Professores continuam se manifestando pela renovação do Acordo Interno
APROPUC-SP
27.08.10
Nestas últimas semanas o PUCviva ouviu professores das mais diversas unidades da PUC-SP, diretores de faculdades, representantes docentes nos órgãos colegiados e a opinião dos professores tem convergido para uma só direção: em nome da democracia puquiana, a Fundação São Paulo precisa negociar o Acordo Interno dos professores com a APROPUC.
Nos mais diferentes campus da universidade, os docentes ressaltam a perda imensa que representa a não renovação de um texto que, ao longo das últimas décadas, representou um avanço nas relações trabalhistas da universidade e que se mostrou um parâmetro para várias categorias profissionais do país.
O Acordo Interno dos professores da PUC-SP terminou em 28/02 deste ano e, ao invés de ser prorrogado até que um novo texto fosse negociado, foi substituído pela Fundação São Paulo pela Convenção Coletiva do Sinpro-SP, que não abrange boa parte de nossas cláusulas específicas.
A APROPUC imediatamente entrou em contato com o reitor e no início das férias obteve do professor Dirceu de Mello a promessa de sua intervenção junto aos secretários executivos da Fundação para a retomada das negociações.
Porém, o processo se mostra por demais moroso e é adiado toda semana.
Nesta edição, entrevistamos mais docentes que mostram sua insatisfação com a situação e sua preocupação com os rumos que vêm sendo imposto à democracia puquiana pelos gestores da universidade.
Nos mais diferentes campus da universidade, os docentes ressaltam a perda imensa que representa a não renovação de um texto que, ao longo das últimas décadas, representou um avanço nas relações trabalhistas da universidade e que se mostrou um parâmetro para várias categorias profissionais do país.
O Acordo Interno dos professores da PUC-SP terminou em 28/02 deste ano e, ao invés de ser prorrogado até que um novo texto fosse negociado, foi substituído pela Fundação São Paulo pela Convenção Coletiva do Sinpro-SP, que não abrange boa parte de nossas cláusulas específicas.
A APROPUC imediatamente entrou em contato com o reitor e no início das férias obteve do professor Dirceu de Mello a promessa de sua intervenção junto aos secretários executivos da Fundação para a retomada das negociações.
Porém, o processo se mostra por demais moroso e é adiado toda semana.
Nesta edição, entrevistamos mais docentes que mostram sua insatisfação com a situação e sua preocupação com os rumos que vêm sendo imposto à democracia puquiana pelos gestores da universidade.
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