Resposta da Fundação São Paulo à APROPUC
APROPUC-SP
05.03.10
Na terça-feira, 2/3, a Fundação São Paulo, juntamente com o reitor Dirceu de Mello, enviaram um ofício à APROPUC acusando sua surpresa pelo recebimento da comunicação da entidade. Para os gestores, "o Acordo Interno é claro ao estabelecer em seu caput data de validade para as cláusulas sociais ali insertas". Assim, "informar quanto ao término do prazo de vigência do mesmo, não significa dizer que a Fundação São Paulo e a Reitoria não têm disposição para renová-lo. Aliás, nada menos que uma obrigação da Mantenedora e da Reitoria frente a seus colaboradores".
Segundo o documento, a referência a um rompimento unilateral é totalmente descabida e que não houve qualquer interrupção nas negociações realizadas com os docentes da universidade. Porém, o texto conclui dizendo que "não há como negar que o Acordo Interno de Trabalho deverá ser repactuado em consonância com as tratativas implementadas para o equacionamento da dívida de 2005, eis que a capacidade de geração de recursos da instituição é limitada."
Segundo o documento, a referência a um rompimento unilateral é totalmente descabida e que não houve qualquer interrupção nas negociações realizadas com os docentes da universidade. Porém, o texto conclui dizendo que "não há como negar que o Acordo Interno de Trabalho deverá ser repactuado em consonância com as tratativas implementadas para o equacionamento da dívida de 2005, eis que a capacidade de geração de recursos da instituição é limitada."
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