação e a convicção de que é preciso e é possível mudar esse estado de coisas. Mas quando apresentam-se para dizer não, o cassetete do governo neoliberal baixa diante de uma sociedade perplexa e indignada, mas temerosa e retraída.
Para analisar o andar do atual processo, convidamos companheiros que representam diversas vertentes do pensamento político brasileiro de esquerda. O quadro que trazemos não é exaustivo, mas forma um conjunto significativo de idéias das atuais posições de esquerda. Claro que tem ausências. Alguns não foram encontrados no prazo, outros não puderam contribuir com seus diagnósticos, análises, propostas, por falta de tempo. Entretanto, o convite continua aberto para aqueles que desejarem difundir as suas idéias na nossa revista.
Os textos que apresentamos nesta edição mostram diferentes propostas, diferentes caminhos que o movimento de esquerda brasileiro poderia seguir para que a luta política dê um salto de qualidade. O ano eleitoral, a crise no governo, o fracasso da política neoliberal, as eleições de 2002, o caráter da democracia brasileira, a pluralidade do pensamento brasileiro são alguns dos elementos que compõem o cenário construído pelo conjunto de artigos.
Complementando o tema central da edição, publicamos o comentário da professora Maria Angélica Borges sobre a obra O longo amanhecer, do economista Celso Futado – que completou 80 anos em julho.
O professor Jaime Coronado Preciado, da Universidade de Guadalajara, analisa as tentativas de integração dos países dos continentes europeu e americano, no contexto da globalização, partindo de um ponto de vista latino-americano.
Além da crônica e dos poemas, trazemos uma página em homenagem ao professor do Programa de Pós em Comunicação e Semiótica Philadelpho Menezes, que sofreu um acidente fatal no final de julho.
Esta edição deveria circular em junho, mas em função da importância de publicarmos uma análise da situação política do País, decidimos retardar o fechamento da revista. A próxima edição deve sair também um pouco fora do calendário normal que seria em setembro. Nela vamos trazer artigos sobre a questão sindical.
Para analisar o andar do atual processo, convidamos companheiros que representam diversas vertentes do pensamento político brasileiro de esquerda. O quadro que trazemos não é exaustivo, mas forma um conjunto significativo de idéias das atuais posições de esquerda. Claro que tem ausências. Alguns não foram encontrados no prazo, outros não puderam contribuir com seus diagnósticos, análises, propostas, por falta de tempo. Entretanto, o convite continua aberto para aqueles que desejarem difundir as suas idéias na nossa revista.
Os textos que apresentamos nesta edição mostram diferentes propostas, diferentes caminhos que o movimento de esquerda brasileiro poderia seguir para que a luta política dê um salto de qualidade. O ano eleitoral, a crise no governo, o fracasso da política neoliberal, as eleições de 2002, o caráter da democracia brasileira, a pluralidade do pensamento brasileiro são alguns dos elementos que compõem o cenário construído pelo conjunto de artigos.
Complementando o tema central da edição, publicamos o comentário da professora Maria Angélica Borges sobre a obra O longo amanhecer, do economista Celso Futado – que completou 80 anos em julho.
O professor Jaime Coronado Preciado, da Universidade de Guadalajara, analisa as tentativas de integração dos países dos continentes europeu e americano, no contexto da globalização, partindo de um ponto de vista latino-americano.
Além da crônica e dos poemas, trazemos uma página em homenagem ao professor do Programa de Pós em Comunicação e Semiótica Philadelpho Menezes, que sofreu um acidente fatal no final de julho.
Esta edição deveria circular em junho, mas em função da importância de publicarmos uma análise da situação política do País, decidimos retardar o fechamento da revista. A próxima edição deve sair também um pouco fora do calendário normal que seria em setembro. Nela vamos trazer artigos sobre a questão sindical.
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