A estratégia Goebbels
APROPUC-SP
11.06.10
Como seria de se esperar, o episódio do Mavi Mármara suscitou a habitual onda - de proporções tsunâmicas - contra Israel.
O PUCviva, mais uma vez, se associou à demonização, deixando de lado todas as evidências que mostram o contrário do que a mídia alardeou.
Entretanto, os fatos - e às vezes os próprios atores - desmentem flagrantemente as análises dos demonizadores de praxe. Vídeos, depoimentos (não só dos comandos, mas dos próprios tripulantes e organizadores da "viagem"), fotos de uma agência turca (totalmente insuspeita, portanto), bem como a constatação de que todas as outras embarcações da flotilha foram dirigidas pacificamente a Ashdod e, depois de examinadas, suas cargas encaminhadas a Gaza, mostram que o "massacre" do Mavi Mármara é o massacre, agora sem aspas, da verdade.
A constância com que essa distorção imensa da realidade no Oriente Médio é veiculada por parte da grande mídia e da sua escolta (quem diria...) repete, em relação a Israel, o procedimento que Goebbels consagrou com sua famosa frase sobre a estratégia de repetir uma mentira mil vezes para que ela se transforme em verdade.
É lamentável que certa esquerda (merecedora do qualificativo feudal) continue tomando o partido de genocidas confessos, caso de Ahmadinejad, e de seus novos aliados, como Erdogan, torturadores e assassinos de dissidentes, de minorias (étnicas, religiosas, sexuais), fraudadores de eleições, encobridores de genocídios, como o dos armênios, e que, se ainda não bastasse, posam de defensores de direitos humanos.
Dize-me com quem andas...
Franklin Goldgrub é professor do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências Humanas e Saúde
O PUCviva, mais uma vez, se associou à demonização, deixando de lado todas as evidências que mostram o contrário do que a mídia alardeou.
Entretanto, os fatos - e às vezes os próprios atores - desmentem flagrantemente as análises dos demonizadores de praxe. Vídeos, depoimentos (não só dos comandos, mas dos próprios tripulantes e organizadores da "viagem"), fotos de uma agência turca (totalmente insuspeita, portanto), bem como a constatação de que todas as outras embarcações da flotilha foram dirigidas pacificamente a Ashdod e, depois de examinadas, suas cargas encaminhadas a Gaza, mostram que o "massacre" do Mavi Mármara é o massacre, agora sem aspas, da verdade.
A constância com que essa distorção imensa da realidade no Oriente Médio é veiculada por parte da grande mídia e da sua escolta (quem diria...) repete, em relação a Israel, o procedimento que Goebbels consagrou com sua famosa frase sobre a estratégia de repetir uma mentira mil vezes para que ela se transforme em verdade.
É lamentável que certa esquerda (merecedora do qualificativo feudal) continue tomando o partido de genocidas confessos, caso de Ahmadinejad, e de seus novos aliados, como Erdogan, torturadores e assassinos de dissidentes, de minorias (étnicas, religiosas, sexuais), fraudadores de eleições, encobridores de genocídios, como o dos armênios, e que, se ainda não bastasse, posam de defensores de direitos humanos.
Dize-me com quem andas...
Franklin Goldgrub é professor do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências Humanas e Saúde
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