Carta da APROPUC à Fundação São Paulo e Reitoria sobre a suspensão do Acordo Interno
APROPUC-SP
05.03.10
A APROPUC recebeu, em 1/3, a cópia do Ofício Fundasp 34/2010, dirigida ao presidente do Sinpro-SP, que informa que "a partir de 1º de março de 2010, as cláusulas sociais celebradas no Acordo Interno não mais farão parte das obrigações coletivas da Mantenedora, passando esta a cumprir exclusivamente e integralmente o texto da Convenção Coletiva de Trabalho".
A diretoria da APROPUC entende que há:
aUm rompimento unilateral da Fundasp, com anuência da Reitoria, em relação ao processo histórico de negociação do Acordo das Cláusulas Sociais celebrado entre a APROPUC e a Reitoria;
aUm rompimento o-corrido uma única vez, em décadas de negociação, entre a APROPUC e a Reitoria, na gestão da Reitora Maura Véras, por ocasião da denúncia do acordo e que, lamentavelmente, se repete agora pela segunda vez;
aO rompimento é uma negação total de conquistas, que os professores tiveram durante décadas, resultado de uma processo de negociação entre a APROPUC e a Reitoria;
aA decisão drástica por parte da Fundação São Paulo foi comunicada por ofício ao presidente do Sinpro-SP, sem uma reunião antes com a diretoria da APROPUC, que realiza diretamente o Acordo para uma justificativa, uma explicação.
Lembramos, aos representantes da Fundasp e ao Sr. Reitor Dr. Dirceu de Mello, que a diretoria da APROPUC, preocupada em negociar as cláusulas sociais de 2010, propôs que o Acordo Interno de 2009, permanecesse em vigência até o novo acordo das Cláusulas Sociais. Na ocasião a proposta não foi aceita, por parte do representante da Fundação, Padre José Rodolpho Perazollo, mas o mesmo se comprometeu em negociar o Acordo Interno com a entidade. O resultado, porém, é a negação do Acordo das Cláusulas Sociais pela Fundasp e pela Reitoria, em que a Mantenedora se desobriga das mesmas, apesar de nossos esforços para negociar e manter o Acordo Interno.
Solicitamos, portanto, uma reunião imediata dos representantes da Fundação São Paulo e Sr Reitor com a diretoria da APROPUC, mediante a gravidade desta medida imposta.
A diretoria da APROPUC entende que há:
aUm rompimento unilateral da Fundasp, com anuência da Reitoria, em relação ao processo histórico de negociação do Acordo das Cláusulas Sociais celebrado entre a APROPUC e a Reitoria;
aUm rompimento o-corrido uma única vez, em décadas de negociação, entre a APROPUC e a Reitoria, na gestão da Reitora Maura Véras, por ocasião da denúncia do acordo e que, lamentavelmente, se repete agora pela segunda vez;
aO rompimento é uma negação total de conquistas, que os professores tiveram durante décadas, resultado de uma processo de negociação entre a APROPUC e a Reitoria;
aA decisão drástica por parte da Fundação São Paulo foi comunicada por ofício ao presidente do Sinpro-SP, sem uma reunião antes com a diretoria da APROPUC, que realiza diretamente o Acordo para uma justificativa, uma explicação.
Lembramos, aos representantes da Fundasp e ao Sr. Reitor Dr. Dirceu de Mello, que a diretoria da APROPUC, preocupada em negociar as cláusulas sociais de 2010, propôs que o Acordo Interno de 2009, permanecesse em vigência até o novo acordo das Cláusulas Sociais. Na ocasião a proposta não foi aceita, por parte do representante da Fundação, Padre José Rodolpho Perazollo, mas o mesmo se comprometeu em negociar o Acordo Interno com a entidade. O resultado, porém, é a negação do Acordo das Cláusulas Sociais pela Fundasp e pela Reitoria, em que a Mantenedora se desobriga das mesmas, apesar de nossos esforços para negociar e manter o Acordo Interno.
Solicitamos, portanto, uma reunião imediata dos representantes da Fundação São Paulo e Sr Reitor com a diretoria da APROPUC, mediante a gravidade desta medida imposta.
Maria Beatriz Abramides
Presidente da APROPUC
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