APROPUC promove lançamento de filme sobre educação
APROPUC-SP
16.10.10
O filme Carregadoras de Sonhos, de Deivison Fiúza, será lançado no auditório 333, no dia 22/10, às 19h. O lançamento é uma parceria da APROPUC com o diretor do filme Deivison Fiúza.
Após a exibição do filme, acontecerá um debate do diretor com as professoras de Sergipe, Angela Maria de Melo, Marta Passo Santos e Maraísa Santos Oliveira
O filme, primeiro do país a ser financiado por um sindicato, o Sintese (Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica da Rede Oficial do Estado de Sergipe), conta a trajetória de quatro professoras Edielma, Maraisa, Marta e Rose. As quatro são professoras da rede pública de ensino em Sergipe.
O filme, apesar de contar a história de quatro professoras sergipanas, traça um panorama de toda a educação no país, mostrando sem ilusões as dificuldades que as professoras têm para ensinar. A ideia de fazer o filme surgiu durante o Congresso Bianual do Sintese, em 2008. Neste congresso os 2 mil delegados presentes responderam a um questionário em que detalhavam suas condições de trabalho.
A intenção inicial era produzir um curta-metragem que retratasse principalmente a questão da alimentação das professoras, que por trabalharem longe e terem uma carga horária apertada acabam almoçando rapidamente uma marmita fria entre as aulas.
Os questionários, no entanto, evidenciaram que a alimentação é apenas um entre os diversos problemas que os trabalhadores da educação enfrentam cotidianamente, tais como violência, transporte, salário, recursos precários, entre outros.
Desse modo, o projeto e o tema se expandiram e a direção do Sintese decidiu contratar o cineasta Deivison Fiúza para fazer um filme sobre os problemas da educação de maneira mais geral. Deivison teve total liberdade para filmar. A diretoria do sindicato viu apenas a versão final do filme uma semana antes do lançamento.
Após a exibição do filme, acontecerá um debate do diretor com as professoras de Sergipe, Angela Maria de Melo, Marta Passo Santos e Maraísa Santos Oliveira
O filme, primeiro do país a ser financiado por um sindicato, o Sintese (Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica da Rede Oficial do Estado de Sergipe), conta a trajetória de quatro professoras Edielma, Maraisa, Marta e Rose. As quatro são professoras da rede pública de ensino em Sergipe.
O filme, apesar de contar a história de quatro professoras sergipanas, traça um panorama de toda a educação no país, mostrando sem ilusões as dificuldades que as professoras têm para ensinar. A ideia de fazer o filme surgiu durante o Congresso Bianual do Sintese, em 2008. Neste congresso os 2 mil delegados presentes responderam a um questionário em que detalhavam suas condições de trabalho.
A intenção inicial era produzir um curta-metragem que retratasse principalmente a questão da alimentação das professoras, que por trabalharem longe e terem uma carga horária apertada acabam almoçando rapidamente uma marmita fria entre as aulas.
Os questionários, no entanto, evidenciaram que a alimentação é apenas um entre os diversos problemas que os trabalhadores da educação enfrentam cotidianamente, tais como violência, transporte, salário, recursos precários, entre outros.
Desse modo, o projeto e o tema se expandiram e a direção do Sintese decidiu contratar o cineasta Deivison Fiúza para fazer um filme sobre os problemas da educação de maneira mais geral. Deivison teve total liberdade para filmar. A diretoria do sindicato viu apenas a versão final do filme uma semana antes do lançamento.
Lançamento do filme
O filme foi lançado em Sergipe no dia 8 de março de 2010, dia internacional das mulheres. A data foi escolhida a dedo, pois quase 90% da categoria é mulher. O filme também retrata as dificuldades que as professoras enfrentam em sua condição de gênero.
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