Estudantes buscam saídas contra a repressão
APROPUC-SP
23.10.09
Não satisfeitos com as recentes proibições e a constante repressão no campus da PUC-SP, vários estudantes vêm se reunindo para questionar essa prática que afeta diretamente a vida de toda comunidade universitária. No dia 21/10, no Pátio da Cruz, alunos de diferentes cursos se reuniram para debater soluções para o impasse.
O motivo mais recente para a insatisfação dos estudantes está na proibição da panfletagem dentro da universidade, impedindo que jornais universitários como o Território Livre, Desatai o Futuro e Contraponto (esse último impresso com a verba da própria universidade) sejam distribuídos na PUC-SP. No entanto, o estopim foi a criminalização de um estudante membro do CACS. A universidade cedeu seu nome para a polícia, depois que uma reportagem da revista Veja acusou o Centro Acadêmico de permitir o uso de maconha em sua sede.
A repressão não é novidade na PUC-SP. Em 2002, ainda na gestão Ronca, 15 estudantes foram sindicados por uma festa no Pátio da Cruz. Na época, houve ocupação de Reitoria e os sindicados não foram penalizados. A gestão Maura Véras também proibiu atividades culturais , entrada com instrumentos e colagem de cartazes - aqueles que continham caráter político eram sistematicamente arrancados.
Mas a proibição que mais afetou a vida comunitária, com certeza, foi o ato 01/2007 que proibiu os estudantes inadimplentes de assistirem aulas, ameaçando professores coniventes de demissão e punições.
O motivo mais recente para a insatisfação dos estudantes está na proibição da panfletagem dentro da universidade, impedindo que jornais universitários como o Território Livre, Desatai o Futuro e Contraponto (esse último impresso com a verba da própria universidade) sejam distribuídos na PUC-SP. No entanto, o estopim foi a criminalização de um estudante membro do CACS. A universidade cedeu seu nome para a polícia, depois que uma reportagem da revista Veja acusou o Centro Acadêmico de permitir o uso de maconha em sua sede.
A repressão não é novidade na PUC-SP. Em 2002, ainda na gestão Ronca, 15 estudantes foram sindicados por uma festa no Pátio da Cruz. Na época, houve ocupação de Reitoria e os sindicados não foram penalizados. A gestão Maura Véras também proibiu atividades culturais , entrada com instrumentos e colagem de cartazes - aqueles que continham caráter político eram sistematicamente arrancados.
Mas a proibição que mais afetou a vida comunitária, com certeza, foi o ato 01/2007 que proibiu os estudantes inadimplentes de assistirem aulas, ameaçando professores coniventes de demissão e punições.
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