APOIOS A PROFESSORA BIA FRENTE À REVOGAÇÃO DA PENA SENTENCIADA PELA REITORA IMPOSTA ANNA CINTRA

APOIOS A PROFESSORA BIA FRENTE AO PROCESSO IMPLEMENTADO PELA REITORA IMPOSTA ANNA CINTRA

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Manifestação do Departamento de Política da PUC/SP sobre os procedimentos adotados pela reitoria da instituição em relação à professora Beatriz Abramides:

O departamento de Política solicita a imediata revogação da advertência da reitoria da PUC/SP à profa. Dra. Maria Beatriz Costa Abramides, vice-presidente da APROPUC. 
Acreditamos que essa medida fere a prática da universidade que sempre se pautou na liberdade de expressão e de organização, portanto, trata-se de conduta estranha à tradição democrática que marca a história da PUC.
Departamento de Política da PUC/SP.

Nós da Chapa “Contra a Corrente: a luta continua" (que concorre a gestão do CRESS RJ, para o triênio 2014-2017) defendemos uma sociedade radicalmente democrática. Nesse sentido, repudiamos a medida punitiva praticada pela reitora nomeada, da PUC SP, Professora Anna Maria Marques Cintra e reivindicamos a revogação imediata da aplicação de advertência formal à professora Dra. Maria Beatriz Abramides.

Atenciosamente,

 

 

Rodrigo Silva Lima (candidato à Presidencia do CRESS)

 

 

 

 

NOTA DE REPÚDIO O Conselho Regional de Serviço Social - 9ª Região manifesta seu repúdio à atitude da Reitoria da PUC-SP, que puniu a professora Bia Abramides por lutar por melhores condições de trabalho e democratização universitária. É inaceitável que uma universidade com legado histórico e social de relevância tome atitudes que perseguem aqueles que lutam contra a mercantilização e precarização do ensino e da formação. O CRESS-SP se solidariza veementemente com a companheira e professora Bia Abramides, lutadora assídua e incansável pela emancipação humana e referência nacional e internacional do serviço social. Todo apoio e solidariedade à professora Bia Abramides! DIREÇÃO ESTADUAL CRESS 9ª REGIÃO/SP.NOTA DE REPÚDIO 

 

O Conselho Regional de Serviço Social - 9ª Região manifesta seu repúdio à atitude da Reitoria da PUC-SP, que puniu a professora Bia Abramides por lutar por melhores condições de trabalho e democratização universitária. É inaceitável que uma universidade com legado histórico e social de relevância tome atitudes que perseguem aqueles que lutam contra a mercantilização e precarização do ensino e da formação. O CRESS-SP se solidariza veementemente com a companheira e professora Bia Abramides, lutadora assídua e incansável pela emancipação humana e referência nacional e internacional do serviço social. Todo apoio e solidariedade à professora Bia Abramides! DIREÇÃO ESTADUAL CRESS 9ª REGIÃO/SP.

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O CASS (Centro Acadêmico de Serviço Social) manifesta o seu repúdio a todas as ações repressivas e antidemocráticas contra a professora Bia Abramides, referência na luta social pela democracia. A condenação política contra a professora Bia Abramides, evidencia o caráter autoritário e intransigente por parte da reitoria imposta à comunidade puquiana. A punição por “falta disciplinar” mancha a histórica tradição de luta pela democracia e autonomia na Universidade. É sabido que é recorrente o uso da criminalização dos que lutam por parte dos setores prepotentes da Universidade, com o intuito de intimidar, calar os manifestantes que se colocam na contramão das medidas autoritárias. A participação da Professora Beatriz Abramides, de apoio à manifestação dos alunos, como representante da APROPUC, foi deliberada em assembleia dos docentes. Essa represália, portanto, fere não somente o direito de livre manifestação e expressão como a decisão coletiva dos professores. Repudiamos veementes todas as represálias sofridas pelos que lutam por uma universidade autônoma, democrática e plural! Todo nosso apoio e solidariedade a Beatriz Abramides, protagonista das lutas na trajetória do Serviço Social e dos trabalhadores. Pela revogação imediata da aplicação de advertência contra a professora Bia Abramides! Pelo fim das perseguições políticas na PUC-SP! CASS- Gestão Coletivo Amarildo de Souza (2013-2014)


O Colegiado de Docentes do Curso de Serviço Social da Faculdade Mauá – Grupo UNIESP manifesta apoio ao documento da ABEPSS – Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social “ABAIXO A PERSEGUIÇÃO NA PUC SÃO PAULO – EM DEFESA E APOIO À PROFESSORABIA ABRAMIDES”, que sofre com as atitudes arbitrárias, vinculadas a interesses econômicos privados que sinalizam os limites da democracia no país e expõe as restrições à liberdade de expressão. Sob a recorrente justificativa de manutenção de uma ordem Institucional, confunde a defesa de uma manifestação democrática e legítima com um inimigo e criminaliza a luta pela autonomia universitária.

Toda nossa solidariedade e apoio a Professora Bia, reconhecendo suas significativas contribuições no campo da formação e da prática profissional dos (as) Assistentes Sociais ao longo da trajetória de sua vida.

Colegiado de Docentes do Curso de Serviço Social da Faculdade Mauá – Grupo UNIESP

MOÇÃO DE REPÚDIO AO AUTORITARISMO NA PUC-SP

Os delegados ao 33º CONGRESSO do ANDES-SN, realizado em São Luís-MA, no período de 10 a 15 de fevereiro de 2014, manifestam o seu apoio à professora Maria Beatriz Costa Abramides, companheira das lutas sociais e democráticas, dirigente da APROPUC, entidade que vem se articulando conosco na luta em defesa do ensino de qualidade, da democracia universitária e contra a precarização do ensino superior no Brasil. Como expressão concreta desse apoio às lutas dos movimentos sociais organizados e à liberdade de expressão, os docentes repudiam a criminalização dos movimentos sociais, a repressão à liberdade de organização e à expressão, caracterizados nos atos de uma reitora que foi imposta arbitrariamente, contrariando a indicação da posição majoritária dos membros que apuraram as supostas denúncias e se manifestaram pelo arquivamento do processo. Nesse sentido, o ANDES-SN vem a público solidarizar-se com a professora e com a APROPUC, defendendo a democracia contra o obscurantismo da reitoria da PUC-SP, expresso na condenação de Beatriz Abramides, cerceando a liberdade de expressão, organização e manifestação.

São Luís-MA, 15 de fevereiro de 2014

Repudiamos a medida punitiva praticada pela reitora nomeada Profª Anna Maria Marques Cintra e reivindico a revogação imediata da aplicação de advertência formal imputadaà professora Dra.Maria Beatriz Costa Abramides.

Abepss
MTST 
Sindicato dos Trabalhadores da USP

Comitê pela Desmilitarização da Policia e da
Politica

Comitê Pró-Haiti

Tribunal Popular e Movimento Indígena Revolucionário-MIR

Grupo de mulheres Pão e Rosas Brasil

Grupo de mulheres Pan y Rosas Argentina

Juventude Às Ruas

LER-QI

Andrea D'Atri, dirigente nacional do PTS - Argentina

Mg. Paola Morales
Universidad Nacional del Comahue 
Neuquén - Argentina

Fernanda Carriel, assistente social, diretora do CRESS Campinas e oposição sindical aos servidores municipais de Campinas.

Fernanda Galhardo Carpanelli - Assistente Social do Escritório Modelo "Dom Paulo Evaristo Arns" da PUC-SP  

Joana Maria G. F. Duarte assistente social
Docente pos  graduação FMU

Fernanda Castanho - Designer e Artista Plástica

Assinado e repudio
Henrique Toshio Yasuda
Assistente Social

Marilene Sansão

Assistente Social

e Assessora da Pró-Reitoria de Extensão da UFJF


Maria Regina da Ávila Moreira 
Asistente Social

Martha Coelho de Souza
Assistente Social, Professora do Curso de Serviço Social da Faculdade Santa Lúcia


   

 

 

MOÇÃO DE REPÚDIO À CONDENAÇÃO POLÍTICA

DA PROFESSORA MARIA BEATRIZ COSTA ABRAMIDES

 

O Colegiado de Docentes do Curso de Serviço Social da Faculdade Mauá – Grupo UNIESP manifesta apoio ao documento da ABEPSS – Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social “ABAIXO A PERSEGUIÇÃO NA PUC SÃO PAULO – EM DEFESA E APOIO À PROFESSORABIA ABRAMIDES”, que sofre com as atitudes arbitrárias, vinculadas a interesses econômicos privados que sinalizam os limites da democracia no país e expõe as restrições à liberdade de expressão. Sob a recorrente justificativa de manutenção de uma ordem Institucional, confunde a defesa de uma manifestação democrática e legítima com um inimigo e criminaliza a luta pela autonomia universitária.


Toda nossa solidariedade e apoio a Professora Bia, reconhecendo suas significativas contribuições no campo da formação e da prática profissional dos (as) Assistentes Sociais ao longo da trajetória de sua vida.


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Colegiado de Docentes do Curso de Serviço Social da Faculdade Mauá – Grupo UNIESP

 

MOÇÃO DE REPÚDIO À CONDENAÇÃO POLÍTICA

DA PROFESSORA MARIA BEATRIZ COSTA ABRAMIDES

 

            O Curso de Serviço Social da Universidade Federal Fluminense, Campus de Rio das Ostras, repudia com veemência a condenação política da Professora Maria Beatriz Costa Abramides, realizada pela ilegítima Reitora da PUC/SP. A punição por “falta disciplinar” de Bia Abramides revela, uma vez mais, o caráter antidemocrático da gestão imposta à comunidade puquiana. Decisão lamentável e inaceitável que macula a histórica tradição democrática dessa Universidade e que revela, ao contrário do que pretende o ato “disciplinador”, a pertinência e a legitimidade da manifestação de repúdio à nomeação da atual Reitora da qual a Professora Bia participou por decisão de Assembléia de professores e que tornou-se objeto de um processo absurdo, agora coroado pelo autoritarismo desavergonhado de uma gestão ilegítima.

            Nosso total apoio e solidariedade à Professora Bia Abramides, referência na luta democrática do Serviço Social e dos trabalhadores!

 

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É lamentável. A Universidade, nesse caso a PUC, abusa de autoridade para reprimir uma lutadora brilhante na defesa da democracia e dos movimentos populares. Que seja revogado imediatamente esse ato arbitrário da reitoria contra a Profa. Dra. Maria Beatriz Costa Abramides.
Prof. Ms. Matsuel Martins da Silva
Assistente Social - CRESS 8471
Professor Universitário e Coordenador de TCC - UNILINS
Ex- dirigente da ANAS



Colegas,
face ao processo de intimidação política que vem sofrendo a ex-presidente da Apropuc-SP – cuja prova mais recente é a “advertência” imposta a ela pela ilegítima Reitoria de sua Universidade (anexo) –, sugiro que os colegas, em nome pessoal e de suas entidades, manifestem SOLIDARIEDADE à BEATRIZ ABRAMIDES.

Manifestações podem ser enviadas a Vicky Claire, presidente da Apropuc-SP:vicky@uol.com.br com cópia para imprensaapropuc@gmail.com

saudações,
caio toledo
Unicamp

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Bia querida,

Lamento muito e também envio meu apoio. O Grupo de Estudos em Saúde e Trabalho - NEST, vinculado ao Programa de Pós-graduação em Psicologia Social da UFRGS vem manifestar todo seu apoio e solidaridade.

Um abraço

Jussara Mendes 

 

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Querida Bia,

 

Receba o meu abraço solidário enorme, o meu carinho e registro o meu apoio a todos os atos e iniciativas de repúdio a violenta decisão da Reitora.

 

abraços

 

Sandra de Faria

Professora do Curso de Graduação e Pós em Serviço Social -UFG

 

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O Projeto Políticas Públicas de Saúde da FSS/UERJ se solidariza com a professora Beatriz Abramides por sua luta em prol da democratização da Universidade.

 

Somos contrários a todo tipo de intimidação à referida professora

 

Maria Inês Bravo – coordenadora do projeto e professora da Faculdade de Serviço Social da UERJ

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Querida Bia,
Como direção da Faculdade de Serviço Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), enviamos nossa solidariedade a você e o nosso repúdio a esse ato político de perseguição. De fato, a reitora nomeada fere a história de luta e resistência da PUC -SP contra a ditadura, em nosso país. Não podemos aceitar! 
Abraços,
Cleier Marconsin

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Pessoal

Temos que fazer uma nota de repúdio a este abominável  ato em várias frentes: docentes, estudantes, profissionais, entidades, movimentos sociais e sociedade civil, etc.

 Bia


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Isto é lamentável!!!

Bjs

Yolanda GUERRA

UFRJ


 É preciso organizar uma resposta rápida, forte e eficaz. Reitora imposta, sem voto e legitimidade: o que ela pensa que pode contra uma tão importante lutadora como a Bia Abramides? Vá tratar de resolver os problemas do seu cardeal "nomeador"com o Banco do Vaticano e deixe a reitoria da PUC-SP com alguém competente, democrata E COM VOTO!
 
                   Frederico José Falcão (Professor do CTUR/UFRRJ e Doutor em Serviço Social/UFRJ)

 


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Companheir@s
gostaria de expressar publicamente meu apoio à profa Bia Abramides e meu repúdio à reitora Ana Cintra, me colocando à disposição para quaisquer manifestos e/ou atos que esta entidade resolva fazer.
Atencisomente

 

Terezinha Martins dos Santos Souza

Professora Adjunta A

UNIRIO-Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

Escola de Serviço Social

Av. Pasteur, 458, Urca 

  

Maria Aparecida Pereira Dias

Meu sentimento é de indignação com essas atitudes bárbaras. Penso, e nos querem a todos os momentos fazermos acreditar que vivemos em um país democrático, livre, mas para e a quem essa liberdade e democracia é aplicada? Ela existe de fato? Se quer podemos manifestar nossas indignações, se quer reivindicar nossos direitos? Olhem com zelo Srs. governantes para estas verdadeiras aberrações que acontecem bem a frente de nossos olhos! Bia te Amo, a admiro, estou com você guerreira, verdadeira heroína dos tempos atuais, precisamos muito da sua garra, competência, determinação dentre outros predicados que vem conquistando durante esta longa trajetória em defesa dos direitos sociais humanos. Te amo!!!

 

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Mirna Nunes da Silveira Souza, 

Toda perseguição deverá ser banida do mundo!

 

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Rose Serra

Essa grande mulher, guerreira, soliária

 

 

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 José Soares da Silva

A igreja inicia a Nova(velha) Inquisição em pleno seculo 21.Bia Abramides,é mulher,é resistência,é luta,é cosmopolita solidária das lutas de classes,e também é uma educadora sociosolidária,ela esta muito além do diploma e do título,é uma ser social planetário.

 

 

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Izilda de carvalho ferreira de araujo

A PUCSP sempre teve a tradição de formar mais que profissionais, formar cidadãos. Em seu campus respirava-se democracia liberdade, até mesmo em momentos difíceis de nossa história. É triste, para quem, como eu, estudei na PUC há mais de 30 anos, ver no que a universidade se transformou.

 

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Venho manifestar minha indignação e da comunidade acadêmica da Escola de Serviço Social da Universidade Federal Fluminense por esse ato vergonhoso de condenação e punição política, indo contra valores democráticos pelos quais esta mesma instituição foi palco de lutas. Todo nosso apoio e nosso abraço solidário.


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Ana Paula Ornellas Mauriel. 
Diretora da Escola de Serviço Social/Universidade Federal Fluminense

 

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 É preciso organizar uma resposta rápida, forte e eficaz. Reitora imposta, sem voto e legitimidade: o que ela pensa que pode contra uma tão importante lutadora como a Bia Abramides? Vá tratar de resolver os problemas do seu cardeal "nomeador"com o Banco do Vaticano e deixe a reitoria da PUC-SP com alguém competente, democrata E COM VOTO!
 
                   Frederico José Falcão (Professor do CTUR/UFRRJ e Doutor em Serviço Social/UFRJ)


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A Chapa para o Conselho Federal de Serviço Social Gestão 2014-2017 ‘Tecendo na luta a manhã desejada’ manifesta seu repúdio à atitude da PUC São Paulo contra a Professora Maria Beatriz Costa Abramides, por sua atuação política como dirigente da Associação dos Professores da PUC/SP (APROPUC). 

É lamentável que essa Universidade, palco de resistência histórica contra a repressão e o autoritarismo, contrariando a decisão majoritária da comissão sindicante que apurou as denúncias alegadas, aplica à professora Bia Abramides advertência formal, numa explicitada postura repressora, de criminalização da luta política e de cerceamento da liberdade de expressão.

 Nossa solidariedade e nosso apoio à Professora Bia Abramides e à APROPUC.




Terezinha Martins-Professora da UNIRIO-Doutora pela PUCSP


Abaixo a tentativa de extermínio da história da Puc praticado pela reitora Ana Cintra, todo apoio à camarada Beatriz Abramides

Beatriz da Costa Lamentável registro para a história da PUC. Se D. Paulo Evaristo Arns estivesse entre nós, ou fosse lembrado, tal fato não ocorreria. Afinal, ele foi importante nome contra a ditadura e, creio, não compactuaria com algo desta natureza, nessa instituição ou em qualquer outra. Que triste
Adilson Gonçalves Todo apoio, sim. Mas, repúdio veemente a uma comissão constituída por pares que a condenou. O que é a PUCSP hj para que as pessoas se fixem com tanto ardor para não deixarem seus empregos? Qndo sai da Universidade, haviam vários instrumentos legais para que permanecesse. Não os utilizei. Preferi um processo de demissão honrosa com carta do próprio punho que foi assinado pela Reitora, Maura Bicudo Veras. Tive dois anos para recorrer, e não o fiz. Atitude corajosa daqueles que hoje não só defendem mas praticam e agem no sentido de criar universidades públicas mais democráticas engajadas na solução de problemas reais da comunidade pelos outros rincões do país.O caso da Bia é exemplar em termos da incompetência generalizada na instituição, é questão de honra para todos que um dia vislumbraram uma universidade democrática, interativa, competente, de excelência que seja revertido. Mas não faz muito nexo esse pensarmos nos rumos que a instituição está tomando e na adjetivação que os programas e curso vem recebendo dos agentes de fomento.

ELAINE BEHRING-Registro aqui meu repúdio à advertência política imposta pela PUC SP a Professora Beatriz Abramides, que exercia seu direito de manifestação e dever à frente da direção da APROPUC, na luta contra a nomeação de atual reitora que não foi eleita pela comunidade. Na verdade, é um ato de retaliação que mostra um caminho lamentável escolhido por essa instituição que um dia foi palco da luta pela democracia no Brasil. Todo apoio a nossa companheira de lutas, direção política do serviço social brasileiro!
Elaine Rossetti Behring
DPS/FSS/UERJ/CAPES-CNPq
Coordenadora do Grupo de Estudos e Pesquisas do Orçamento Público e da Seguridade Social/GOPSS 

Francilene Gomes Fernandes-Assistente Social-Mestre pela PUCSP
Todo nosso apoio a nossa querida Beatriz Abramides, " a história mostra que o conflito não se elimi-
na pela força dos aparelhos repressivos e que a verdadeira
democracia é uma conquista da luta dos trabalhadores
organizados" Apropuc São Paulo

JÁ SE MANIFESTRAM REPUDIANDO A MEDIDA DE PUNIÇÃO DA REITORA IMPOSTA  E EM SOLIDARIEDADE À PROFESSORA BIA ABRAMIDES E À APROPUC  AS PESSOAS ABAIXO: 


  • Vania Manfroi-Professora da UFSC
  • Ariana Celis
  • Renata Maria Souza-CRESS SP
    Sá Rodrigues
  • Maria Cecilia Mansur
  • Lucas Bezerra
  • Márcia Torres Rodrigues
  • Flávio José
  • Thiago Rodrigo da Silva
  • Fernanda Carriel-MESTRE PUCSP-CRESS-Seccional Campinas
  • Deusa Raposeiro
  • Sandra Rodrigues
  • Valdir Junio Dos Santos
  • Leonardo Nogueira
  • Francisca Rodrigues
  • Shellen Galdino
  • Mirela Ferraz
  • Christiano Amorim
  • Inez Stampa
    Gustavo Repetti Suizán
  • Tibério Oliveira-Assistente Social-UFRN
    Marcelo Hungaro
  • Jacqueline J SP-Assistente Social-PUCSP
  • Lucas Alecrim
  • Elisa Brisola-PROF UNITAU
  • Eduardo Luis Cout
    Sabrina Franco da Rocha-Assistente Social PUCSP
  • Márcia Silva
  • Marlene Teixeira Rodrigues-Prof UNB
  • Dan Borsatto de Lima
  • Vanessa Maria Feletti
  • Carla Pessôa
  • Thiago Oliveira Rodrigues
  • Charles Travezani de Jesus
  • Ana Cristina
  • Marcelo Gallo-Prof FMU-CRESS SP
  • Cinthia Borges da Silva
  • Flávio Rodrigo
  • Bruna Knutsen
  • Marques Rodrigues
  • Luana Braga
  • Viviane Souza Pereira
  • Daniela Barbom-Assistente Social-CRESS Araçatuba
  • Maria Conceição Silva
  • Fá Fatinha Teles
  • Anjinha Silva
  • Patricia Little
  • Natalia Figueiredo
Apoio irrestrito a professora e vice-presidente da APROPUC, Beatriz Abramides! Minha mestra, orientadora de TCC, mas mais do que isso

APOIOS FRENTE A INSTAURAÇÃO DO PROCESSO ADMINISTRATIVO

NOTA ABEPSS


À Magnífica Reitora



Anna Maria Marques Cintra


PUC São Paulo

 

                Tomamos conhecimento do processo movido contra a Prof.ª MARIA BEATRIZ COSTA ABRAMIDES, docente do Curso de Serviço Social dessa Universidade desde 1981 e diretora da Associação dos Professores da PUC-SP - APROPUC, por razão de sua participação em manifestação dos estudantes, na qual cumpria deliberação de sua entidade representativa.

                A Prof.ª Beatriz Abramides, além de excelente profissional, tem dedicado sua vida e trajetória enquanto docente e cidadã às lutas democráticas da sociedade brasileira. Participadas organizações representativas do Serviço Social desde 1979, sendo reconhecida como referencial histórico de todas as conquistas que a categoria de assistentes sociais vem acumulando ao longo dos últimos 30 anos. No âmbito da formação, integrou várias gestões da Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social – ABEPSS e, atualmente, é coordenadora do Grupo de Estudo e Pesquisa em Serviço Social e Movimentos Sociais na atual gestão desta Associação (2013-2014). Seu protagonismo político representa o significativo avanço na formulação dos conteúdos e formatos das diretrizes curriculares que, hoje, sustentam a produção científica no Serviço Social, sendo referência para as análises e ações desta profissão no conjunto da sociedade brasileira.

                Coerente com os princípios em defesa de uma sociedade emancipada atua em diversos movimentos sociais, entre eles aqueles direcionados a sua área de atuação profissional. Não construiremos e consolidaremos uma sociedade democrática e verdadeiramente livre sem os sujeitos políticos que, assim como a Prof.ª Beatriz, são partícipes dos processos de mudança na sociedade.

                A atitude de mover um processo administrativo contra a professora, recorrendo a aparatos legais de avaliação de competência e desempenho profissional, particularmente no quesito hierárquico institucional, para coibir, punir, criminalizar ações políticas que primam pela luta em espaços de decisão democrática, é, no mínimo, usar o recurso da intimidação e da repressão contra os diferentes e contra as divergências. Soma-se ao que há de mais perverso na história do poder constituído no Brasil e as consequências não apontam na perspectiva de uma sociedade democrática. Além disso, depõe contra uma história de resistência e de pluralismo que a PUC-São Paulo representou e construiu em períodos autoritários.

                Assim, reivindicamos a retirada imediata do processo movido contra a professora Beatriz Abramides e a garantia do direito a livre manifestação política nessa Universidade.

Natal, 26 de março de 2013.

Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social – ABEPSS

Gestão “Lutar quando é fácil ceder” (2013/2014)

CARTA DE APOIO À PROFESSORA BEATRIZ ABRAMIDES

 

 

Nós, professores do Curso de Serviço Social da Faculdade de Mauá abaixo assinados, manifestamos nossa profunda indignação em face da instalação de processo administrativo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) contra a professora Maria Beatriz da Costa Abramides, assistente social e professora do Curso de Serviço Social e da Pós-Graduação em Serviço Social da referida universidade, por ter participado de manifestação com estudantes. Tal participação, legitimada em reunião da APROPUC, é expressão das práticas democráticas que historicamente marcaram a inserção da PUC-SP na sociedade, caracterizando inclusive sua legitimidade e reconhecimento social.

A Profa. Beatriz Abramides é referência nacional e latino-americana não apenas no âmbito do Serviço Social, mas do pensamento social crítico. Sua prática docente formou e forma profissionais competentes que desde cedo aprendem a função da universidade como formadora do conhecimento crítico.

É lamentável que uma universidade como a PUC-SP, ao instalar tal processo, negue sua própria trajetória na história da cidade de São Paulo e do Brasil, punindo sujeitos – como a Profa. Beatriz Abramides – que defendem permanente e incansavelmente a validade prática do conhecimento teórico.

À querida Bia, todo o nosso apoio.

 

 

COLEGIADO DE PROFESSORES DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL  DA FACULDADE DE MAUÁ (FAMA)

 

 

 

O Centro Acadêmico de Ciências Sociais (CACS) manifesta essa nota em repúdio ao processo administrativo movido contra a professora Bia Abramides, pela sua presença no CONSUN do dia 27 de fevereiro de 2013. É importante ressaltar que esta ação representa a intolerância política contra manifestações dentro da PUC - SP. O Centro Acadêmico de Ciências Sociais repudia quaisquer ações desta natureza contra alunos/professores ou funcionários.  

Moção de Repúdio ao Ato Impetrado pela Reitoria em exercício da PUC-SP

 

Contra todos os princípios democráticos conquistados ao longo de sua história, a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo está permitindo e mantendo, através da sua representante na reitoria, uma postura nada menos que autoritária e intransigente na direção da abertura do processo administrativo instaurado contra a profa. Beatriz Abramides. A alegação é de “mau comportamento ético-moral, por esta ter participado da manifestação dos alunos contra a instauração do Conselho Universitário, que entendem que houve quebra  do diálogo institucional e reivindicam uma legítima participação da comunidade em processos decisórios, uma vez que se trata de uma instituição de ensino e não de instituição penal. 
 A profa. Beatriz, de fato, enquanto representante da Assembléia dos Professores da PUC-SP e conforme deliberação desta, participou da manifestação. Engrossou as fileiras dos descontentes com os rumos que toma esta universidade, desprezando suas tradições e desrespeitando suas práticas democráticas, e manifestou a sua indignação. Nada mais fez do colocar em prática o direito da livre expressão.


Este quadro mostra que não se trata, pois, de mera sindicância. A fria utilização de ferramentas legais disponíveis revela nada mais que um processo demissionário. Atrás dos códigos, tal medida, fruto de insidiosa manipulação política, quer garantir a eliminação, por “causa justa”, da docente Beatriz Abramides e do que hoje ela fortemente passa a representar: o símbolo de uma resistência às iniqüidades, aos mandos e desmandos que campeiam a PUC-SP,  em nome da ordem e da segurança - uma ordem repressiva e uma falsa segurança. E, com isto, pretende-se, em palavras comuns, “cortar o mal pela raiz. Ledo engano! A docente realmente emprestou a sua voz para clamar o resgate da autonomia /democracia universitária – tão em baixa nesses corredores que já conheceram momentos na História de nosso país -, mas não é a única voz. Tantas outras existem e tantas outras estão se revelando, multiplicando-se a cada dia e encontrando eco em outros espaços, inclusive para além do setor universitário.
Através desta moção, hoje, somos todos Bia Abramidessomos todos uma PUC-SP democrática, sem intervenções autoritárias, nem golpes espúrios, nem mesmo Golias travestidos em senhores da ordem.


Sob pena de se ver a Educação ser freada e desvirtuada, de ter uma universidade nada significativa, temos que refletir. De que tem medo a PUC-SP? De revelar a sua face oculta? Lembramos aqui que as páginas bíblico-históricas celebram a inevitável vitória de David.
Manifestamos o nosso repúdio e colocamos a nu, aqui e agora, a nossa indignação. Pela retirada imediata do processo administrativo contra a professora Bia Abramides e não abertura de nenhum outro processo político a nenhum professor, estudante ou funcionário.
São Paulo, 03 de abril de 2013

Polyana Souto