"O resultado da eleição aponta para a continuidade da luta de resistência dos professores"
APROPUC-SP
24.06.10
A professora Bia Abramides iniciou o seu pronunciamento apontando para os momentos difíceis vividos pelas últimas gestões: "Nos últimos anos vivemos momentos difíceis para a categoria: enfrentamos as demissões em massa de 2006, momento em que os professores chegaram até a colocar a possibilidade de uma negociação das dívidas para evitar as demissões. Depois veio a intervenção da Fundação, que quebrou com a autonomia universitária. A terceirização dos funcionários, a elitização do ensino, com aumento abusivo das mensalidades e cortes nas bolsas de estudo".
É como parte deste quadro que a professora localiza os atuais ataques que os docentes sofrem hoje: "Nosso Acordo Coletivo foi substituído pelo acordo do Sinpro-SP que é muito inferior às nossas conquistas históricas. A Fundação e a Reitoria propõem acordos individuais para quitação de parte de uma dívida histórica dos trabalhadores".
"Diante deste quadro não podíamos fazer concessões, não podíamos capitular e o resultado das eleições mostrou a disposição do professorado em continuar na luta de resistência da categoria", continuou Bia.
Nesse sentido, a professora apontou as principais metas a que se propõe a nova gestão: "Em primeiro lugar, a luta da APROPUC vai ao sentido de que a Fundação e a Reitoria retirem o acordo individual proposto aos professores, uma vez que o próprio Grão Chanceler Dom Odilo Scherer afirmou que a PUC-SP honrará os direitos trabalhistas de seus funcionários".
A nova diretoria quer imediatamente retomar as negociações para o novo Acordo Interno de trabalho. Combater a maximização, o represamento de professores na ascensão à carreira e batalhar pelo fim das tabelas diferenciadas de salário. No plano interno, a entidade pretende retomar a articulação com os funcionários e estudantes, bem como lutar junto com os movimentos sociais contra as investidas do governo e as reformas que se colocam no horizonte da classe trabalhadora.
Enfim, a nova diretoria opõe-se firmemente à adoção de políticas neoliberais na universidade: "Não podemos ficar à mercê de uma política mercantil", concluiu Bia Abramides.
É como parte deste quadro que a professora localiza os atuais ataques que os docentes sofrem hoje: "Nosso Acordo Coletivo foi substituído pelo acordo do Sinpro-SP que é muito inferior às nossas conquistas históricas. A Fundação e a Reitoria propõem acordos individuais para quitação de parte de uma dívida histórica dos trabalhadores".
"Diante deste quadro não podíamos fazer concessões, não podíamos capitular e o resultado das eleições mostrou a disposição do professorado em continuar na luta de resistência da categoria", continuou Bia.
Nesse sentido, a professora apontou as principais metas a que se propõe a nova gestão: "Em primeiro lugar, a luta da APROPUC vai ao sentido de que a Fundação e a Reitoria retirem o acordo individual proposto aos professores, uma vez que o próprio Grão Chanceler Dom Odilo Scherer afirmou que a PUC-SP honrará os direitos trabalhistas de seus funcionários".
A nova diretoria quer imediatamente retomar as negociações para o novo Acordo Interno de trabalho. Combater a maximização, o represamento de professores na ascensão à carreira e batalhar pelo fim das tabelas diferenciadas de salário. No plano interno, a entidade pretende retomar a articulação com os funcionários e estudantes, bem como lutar junto com os movimentos sociais contra as investidas do governo e as reformas que se colocam no horizonte da classe trabalhadora.
Enfim, a nova diretoria opõe-se firmemente à adoção de políticas neoliberais na universidade: "Não podemos ficar à mercê de uma política mercantil", concluiu Bia Abramides.
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