Bibliografia e Notas
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Notas
1 CHAUNU, Pierre. L'Amérique et les Amériques. Paris: Armand Colin, 1964.
2 GUIMARÃES, Samuel P. O desafio da integração. O mundo multipolar e a integração sul-americana. Buenos Aires, mar. 2008. www.amersur.org.ar. Acesso em 18/03/2008.
3 Vide GADELHA, Regina Maria A. F. "Conquista e ocupação da Amazônia: o fronteiro norte do Brasil". Estudos Avançados. São Paulo: IEA-USP, 16 (45): 63-80. Mai.-ago. 2002.
4 GUIMARÃES. Ibidem. p. 2 e 3.
5 GADELHA, Regina Maria A. F. "Economia e Poder: Um enfoque interdisciplinar da visão de poder". Revista Brasileira de Direito Constitucional. RBDC. São Paulo: Editora Método/Escola Superior de Direito Constitucional. 2: 307-14. Jul.-dez. 2003.
6 QUIJANO, Aníbal. "Colonialidad y Modernidad/Racionalidad." Perú Indígena. Lima: 13 (29): 11-20. 1991; Idem. Colonialidad del poder, globalización y democracia. Caracas: Escuela de Estudios Internacionales y Diplomáticos "Pedro Gual", 2000. [Texto revisado pelo autor. 2003]. Em texto de julho 1999 (El fantasma del desarrollo en América Latina), Quijano alerta e marca a diferença do seu conceito de "dependência": "No escapa a la observación que ese concepto es, en lo fundamental, diferente con el de dependencia estructural, en cualquiera de sus versiones (Cardoso-Faletto, Dos Santos). Con áreas puntuales de convergencia con ese último concepto, que fue el que ganó presencia hegemónica en el debate latinoamericano y mundial de ese período, el concepto de dependencia histórico-estructural parte de una perspectiva de conocimiento distinta y aunque no omite la cuestión del estado-nación, implica una perspectiva global y a toda la historia del capitalismo. El gradual despliegue de la teoría de la colonialidad del poder traerá también, sin duda, la cuestión de la dependencia de nuevo al debate" (grifo nosso).
7 QUIJANO, Aníbal. Des/colonialidad del poder: el horizonte alternativo. Lima: 2008. [Texto inédito, cedido pelo autor].
8 GUIMARÃES, Samuel Pinheiro. Desafios brasileiros na Era dos Gigantes. Rio de Janeiro: Contraponto, 2005. p. 407. O autor se refere, no livro, principalmente ao Brasil e à Argentina, países de mais forte diversidade econômica.
9 O Protocolo de ingresso da Venezuela no Mercosul foi aprovado na 29ª Reunião de Cúpula do Mercosul, realizada em 07/12/2005 em Montevidéu e ratificado pelo Parlamento dos países membros em 04/7/2006. Porém os Congressos do Brasil e do Paraguai ainda não aprovaram a ratificação do Protocolo, que somente em 24/10/2007 obteve a aprovação da Comissão de Relações Internacionais do Congresso Nacional brasileiro, aguardando sua aprovação pelo Plenário. Sobre a importante questão energética, HOLANDA, Francisco Mauro Brasil de. O gás natural no Mercosul: uma perspectiva brasileira. Brasília: FUNAG, 2001.
10 JAGUARIBE, Hélio. In: Seminário Internacional Pobreza e desenvolvimento no contexto da globalização. BNDES, 25-27/07/2006. Cadernos do Desenvolvimento. Rio de Janeiro: Centro Internacional Celso Furtado de Políticas para o Desenvolvimento, 1 (1): 233. 2006.
11 Id., ib., p. 234.
12 GUIMARÃES, Samuel P. O desafio da integração. Loc. cit.
13 Os acordos assinados com o Equador vêm sendo revistos pelo atual governo de Rafael Corrêa.
14 ZIBECHI, Raúl. "Uruguay-Paraguay: Punto de inflexión". Servicio Informativo ALAI-Amlatina,-24/08/2006. . Acesso em agosto de 2006.
15 GUIMARÃES. Loc.cit. p. 2.
16 Os países reunidos em Cuzco foram Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela. Participaram da Reunião, como observadores, o Suriname e a Guiana.
17 III Cumbre Presidencial Sudamericana. Declaración del Cuzco sobre la Comunidad Sudamericana de Naciones. 08/12/2004. p. 1. www.comunidadandina.org/documentos/de cint/cusco.sudamerica.htm. Acesso em 19/08/2006.
18 Id., ib., p. 2.
19 Ibid. Ibid.
20 Cumbre Presidencial. Brasília. 31/8 y 01/9/2000. www.iadb.org/sds/itdev/pdf. Acesso em fevereiro de 2008.
21 Id., ib., p. 8.
22 Id., ib., item 39. p. 9.
23 Id., ib., itens 39-41. p. 9-10.
24 Id., ib., itens 53-9. p. 12-3.
25 Reunión de Ministros de Transporte, Telecomunicaciones y Energía de América del Sur. Plan de Acción para la Integración de la Infraestructura Regional en América del Sur. Montevidéu: 04 a 05/12/2000. p. 3-4.
26 O Brasil é o único país da América Latina que dispõe de um forte banco de fomento, voltado para o desenvolvimento nacional - o BNDES. Criado em 1952 e dotado de ativos de US$ 87 bilhões, maior que os do próprio BID, de US$ 66 bilhões, o BNDES considera estar em condições de emprestar recursos para a execução de obras de infra-estrutura em condições mais competitivas do que os juros dos mercados internacionais, sem condicionar tais empréstimos a "compromissos de política externa" ou a execução de "reformas econômicas internas". GUIMARÃES, Samuel P. Loc. cit. p. 7.
27 II Cumbre de Jefes de Estado de la Comunidad Sudamericana de Naciones. Declaración de Cochabamba: Colocando la Piedra Fundamental para una Unión Sudamericana. 8 y 9 de Diciembre 2006. . Acesso em 2007.
28 Id., ib., p. 4.
29 Id., ib., p. 50.
30 PAIM, Elisangela Soldatelli. IIRSA. É esta integração que nós queremos? Núcleo Amigos da Terra/Brasil-Friends of the Earth International. Dezembro de 2003. p. 24-25. . Acesso em dezembro de 2007.
31 O governo Fernando Henrique Cardoso (1995) flexibilizou e abriu o país para o capital estrangeiro, redefinindo o conceito de "empresa nacional" para todo grupo ou empresa que, mesmo pertencendo a estrangeiro, atue em território brasileiro. Dessa forma, grupos estrangeiros podem se beneficiar de empréstimos e outras vantagens antes reservadas aos empresários nacionais. Mas, ao contrário dos brasileiros, os estrangeiros podem remeter livremente lucros, royalties e dividendos para o exterior.
32 CARVALHO JUNIOR, José Mariante. "Desenvolvimento e Pobreza: Construir um Plano de Metas Sul-Americano. Seminário Internacional 2006." Cadernos do Desenvolvimento. Rio de Janeiro: Centro Internacional Celso Furtado de Políticas para o Desenvolvimento, 2 (3): 206-10. jul. 2007. Para 2008, o BNDES-Exim disponibiliza para a América do Sul créditos no valor de US$ 11,6 bilhões, dos quais US$ 2,4 bilhões já estão acordados. O restante do valor, US$ 9,2 bilhões, são operações potenciais, dos quais US$ 6,6 bilhões se referem a operações com a Argentina. "Atuamos em um segmento específico financiando a demanda de exportadores brasileiros para fornecimento, ao exterior, de bens de alto valor agregado e serviços de engenharia", informa Luiz Antonio Araújo Dantas, superintendente do BNDES-Exim. BNDES. "Crédito à exportação, apesar da crise mundial." Rio de Janeiro: Protec Notícias, 13/2/2008. . Acesso em 13/02/2008.
33 CARVALHO JUNIOR. Ib. p. 208-209.
34 BRASIL. Ministério da Fazenda. Programa de Aceleração do Crescimento. 2007-2010. . Acesso em 2007. O Programa se torna necessário diante do sucateamento da maior parte das estradas que foram privatizadas no país pelos governos de Fernando Henrique Cardoso, nos anos 1990. Hoje, a maior parte delas não apresentam condições de segurança e operacionalidade. Assim, o governo Lula atende aos objetivos internos nacionais ao mesmo tempo em que cumpre as metas de integração do IIRSA em território brasileiro.
35 A população da Amazônia é atualmente estimada entre 20 e 25 milhões de habitantes,
36 ZIBECHI, Raúl Americas Program Special Report: IIRSA-Integration Custom-Made for International Markets. 13/06/2006. . Acesso em junho de 2006.
37 Ojeda, Igor. "As veias cada vez mais abertas da América Latina". Agência Brasil de Fato. 15/03/2008. . Acesso em março de 2008.
38 PAIM, E. S. Loc.cit. p. 33.
39 Bolívar, Simón. "Convite para o Congresso de Panamá, 1822." In: Pages choisies. Paris: Université de Paris-IHEAL, 1966. p. 185.
40 Id., ib.
41 Id., ib., p. 186.
42 "Carta de Angostura, 20/12/1819". p. 140-142.
43 CHACON, Vamireh. Abreu e Lima. General de Bolívar. 2. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983. p. 146.
44 A autora deste artigo não ignora as críticas que se fazem a esses movimentos, de receberem apoio do aparelho do Estado de seus países, servindo a políticos locais, nacionais ou municipais. Entretanto, referimo-nos aqui à participação dos indivíduos que compõem a massa dos que atuam nesses movimentos.
45 Secretaria de Organização do Congresso Bolivariano dos Povos. "Construindo a Alba a partir dos Povos". Caracas: 2004.
47 RESTREPO, Martha Lucía Márques. "Neopopulismo y Chavismo". In: VILAS, Carlos et alii. La región andina: entre los nuevos populismos y la movilización social. Bogotá: Observatorio Andino, 2003. p. 81-84.
48 CARMO, Corival Alves. "Confrontando o desenvolvimento e a dependência: a Venezuela de Hugo Chávez". In: CARMO, C. A. et alii. Venezuela: Mudanças e perspectivas. Brasília: FUNAG, 2007. p. 29-31.
49 A Carta fundacional do Banco do Sul foi assinada em 9/12/2007 pelos Presidentes da Argentina, do Brasil, da Venezuela, do Paraguai, da Bolívia e do Equador, reunidos na cidade de Buenos Aires. O Banco possui capital de US$ 7 bilhões, o Brasil assegurando mais de 50% do capital, seguido pela Argentina. Segundo discurso de Chávez, o Banco "apunta a liberarnos de las cadenas de la dependência y el subdesarrollo". Vide ENGLER, Mark. "Un banco para la independencia." ALAI. América Latina en Movimiento. 11/02/2008. . Acesso em fevereiro de 2008.
50 QUIJANO, A. La economía popular y sus caminos en América Latina. Lima: Mosca Azul, 1998.
51 ZIBECHI, Raúl. "Centralismo y participación en Venezuela". Servicio Informativo ALAI-Amlatina. . Acesso em 24/08/2006.
52 Vide site .
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