Vestibular, mensalidades e condições de trabalho
APROPUC-SP
02.12.11
Embora os números de inscrições do vestibular tenham apresentado uma ligeira melhora (21.600 candidatos em 2011 contra 19.800 em 2010), a situação de inscrição em cursos de baixa procura permaneceu a mesma. Vários cursos terão que parar as suas atividades em 2012 por ter menos alunos que os critérios estabelecidos pela PUC-SP para seu funcionamento.
Essa situação obriga a universidade a entrar no velho círculo vicioso: aumenta-se a mensalidade para cobrir o déficit com um número menor de alunos, o que causa inadimplência e evasão, aumentando o buraco no orçamento.
A APROPUC vem colocando, juntamente com outros setores da universidade, a necessidade de uma política de mensalidades diferente desta que hoje é aplicada, ficando os cursos de baixa procura com preços diferenciados. Porém a universidade continua a utilizar-se do velho esquema de aumento de mensalidade para cobrir o vermelho no saldo final do balanço. Dessa maneira continuará a tendência de uma universidade elitizada e que vai diminuindo seus quadros discentes ano a ano.
Na outra ponta estão os professores, arrochados cada vez mais, tendo que trabalhar mais horas a cada ano para ganhar o mesmo salário. Neste ano um novo fantasma passa a assombrar a vida dos docentes da PUC-SP: a proposta aprovada no Consun mantém as condições da maximização e, em vários casos, até piora a situação do docente que tem os ganhos exclusivamente em sala de aula.
A representação estudantil no Consun, em contato com o PUCviva, apontou a sua indignação quanto ao aumento proposto e pretende promover ações para questionar a medida nas próximas semanas.
Essa situação obriga a universidade a entrar no velho círculo vicioso: aumenta-se a mensalidade para cobrir o déficit com um número menor de alunos, o que causa inadimplência e evasão, aumentando o buraco no orçamento.
A APROPUC vem colocando, juntamente com outros setores da universidade, a necessidade de uma política de mensalidades diferente desta que hoje é aplicada, ficando os cursos de baixa procura com preços diferenciados. Porém a universidade continua a utilizar-se do velho esquema de aumento de mensalidade para cobrir o vermelho no saldo final do balanço. Dessa maneira continuará a tendência de uma universidade elitizada e que vai diminuindo seus quadros discentes ano a ano.
Na outra ponta estão os professores, arrochados cada vez mais, tendo que trabalhar mais horas a cada ano para ganhar o mesmo salário. Neste ano um novo fantasma passa a assombrar a vida dos docentes da PUC-SP: a proposta aprovada no Consun mantém as condições da maximização e, em vários casos, até piora a situação do docente que tem os ganhos exclusivamente em sala de aula.
A representação estudantil no Consun, em contato com o PUCviva, apontou a sua indignação quanto ao aumento proposto e pretende promover ações para questionar a medida nas próximas semanas.
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