Estudantes realizam ato contra o racismo na PUC-SP
APROPUC-SP
25.11.11

Após o caso de racismo sofrido por um estudante de Serviço Social da PUC-SP, discentes do curso de Serviço Social junto à APROPUC realizaram um ato na quarta-feira, 23/11, na Prainha, para denunciar o ocorrido.
A diretora da APROPUC, Bia Abramides, iniciou o ato lembrando a precarização da PUC-SP, os contratos maximizados e a necessidade dos 10% do PIB para educação pública, e como por todo país a opressão está presente, seja contra lutadores quilombolas, no extermínio da juventude negra, ou nos casos de racismo.
Diversos militantes e organizações presentes também fizeram uso da palavra, como Douglas Belchior, da UNEafro, que enfatizou o quão negativo é ter que vir à PUC-SP sempre para falar de assuntos como racismo e repressão, e como é necessário para as elites que o racismo predomine para que possam sustentar a opressão e dominação.
O militante da Rede de Proteção e do Tribunal Popular, Givanildo Manoel, enfatizou o agravamento do pensamento conservador no Brasil e da intolerância, e a necessidade dos movimentos sociais darem respostas a isso.
O estudante de Serviço Social que sofreu o racismo, por ser negro e pobre e estar numa universidade elitista, também deu seu depoimento e lembrou que junto a outros estudantes foi conversar com o reitor Dirceu de Mello, que apresentou como única solução para seu caso seu pedido de desculpas. Após as falas, os manifestantes saíram pela universidade em ato para denunciar o caráter opressor, racista, machista e homofóbico da PUC-SP. Também manifestaram o seu protesto o professor Marco José Duarte, diretor da Faculdade de Serviço Social da UERJ, Claudia Mônica dos Santos, presidente da ABEPSS Nacional e o professor Edson Passetti da Faculdade de Ciâncias Sociais da PUC-SP.
A diretora da APROPUC, Bia Abramides, iniciou o ato lembrando a precarização da PUC-SP, os contratos maximizados e a necessidade dos 10% do PIB para educação pública, e como por todo país a opressão está presente, seja contra lutadores quilombolas, no extermínio da juventude negra, ou nos casos de racismo.
Diversos militantes e organizações presentes também fizeram uso da palavra, como Douglas Belchior, da UNEafro, que enfatizou o quão negativo é ter que vir à PUC-SP sempre para falar de assuntos como racismo e repressão, e como é necessário para as elites que o racismo predomine para que possam sustentar a opressão e dominação.
O militante da Rede de Proteção e do Tribunal Popular, Givanildo Manoel, enfatizou o agravamento do pensamento conservador no Brasil e da intolerância, e a necessidade dos movimentos sociais darem respostas a isso.
O estudante de Serviço Social que sofreu o racismo, por ser negro e pobre e estar numa universidade elitista, também deu seu depoimento e lembrou que junto a outros estudantes foi conversar com o reitor Dirceu de Mello, que apresentou como única solução para seu caso seu pedido de desculpas. Após as falas, os manifestantes saíram pela universidade em ato para denunciar o caráter opressor, racista, machista e homofóbico da PUC-SP. Também manifestaram o seu protesto o professor Marco José Duarte, diretor da Faculdade de Serviço Social da UERJ, Claudia Mônica dos Santos, presidente da ABEPSS Nacional e o professor Edson Passetti da Faculdade de Ciâncias Sociais da PUC-SP.
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