Publicações

» Revista PUC Viva
loguinho_pucviva_novo

» Revista Cultura Crí-ti-ca
revista_puc_critica_logo

» Jornal PUC Viva
puc_viva_logo

» Twitter

twitter

» Facebook

facebook

» Youtube

youtube

» Vimeo

vimeo

 


Home >> Movimentos Sociais >> Escola Nacional Florestan Fernandes pede ajuda

Escola Nacional Florestan Fernandes pede ajuda

APROPUC-SP 05.03.10
A Escola Nacional Florestan Fernandes sofre com os bloqueios de recursos do MST (Movimentos dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) por conta da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) que tenta criminalizar o movimento.
A escola é um patrimônio dos movimentos sociais, mas é mantida, em boa parte, por recursos vindos do MST. Por essa razão, em dezembro, um grupo de intelectuais, professores, militantes e colaboradores criaram a Associação Amigos da Escola Florestan Fernandes.
O intuito da associação é divulgar as atividades da escola, iniciar uma campanha nacional pela adesão de novos sócios e promover uma série intensa de atividades em São Paulo e em outros estados, para angariar fundos, com privilégios especiais concedidos aos membros associados.
Existem duas modalidades para se associar: a primeira é sócio pleno, com taxa de R$20,00 mensais. A outra opção é ser sócio solidário, na qual o associado escolhe o valor com o qual contribuirá. Os direitos e deveres de ambos são os mesmos.
Esses recursos serão diretamente destinados às atividades da escola ou, eventualmente, empregados na organização de atividades para coleta de fundos (como, por exemplo, seminários, mostras de arte e fotografia, festivais de música e cinema).
Para obter mais informações sobre como participar e contribuir procure a secretaria executiva Magali Godói, através dos telefones: 3105-0918; 9572-0185; 6517-4780, ou do correio eletrônico: associacaoamigos @enff.org.br.

Escola já formou 16 mil militantes

A escola, construída entre 2000 e 2005 por mais de mil trabalhadores e voluntários, funciona há cinco anos em Guararema. Desde sua fundação, 16 mil militantes do Brasil, América Latina e África se formaram na escola.
"Não se trata, portanto, de uma 'escola do MST', mas de um patrimônio de todos os trabalhadores comprometidos com um projeto de transformação social", afirmou José Arbex Jr., chefe do Departamento de Jornalismo da PUC-SP, em matéria para a revista Caros Amigos.
A escola oferece cursos de nível superior, ministrados por mais de 500 professores nas áreas de Filosofia Política, Teoria do Conhecimento, Sociologia Rural, Economia Política da Agricultura, História Social do Brasil, Conjuntura Internacional, Administração e Gestão Social, Educação do Campo e Estudos Latino-americanos. Além disso, cursos de especialização, em convênio com outras universidades, como por exemplo, Direito e Comunicação no Campo.
A escola também conta com um grande acervo em sua biblioteca, composto por 40 mil livros doados. Outra iniciativa inovadora foi a construção de creches para que as mães trabalhadoras também possam assistir as aulas.
Além do projeto político-pedagógico, o método aplicado nesses cursos também é um diferencial na escola. Um deles é a alternância dos estudantes, que permanecem na ENFF alguns dias e depois retornam para seus assentamentos e acampamentos. Nesse período longe da sala de aula, o educando é estimulado a desenvolver tarefas que consolidem a prática a partir do conhecimento teórico adquirido
O professor da Universidade Federal de Rio de Janeiro (UFRJ) Roberto Leher, em entrevista ao jornal Brasil de Fato, afirmou que "a ENFF está ajudando a reconstruir a universidade pública". A escola é um patrimônio dos movimentos sociais brasileiros e por isso não pode acabar.
  Voltar PDF  Versão em PDF E-mail  Encaminhar Imprimir  Imprimir

tv_apropuc3

Clique acima!
Apropuc no Youtube.

Busca

Enquete

O que você acha da implementação do ensino à distância na PUC SP?