Apresentação
APROPUC-SP
“Há um processo de desenvolver idéias na instituição que é até mais forte que a exclusiva capacidade tradicional de emprestar dinheiro.” Esta afirmação é da coordenadora do Banco Mundial (Bird) para a Argentina, Chile e Uruguai, Sandra Celsini, durante um seminário sobre jornalismo e educação, promovido pela Unesco, no mês de maio, em Buenos Aires. A declaração foi publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, edição de 24/5/99.
Estão explícitas, portanto, como as diferentes estratégias educacionais dos países latino-americanos sofrem a influência do Banco Mundial, que garante o financiamento dos projetos neoliberais e obtém altos lucros financeiros (o Bird não doa: empresta dinheiro) e ideológicos. Assim é implantando a política voltada para os interesses do grande capital dos países centrais, com a decisiva colaboração dos governos locais.
Entre outros temas, nesta edição, iniciamos a abordagem das políticas de educação para a América Latina em seus variados aspectos. Primeiro, em um artigo do professor da UFRJ, Roberto Leher, apresentamos as linhas gerais de tais políticas. Em seguida, tratamos de algumas questões relativas à política educacional neoliberal em curso no País, como – é bom notar – já vimos tratando em números anteriores. Sérgio Haddad e Dalton Macambira escrevem, respectivamente, sobre a qualidade da educação e as propostas de autonomia da Andes.
Os caminhos a serem percorridos pela universidade, já nos próximos anos, considerando as mudanças em curso, estão sendo debatidos na PUC, numa promoção do Fórum de Mobilização e Debates da Apropuc. Estamos apresentando os primeiros resultados de tais discussões, das quais participaram os professores Luiz Eduardo Wanderley, Mirian Jorge Warde e Edgard de Assis Carvalho. Na próxima edição continuaremos com o tema.
Rosa Maria Marques aponta e comenta as fragilidades do Plano Real. Ela observa a velocidade com que o mercado financeiro passa de um estado pessimista para uma situação eufórica em curtíssimo espaço de tempo e a falta de uma política econômica voltada para o mercado interno que diminua a dependência da ação especulativa internacional.
Neste número, trazemos também o depoimento de Odette Pinheiro, professora da Psicologia, que nos relata a sua experiência na universidade e outros aspectos de sua vida profissional.
Temos ainda um artigo sobre o ensino da Física, de Marisa Almeida Cavalcanti, uma resenha de Ênio José da Costa Brito, uma análise do samba-canção feita por Maria Izilda de Matos, uma crônica de Valdir Mengardo e um poema de Chico Ceola.
Voltando nossos olhos para a história da PUC, apresentamos a pesquisa que vem sendo realizada por Yvone Dias Avelino e sua equipe sobre as origens da Universidade e sua evolução até o presente.
A revista PUCviva é dos professores da PUC-SP e tem contado com a sua valiosa contribuição. Com certeza, evoluiremos ainda mais. Para tanto, contamos com a crítica dos docentes sobre a linha editorial da revista e seu conteúdo, e com artigos inéditos.
Entre outros temas, nesta edição, iniciamos a abordagem das políticas de educação para a América Latina em seus variados aspectos. Primeiro, em um artigo do professor da UFRJ, Roberto Leher, apresentamos as linhas gerais de tais políticas. Em seguida, tratamos de algumas questões relativas à política educacional neoliberal em curso no País, como – é bom notar – já vimos tratando em números anteriores. Sérgio Haddad e Dalton Macambira escrevem, respectivamente, sobre a qualidade da educação e as propostas de autonomia da Andes.
Os caminhos a serem percorridos pela universidade, já nos próximos anos, considerando as mudanças em curso, estão sendo debatidos na PUC, numa promoção do Fórum de Mobilização e Debates da Apropuc. Estamos apresentando os primeiros resultados de tais discussões, das quais participaram os professores Luiz Eduardo Wanderley, Mirian Jorge Warde e Edgard de Assis Carvalho. Na próxima edição continuaremos com o tema.
Rosa Maria Marques aponta e comenta as fragilidades do Plano Real. Ela observa a velocidade com que o mercado financeiro passa de um estado pessimista para uma situação eufórica em curtíssimo espaço de tempo e a falta de uma política econômica voltada para o mercado interno que diminua a dependência da ação especulativa internacional.
Neste número, trazemos também o depoimento de Odette Pinheiro, professora da Psicologia, que nos relata a sua experiência na universidade e outros aspectos de sua vida profissional.
Temos ainda um artigo sobre o ensino da Física, de Marisa Almeida Cavalcanti, uma resenha de Ênio José da Costa Brito, uma análise do samba-canção feita por Maria Izilda de Matos, uma crônica de Valdir Mengardo e um poema de Chico Ceola.
Voltando nossos olhos para a história da PUC, apresentamos a pesquisa que vem sendo realizada por Yvone Dias Avelino e sua equipe sobre as origens da Universidade e sua evolução até o presente.
A revista PUCviva é dos professores da PUC-SP e tem contado com a sua valiosa contribuição. Com certeza, evoluiremos ainda mais. Para tanto, contamos com a crítica dos docentes sobre a linha editorial da revista e seu conteúdo, e com artigos inéditos.
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