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Home >> PUC em Movimento >> Consun debate coordenadorias, mas contratos de trabalho ficam para setembro

Consun debate coordenadorias, mas contratos de trabalho ficam para setembro

APROPUC-SP 27.08.10
A edição de agosto do Conselho Universitário (Consun) ocupou-se em sua quase totalidade da discussão das chefias acadêmicas, deixando para a próxima sessão a discussão dos contratos de trabalho, uma vez que, segundo o professor Fábio Gallo, o volume de dados apresentados à comissão do Consun que discute o assunto foi muito grande e os professores e funcionários precisarão de tempo para a análise dos dados e formulação de propostas. Segundo Gallo, existem cerca de 300 professores no chamado regime probatório. Na próxima edição do Consun o tema deverá voltar à pauta.
Outra reivindicação dos funcionários é que fosse discutida também a questão do Plano de Cargos e Salários, que apresenta os mesmos problemas das tabelas docentes. Porém, no ato da Reitoria que nomeou a Comissão não consta esse tipo de discussão.
Já no item mais polêmico da sessão, os conselheiros analisaram as escolhas feitas pelo Cepe para as chamadas coordenadorias acadêmicas. Quatro professores tiveram suas escolhas homologadas sem maiores problemas: Mariângela Belfiore (Projetos Especiais) Ana Maria Zillochi (Vestibular), Ely Antonio Dirani (Pesquisa), Angelita Quevedo (Ensino a Distância).
Luiz Guilherme Conci (Cogeae) foi aprovado com um plenário dividido, uma vez que foi arguida a sua condição de doutorando, que terminará ao fim deste ano. Porém a maior polêmica ficou por conta da escolha da professora Ana Lucia Manrique para a Coordenadoria de Estágios. Alguns professores, como o diretor Adjunto da Faculdade de Ciências Humanas e Saúde, Luiz Augusto de Paula Souza, Tuto, levantaram que os critérios usados pela comissão que escolheu a candidata não constavam do edital. A formação específica em educação e a preferência por docentes que não estavam ocupando os cargos não poderiam ser utilizados.
O pró-reitor de pós-Graduação, André Tavares, contrapôs-se a esta afirmação dizendo que as premissas não se constituíram em critérios, mas apenas itens para consideração da Comissão.
Ao final das discussões, como restassem dúvidas sobre os programas, a candidata escolhida pelo Cepe, Ana Lúcia Manrique e a concorrente Altair Cadrobbi Pupo, Lila, apresentaram seus programas numa breve exposição aos conselheiros. A seguir, procedeu-se à votação e, por 16 votos contra 13 e quatro abstenções, a candidatura da professora Ana Lucia Manrique não foi homologada pelo Consun. Resta agora ao professor Dirceu de Mello encaminhar uma solução para o caso, que deverá acontecer nos próximos dias.
A conselheira Andréa de Melo levantou uma questão pouco discutida pelos conselheiros: é que no Cepe, de onde partiram as escolhas dos candidatos, os funcionários não têm assento, ou seja, aqueles que diuturnamente vão se relacionar com os coordenadores eleitos, são hoje excluídos do processo, através da equivocada justificativa, de que o Cepe só trata de assuntos acadêmicos.
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